História The 100 - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, Elle Fanning, Justin Bieber, Rafael "CellBit" Lange
Personagens Elle Fanning
Tags Ficção, Magia, Poderes, Romance
Exibições 15
Palavras 1.986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Festa, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OYYYYYYYY PESSOAL
ESPERO QUE GOSTEM

Capítulo 2 - Will not get the front-alone


Fanfic / Fanfiction The 100 - Capítulo 2 - Will not get the front-alone

Nova York, 1 de maio de 2016

 

"Não vai conseguir enfrenta-los sozinha"

 

- Bem-vindos ao inferno - gritou o homem em cima da mesa.

Todos olharam para ele por uns quatros segundos, depois continuaram a fazer o que estavam fazendo. O garoto ruivo respirou fundo, sem paciência, virou de frente para mim e começou a me olhar. Eu era a única que estava desconfiada do homem que ainda estava em pé em cima da mesa.

- Voltando... - continuou o garoto ruivo, sua voz e suas expressões estavam tão calmas que tudo parecia ser irrelevante. Porém logo mudaram quando uma espécie de fumaça apossou o lugar.

A fumaça tinha uma cor avermelhada, era viciante senti-la. Algumas pessoas começaram a tossir, mais pessoas tossiram, todos tossiam. Minha visão ficou preta, sentir meu corpo pesar, senti minha cabeça cair em algo e não senti mais nada.

 

[...]

 

Abro os olhos, a luz do sol me fez fecha-los novamente. Esfrego meus dedos em meus olhos tentando recuperar a visão. Estava num gramado da cor de um verde fosco, acho que todos da prisão estavam ali em volta jogados no chão. Todos estando ali ou não, as pessoas que estavam ali estavam desacordados. Estávamos num circulo feito por árvores em volta, acho que era uma floresta. O céu rosado estava repleto de nuvens bem brancas. 

Tento me levantar, mas minha cabeça girou de um jeito que me senti atraída pelo chão. Tentei me levantar novamente, me preparando mais dessa vez. Consigo levantar, meu corpo estava dolorido, porém nada que eu não aguentasse.

Comecei a andar sem rumo, longe daquelas pessoas.

- Aonde pensa que vai? - perguntou alguma voz masculina, vinha atrás de mim, parei de andar imediatamente. Me viro lentamente, era o Misto Quente.

- Para bem longe - falo num tom alto o bastante para que ele ouvisse. Ele deu alguns passos, ficando um braço de distancia de mim.

- Não, não vai - fala como se estivesse certo disso. Sorrio pela tamanha ingenuidade.

- Quem irá me impedir? - Levanto uma sobrancelha, cruzo os braços, provocando-o.

- Não precisarei impedi-la! - ele sorri, toda aquela confiança e certeza que ele tinha me fazia sentir raiva dele.

Cerrei os punhos, engoli a seco, me segurando para eu não atirar a primeira pedra. Ele se aproxima mais, me aproximo dele inconscientemente. Suas mãos já estavam na minha cintura, fiquei sem reação. 

- Ó-ótimo - sorrio confiante, me afasto, me viro novamente e continuo a andar.

- Morrer ou viver? - ele perguntou, ignoro - Você escolheu morrer... Interessante! Direi isso para... - parei de andar.

- Escolhi morrer? - me virei para ele.

- Fica e vive, vai embora e morre - permaneço com a expressão de perdida - Quer que eu desenhe?

- Eu sei me virar sozinha - Iria agradecer pela preocupação, mas deixei melhor não dizer nada.

- Eles são muito perigosos, não vai conseguir enfrenta-los sozinha - Não parecia ser mentira, mas... Quem era "perigoso"?

- Justin?! - Chandler chama o Misto Quente, melhor dizendo, Justin.

Chandler corre até Justin, o mesmo se vira pra ficar de frente para Chandler. Fiz o tempo congelar, me deito no chão, me camuflando entre as pessoas.

- Você não está pensando em fugir - Justin olhou bem para o garoto de olhos azuis de Chandler, o mesmo exita a pergunta de Justin, começa a olhar aleatoriamente até achar o meu rosto, ele fica com uma expressão confusa olhando fixamente para mim.

Droga, bendita hora que eu fui abrir os olhos!

 - Está? - Justin pergunta irritado.

- Não - Chandler acorda do transe - Não, não vou deixar essas pessoas - falou sério, mas tinha quase certeza de que ele mentiu, eu conhecia uma mentira de longe, ele estava querendo fugir.

- Hum... - Justin ficou desconfiado, mas quem não ficaria?

Chandler me olha discretamente por um rápido segundo.

- Descobriu algo? - Justin pergunta.

- Ainda não - Chandler olha para o céu, sua voz soou derrotada - Não consegui achar a localização, nem descobrir, como, o porquê, quem...

- Entendi - Justin olhou para trás, percebeu meu sumiço, começou a me procurar com os olhos. Chandler percebeu que Justin procurava algo, ele me olhou, fiz um sinal com o dedo para que ficasse quieto.

- Vamos voltar para casa - falou Chandler, o mesmo levou o Justin para longe da onde eu estava, não sei dizer se isso foi uma ajuda.

Olho em volta e todos ainda estavam no chão, desacordados. Vejo que não tem ninguém mais acordado ali, me levanto e saio correndo para a floresta. As árvores estavam mais altas do que o normal, não entendo muito de árvores, porém sei que não são tão altas. Todas elas eram maios ou menos do mesmo tamanho e tinham o mesmo tipo de folhagem, não tinham tantos galhos, os galhos começavam a nascer em uma altura alta, bem alta. Não haviam muitos arbustos. A grama ao solo pareciam estar mais macias, não sei explicar.

- Ei - ouço algum menino me chamar, paro de correr, me apoio nos meus joelhos tentando recuperar o ar que nem percebia que estava faltando. Viro para trás, era o garoto ruivo.

- O que você quer? - perguntei me recompondo.

- É um prazer em te ver também - sorriu, aquele sorriso bobo, que eu sentia tanta raiva.

- Você ainda não me respondeu - relembrei.

- Achei que eramos amigos - sua expressão era séria - Amigos não fogem sem os outros amigos.

- E o que você faz aqui? - perguntei, por mais que eu achasse que deixei-o sem resposta ele não fez transparecer.

- Não vem ao caso - ele sorri. Ele falou como se estivesse outra boa resposta, mas preferiu não falar.

- Bom, eu estou com pressa...

- Vamos? - Assenti, ele segurou a minha mão, me olhou e soltou um sorriso bobo. Guardei aquela imagem na minha memória, seus olhos azuis eram intrigantes, sua pele branca estava ainda mais branca com a luz do sol e um pouco rosada pelo céu.

- Vamos!

Ele começou a correr, eu corri. Eu sabia que podia correr mais rápido por conta dos meus poderes, porém corri na velocidade dele. Confesso, se eu não tivesse poderes ele ganharia de mim na corrida, e olha que eu corria rápido.

 

FlashBack ON

 

- Oi amor - Charles sorriu para mim.

- Oi - tentei falar de uma maneira agradável, para tentar substituir o "amor" que ele dissera. Eu não era muito de dizer "eu te amo" ou um "amor da minha vida" tão cedo.

Estávamos no parque perto da nossa escola, cabulando aula. O parque estava deserto como sempre. Não era um parque central, longe disso, poucas vezes eu via pessoas frequentarem ali, nem andavam muito por lá, por isso era ótimo para ter privacidade.

Nossos amigos iriam chegar um pouco depois, pois passaram no supermercado antes de vir para o parque, então Charles e eu nos encontramos no mesmo banco de sempre, um banco bem escondido, era nosso esconderijo.

- Alguém desconfiou que você veio aqui? - Ele se sentou na minha frente. Estávamos sentados no mesmo banco, um e frente para o outro, com uma perna de um lado e a outra do outro.

- Não, por quê? - ele sorriu.

- Por nada - sua voz era grossa, de um jeito bom.

- Eu gosto muito de você, sabia? - falei, ele me olhou com surpresa.

Eu sei que eu disse que não era uma das primeiras a dizer "eu te amo", mas fazia 4 anos que eu gostava dele e era melhor amiga dele, essa era a primeira vez que eu dizia algo do tipo, eu sempre tentava evitar.

- Você? - ele sorriu de alegria - Dizendo isso? - continuou sorrindo, eu sorri também - Espera, eu posso gravar isso? - ele se vira pra pegar o celular da bolsa.

- Idiota - eu comecei a rir, dei um soco de leve em seu braço. Ele me olhou e sorriu, um sorriso cafajeste. Não entendi nada. 

- Você está apaixonada por mim? - Eu parei de rir no mesmo instante, senti as minhas bochechas esquentarem.

- Não, eu só gosto de você - coloquei as minhas mãos em cima das minhas bochechas para disfarçar - Como amigo?

- Por que está tão assutada, então? - aquele sorriso cafajeste ainda estava em seus lábios, me irritando cada vez mais a distancia de seus lábios para os meus.

- N-não estou assustada - neguei. Seu olhar era tão confiante, seus movimentos eram completamente calculados, seu sorriso galanteador, aquele garoto me enlouquecia.

- Então, você não se importaria de ser beijada agora, não é? 

- Não - falei confiante - Quer dizer, sim, sim, ficaria. Você é apenas o meu amigo - me corrigi depressa.

- Eu não digo o mesmo - falou - Eu não te vejo como uma melhor amiga, não mais - sorriu.

- Me vê como, então? - perguntei, respirei fundo. Eu tinha que controlar minha respiração ou se não eu ficaria nervosa e beijaria aquele garoto em que sonhei praticamente minha adolescência inteira.

- Te vejo mais do que melhor amiga, não se faça de desentendida - sorri de lado - Você é tão linda - Seus cabelos dourados estavam levemente bagunçados pelo vento, eu adoraria bagunça-los mais. Seus olhos verde-claro estavam olhando para os meus olhos azuis. Sua pele bronzeada estava me chamando para toca-la. 

- Vai logo - falo alto o bastante para que só ele ouça.

- A culpa é minha? - abriu um sorriso.

- Sim - sorri.

- É só porque eu não estou "chegando"? - assenti, ele se aproximou.

Seu rosto ficou tão perto do meu que me preparei para o beijo. O calor de seu corpo se apossou do meu corpo sem pedir permissão. Aproveitei o momento, o calor de seu corpo e seu rosto quase tocando o meu. Fechei meus olhos, senti ele se afastar, abri meus olhos imediatamente. Ele estava sério olhando para mim. 

- É mesmo, né?

"SIM É MESMO, A CULPA É REALMENTE SUA!" me segurei para não dizer isso. Ele apenas sorriu novamente. Cerrei meus punhos, eu fiquei brava.

- Sim - forcei um sorriso, respondendo sua "incrível" pergunta.

- É que você está muito longe... - fez uma careta (muito fofa) de cansado. Eu sorri, mesmo sendo uma completa ironia, eu estava sentada bem na frente dele, não estávamos longe, mas também não estávamos colados. 

Cedi ao seu pedido, me sentei mais pra frente, ele riu fraco da minha ação. Aproximei um pouco meu rosto. Ele me fez uma pergunta mas eu nem me importei em tentar ouvir, apenas fiquei admirando-o e ele me admirou também. Senti o tempo parar, só nós dois estávamos ali, no meu mundo. Não consegui pensar em nada além dele, nada além de nós.

Ele aproximou seu rosto do meu, colando nossos lábios. Seu calor se apossou do meu corpo novamente. Nossos rostos se tocavam levemente, isso era ótimo. Sua língua estava quente. Sua língua estava em sincronia com a minha. Percebi que suas mãos estavam em minha cintura e percebi que as minhas mãos estavam em sua nuca. Desci uma mão até a sua barriga e deixei ela lá, enquanto a outra brincava com o cabelo dele.

Nossas línguas guerreavam por espaço, ficavam lutando entre si. Eu dei uma deixa rápida de que eu iria e afastar, ele sem perder tempo mordeu meu lábio inferior e puxou levemente, eu sorri, ele estava me chamando para a guerra, não era possível.

Eu o beijei novamente, como ele ousava a ser tão sedutor assim? Eu não iria deixar barato!

 

FlashBack OFF

 

- PERYN?! - gritou o garoto de cabelo ruivo me fazendo acordar do passado. Me virei para trás e o garoto estava de refém de... Humanos, quer dizer, humanos não tem asas. Eles eram... Anjos?



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