História The Angel and The Sin - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Anjos, Jikook, Namjin, Vhope
Visualizações 10
Palavras 1.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Lemon, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorou as saiu, QUASE 3 MESES MAS AQUI ESTÁ O CAPÍTULO.

Eu tenho meus motivos.

1 - Fiquei com bloqueio criativo.
2 - Não estou muito feliz com a história e nem com a minha escrita.
3 - Aonde eu escrevia a história quebrou.
4 - Estive sem tempo esses meses.
5 - Tive que reescrever várias vezes.

Espero que me perdoem, sei que o capítulo não ficou muito bom e espero que entendam.

Agora eu voltei e vou me empenhar mais :')

Desculpem os erros e fiquem com o capítulo.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Jungkook P.O.V

“O que é isso? Por que estou agindo assim? Eu nunca falei algo desse tipo e nem senti algo como tal… Será que eu estou com dor de barriga?” - Penso ainda olhando o garoto novo que na minha humilde opinião era um ser humano que não respeita o espaço alheio e não é nem um pouco discreto.

— Vamos começar a jogar agora? Estou ansioso para ver esse jogo novo! - Yoongi fala parecendo bem entusiasmado com a ideia dos jogos. 

Meus pensamentos pelo contrário se concentraram assim como meu olhar no garoto novo que encarava descaradamente o Jimin, e como o bom anjo que eu sou, fiquei ouvindo a conversa dos dois ao invés de olhar os outros jogando. Vai que ele é um assassino mirim, um pedófilo anão, um fazedor de dodóis malvado.

— E então Jimin, qual sua idade? - O abusador de boas vontades pergunta.

— Eu tenho 14, e você Choi? - Meu protegido responde docemente a pergunta dele, mesmo parecendo um pouco desconfortável.

— Tenho 14 também! - Ele ri baixo em seguida. - Você tem a voz um pouco grossa para uma menina e adorei o corte Joãozinho.

— Menina? Mas eu sou um menino! - Jimin responde franzindo as sobrancelhas, enquanto os outros já engasgavam de rir.

— Um… Menino? Certeza? Não parece muito. - Ele fala parecendo decepcionado. Eu Ainda estou confuso do porque eu ter me comportado daquela maneira e ter falado aquelas coisas. Eu me sentia estranho.

— Não Choi! Eu sou um menino! - Jimin fala ficando um pouco vermelho de raiva. Eu também ficaria se falassem aquilo de mim.

— Me desculpe por ter agido assim então! Não foi minha intenção! Achei que era uma garota! - Ele fala se curvando levemente em sinal de respeito.

— Tudo bem, sem problemas. Mas vamos ir jogar com eles agora! - Jimin fala e ele assente. Os dois começam a jogar também e eu arqueio as sobrancelhas.

Eu realmente não entendo o que aconteceu. Que sentimentos estranhos eram aqueles? Eu senti alguma coisa como raiva mas não era só isso. É tão confuso. Será que é um sentimento normal? Mas porque eu só o senti agora? Será algum sintoma de doença? Acho melhor eu ir no médico com meus pais mais tarde, só pra checar, minhas asas são um pouco sensíveis e podem ter pegado alguma irritação ou até mesmo ter inflamado.

— E então Nam, como vai seu peixinho? O aquário dele ainda está inteiro? – Yoongi tenta quebrar aquela ausência das vozes, somente os barulhos do jogo eram ouvidos na sala.

— Isso aí é a falta de assunto? Ele vai bem obrigado e não. Eu não quebrei o Aquário dele de novo, já falei que nunca mais vai acontecer novamente. – Ele responde tentando se concentrar nos movimentos do jogo. Certamente era uma tática dele para ajudar Hoseok a ganhar.

—Certeza? Da última vez você tinha dito a mesma coisa e você quebrou. Já morreu quantos peixinhos? Sete? Nem sei como esse sobreviveu a esse desastre. – Ele claramente estava colocando algum plano diabólico para ajudar Hoseok. Estava na cara.

— Olha aqui Yoongi, o Kleber é o melhor peixinho que existe e não vai morrer tão cedo. Foi somente um alarme falso no caso de um gato aparecer em casa. – Estava funcionando. Hoseok  estava começando a passar na frente do Namjoon com uma diferença considerável de pontos, nada tão alarmante quanto o sete a um da Alemanha.

Eu estava tão concentrado no jogo que nem percebi a ausência de um certo assassino mirim, abusador anão, ou também chamado de Choi. Teria ele ido para casa? Não sei direito mas é bom que ele continue lá. Bem longe. Espera... Por que eu disse isso? Ok, isso começou a ficar estranho. Acho melhor eu realmente ir no médico. Olhei novamente para Yoongi e percebi ele me encarar com uma cara diabólica de quem teve uma ideia.

— CUIDADO NAMJOON! TEM UM ESPÍRITO DO LADO DO JIMIN! – Ele grita e eu o encaro bravo - mesmo que ele não conseguisse ver -. Rapidamente todos olharam em minha direção, mas obviamente ninguém me viu ou algo do tipo, menos Yoongi que me encarava sorridente. Ele me encarava mesmo?

— NÃO BRINCA COM ISSO YOONGI! ISSO DA MEDO! – Hoseok fala com a mão no peito mas ele já havia ganhado o jogo. Não teia como Namjoon virar nem mesmo com milagre. Jimin Ainda olhava na minha direção e vem com a mão lentamente na direção do meu rosto, que infelizmente o atravessa. Suspiro perto de seu rosto e o vejo se arrepiar As vezes eles conseguem sentir nossa respiração ou um toque quando estamos invisíveis, mas são raras as vezes, é mais fácil quando estamos visíveis.

— Gente... Alguém assoprou meu rosto! – Ele fala assustado e vejo o Yoongi olhar ao redor preocupado. Não podiam desconfiar muito ou o anjo acabava ficando, nem que seja por alguns segundos, visível e se ele não ficasse visível por sua vontade, ele perderia uma pena de sua asa. Era frustrante para um anjo perder uma, mesmo que depois de um tempo ela cresça.

— Que nada seu doido! Foi só uma corrente de vento da janela! Para de ser paranoico! – Yoongi fala e me encara. Eu me assusto e continuo o olhando de relance, mas permaneci quieto.

O que é isso agora? Ele seria um diabinho? Um anjo caído? Um bruxo? Agora estou com mais uma coisa para pensar, além do sentimento novo tem uma coisa estranha que me encara nesse momento. Seria possível isso?

13:48 P.M

Suspiro e apoio meu rosto em uma de minhas mãos. Eles estavam comendo e eu, mesmo morto de fome, não podia nem sequer tocar. Sim, nós anjos temos nossas necessidades e nós normalmente temos de ir a nuvem mais próxima para ir ao banheiro ou se alimentar, comíamos a comida humana sem problemas, eles só não poderiam nos ver fazendo tal ato. Damos preferência as coisas do céu sabendo que nelas com certeza poderíamos usar sem medo. Era um pouco frustrante ver os outros comendo quando sua barriga ronca, estava até com medo deles escutarem. Sentia meu estômago tremer e quase conseguia o escutar implorando por comida.

Já estava pronto para levantar e ir na nuvem mais próxima quando Jimin se desequilibra do banco que estava sentado – um banco que fica na frente das bancadas da cozinha -, rapidamente seguro seu assento e o impeço de cair e poder ter algum corte ou hematoma. Suspiro aliviado os vendo rir de como o Park era desastrado. Sorrio e levanto do meu banco indo em direção a janela que estava ali e aberta. Começo a manobrar meu corpo tentando – inutilmente – sair sem derrubar ou mexer em nada. Acabo por bater  uma panela que cai no chão e faz um estrondo, rapidamente todos viram para a panela assustados.

— PARK JIMIN! VOCÊ VEIO E TROUXE O ESPÍRITO JUNTO! YOONGI TINHA RAZÃO! ALGUÉM JOGOU UMA MACUMBA PESADA EM VOCÊ! NÃO É POSSÍVEL! – Hoseok grita e eu suspiro finalmente saindo pela janela.

Uma das coisas que eu mais gostava de ser um anjo é aonde nós, anjos, moramos. É lindo, Branco e tem uma vista maravilhosa e até que todos moram perto um do outro. Vejo a minha casa em meio às outras nuvens e sorrio indo rápido até ela, bato na porta e rio baixo vendo minha mãe abrir a porta.

— Jungkook! Oi meu neném! Eu já ia te ligar, o lanche já está pronto! – Ela sorria me dando espaço para entrar. Minha mãe era muito amorosa, sempre foi desde pequena.

Eu sempre almoçava, jantava, tomava café, banho e dormia em casa – Algumas vezes eu acabo dormindo na casa do Jimin também -, eu só passava a tarde cuidando dele. Eu ainda morava em casa pela minha idade. Entro e vejo meu pai que rapidamente me abraçou.

— Como você está grande! – Meu pai fala e eu rio.

— Mas eu estava aqui a algumas horas pai! – Ele assente e minha mãe ri baixo indo para a cozinha.

— Venham comer! Temos bolos, pães, biscoitos, café, suco! Podem se servir! – Ela sorri e meu pai me solta, nos olhamos e corremos até a mesa rindo.

— Eu ganhei! – Ele fala e eu nego com a cabeça.

— Eu ganhei pai! – Começamos a rir e minha mãe corta um pedaço de cada bolo para nós.

— Estou voando de fome! Minhas asinhas estão até inquietas! – Eu digo e eles acabam sorrindo.

— Deveria vir mais vezes então neném! – Minha mãe diz e eu sorrio mostrando os dentes.

— Mas eu passo muito tempo aqui! Preciso ficar um tempo com o Jiminnie também! – Eu digo e coro ao perceber o modo que eu o chamei.

— Jiminnie, huh? E como vai o Jiminnie? – Meu pai da ênfase em “Jiminnie” e começa a me encher o saco, eu escondo o rosto.

— Para pai! Ele vai bem, obrigado por perguntar. – Eu continuava corado. Estava tão envergonhado de tê-lo chamado assim. 

— Mas o Jiminnie não tem ficado doente? Tem cuidado direitinho do Jiminnie? – Eu tampo mais o rosto e o escuto gargalhar.

— Para querido! Você sabe que ele fica envergonhado quando faz isso! – Ela fala mas claramente, segurava o riso.

Decidi não falar sobre o sentimento estranho ou o fato de uma pessoa me “encarar”, não tenho certeza sobre isso. Não sei se ele realmente me olhava ou se aquilo era um sentimento normal, prefiro ter certeza de tudo antes de alarmar sobre algo que possa nem ser verdade.

17:23 P.M

Me despeço dos meus pais e saio de casa indo rapidamente até a casa de Hoseok. Não era tão longe afinal. Estava ficando um pouco tarde e talvez eu já devesse levar o Jimin até a sua casa, não quero ele pegando friagem ou entrando numa fria por ficar até mais tarde na rua. Assim que entro pela janela não acredito naquilo que via.

— NÃO ACREDITO! É VOCÊ? – Falo alto olhando a pessoa que estava em minha frente.


Notas Finais


Até o próximo <3


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