História The Alpha - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias The Maze Runner
Personagens Newt, Personagens Originais, Teresa, Thomas
Tags Lemon, Romance
Visualizações 97
Palavras 3.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiie pimpolhos! Obrigada de coração a todos comentários e favoritos! Tia BlackNewt ta muito feliz *0*
desculpa a demora, mas essa semana só poderei postar nesses dois dias que foi terça e hj. bjs bjs :*

Capítulo 18 - Capitulo Dezoito part.I


O elevador privativo de Roth nos levou para uma garagem subterrânea. Era um espaço cavernoso, bem iluminado, teto de 2,5 metros de altura, chão azul brilhante, paredes de cal forrada com cartazes dos anos 20 e 30 em estilo vintage, retratando um dia na praia, carros de corrida, navios de cruzeiro, marcas agora extinta de cigarros e empresas de vinho italiano. Havia fileiras de armários de ferramentas Craftsman vermelho e prata, várias prateleiras cheias de ainda mais ferramentas, uma bancada de trabalho repleta de peças oleosas e motores desmontados.
Contei nove veículos: um Maybach, um Mercedes-Benz SUV quadradão, um Maserati, um Tesla, um Bentley conversível, dois tipos diferentes de moto – um modelo esportivo e uma personalizada – um Hummer modelo militar, e um BMW preto modelo mais antigo, o último carro que seu pai lhe dera, eu presumi. Era uma impressionante variedade de veículos, e eu não queria nem contemplar o quanto isso tudo valia.
Na parede ao lado das caixas de ferramentas estava um pequeno armário de metal com um mecanismo de impressão digital de bloqueio. Roth colocou seu polegar na tranca e abriu o armário quando o bloqueio apitou, revelando dois conjuntos de chaves para cada veículo pendurado em ganchos. Ele olhou para mim. — Qual carro você quer levar?
Eu era um menino bastante típico nisso, para mim, em sua maior parte, um carro era um carro. Eu sabia o suficiente para saber que estes eram carros top-de-linha, extremamente caros, mas ainda assim não era nenhum dos carros esportivos habituais de caras ricos. Sem Ferraris, Lamborghinis ou Corvettes nesta garagem, o que eu achei interessante. Esses carros não combinavam com ele, no entanto, eu percebi quando pensei sobre isso. Ele era rico, mas não exibido ou espalhafatoso.
Dei de ombros e apontei para o conversível. — Esse parece divertido.
Roth sorriu. — Boa escolha.
A porta do elevador se abriu atrás de nós, revelando Eliza carregando um
cooler térmico. — O almoço que você pediu, Sr. Roth.
— Obrigado, Eliza.
— O prazer é meu, senhor. Devo esperar vocês para o jantar?
Roth balançou a cabeça, tirando o cooler de Eliza e o colocou no banco de trás do Bentley. — Não, eu acho que nós vamos encontrar alguma coisa na cidade. Você pode ir, se quiser.
— Obrigada, senhor. Até amanhã, então. — ela sorriu para mim e deixou a porta do elevador fechar na frente dela.
Alguns momentos depois, Roth estava guiando o carro silencioso, poderoso, até uma rampa e saindo para a brilhante luz do sol do final da manhã. Roth tirou um par de óculos Ray-Ban do bolso interno do seu casaco, apontando com eles no porta-luvas. — Eu acho que há outro par lá dentro.
Abri o porta-luvas e encontrei um par de óculos de sol, coloquei-os. O caminho de Manhattan até a marina foi breve, mas agradável, o vento no meu rosto, sol brilhante e quente, Roth ao meu lado, segurando minha mão.
Quando Roth tinha dito ‘velejar’, eu tinha imaginado um pequeno barco apenas grande o suficiente para nós dois. Eu deveria ter imaginado. O barco que Roth possuía era longo e baixo, algo elegante e sexy, todo reluzente com linhas masculinas e curvas suaves, em prata e madeira polida. Eu sabia menos sobre veleiros do que sobre carros, mas, conhecendo Roth, esse devia ser o veleiro mais caro e da mais alta qualidade que o dinheiro poderia comprar. Roth levou o cooler pela alça sobre um ombro, nunca deixando de segurar a minha mão.
Ele me ajudou da doca para o barco, apontando para uma cadeira ao lado do leme. — Sente-se.
Sentei-me, o observando desamarrar cordas e enrolá-las ordenadamente no convés. Ele se sentou, ligou o motor e nos deslizou fora da rebentação e apontou a proa em direção a mar aberto. Quando estávamos fora da marina, ele desligou o motor e desenrolou a vela, amarrou a linha, e em seguida, fez o mesmo com a vela triangular menor na parte da frente do barco.
— Posso ajudar? — perguntei.
Ele deu de ombros. — Eu cuido disso.
— Eu gostaria, se eu pudesse. Eu não vim só para ficar aqui sentado e não fazer nada.
Roth assentiu, abaixando-se sob a barra horizontal da vela grande e pegando o leme. O vento estava forte, soprando contra nós em um ângulo, fazendo as velas se agitarem. — Tudo bem. Primeiro, uma lição rápida. A pequena vela na frente é chamada de genoa. A grande é a vela principal. A grande barra é chamada de longarina. As cordas são chamadas de ‘cabos’. A próxima coisa é saber que veleiros modernos não viajam em uma linha reta, e eles não funcionam com o vento vindo diretamente de trás. Você navega em um padrão zigue-zague, o qual é chamado de ‘cambada’, mantendo o vento em um ângulo. Então, quando eu digo que estamos ‘mudando de rumo’, a longarina, a grande barra que prende o fundo da vela principal, vai balançar ao redor. Você tem que prestar atenção e se certificar de que a longarina não te derrube ao mar quando estivermos mudando de rumo. Vou avisá-lo antes de nos mudar de rumo, mas apenas esteja ciente, tudo bem, amor? — ele apontou para o cabo que conduz à vela principal. — Desate esse, em seguida, puxe o cabo até que a vela esteja esticada.
Nós estávamos nos movendo ligeiramente, a vela agitando, a proa inclinada em direção à costa de Nova Jersey. Estávamos indo para o sul, longe de Manhattan e em direção a Staten Island. Eu afrouxei o cabo que ele tinha indicado, envolvi ambas as mãos em torno dele, e puxei com força. Quando puxei, a vela principal apertou, e o cabo ficou esticado, tornando-se cada vez mais difícil de puxar quando o vento pegou. Uma rajada de vento soprou a vela,  quase arrancando o cabo de mim e me empurrando desequilibrado. Eu puxei de novo, mas outra rajada bateu, esta me puxando livre do chão. Enrolei o cabo em volta dos meus punhos, apoiei um pé contra a lateral do barco, e puxei o mais forte que pude, então envolvi o cabo em torno do suporte de amarrar. A vela estava inchada para fora, mas firme, sem agitar no vento mais, e eu senti o veleiro pegar velocidade imediatamente. Olhei para Roth, que me deu um sorriso brilhante e um sinal de positivo.
— Perfeito! — ele deu um tapinha no assento ao lado dele, e eu me sentei.
— Quando você aprendeu a velejar? — eu perguntei.
— Eu estive velejando por toda a minha vida. Eu cresci passando o verão na Grécia, e passei quase todos os dias durante os verões velejando com o meu pai ou com meus amigos quando fiquei mais velho. Depois que eu saí de casa aos dezoito anos, acabei trabalhando em um barco de pesca no Mar Egeu por um tempo. Foi muito divertido. Trabalho duro, mas divertido. Esse foi o meu primeiro negócio. Eu comprei aquele barco, contratei a mesma equipe que havia me ensinado o negócio. Eventualmente, eu comprei um segundo barco, e depois um terceiro. Ainda tenho vários barcos no Mediterrâneo, na verdade. Alguns são barcos de pesca comercial, alguns são locações privadas. Mudando o rumo. — ele afrouxou o cabo da vela principal, segurou-a com uma mão, e girou o leme com a outra, levando a proa ao redor, e em seguida, ele amarrou o cabo novamente. Ele fez isso parecer fácil, mas lembrei-me o quanto o vento tinha puxado a vela e, portanto, o cabo quase me derrubou em meus pés, ainda assim ele o segurou com uma das mãos enquanto operava o leme. — Não importa o quão ocupado esteja, eu arranjo tempo para velejar. É minha única fuga real.
Eu observava Roth enquanto ele falava. Ele parecia relaxado, as linhas de tensão e estresse no seu rosto se tranquilizando, sua postura à vontade. O vento bagunçou seu cabelo e agarrou as bordas de seu blazer e camisa branca de algodão por baixo dele, moldando o tecido em seu corpo duro. Ele tinha uma mão no leme, a outra estendida para segurar a parte de trás do meu assento, seus dedos roçando meu ombro.
Ficamos em silêncio por um longo tempo, vendo o sol subir mais alto no céu, observando a paisagem urbana que passava ao lado e as águas abertas na distância se aproximado. Eventualmente, nós enfrentamos a abertura da baía e deixamos a terra firme para trás. Eu podia ver por que ele adorava isso. A sensação de liberdade, o spray de sal da água no meu rosto, o vento levando-nos para longe de tudo... Eu nunca senti nada parecido. Ele parecia contente em apenas navegar sem falar e eu também. Nós conversamos aqui e ali,  principalmente eu o incitando a me contar histórias sobre si mesmo. Eu aprendi que ele vendeu seu negócio de pesca com um lucro e entrou no setor de importação e exportação, e então, eventualmente, vendeu esse negócio por um lucro ainda maior, o que o levou, com a idade de vinte e um anos, para a Ásia, onde ele tinha entrado no mercado imobiliário e desenvolvimento urbano. Eu tive uma noção de Roth o homem, como ele fez o seu caminho no mundo sozinho. Ele aprendeu da maneira mais difícil que não podia confiar em ninguém, tendo sobrevivido mais do que uma traição no mundo dos negócios. Ele aprendeu a ser implacável e desconfiado, dependendo de ninguém além de si mesmo, mantendo seus negócios pequenos, com o mínimo de funcionários possível. Eventualmente, ele se mudou para Nova York e tentou sua mão em vários empreendimentos comerciais, construindo sua riqueza pouco a pouco. Eu não consegui colher dele qual era o seu principal negócio atualmente, apesar de várias perguntas.
Eu, por sua vez, contei-lhe sobre crescer em um subúrbio de Detroit, verões passados em uma cabana no Lago Michigan, viagens com a minha mãe para Chicago. As divertidas e agradáveis histórias na minha vida todas sendo paradas quando o meu pai foi morto. Nós ficamos em silêncio quando minhas histórias chegaram a esse limite, e Roth parecia contente em deixar o silêncio se estender.
Depois de algumas horas, Roth soltou a vela principal e fomos desacelerando até parar, em seguida, enrolamos as velas e soltamos uma âncora. Estávamos em vista da terra, mas era um longo caminho de distância, proporcionando um cenário nublado e bonito para um almoço no mar. Eliza tinha embalado para nós frios, queijos, pães recém-assados, uma garrafa de vinho, alguns Perrier, e frutas frescas. Roth montou um sanduíche para mim, derramou vinho branco em taças, em seguida, estendeu sua taça para um brinde.
— Por um dia agradável e uma noite longa.
Eu sorri para ele e toquei sua taça com a minha. — Eu vou beber a isso.
O almoço terminou, nós descansamos no convés e nos aquecemos ao sol. Era estranhamente confortável sair com Roth. Nós não precisávamos preencher cada momento com conversa fiada, ambos parecendo contentes em deixar os silêncios se estenderem por longos períodos de tempo, aproveitando o momento, desfrutando da companhia um do outro. Conversas iam e vinham, as perguntas dirigidas e respondidas, fluindo e refluindo facilmente.
Eu estava deitado de costas no convés, deixando o sol me banhar, quando eu senti Roth ficar de pé ao meu lado. Eu abri um olho, o observando. Ele olhou para mim quando tirou seu blazer, em seguida, sua camiseta, e depois, seus sapatos. Sentei e senti meu coração disparar quando ele colocou seus óculos escuros de lado e estendeu a mão para o zíper de suas calças. — Hora de nadar. — disse ele.
Eu empurrei meus óculos de sol na minha cabeça. — Eu não trouxe roupa de banho.
Ele sorriu. — Nem eu. — ele baixou as calças e a boxer, ficando nu na minha frente.
Engoli em seco, coração batendo, desejo inchando. Roth nu era uma visão pecaminosamente gloriosa.  Abdômen definido conduzindo a um nítido caminho em V, uma ereção grossa orgulhosamente saliente, coxas poderosas, peito largo e firme com um punhado de pelos escuros, braços salientes tonificados. Puta merda. Esse homem me quer... Eu. Seu corpo, aquelas mãos, o abdômen, esse pau... Para mim.
Ele piscou para mim, então se virou e mergulhou na água, cortando as  ondas azuis ordenadamente. — Tire a roupa e entre aqui,Newt.
Levantei-me com joelhos vacilantes, coloquei meus óculos de sol de lado, abri o zíper da minha calça, e a deixei cair no convés ao redor dos meus pés. Olhei em volta, mas o mar estava vazio. Nós tínhamos cortado a leste, uma vez que atingimos águas abertas, e eu suspeitava que a terra acinzentada a distância fosse Long Beach. Havia um navio à distância no mar, um navio-tanque baixo de algum tipo, mas estava longe o suficiente que, mesmo com binóculos eu duvidava que eles pudessem nos ver claramente. E... Eu não me importava.
Eu assisti a reação de Roth quando tirei minha camisa e boxer. Ele estava trilhando a água, me observando atentamente, os olhos quentes e estreitos. — A água está fria?

Ele deu de ombros. — Um pouco. — um sorriso faminto curvou seus lábios. — Não se preocupe, amor, vou mantê-lo aquecido. Isso era tudo que eu precisava ouvir. Com uma respiração profunda, eu mergulhei. Eu emergi gaguejando. — Um pouco? — eu gritei. — Está c-c-c-congelando, seu l-lunático!
Ele apenas riu. — É o Oceano Atlântico, Newt, o que você esperava? Água do chuveiro? — ele fez um nado de peito, chegando facilmente a mim. — Vem cá.
Eu o deixei envolver seus braços em volta de mim, sentindo a quentura de  nossas ereções duras entre os nossos corpos. Meus braços foram ao redor de seu pescoço, minhas pernas ao redor de sua cintura e ele virou para que estivesse flutuando de costas, coluna arqueada para flutuar, uma mão acariciando o comprimento do meu corpo, a outra nos movendo através da água, pernas chutando com poderosos golpes.
— Eu não vou te afogar assim, vou?
Ele agarrou minha bunda apertando com uma mão. — De jeito nenhum, amor. Você é leve como uma pluma.
Mudei meus quadris, sua ereção cutucando em minha coxa. — Tem certeza?
Ele apenas sorriu. — Eu tenho você. Não se preocupe.
— Você me tem, hein?
Seu olhar ficou sério. — Eu não tenho, então?
Uma rolada de meus quadris e ele estaria dentro de mim. — Sim. Você tem. — eu fiquei parado, com grande esforço.
Roth nos levou perto do barco, circulando amplamente, chutando-nos através da água gelada do Atlântico, com fácil graça. Eventualmente, eu saí dele, e nós nadamos um ao lado do outro. Ele foi o primeiro a voltar para o barco, e eu o segui, tremendo. Ele segurou a escada na popa do barco e empurrou bem desnecessariamente a minha bunda para me ajudar a levantar. Subindo atrás de mim, ele me levou para dentro da cabine, enrolou uma toalha branca e grossa em volta dos meus ombros e me secou com ela. Levantei e o deixei me secar, em seguida, coloquei a toalha em minha cintura e usei uma toalha limpa para secá-lo. Roth ainda estava duro, estremecendo um pouco quando eu o sequei lá.
Bloqueando os meus olhos nos dele, corri um dedo em seu comprimento. — Isso parece doloroso.
— Um pouco.
— Você deveria me deixar cuidar disso para você.
— Não.
— Apenas não? — eu passei meus dedos em torno dele, mas ele pegou meu pulso e puxou minha mão.
— Apenas não. — ele se inclinou e me beijou, movendo-se para fora do meu alcance. — Eu vou deixar você fazer isso tanto quanto você queria... Mais tarde. Por enquanto, eu quero esperar. Eu quero estar dentro de você quando gozar. Se você me tocar agora, vou perder todo o controle. Vou jogá-lo naquela cama ali e estar dentro de você antes que possa piscar duas vezes. E Newt, eu fiz uma promessa. Eu sempre mantenho minhas promessas.
— Então é melhor você colocar algumas roupas, porque se continuar exibindo esse grande belo pau na minha frente, não posso ser responsabilizado pelo que faço a ele.
— Eu não estou exibindo. Não posso deixar de ficar duro só de olhar para você. — ele colocou a toalha em volta da cintura, a frente fazia uma tenda.
— Só de olhar, hein?
Ele deu de ombros. — Não há tal coisa como só de olhar, Newt Não com você. Não quando eu tenho você nu. Mesmo completamente vestido, um olhar é tudo o que preciso. Eu vejo esses seu pau exuberante. — sua voz é profunda, áspera com um rosnado. — Eu vejo essa sua doce bunda redonda se movendo sob sua calça  e penso em enterrar meu pau nela. Eu assisto a sua boca se mover enquanto você fala, e penso em seus lábios envolvendo em torno de mim, me levando fundo em sua garganta. Então, não. Não só de olhar. Eu dou uma olhada em você e penso em todas as coisas que vou fazer com você.
Eu tive que fechar meus olhos e cerrar os punhos para evitar saltar em cima dele ali mesmo. — Você precisa ou calar a porra da sua boca ou fazer um pouco disso agora.
Ele rosnou, fechando a distância entre nós. — Sim? Por quê? Você está duro, Newt?  Dolorido por mim?
Eu recuei, segurando a toalha em minha cintura. — Sim. Agora pare de me provocar.
Ele seguiu, agarrando minha cintura com uma mão e me puxando diretamente contra ele. — Eu não estou provocando, amor. Oh, não. Eu vou fazer bem tudo o que digo. Mas quero você louco por mim. Eu quero você louco de desejo. Eu quero você pronto para explodir a partir de um só toque.
Não pude deixar de moer contra ele. — Eu já estou.
— Oh, amor. Você não tem ideia. Eu vou gastar cada momento a partir de agora até eu ter você na minha cama deixando-o cada vez mais louco. Você acha que está duro e dolorido agora? Apenas espere. Eu vou ter você gozando antes que eu esteja dentro.
Ele me esmagou contra a parede, a cabeça inclinada para se encaixar na cabine baixa, sua ereção pressionando através de sua toalha e da minha em minha ereção, tão perto e ainda tão longe. Eu arranhei seu ombro e me retorci contra ele, sentindo apenas uma insinuação do atrito que eu precisava, sentindo a dureza de seu pau e o tecido macio das toalhas contra meu pau.
As mãos de Roth deslizaram sob minha bunda, apertaram minhas coxas e me levantaram. Minha toalha subiu, me descobrindo para ele, e eu envolvi minhas pernas em volta de sua cintura, minha cabeça batendo no teto. Era uma posição impossível, desconfortável, mas eu não me importei. Se ele só se movesse, apenas um pouco, ele estaria onde eu precisava dele. As bordas da sua toalha se separaram, e eu contorci meus quadris e minhas pernas, sentindo seu pau duro e quente contra o interior da minha coxa, deslocando para obtê-lo mais perto, desesperada naquele momento para ter o que eu queria, ele estando disposto a dar ou não. Ele mordeu a minha pele no oco do meu ombro, moendo seus quadris para cima, deslizando a grossa ponta macia contra a minha abertura.
Ofeguei, me agarrando a ele, o envolvendo, esperando, tenso, necessitado, esperançoso. Um golpe, outro, a pressão e o calor do clímax construindo dentro de mim, e depois, a momentos da explosão, ele me abaixou e recuou, ambas as nossas toalhas caindo no lugar, deixando-me ofegante e dolorido.
— Você é um bastardo. — eu rosnei para ele.
Ele sorriu. — Eu sei. — ele recuou um passo em direção aos degraus que levavam ao deck. — Vamos lá, vamos nos vestir e voltar. — eu tinha vestido minha boxer quando a voz de Roth me parou. — Deixe a calça e camiseta de fora. Tome sol. Dê-me algo sexy para olhar enquanto eu navego de volta. — ele me jogou um tubo de protetor solar, sorrindo para mim.
Deixei Roth espalhar o protetor solar na minha pele - incluindo alguns poucos lugares que provavelmente não precisavam tecnicamente disso - e, em seguida, espalhei a minha toalha no convés pela proa e deitei de barriga para baixo. O sol quente, o vento implacável e o balanço do barco sobre as ondas trabalharam juntos para me acalmar para dormir e eu não acordei até que Roth chamou meu nome. Eu rolei para minhas costas e me sentei, piscando os olhos turvos para ele.
Ele me deu um sorriso. — Coloque o sua roupa , querido. Eu não quero compartilhar sua beleza com todo mundo no rio Hudson.
Eu peguei minha camisa e coloquei minha calça, então passei os dedos pelo meu cabelo. — Será que qualquer um dos seus ex-namorados deixou uma escova de cabelo a bordo?
Roth franziu a testa para mim. — Newt. Você realmente acha que eu já trouxe outra pessoa a bordo do meu barco?  



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