História In The End - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 50
Palavras 1.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie Babys!!
Demorei, ne? O negócio é o seguinte; estão me desvirtuando.
Olha esse capitulo eu revisei mais se eu deixei algo passar a única coisa que tenho a dizer é que eu tenho TDAH então... O trem é difícil.

James Edward Jones Russell. Fofinho ele!👼

Capítulo 8 - Tia Missy


Fanfic / Fanfiction In The End - Capítulo 8 - Tia Missy

   Seja uma pessoa que valoriza a essência, não a aparência, cultive os valores mais profundos e não caia na tentação de se tornar um "super" em um mundo de estrelas sem brilho próprio.

   [Roberto Shinyashiki

 

   Pov Lauren

 

  — Jennifer. Por tudo que lhe é sagrado pare de apertar o banco, você vai rasgar meu estofado.

  Estávamos indo buscar James no Bronx onde é a casa dos Russell, o caminho inteiro Jennifer estava inquieta, se remexia no banco como uma criança de 4 anos, como o próprio Jay.

— Estou nervosa Laur. E se ele estiver chateado comigo. Não o vejo a dois meses. Dois meses sem meu pequeno.

  — Você criou bem o moleque. Ele não vai ficar chateado por isso, ele entende. Não precisa de uma crise de ansiedade.

  — Fica calada, Jauregui. Tenho o direito de ficar ansiosa. E se ele me odiar.— Passou a mão em seus fios loiro pela vigésima vez nos últimos dez minutos.

  — Ele não vai.— E comecei a rir. Era impossível não rir da situação. Ela estava vermelha com os cabelos desgrenhados.

  — Para de rir idiota. Esta calma assim porque não é seu filho.

  — Você criou e o educou, você educou o garotinho. Conheço o loirinho ele não vai ficar com raiva.— Ela respirou fundo e encostou a cabeça no banco, ri novamente balançando a cabeça em negação. Ela estava tensa.

  — Só estou um pouco apreensiva, foram dois meses longe.

  — Para de drama. Não é um bicho de sete cabeças. É um bebê. Um garoto de quatro anos. Seu garoto.

  O resto do caminho foi Jennifer reclamando ao som de Bruno Mars. Juro que estava a ponto de joga-la para fora do carro. Mas pela graça de Zeus chegamos a mansão dos Russell bem exagerada mais uma linda casa em cores pretas e salmão com detalhes bem projetados.

  — Srta Jauregui, Srta Russell. O Sr.Russell saiu mais sedo para o clube de golfe com uns amigos e ainda não voltou.— Dizia a governanta enquanto nos acompanhava ate a sala.

  — E o Jay?

  — Presumo que brincando em seu quarto.

  — Chame-o e prepare uma mochila com algumas roupas, vamos passear e não sei se voltamos hoje.

  — Claro menina. Willard virá trazer um suco. Com licença.

  Olivia se retirou e logo depois Willard apareceu me envolvendo em um abraço carinhoso. Como eu adorava esse homem.

  — Will! Quanto tempo cara.— Retribui com todo carrinho. Ele era um dos poucos que tinha essa liberdade comigo, tirando as crianças, os unicos que me abraçava assim era, Verônica, Jennifer e Will, as vezes Normani mais a Jane é ciumenta.

 Ele era um cara muito especial, a mãe dele, Olívia, trabalhava para Russell desde que Jenny nasceu. Conversamos um pouco, Will estava empolgado com a nossa volta. Alguns minutos depois um pequeno ser invade a sala pulando no colo de Jennifer.

  — Mamãe você veio! Que legal, a senhora esta aqui. Estou com muita saudade mamãe. — James envolveu seus pequenos braços no pescoço da mãe que o apertava contra si com os olhos marejados, Logo atrás Olívia, via tudo com um grande sorriso no rosto e uma pequena mochila do optimus prime, em mãos.

  — Eu também estava morrendo de saudades amor. Agora eu estou aqui e vamos passar o dia todo juntos. — Jenny tinha a voz embargada e acariciava o cabelo do filho.

  Jay se afastou rapidamente e a fitou.

  — Serio? O dia todo juntinhos? Só nos dois?

  — Quase isso meu amor. Olha que vai nos fazer companhia.— Jenny apontou para mim e Jay rapidamente virou a cabeça, ele notou minha presença na sala e seus olhinhos dourados brilharam.

  — Tia Missy! — James gritou animado, só ele me chamava assim e Deus como eu odiava esse apelido mais sendo pronunciado por ele era tão fofo.

  Não tive tempo para piscar, pois em segundos seu pequeno corpo colidiu com o meu nos fazendo cair deitados no sofá.

  — Oi para você também loirinho.

  — Que legal! Para ficar mais legal só falta a tia Ronnie. — Ele me abraçou e olhou para os lados a procura de algo. — Cadê a tia Ronnie?

  — A Vero esta em Londres, Loirinho. Então vamos passear?

  Ele saltou do meu colo para pegar a mochila nas mãos de Olivia, e voltou arrastando Jenny e eu para a porta. Nos despedimos e fomos ao Lowline Lab, Jay adorava aquele lugar. Estávamos olhando umas plantas enquanto Jennifer procurava o banheiro, ela nunca lembra onde ficava e isso é incrivelmente idiota.

  — Tia Missy, me da dinheiro? — Jay chacoalhava meu braço, seus olhinhos brilhavam em pura chantagem.

  — E para quê você quer dinheiro pequeno chantagista? — Ele sorriu com a língua entre os dentes e soltou meu braço.

  — Para comprar comida, para que mais serve o dinheiro senão para comprar comida é brinquedos? — Ri da sua inocência e lhe dei 5 dólares, ele pegou o dinheiro e saiu saltitante em direção ao moço que vendia uns salgadinhos.

  [...]

  Jenny esta concentrada no celular enquanto, Jay brincava com umas crianças a alguns metros de onde estávamos. Me levantei do banco onde estava sentada e comecei a prestar atenção no garoto, seu rosto estava vermelho com gotículas de suor e eu tenho certeza que não era da brincadeira, ele parecia respirar com dificuldade.

  — Jenny?— A chamei, ela fez apenas um som nasal para que eu continuasse. — O James está estranho.

  — Estanho como? — Ela me fitou e depois olhou para o garoto. — Ele esta tendo uma ataque alérgico?— Ia falar algo mais ela me interrompeu. — Me espera aqui.

  Ela se levantou e foi em direção ao menino, pegou o pacotinho amarelo que ele tinha em mãos leu algo, jogou no lixo, pegou o filho no colo e veio apressada em minha direção.

  — Vamos embora, ele comprou uma bolacha de nozes.

  Me levantei rapidamente para acompanha-la.

  — D-desculpa.— O baixinho falou com uma voz fraca e eu me culpei por ter dado o dinheiro a ele.

  — Vai ficar tudo bem meu amor. Lauren não podemos dar um pouco do seu antialérgico a ele.— Ela tinha os olhos marejados.

  — Acho que não podemos, ele só tem 4 anos, vou ligar para a Normani.

  Disquei seu número e no segundo toque ela atendeu.

  .: Lembrou que eu existo, Jauregui?

.: Você esta no consultório?

.: No hospital, estou me voluntariando aqui. Por que?

.: Jay esta tendo um ataque alérgico, o que eu faço?

.: Traz ele aqui, estou no StMorgan. Vem rápido.

  .: Chego em 10 minutos, estou perto.

  Dei partida no carro e alguns minutos depois já estávamos no hospital.

  Jay foi medicado e ficaria a noite no hospital. O garotinho levou uma bronca da mãe, na verdade nos dois levamos


Notas Finais


Bjuus!! Fui!!


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