História The Agent - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Frozen - Uma Aventura Congelante
Personagens Anna, Astrid, Breu, Elsa, Flynn Rider, Hans, Jack Frost, Jamie Bennett, Personagens Originais, Rapunzel, Soluço
Tags Cia, Jelsa, Kgb, Português
Visualizações 122
Palavras 3.653
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


GENTE DO CÉU
GENTE DIVINA
ATENÇÃO E NÃO ME IGNOREM

eu mudei a capa da fic e dei rostos reais aos personagens
vou postar uma lista de cada um que já apareceu nesse capítulo e nos anteriores e vocês me digam pelo amor de Deus se ficou bom ou se eu devo voltar ao formato anterior
um cheiro nuzoi
boa com Deus
e fiquem leitura
não pera
boa leitura e fiquem com Deus (ou com o bigbang se você for ateu/ateia)

Capítulo 10 - If we are siblings, why don't you call her mom just like me?


Fanfic / Fanfiction The Agent - Capítulo 10 - If we are siblings, why don't you call her mom just like me?

 

 

— Eu vou ver a Amanda. Só porque meu pai está insistindo, mas eu vou.

— Não me parece afim de vê-la, Jack. Você por mais que diga, não a perdoou.

— Pitch, sinceramente, eu não quero. Mas eu tenho que ir.

 

— Bem, boa sorte então, Jack. Não precisa brigar comigo, eu só achei estranho o fato de você querer visitar uma pessoa que simplesmente não quer ver.

Jack saiu, sem dar atenção ao superior, apressado para ir para Newton. Jack dirigia pela estrada, que estava calma e solitária demais para o gosto dele. O rádio tocando Hurt, na voz de Johnny Cash, era a única coisa que o impedia de adormecer ao volante.

A quietude o incomodava e Jack acelerou o carro, não se importando com radares eletrônicos e muito menos com as multas. A quietude acabou por passar junto com a música calma e melancólica, que deu lugar a Smells Like Teen Spirit.

Jack estava empolgado e seu coração batia rápido demais.

Ele ficou ainda mais acelerado quando Jack aproximou-se de um caminhão e coincidentemente um carro que ele nunca tinha visto apareceu misteriosamente. Os olhos azuis encararam o retrovisor e a mão livre tratou de procurar a pistola dele no bolso.

O agente sabia que estava sendo seguido e se preparou para atirar quando ele próprio recebeu um tiro em seu carro.

— Filho da puta, eu batalhei pra ter esse carro!

Ele retribuiu ao tiro do adversário, o carro estava agora sendo dirigido pela tecnologia que a CIA lhe dava. Jack conseguiu perfurar o vidro da frente do carro. O adversário porém acelerou para lhe causar dano e bateu o carro com o de Jack.

— Merda! — Exclamou o canadense, que resolveu retribuir ao dano. Ele falhou e o carro do adversário o empurrou para a frente.

Jack não desistiu e manobrou o carro. Em sentido contrário estava lado a lado com o carro, por estar no banco de passageiro da frente enquanto a máquina pilotava seu carro e trocou tiros com alguém que era, aparentemente, uma mulher.

Ela não acertou Jack, mas Jack a acertou no ombro e conseguiu, aproveitando-se da dor da moça, lhe puxar a máscara.

— Helena Gosnell? — Jack ficou surpreso pelo fato de a criminosa americana ser quem o estava perseguindo e não alguém da KGB.

— Oi de novo, Jack Frost. — Ela chutou o rosto de Jack e levou o carro até a lateral da pista, deixando-o capotar e depois explodir. Ela escapou, da CIA e da explosão.

Jack estacionou seu veículo parcialmente destruído. Tirou o telefone do bolso e aguardou que a outra pessoa atendesse.

J: Flynn, se estava esperando uma oportunidade para conseguir o meu perdão, ela chegou.

F: Jack? O que houve?

J: Helena Gosnell tentou me matar. Se vier me ajudar, talvez eu possa andar com você no recreio.

*

— E então, sobre o quê querem falar comigo? — Lisa disse, encarando as duas.

— Eu… — Elsa disse, tímida. — Queria saber desde quando ela está aqui? Onde elas moram?

— São muitas perguntas. Vamos começar com a primeira. — Disse a enfermeira de cabelos curtos, que deu uma pausa e tornou a falar. — Quando a senhora Andreieva chegou aqui, nesse hospital, ela já tinha tido um câncer, um câncer de mama, do qual ela conseguiu se recuperar pela remoção da mama esquerda e vivia em Manitoba com a Anna. Mas os médicos de lá estavam enganados quando disseram que esse câncer não era metastático. E o câncer foi para o cérebro. Então ela vendeu tudo para vir para Toronto e bancar o tratamento com a Anna, que ainda estuda e acho que também trabalha, ajudando nas despesas. Elas moram em Scarborough, distante do centro, pelo que ouvi da Anna, então é bem longe. Mas eu não sei exatamente onde é.

— E quanto aos gastos? É a Anna quem paga tudo? — Yulia perguntou.

— Aparentemente sim, já que elas tentaram conseguir algo com o serviço social, mas eles negaram. Só que a menina insiste, insiste. Eles não querem tomar conta da senhora Andreieva, acreditem. Os políticos não se importam com pacientes terminais. — Lisa respondeu.

— Eu não sei como funciona aqui, mas lá em Israel, se algum milionário quiser ele pode pagar o tratamento de alguém. — Yulia respondeu.

— Yulia, por favor, isso é um trabalho meu. — Elsa interrompeu.

— El… — Yulia quase disse o verdadeiro nome da amiga, que a repreendeu com o olhar. — Elena, vamos ser sinceras com a Lisa. Eu sou a ricaça aqui e você não tem onde cair morta. Deixe esse trabalho comigo.

Lisa riu.

— Na verdade, o hospital recebe doações. Direcionar para alguém é tarefa dos políticos. Tem que pressioná-los para que eles direcionem as suas doações para onde você quer.

— Olha aí, El. Eu te disse que ia precisar de mim.

— Ou vocês podem simplesmente convencer a Anna. Não vai ser fácil, a menina é meio orgulhosa. Mas ela tem um bom coração e eu até diria que é um pouco ingênua.

— Obrigada, mas eu prefiro o primeiro método e acho que a Elena também. Bem, nós já vamos. Já que Anna quer ficar a sós com a mãe e o horário de visitas vai acabar. Vamos, Elena?

Elsa assentiu.

As duas levantaram, se despediram de Lisa e Elsa começou a pensar.

E se o financiamento fosse um pretexto para se aproximar das duas?

Elsa só precisava de uma desculpa para conseguir o que queria, ela era uma espiã, sabia persuadir e ela o faria.

— Yulia.

Yulia colocou o cinto de segurança e olhou para ela.

— O que foi?

— Já sei como posso me aproximar delas duas.

*

Flynn Rider dirigiu apressado pela estrada. Era inverno e quem ficasse no meio da estrada naquelas circunstâncias poderia muito bem morrer. Talvez Jack tivesse perdido o carro e estivesse congelando lá fora e isso fez o homem dirigir com mais pressa do que podia imaginar. Ele havia sido um dos que enfrentaram Helena Gosnell e Jack estar com carro naquelas horas era bastante impossível.

Jack não estava tão mal assim. Embora estivesse danificado, o carro ainda tinha um aquecedor e ele estava lá dentro. O rádio não estava funcionando, o que deixou Jack em um completo tédio, esperando pelo Rider.

Quando o carro finalmente chegou, Jack Frost saiu de seu veículo. E Flynn estacionou o dele, num lugar proibido, mas estacionou. Jack pegou as coisas dele e entrou no carro do outro sem dizer nada.

— Então foi a Helena? Eu pensei que fosse algum russo. Ela deveria estar morta.

— É, concordo. Ela deveria estar morta, mas não está.

— Pitch me disse que você ia ver sua mãe. Pensei que ela morava em Toronto, não em Newton.

— E agora eu vou, já que eu não posso ir para Newton.

– Por que você não contou a verdade ao Pitch? Está o evitando sempre.

– Porque eu desconfio dele, assim como desconfio do ruivo. Eu desconfio de todos na CIA, até de você.

Flynn permaneceu calado e resolveu não questionar mais o colega.

Os dois não conversaram mais, não tinham mais assunto para conversar, porque apesar de Rapunzel ter ido embora e se transformado em passado para ambos, era estranho para Jack ter perdoado Flynn Rider e era vergonhoso para Flynn admitir que Jack Frost tinha razões para achar aquilo estranho.

O Rider fez o máximo possível para que seu momento de remorso acabasse e apressadamente deixou Jackson na casa que dividia com o pai. Deixou a jaqueta em qualquer canto e o chamou.

– Pai?

Clinton Frost não respondeu, pois ele não estava em casa. Aparentemente ele tinha saído para comprar algo. Jack achou estranho o fato de o pai sair. Clinton era recluso, não saía de casa e seu filho se sentiu um pouco estranho ao estar só em casa com o único barulho do aquário. Entrou no quarto do pai e se deparou com malas prontas.

O pai de Jack chegou em casa com um pequeno saquinho e as lentes de seus óculos manchadas pelo nevoeiro.

– Estava me procurando, Jackson?

– É, eu estava sim.

– Como chegou aqui? Seu carro não está lá fora.

– Eu sofri um pequeno acidente na estrada com um animal.

– No Inverno? Que estranho.

– Sim, é bem estranho.

– Ainda bem que você não se machucou de forma séria. Eu fiz suas malas. E fiz as minhas também.

– Como assim?

– Jackson, não se finja de desentendido. Você vai à Toronto ver a Amanda. E eu vou também. Não discuta comigo.

Jack bufou.

– Pai, eu não quero vê-la. Eu não posso parar o meu trabalho para vê-la. Eu até iria pela Emma, mas a Amanda vai estar lá, então eu não quero.

– Quer dizer que a CIA só tem você de agente? Eu esperava mais da inteligência desse país.

– Como sabe que eu faço parte da CIA?

– Como diria o grande Darth Vader: eu sou seu pai. Eu sei de tudo que acontece com você. Talvez seu dom com espionagem tenha vindo de mim, pense nisso. E eu como seu pai, quero que pare de tratar sua mãe dessa forma por uma coisa que aconteceu no passado.

– Você acha mesmo que eu consigo chamá-la de mãe! Eu não sou mais filho dela desde o dia que ela me deixou.

– Pare de agir como um adolescente, Jackson! – Clinton se exaltou. – Eu não quero que fale assim da Amanda, entendeu?! Não na minha frente.

– Depois de tudo que ela fez você ainda a defende, pai?! Ainda a defende!

– Eu não estou defendendo ninguém. – Clint disse, mais calmo do que anteriormente. – Eu estou querendo seu bem, meu filho. Amanda é mais nova do que eu. Ela vai morrer depois de mim, que já estou velho. Você vai ficar sozinho com a sua vida desenfreada de bebedeiras e mulheres, arriscando a sua vida e eu não quero vê-lo assim. Eu te amo, meu filho.

Jack calou-se. Clint não demonstrava seus sentimentos e daquela vez estava demonstrando. Tamanha raridade o impressionou e o fez escutar as palavras do pai mais atentamente.

– Por mais que brigue, que negue que ela seja a sua mãe não existe ex-mãe, Jack. Tente resolver isso, por mim. Vamos à Toronto hoje à noite, não se comporte como um menino de treze anos.

Clint limpou o óculos e deixou o filho sozinho na sala de estar.

Jack saiu, para caminhar um pouco e ouvir os barulhos que a neve fazia quando ele pisava nela com as suas botas.

Eram barulhos divertidos para ele.

*

Ao vir para Toronto, Elsa deixou Jack sozinho em Boston. Deixou-o com um rosto abatido e cansado, porém, seus olhos a encaravam de forma terna.

Os oceanos emocionais os separavam.

E agora os oceanos físicos os separavam.

Ele estava em Boston, que nem era tão distante.

Mas para Elsa aquela era uma distância enorme, era uma distância que a matava por dentro.

Jack sequer sabia da verdade sobre sua família, mas enfrentar aquilo sozinha era bem mais difícil. Talvez Jack pudesse alegrá-la e lhe dar alguma ideia. Talvez ele bebesse um vinho com ela e os dois fizessem sexo como tinham feito da última vez. Ou, provavelmente, ele simplesmente dormisse junto dela e fosse com ela ao hospital.

Talvez ela estivesse sendo egoísta demais por estar pensando apenas em si mesma e não estar pensando em Jack, no que ele estava fazendo ou pensando naquele momento.

Muito provavelmente o trabalho o deixava cansado, pelas suposições dela.

Era noite e agora, tanto ela como Yulia não estavam mais num hotel, mas num apartamento no centro de Toronto que era de um amigo de Benjamin, marido dela.

— Vamos ter visita. — Disse Yulia. — Ben chega amanhã em Toronto. Eu estava com tantas saudades dele, menina.

— O seu marido está vindo?

— Uhum. Ben e eu vamos passar um tempo juntos até. Você vai passar um tempo sozinha, a não ser que queira segurar vela.

— Eu prefiro ficar sozinha, obrigada.

— Por que você não liga pro cara do aeroporto? Se ele ficar com você, você não vai segurar vela, minha amiga.

Elsa, olhou para o teto e riu.

— Eu estava pensando em ligar. Mas talvez ele esteja ocupado com outras coisas e eu não quero atrapalhar.

— Elsa, pelo amor de Deus. Ele ama você e nada é mais importante do que você pra ele. Ligue pra ele.

Yulia tirou o próprio celular do bolso e o deu a amiga.

— Yulia, eu não…

— Vamos, pegue o celular e diga: “amor, eu estou em Toronto, sinto a sua falta, vem pra cá”.

Elsa riu.

— Tá… Tudo bem.

— Ah, e ponha no viva-voz.

A loira tirou o celular das mãos da morena e discou o número de Jack. O mesmo estava no aeroporto, no portão de embarque, esperando pelo voo com o pai, quando o celular vibrou no bolso do casaco.

— Alô? — Ele atendeu. Sua voz estava rouca e mais grave. Provavelmente, Jack estava prestes a pegar um resfriado.

— Jack?

— Sim, é ele. Quem está falando?

— Sou… Sou eu, Elsa.

O semblante dele imediatamente mudou.

— Me ligou só agora?

— Me desculpe, eu achei que estivesse ocupado demais e não te telefonei por isso.

— Meu trabalho realmente tem sido complicado, mas você se enganou. Eu não estou ocupado.

— Viu, eu disse!  — Disse Yulia, sussurrando.

— É que… Eu estou em Toronto, sabe.

— Toronto? Pensei que estava viajando para ver sua família. Mas isso é bom, porque eu também estou indo à Toronto.

— Você está vindo pra cá?! — Elsa impressionou-se.

—  Ele está vindo, oh meu Deus, você não vai segurar vela! — Yulia exclamou.

Jack riu.

— Não comemore assim tão fácil. Não estou indo por sua causa, eu tenho que rever alguém que não via faz tempo.

— Quem?

— Não é uma amante, acredite. — Ele desfez o sorriso. — É a minha… Minha irmã.

— Ela deve ter orgulho de você.

— É, provavelmente ela não sabe que eu sou alcoólatra e que antes de conhecer você eu tinha sérias chances de ter uma DST. Ou eu devo ter, cuidado.

Elsa riu e Yulia murmurou.

— Ele definitivamente não é como o Sergei.

— Jack, eu queria te encontrar assim que você viesse. Posso ir até o aeroporto.

— Infelizmente não vai dar. Eu e o meu pai temos alguém nos esperando, é melhor eu te ver, de surpresa, não acha? — Jack perguntou. — Não vou passar vergonha dessa vez, mas vou fazer uma surpresa.

— Eu acho maravilhoso. — Ela concordou.

— Maravilhoso, tudo bem. E o seu endereço maravilhoso, pode me passar?

— Claro.

Jack anotou o endereço informado por ela e então sorriu.

— Você vai gostar da surpresa, eu garanto. Não há possibilidade de não gostar.

— Eu aposto que eu vou. — Ela sorriu. Se sentia como uma adolescente, tendo seu primeiro namorado, já que na adolescência, ela não podia ter um.

— Bem, eu vou desligar, porque meu pai está mandando.

— Eu não estou mandando nada. — Clint disse.

Elsa riu.

— Tudo bem, Jack. Tchau.

Jack guardou o telefone no bolso.

— Sabe, Jack. Não sabia que você fazia surpresas para as garotas. Desde a Rapunzel você acha essa palhaçada de romantismo uma besteira, eu conheço meu filho. O que está acontecendo com o meu filho? — Clint indagou.

— Eu superei a Rapunzel, pai. Ainda sim, acho romantismo uma palhaçada. — Riu.

— Eu aposto dez pratas que só está iludindo essa garota.

— Apostado, coroa. Prepare o dinheiro da aposentadoria.

Clint apertou a mão do filho. Os dois deram poucas risadas.

O voo era rápido, menos de duas horas. Eles precisavam se apressar.

Clint e Jack logo estavam no avião. Jack sentou-se perto da janela e Clint, ao lado dele. Enquanto o pai se preparava para cochilar naquelas duas horas de voo, Jack observou os outros passageiros e observou a aeromoça.

Ela tinha algo de diferente e Jack já havia visto-a em algum lugar.

— Pai… — Jack cutucou o ombro de Clint, coisa que ele odiava.

— O que foi, Jackson?

— Eu preciso passar antes que o avião decole.

— Vai rápido.

Jack então passou, sem apertar os cintos.

A aeromoça passava pelos corredores e então, o agente a seguiu até o banheiro do avião.

— Precisa de alguma coisa, senhor?

— Eu preciso. Eu preciso que pare de ser sonsa e assuma logo o que você e Helena estão pensando em fazer.

— Me desculpe?

Jack respirou.

— Rebecca, pare de fingir. Eu não vou dizer a eles que você é na verdade uma terrorista que trabalha para uma traficante se cooperar comigo. E eu não tenho pena de bater em mulheres.

— Está me ameaçando de agressão, senhor?

Jack riu e tirou o iPhone do bolso.

— Estou mandando seu perfil para o comandante dessa aeronave. Ele vai parar, os guardas do aeroporto vão vir e foder o plano da Helena. Fale a verdade.

A criminosa respirou fundo e tentou socar a cara de Jack. Ele foi mais esperto e bloqueou o ataque dela, torcendo seu braço e a aprisionando em seus braços com aquele golpe.

— Não ache que só porque é boa com bombas você vai ter a capacidade de bater um mestre em artes marciais.

— Você não é mestre em artes marciais.

— Oh, agora você me conhece, não é? — Riu, cínico. O sorriso malicioso de Jackson era encantador. — Vamos, querida. Me diga quais são os planos daquela filha de uma puta. Ou melhor… Filha de um puto… Não vai doer.

— Eu não vou dizer.

Ele riu.

— Ah… Você vai sim. — E então tirou uma canetinha do bolso.

— Canetinha de choque? Você é patético.

— Essa não é uma canetinha comum. Vai fazer você gritar como na noite em que nos conhecemos, querida. E todos vão ouvir. Eu não gostaria que meu pai ouvisse você gritando como gritou naquele dia. Vai pensar que eu estou traindo minha namorada.

Jack ter a aprisionado já era suficiente. Principalmente em uma cabine de avião. Ela era claustrofóbica, um detalhe que tanto ela, como Helena não sabiam que ele podia usar a favor dele.

— Helena vai explodir o aeroporto quando você chegar lá. Ela conseguiu a informação ao colocar um chip em você quando estava no carro do seu amigo gostosinho. Ele deve ser melhor que você, inclusive na cama.

— Conheço uma mulher que testou nós dois e ela discorda de você. Minha masculinidade não é tão frágil quanto a dele. Agora responda, querida, com que objetivo ela fez isso?

— Helena tentou impedir você de chegar a Newton e agora a Toronto porque um cliente a contratou para matá-lo.

— Boa menina.

Jack então a soltou. Ela respirava ofegante e seu cabelo estava bagunçado.

— Me leve até o comandante. Você e Helena vão estar ferradas já que eu te peguei. Ela foi muito idiota em ter colocado uma amadora para espionar um profissional.

A outra suspirou, com raiva e ele riu, em deboche. Ela o levou até o comandante como havia dito.

— Comissária Goslin, o que houve?

— Comandante, eu sinto lhe informar, mas essa não é a comissária Goslin. Ela é uma terrorista que está tentando explodir o avião, depois o aeroporto e a verdadeira Goslin provavelmente está morta em um quarto de hotel. — Jack disse, ao segurá-la pelo braço. — Por sorte eu a reconheci.

Ela estava grunhindo de raiva.

Jack a reconheceu, a parou e ainda deduziu tudo que ela ia fazer.

— Minha nossa. Senhor passageiro, o senhor deve se acalmar e parar de agredir a comissária de bordo… Eu…

Jack exibiu sua carteira e o comandante ficou boquiaberto.

— CIA… Meu Deus do céu.

— Comandante, tome as providências necessárias. Vou deixar essa amadora aqui e o senhor sabe o que faz.

Jack saiu da cabine de voo.

— O voo está demorando a sair…

— Sim, qual será o problema?

Os passageiros comentavam entre si.

Jack sorriu e voltou tranquilamente para a janelinha do avião, onde ele repousou tranquilo até Toronto. Ele não estava preocupado com Helena. Não tinha razão para estar. Apenas estava preocupado com seu cliente misterioso. Mas logo ele dormiu, assim como Clinton Frost e só acordou quando uma aeromoça, uma aeromoça de verdade o serviu um cafezinho com a logomarca da empresa aérea, açúcar e um mexedor de café em forma de folha de bordo, como a da bandeira de seu país. Sorriu e observou o céu acima das nuvens, se preparando para encontrar Elsa, Amanda e Emma.

O aeroporto de Toronto estava tranquilo e cheio, ao mesmo tempo. Perfeitamente relaxante. Jack saiu de lá com duas malas ao lado de seu pai e um homem de Quebec falando em francês ao telefone quando viu uma figura feminina vir de longe e outra, mais nova vindo abraçá-lo.

— Hey, Jack! — Ela correu e finalmente conseguiu envolver os braços em torno do abdômen do irmão mais velho.

Jack também a abraçou e os dois se olharam.

— É bom te ver, Emma.

Clinton e a ex-mulher se olharam e depois desviaram os olhares.

— Eu pensei que você não ia vir. — Emma disse.

— Mas eu vim, ora bolas. Eu trouxe algo pra você. Algo que comprei em Boston.

— Sério? Eu quero muito ver!

— Você vai amar.

Os quatro entraram no carro de Amanda. Jack no banco traseiro, ao lado de Clint e a menina adolescente, ao lado da mãe, dirigindo o carro.

— Mãe…

— Diga, Emma. — Amanda respondeu.

— Posso perguntar uma coisa?

— Claro.

— Jack vai ficar lá em casa?

— Certamente. — Ela respondeu.

— E ele quer?

— Claro que eu quero, Emma. Por que a pergunta? — Jack devolveu a pergunta.

— Você é o melhor irmão do mundo, Jack. Mas acho que não quer ficar.

Tanto Clint como Amanda suspiraram.

— Emma… Lembre-se do que conversamos. — Amanda interviu.

— Eu sei o que nós conversamos, mas eu não sou mais uma criança. Tenho quatorze anos.

— Você é uma criança enquanto morar comigo.

— Tá, tá. Mesmo que eu seja uma criança, é impossível esconder a verdade. Você e Jack não se dão bem.

— Emma, mesmo que você pense isso, na verdade eu me dou sim. Eu não a odeio. — Jack falou.

— Não odeia? Então deve guardar mágoa e não a considera sua mãe. Embora a rejeite, você não faz o mesmo comigo, Jack. Por quê?

— Você é minha irmã, Emma! — Jack estava se exaltando e Emma também.

—  Se nós somos irmãos, por que você não chama ela mãe assim como eu?!

Jackson Frost estava calado. 

 


Notas Finais


Galere, vocês acham que o Jack deve perdoar a mãe? A Elsa vai segurar vela? O que vai acontecer em Toronto nesses próximos capítulos? Me deem palpites.
aqui tá a lista do elenco, palpitem sobre tbm
Anastasia Baronova - Anna Sergeievna Andreieva
http://tvperson.ru/2015/12/anastasia-baranova-003-693x1024.jpg
Alisa Freindlich - Lyuba Andreieva
http://www.kino-teatr.ru/news/6113/63736.jpg
Eugenia Khirivskaya - Yulia Abramovic
http://iv1.lisimg.com/image/5010471/345full-eugenia-khirivskaya.jpg
Sasha Roiz - Benjamin Abramovic
https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/15/90/b5/1590b54228bf84c777a3d1085f390448.jpg
Maggie Grace - Astrid Hofferson Haddock
http://blog.hdwallsource.com/wp-content/uploads/2016/03/maggie-grace-hot-25728-26410-hd-wallpapers.jpg
Will Arnett - Pitch Black
http://i.huffpost.com/gen/1279845/images/o-WILL-ARNETT-facebook.jpg
Jay Baruchel - Hiccup Haddock
http://images1.fanpop.com/images/image_uploads/Jay-jay-baruchel-866426_267_400.jpg
Flynn Rider - Ben Barnes
http://hairstyles.thehairstyler.com/hairstyle_views/front_view_images/6663/original/Ben-Barnes.jpg
Robert Redford - Clinton Frost
https://www.biography.com/.image/t_share/MTI5MDQxOTYwMzUzNzIyMzM4/robert-redford_shutterstock_140065081_600x487jpg.jpg
Linda Hamilton - Amanda Overland Witter
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Landry Bender - Emma Overland Witter
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Hayden Panettiere - Rapunzel Corona
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Seth Green - Hans Smith
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Alec Baldwin - Ivan Grinko
https://www.thewrap.com/wp-content/uploads/2014/06/Alec-Baldwin.jpg
Nikita Mikhalkov - Stanislav Shostakovsky
https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/M/MV5BMTQxNjY4ODI5Ml5BMl5BanBnXkFtZTcwNDAyMTg2OA@@._V1_UY317_CR2,0,214,317_AL_.jpg
Rebecca Parks - Zoe Saldana
http://midias.folhavitoria.com.br/files/2017/05/zoe-saldana.jpg
Helena Gosnell - Eva Green
https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/M/MV5BMTQ0MDA2ODE2Ml5BMl5BanBnXkFtZTcwMjI0Nzc3Nw@@._V1_UY1200_CR68,0,630,1200_AL_.jpg
Um modelo lindo que eu achei no Tumblr e que tem cabelo platinado - Jackson Overland Frost
http://hairstyleonpoint.com/wp-content/uploads/2015/10/759c2a58198249d9750763bd938cd8d3.jpg
Julianne Hough - Elsa Yankova
http://hairstylesweekly.com/images/2012/12/Julianne-Hough-Long-Blonde-Hairstyle.jpg


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