História The Angel and the Black Bird - Capítulo 2


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Categorias Andrew Lincoln, Chandler Riggs, Norman Reedus, The Walking Dead
Personagens Abraham Ford, Andrea, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Maggie Greene, Michonne, Negan, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha
Tags Caça, Carl, Daryl, Dixon, Grimes, Michone, Negan, Rick, The Walkign Dead, Zombies
Exibições 57
Palavras 975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nada a declarar.

Capítulo 2 - Lost


Fanfic / Fanfiction The Angel and the Black Bird - Capítulo 2 - Lost

When everything has turned to black

You don't know where to go

You need something to justify your soul! 
(Black - Kari Kimmel)

Alguns meses depois...

Daryl Dixon:

Já se fazia alguns dias desde o ataque da prisão, o Governador estava morto e agora vagávamos por aí a esmo. Estávamos cansados, feridos, famintos e desorientados. Não sabíamos onde estávamos e nem quando iríamos encontrar água novamente,ou quando encontraríamos um lugar para chamarmos de lar novamente. Rick parecia distante, ele estava tão sem chão quanto o resto de nós, sempre que parávamos para descansar eu via seu olhar desolado e perdido passar de rosto em rosto e depois parar em mim, como se me perguntasse o que faríamos a partir de agora. Eu como sempre sustentava meu olhar e acena positivamente para ele, que respirava fundo e nos dizia para voltarmos a andar.

Uma vez, há algum tempo atrás, antes deste maldito inferno começar eu li em algum lugar que as pessoas perdem a razão quando perdem o direito ás necessidades básicas como: o alimento, água e o sono. Agora eu poderia confirmar que aquilo era verídico, pois era exatamente o que estava acontecendo entre nós. Tyreese e Glenn começaram uma discussão boba, o que gerou uma tensão geral fazendo todos questionarem Rick e começarem a encherem ele de perguntas. Eu me mantive calado e apenas observando, Rick tinha algo em seus olhos, algo que dizia que ele surtaria a qualquer instante, quando seus olhos encontraram o Carl e viram que o garoto estava assustado com a situação, ele lançou seu olhar para mim, como se pedisse uma saída.

Caminhei até ficar ao seu lado e coloquei minha mão em seu ombro dizendo: - Eu estou com você meu amigo! Não importa aonde vá.
Todos se calaram e nos encararam, alguns pareciam surpresos e então Rick tomou coragem e disse alto: - Quem quiser seguir seu próprio caminho pode ir! Eu não vou impedi-los, vão sobreviver sozinhos.
Todos se entre olharam, sabiam que apesar da situação em que nos encontrávamos, estariam mais seguros com Rick do que sozinhos na floresta cheia de mortos vivos e pessoas que de boas não tinham nada. Depois de tais palavras proferidas Rick disse ainda: - E quem ficar, tenha plena consciência de que isso aqui não funcionara mais como uma democracia! Agora, quem vai nos deixar?
Sustentei meu olhar junto ao seu e fitamos todos os outros que se encontravam em nossa frente, eles se entre olharam e permaneceram em silêncio. Depois disso Rick terminou dizendo: - Ótimo! Vamos continuar caminhando até encontrarmos água e quando encontrarmos, vamos acampar neste local!

O silencio se manteve intacto, Rick e eu voltamos a caminhar na frente, Carl vinha logo atrás. Os outros continuaram caminhando junto conosco, todos cabisbaixos e silenciosos. Andamos por horas até que encontramos um riacho que passava em baixo de uma ponte, Rick deu a ordem de que passaríamos a noite naquele lugar. Logo Carl e Beth foram buscar lenha, Maggie e Glenn se encarregaram encher várias garrafas de água, Rick, Tyreese e Michone saíram para averiguar o perímetro, para ter certeza se estávamos seguros ao menos àquela noite ali, eu sai em outra direção, fui caçar. Alguém precisava pegar a comida e eu era o responsável por tal.

Caminhei silencioso por entre as arvores, estava quente e úmido. Encontrei alguns esquilos e algumas frutas comestíveis, não era muito, mas teria que dar para aguentarmos com aquilo. Tudo estava tranquilo, até que eu ouvi um som muito familiar, só podia ser um dos errantes, caminhei agachado por entre os arbustos e tentei localizá-lo. Até que finalmente o vi, estava preso a uma corda em uma árvore em sua frente havia um amontoado de terra com uma cruz em um dos lados, parecia um túmulo. Assim que me viu ficou desesperado para me atacar, mas a corda o impedia de se afastar da arvore, me aproximei e cravei minha faca em sua cabeça, ele finalmente silenciou-se. Agachei-me perto da cruz e vi que alguém havia se dado ao trabalho de talhar algo ali, estava escrito: “Todo aquele que morre de vez, se livra deste purgatório! Descanse em paz, amigo!”

Respirei fundo e senti um aperto no peito, era verdade. O mundo agora virou um purgatório, onde todos anseiam por suas mortes, para que assim possam finalmente descansar. Levantei-me e peguei uma pequena flor roxa de uma arvore e a coloquei sobre o túmulo, sei que não fazia sentido algum fazer isso ali, mas eu precisava. Precisava fazer por todos que eu perdi nos últimos tempos e não tiveram tempo de terem um enterro digno. Depois de fazer isso voltei para o acampamento, Carl tinha conseguido pegar um esquilo enquanto pegava lenha com Beth. Entreguei minhas caças para Carol que junto com Maggie e Sasha se puseram a limpar os animais.

Naquela noite comemos em silencio. Na hora de descansar Rick e eu ficamos de guarda, estávamos sentados um ao lado do outro quando ele perguntou: - Acha que eu estou fazendo o certo?
: - Está falando sobre sua ideia de acabar com a democracia no grupo?
: - Não! Não só isso. Estou falando de tudo, ás vezes acho que você é quem deveria estar no comando.
Sorri um pouco e respondi enquanto enrolava um cigarro: - Se eu estivesse no comando todos estariam mortos e eu provavelmente louco!
Rick riu fraco e completou: - Bom, comigo no comando eles só ainda não estão mortos!
Rimos fraco e o silencio voltou a reinar. Dei uma tragada no cigarro e disse: - Você vai pensar em algo, Rick! Você sempre pensa, só precisa de tempo.
Rick é como um irmão para mim, digamos que ele é o irmão que Merle não conseguiu ser, por isso eu confiava tanto nele, por isso seguia ele e era sempre tão leal ao mesmo. 


Notas Finais


Já sabe! Se gostou deixa seu comentário, favorita, fica a vontade, vamos fingir que aqui é a casa da mãe Joana e vocês podem fazer o que quiserem, hein! kkkkk


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