História The Alpha - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias The Maze Runner
Personagens Newt, Personagens Originais, Teresa, Thomas
Tags Lemon, Romance
Exibições 57
Palavras 2.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem pela ausência, ta muito corrido pra mim, vcs n tem noção...
bjs da Tia BlackNewt:*

Capítulo 19 - Capitulo Dezenove Part.II


Eu usei meus dedos enrijecidos para tirar o pior dos emaranhados do meu cabelo. — Você não trouxe?
— Não. Ninguém. Nem Eliza, nem Harris, nem Robert. Ninguém. E eu não diria que eu já tive ‘namorados’.
Foi a minha vez de franzir a testa. — Uau. Eu não sabia. — eu suspirei. — Eu não entendo, Thomas. Por que eu? O que há de tão especial em mim?
— Tudo, Newt. Você é especial. Sua força de caráter, sua beleza, sua inteligência. A coragem que você mostrou em jogar meu jogo. Estar aqui comigo, encontrar uma maneira de se encaixar na minha vida, apesar das exigências injustas que fiz a você. Eu duvido que outro homem  em todo o mundo pudesse fazer o que você fez, em ganhar minha confiança como você ganhou.
— Oh. — dei de ombros.
— Portanto, a resposta é não, não tenho uma escova de cabelo comigo. Mas você não precisa de uma. Você está deslumbrante, Newt. Estando você arrumado , ou acabando de acordar com o cabelo bagunçado, você é, muito honestamente, o homem mais lindo que eu já conheci. Você não precisa de cabelo extravagante  para tirar o meu fôlego, Newt. Você só tem que ser você.
Santo Deus. Como é que um garoto não vai derreter com palavras como essas? Eu esperava que alguém como Thomas Roth fosse preso em aparências, que esperasse que eu parecesse em meu melhor em todos os momentos. Essa impressão foi reforçada pela roupa para a ópera e o armário cheio de roupas no meu quarto. Ele mesmo nunca pareceu nada menos do que espetacular, mas, então, eu não acho que ele alguma vez pudesse ser desagradável de olhar. Quer dizer, lá estava eu, cabelo num emaranhado aquático de ninho de ratos,  vestindo uma calça e camisa simples, e ele achava que eu estava lindo? Eu parecia uma merda. Mas a valorização em seus olhos, a sinceridade em sua voz... Apagou as minhas preocupações.
Ele me fez sentir bonito. Ele me fez sentir seguro. Mesmo que ele estivesse jogando um jogo alucinante de frustração sexual e dominação, ele nunca me fez sentir como um objeto ou um pedaço de carne. Não era sobre o sexo. E isso, mais do que tudo, me fez desejá-lo e apreciá-lo. Todos os caras que eu tinha namorado me fizeram sentir, mesmo sem intenção, como se o objetivo do nosso relacionamento fosse bom sexo. Encontros foram projetados para acabar na cama. Mesmo que houvesse um elemento romântico para o relacionamento, o romance visava me amaciar até que eu transasse com eles.
Roth? Ele fez sexo flagrante, de primeira. Ele me disse o que queria e o que ia fazer. E ao invés de me transformar em algo malditamente feroz, ele fez coisas honestas. Eu sabia o que esperar. E quando nós estávamos falando, ou saindo, isso era tudo que estávamos fazendo. Apenas passando o tempo juntos. Ele não estava constantemente distorcendo para eu entrar no clima para o sexo. Quando eu falava, ele ouvia. Sua atenção estava voltada para mim, e só em mim. Seu olhar nunca vacilou, ele nunca interrompeu, e suas respostas me disseram que ele estava ouvindo, realmente ouvindo e prestando atenção, e não apenas à espera de sua vez de falar. Ele não era encantador, uma coisa boa em minha opinião. Encanto sempre pareceu bajulação para mim. Parecia propaganda enganosa. Eu não confiava em caras que poderiam me encantar. Eu iria flertar com eles, é claro, e poderia até mesmo sair com eles de vez em quando. Mas nada de verdade jamais aconteceria com um cara que era encantador.
Roth era uma contradição. Ele era reservado e desconfiado. Ele tinha paredes de um quilômetro de altura. Apesar de tudo isso, ele era aberto e honesto. Ele disse como que isso era e me disse o que estava pensando e me disse o que ele esperava, o que queria. Se ele não quisesse responder a uma pergunta, ele diria isso. Ele não mudaria habilmente o assunto ou me distrairia, ele iria apenas me dizer: “Eu prefiro não responder a isso.” Eu respeitava isso nele.
Tudo isso passou pela minha cabeça enquanto fiquei ao lado de Roth na subida do rio Hudson e de volta em sua descida. Eu nunca conheci um homem que eu tinha respeitado antes. Eu nunca conheci um homem que realmente me impressionou antes. Houve caras que eu realmente gostei, que eram legais, divertidos e quentes, caras decentes de boas famílias. Mas eles não me deixaram sem fôlego. Eles não me fizeram sentar e tomar nota. Eles não exigiram a minha atenção e eles certamente não poderiam ter comandado o meu respeito, não como Roth fez. Ele foi expulso de sua casa aos dezoito anos, recebido o que era, em seu mundo, uma pequena quantidade de dinheiro e deixado por conta própria. Para um garoto que vive de salário em salário, aquilo era uma fortuna. No mundo dos negócios, cem mil não era muito. Para um cara que tinha crescido no colo do luxo, era apenas o suficiente para começar. Se eu economizasse, guardasse, comesse com moderação e vivesse no apartamento mais barato que eu pudesse encontrar, eu seria capaz de fazer cem durar alguns anos. Então, o fato de que Roth tinha transformado isso em bilhões? Ou milhões, ou o que mais ele valia? É uma façanha bastante surpreendente, eu acho.
Roth amarrou o barco e estendeu a mão para me ajudar para doca. — Você está imerso em seus pensamentos. — ele comentou.
Dei de ombros. — Acho que sim.
— O que você está pensando?
Como eu poderia responder a isso? Eu apenas dei de ombros novamente. — Um monte de coisas.
Chegamos ao Bentley e Roth segurou minha porta para mim enquanto eu entrava, em seguida, deu a volta para tomar o assento do motorista. — Um monte de coisas, hein? — ele ligou o motor, e ele retumbou com um ronronar suave poderoso. — Como o quê?
— Você vai arrastar isso para fora de mim, não é?
Ele sorriu. — Obviamente.
— Eu estava pensando... — pensei em desviar ou mentir, mas decidi sobre a verdade. Ou, pelo menos, uma versão da mesma. — Eu estava pensando em você. Você não é o que eu esperava, Thomas Roth. Nem um pouco.
— Não? O que você esperava?
Eu balancei minha cabeça de um lado para o outro. — Um monte de coisas diferentes. No começo, eu esperava alguém duro, solitário rapaz rico sem nada melhor para fazer do que andar por aí ‘recolhendo’ meninos.
Roth riu. — Bem, você teve uma dessas palavras correta, pelo menos. — disse ele, mais baixinho do que para mim. Ele lançou um olhar de soslaio para mim. — Você realmente se ofendeu por ser recolhido, não é?
— Sim! — eu olhei para ele. — Eu não sou um maldito salário, Roth. Eu sou uma pessoa. E quando Harris apareceu na minha porta para me recolher,  como ele disse, eu estava chateado. E sim, ainda fico chateado quando penso sobre isso.
— Bem, eu peço desculpas pelo mal entendido. Mas eu não podia arriscar que você se recusasse a acompanhá-lo, então lhe pedi para deixá-lo sem nenhuma escolha. — sua expressão escureceu, endurecida. — Você sempre teve uma escolha, Newt. Você ainda tem. Você pode sair a qualquer momento. Você sabe disso, certo?
Revirei meus olhos. — Eu não vou a lugar nenhum, Roth. Ainda não. Você tem o meu interesse neste momento.
— Só o seu interesse?
Dei-lhe um sorriso provocante. — Sim. Você poderia dizer que estou interessado, no mínimo.
— E eu aqui pensando que tinha despertado um pouco mais do que mero interesse em você. Acho que vou ter que intensificar meus esforços. — o olhar que ele me deu foi escaldante, virulento e atado com promessa erótica.
Eu tremi, chupando uma respiração profunda. — Você deve fazer isso. Você está acomodado, Roth.
A noite tinha caído no momento em que tivemos o barco atracado e quando entramos nos canyons de vidro e aço imponentes do centro de Manhattan, a escuridão estava espalhando sombras espessas entre os prédios. Ainda tínhamos a capota do Bentley abaixada, então eu estava gelado pelo frio no ar da noite, arrepios cobrindo minha pele. Roth percebeu isso, e quando paramos em um sinal vermelho, ele tocou um botão para desdobrar a capota e colocá-la no lugar.
— Você parecia com frio. — disse ele, olhando-me.
— O que me denunciou?
Sua língua deslizou sobre seu lábio inferior. — Seus mamilos. Eles estão cutucando através do vestido. Provocando-me. Levantando duros. Implorando por minha boca.

Olhei para baixo e vi que, com certeza, os meus mamilos estavam no auge, claramente aparecendo. A mão de Roth deixou a alavanca de câmbio e a estendeu, beliscando meu mamilo esquerdo. Mordi meu lábio para não ofegar, mas Roth só beliscou mais forte e o rolou entre o polegar e o indicador, me fazendo contorcer no assento, seu toque beirando a dor. Quando ele aumentou a pressão, levando a sensação agradável e passando diretamente ao desconfortável, eu recuei, deixando escapar um suspiro.
— Isso dói, Tommy.
— Apenas tendo certeza de que eu ainda tenho o seu interesse. — disse ele. Sua mão se estabeleceu na minha coxa, logo acima do meu joelho. — Eu tenho isso?
— Sim. — eu respirei. — Eu estou interessado.
Ele desviou o olhar de volta para a estrada quando fez uma curva à esquerda, tocando nos freios quando o tráfego ficou mais lento à nossa frente. Estávamos em Little Italy, percebi tardiamente. Ele estava nos levando a algum lugar específico, algum restaurante que conhecia, eu imaginei. Minha capacidade de pensamento claro desapareceu quando a mão de Roth deslizou com os dedos roçando minha coxa.
— Tire a sua cueca. — disse Roth.
Olhei para ele, piscando, e então olhei para fora das janelas. Nós estávamos cercados por carros, parados em um semáforo. Havia pessoas na calçada e uma van estava em marcha lenta ao nosso lado, o motorista fumando um cigarro e olhando para mim. Assistindo a mão de Roth subir em minha coxa.
— Esse motorista ao nosso lado está assistindo. — eu protestei.
— Então, mantenha o sua camiseta para baixo quando você tirá-la. Eu lhe disse, não vou compartilhar você. Nem mesmo um vislumbre, com ninguém. Mas eu quero essa cueca na minha mão, nos próximos trinta segundos. — sua voz era dura, baixa e exigente.
Eu puxei meu cinto abrindo lentamente, como não conseguiria tirar toda calça, peguei no porta luvas um canivete que Roth mesmo indicou, e cortei as bordas da cueca assim a tirando e tampando o local com minha camisa. Eu a entreguei a Roth, que olhou para o motorista do caminhão à nossa esquerda. O motorista estava em transe, olhando para nós, não prestando atenção ao fato de que o semáforo tinha mudado; ele assistiu toda a performance, eu percebi, corando.

Roth levou minha cueca ao nariz e cheirou, olhando para o motorista com um sorriso. Eu cobri meu rosto com as mãos, mortificado. Buzinas soaram, e o motorista do caminhão surpreso começou a colocar o caminhão em movimento.
— Maldito seja, Roth. Isso foi realmente necessário?
Ele enfiou a cueca no bolso interno do blazer, sorrindo para mim. — Sim. Foi.
— Por quê?
— Porque isso me divertiu. Ele queria você,Newt. Você viu o olhar dele quando me entregou sua cueca? Ele a queria para si mesmo. Ele queria você para ele. — ele recolocou a mão na minha coxa, mais alto desta vez, os dedos brincando com a abertura da calça. — E eu, sendo um homem das cavernas possessivo, queria provar um ponto. Você é meu.
— Estou envergonhado, Roth. Ele me viu tirar a cueca. Você a cheirou. Foi horrível .

Ele ligou o motor, nos lançando para frente e deslizando para a esquerda entre a van e um táxi, em seguida, para o outro lado da pista que tinha acabado de sair, sua mão deslizava por meu membro, sem perder o ritmo, enquanto ele tecia através do tráfego de Nova York. — Não quer, Newt? Eu poderia fazê-lo gozar no momento em que chegarmos ao restaurante, você não acha?

— Eu estou - estou certo que você poderia. — segurei os braços e apertei minha cabeça contra o assento. — Você vai me fazer gozar enquanto aquele motorista observa?
Roth retumbou em seu peito. — Agora, isso seria divertido. Eu acho que eu apenas poderia fazer isso. Boa ideia.
— Não, não!
— Por que não?
Engoli em seco . — Porque... É embaraçoso. Degradante.
— Ele não vai ver nada, exceto a minha mão sob sua camisa. Você está completamente coberta, Newt.
— Mas ele vai saber o que você está fazendo.
— Exatamente.
Tentei afastar a mão dele, mas ele foi implacável, e me deixou contorcendo no momento, me aproximando do limite com movimentos lentos e precisos, era tarde demais para fazê-lo parar, para querer que ele parasse, mas apenas consciente o suficiente para ficar mortificado e cheio de adrenalina por esse mesmo constrangimento, o que fez a sensação de clímax iminente ainda mais intensa.
— Roth...
— Ainda não,Newt. Não goze ainda. — ele continuou seus golpes em volta do meu pau, me deixando mais próximo com cada círculo em minha glande.
— Eu vou gozar, Roth.
— Ainda não. — ele diminuiu o Bentley e eu consegui um olhar para a esquerda, vi a expressão dos olhos do condutor.

Quando eu estava a uma fração de segundo de gozar, Roth tirou sua mão e virou o carro em uma esquina e em um beco. Eu caí para baixo no assento, puxando minha calça  no lugar e a fechando, respirando com dificuldade e lutando por compostura quando Roth estacionou ao lado de uma lixeira e suavemente deslizou para fora do carro. Minhas mãos tremiam, minhas coxas tremiam e meu sexo doía. Como é que ele sempre sabe quando estou a um suspiro do clímax? Ele sabia, no entanto. Ele sabia e estava se tornando um especialista em me levar até o limite, parando um pouco antes de eu gozar. Era enlouquecedor.
Cerrei meus punhos para impedir minhas mãos de tremer, e depois me forcei para fora do carro, alisando minha camisa ao redor da minha cintura. Roth estendeu o braço para mim e eu o peguei, ainda com os joelhos fracos do meu quase orgasmo.
— Você é um idiota. — eu murmurei.
— Eu tenho o seu interesse, Newt?
— Eu estava brincando, Roth. Você tem um inferno de muito mais do que o meu interesse. — eu me concentrei em respirar, em afastar a dor entre as minhas coxas.
— Oh, eu sei.
— Então por que me punir?
Ele abriu a porta, segurando-a para mim. A porta de entrada era estreita e baixa, levando a um piso de azulejos em preto e branco ainda mais estreito, as paredes revestidas com fotografias antigas de Nova York nos anos 30 e 40 - uma variedade de personagens famosos e caminhões de entrega de leite e Frank Sinatra com seu sorriso marcante e cigarro. O corredor se abria para um pequeno restaurante italiano, mesas redondas com toalhas vermelhas e brancas quadriculadas emblemáticas e altas garrafas de vinho da casa.
Roth se inclinou para sussurrar no meu ouvido quando ele me levou entre mesas para sentar em uma cabine em um canto sombrio. — Não é punição, amor. É preliminar.

— Preliminar? —  deslizei pelo assento de vinil rachado. — Manter-me à beira do orgasmo não é preliminar, é crueldade.


Notas Finais


Então pessoinhas esse capitulo é muito grande, por isso será dividido em três partes...
aushuahs asuh Thomas o cheirador de cuecas !


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