História That's the truth - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Marlene Mckinnon, Sirius Black
Visualizações 16
Palavras 1.471
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo Único


– Sirius? – eu o chamei com esperança de que ele ainda estivesse acordado. Depois de todos os eventos daquela noite (a despedida de James e Lily, nós os levando até o aeroporto, todo aquele emocional balançado por estarmos nos despedindo de nossos melhores amigos) seria pedir muito, mas mesmo assim tinha algo que eu estava morrendo de curiosidade de saber.

–Hm? – ele murmurou ainda virado de lado na cama.

–Você se lembra do dia que voltamos a namorar? – perguntei com a voz baixa e um sorriso no rosto. Este fora, certamente, um dos melhores dias da minha vida.

–Aham. – ele respondeu se virando para mim com uma expressão de sono e confusão.

–Você disse que tinha planejado uma serenata, mas que Remus o convenceu de outra coisa. – comentei segurando uma risada. Ah, os bons tempos em que estávamos na escola. Eu sentia falta disso.

–Eu ainda acho que a serenata teria sido muito mais romântica. – Sirius disse se aproximando mais de mim. – Mas por que você se lembrou disso agora?

–É que eu queria saber que música era... – mordi o lábio. Sempre fui do tipo de pessoa que não se envergonhava por nada, praticamente uma cara-de-pau, mas quando o assunto era Sirius Orion Black a coisa já mudava de figura. Ele me fazia sentir como uma garotinha de escola apaixonada pela primeira vez; o jeito que ele me beijava era como se fosse o meu primeiro beijo... Enfim, ele sempre conseguia me surpreender e isso me irritava profundamente, pois eu não tinha noção do que aconteceria.

–Entendo. – ele respondeu se apoiando nos braços e sorrindo para mim. – Bom... Pode não ser uma música muito boa, sabe? – ele começou jogando o cabelo nos olhos de lado. Seria algum tipo de tradição dos Marotos terem o cabelo tão perfeitamente bagunçado (se bem que nenhum ganhava do de James) e ao mesmo tempo tão perfeitamente... Perfeito? – Afinal, fui eu quem a escreveu.

Eu já havia conhecido várias facetas de Sirius, mas nunca, nem em um milhão de anos, eu imaginaria que ele fosse escrever uma música.

–Sério? – perguntei confusa. – E por que você esperou tanto tempo para me contar?

–Ah, sei lá. – ele respondeu dando de ombros. – Acho que nunca surgiu a oportunidade.

–E por que você seguiu o conselho de Remus? – mas como eu estava curiosa naquela noite. Na verdade, eu sempre quis saber tudo aquilo, mas nunca pensei em perguntar, não sei por quê.

–Vamos concordar que uma serenata no meio da noite mostraria para todo mundo o que eu estava tentando fazer. – ele respondeu coçando a parte detrás da cabeça e sorrindo. – Ainda mais naquele silêncio que fazia em Hogwarts. – eu apenas tive que concordar. – E acho que Lily me odiaria para o resto da vida. – ele completou rindo ainda mais.

–Lily é uma boa amiga. – respondi sorrindo. – Mas realmente acho que ela nunca mais falaria conosco.

–Então acho que Remus fora bem feliz na sugestão. – ele disse por fim.

–Certo... Mas e a música? – insisti. Ele não ia me fazer esquecer disso tão facilmente.

Sirius respirou fundo e levantou-se da cama.

–Mas onde você está indo? – o olhei confusa e ele apenas levantou a mão pedindo para que eu esperasse no meu lugar.

–Espero que saiba que eu nunca mais vou repetir isso. – ele disse de dentro do armário. – Nunca mais, McKinnon! E se alguém ficar sabendo... – ele ameaçou saindo de lá com um violão na mão.

Ok, de onde saiu esse violão? Eu não me lembro dele na mudança.

Sirius sentou-se ao meu lado e respirou fundo.

–Não vou te vaiar. – respondi achando graça da tensão em que ele se encontrava.

Sirius piscou para mim e começou os primeiros acordes no violão.

Até que ele toca muito bem.

I feel like I've been putting on trial with you.

I know that something's wrong and I'm the one accused

When the veredicts in, it's us that's gonna lose.

I can't wait for you to finally hear the truth.

'Cause I shouldn't have to plead my case

So much love to save.

Ele puxou o ar profundamente e soltou a voz.

If you listen to the things that your friends say

You're gonna me lonely

How could you treat me like that

When I gave my all to you

'Cause I haven't been messin' around

I would never go out

And do the things that you don't want me to do

'Cause I can tell you right now

That you will never find the evidence on me

And that's the truth

Oh, oh, oh, yeah

And that's the truth

Oh, oh, oh, oh.

Acho que eu nunca tinha parado para pensar no lado dele durante o tempo que ficamos separados; Também nunca parei para pensar que ele não faria nada para me magoar. Realmente me deixei levar pelo o que os outros me diziam.

I need a lawyer just to talk

'Cause they're tellin' you what to say

They wish they had what we have

And it's jealousy that's in the way

'Cause I can't sit 'round

And watch them build a case

'Cause there's no savin' us now

I'm just doing this to clear my name.

A cada palavra eu me sentia mais e mais culpada. Como pude deixar que os outros se intrometessem assim na minha vida? Por que eu não escutei Sirius pelo menos uma das vezes que ele tentou falar comigo? Ou então James. Ou Remus. Mas Marlene McKinnon é muito cabeça dura.

'Cause I shouldn't have to plead my case

So much love to save

If you listen to the things that your friends say

You're gonna be lonely

How could you treat me like that

When I gave my all to you

'Cause I haven't been messin' around

And I would never go out

And do the things that you don't want me to do

'Cause I can tell you right now

That you will never find the evidence on me

And that's the truth

Oh, oh, oh, yeah

And that's the truth

Oh, oh, oh, oh

That's the truth

'Cause I shouldn't have to prove my case

So much love to save

Save, save, save

If you listen to the things that your friends say

You're gonna be lonely

How could you treat me like that

When I gave my all to you

'Cause I haven't been messin' around

And I would never go out

And do the things that you don't want me to do

'Cause I can tell you right now

That you will never find the evidence on me

And that's the truth

Oh, oh, oh, yeah

And that's the truth

Oh, oh, oh, oh

That's the truth

Ele terminou com o último acorde no violão e olhou para mim.

–Sei que não é tudo isso... – ele murmurou colocando o violão de lado.

–É claro que é. – descordei imediatamente. – A música é linda. A melodia é linda... E eu fui uma idiota por nunca ter pensado nisso tudo do seu ponto de vista.

–Boba? – ele me interrompeu. – Pode até ser, mas idiota nunca. – ele completou se me puxando contra seu peito.

–Não tem o menor motivo para você ser bonzinho comigo. – murmurei ainda me sentindo muito culpada.

Enquanto ele me escrevia uma música e tentava voltar comigo, eu me fazia de idiota e acreditava no que as más línguas diziam.

–Lene. – ele disse sério puxando a minha cabeça para cima pelo queixo. – Todos fizemos alguma coisa no passado da qual nos arrependemos. Eu por exemplo me arrependo profundamente de não ter tentado mais, de não ter te infernizado o suficiente até que você falasse comigo.

"Mas o que realmente importa agora é que nós estamos juntos novamente, e não vai haver nada, mas nada mesmo, que possa nos separar." Ele completou com um sorriso.

–Vai conseguir me agüentar até a morte, Black? – perguntei rindo. Eu não teria nenhum problema com isso. Nós dois... Juntos... Para o resto da vida. Isso soava perfeitamente bem para mim.

Sirius suspirou e se levantou da cama mais uma vez naquela noite.

–O que? – perguntei confusa, enquanto ele entrava mais uma vez no closet e pegava alguma coisa no bolso da jeans que ele havia usado naquele dia.

–Só para você saber, nada disso estava planejado, mas parece que é o momento perfeito... A música... E tudo mais. – Ele ajoelhou-se na beirada da cama e ergueu uma caixinha de veludo aberta com um anel dentro dela. Nesse momento eu já tinha entendido tudo e levei uma mão à boca. – Marlene McKinnon, você quer se casar comigo?

O que mais eu poderia responder a não ser me jogar em cima dele com o maior sorriso que eu já dei a minha vida inteira?

–É claro que eu quero, Sirius! – respondi e então ele me tomou em seus braços e me beijou apaixonadamente, como se fosse a primeira vez.


Notas Finais


'Ello, my friends!

Espero que tenham gostado dessa pequena UA que eu escrevi muitos anos atrás, com essa música maravilhosa (Alô, McFly, vamos voltar, queridos?) baseada na história da minha melhor amiga. Se quiserem, eu mando o link dela para vocês, para poderem entender um pouco melhor, mas o foco principal dela é Jily...

Enfim, tenho que admitir que... Essa era uma fase pela qual eu estava passando e que eu não vejo, de maneira nenhuma, Blackinnon desse jeito mais. Quero dizer, ainda são meu OTP, mas eu vejo o relacionamento totalmente diferente agora, mas né... haha

Espero que tenham gostado e... Comentem?

Beijos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...