História The angel fall in love - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - O começo de uma parceria


Era sexta feira de manhã, estava com sono, pois tive pesadelos a noite toda com um demônio que me seguia para onde quer que eu fosse. Mas quando o alarme tocou logo me levantei e fui tomar um banho. Depois fui pra cozinha, era minha vez de fazer o café. Preparei waffles com calda e algumas frutas em cima, preparei um pingado pro meu pai e café puro pra mim. Não passaram 2 minutos meu pai apareceu na porta com um sorriso doce e calmo como sempre, ele vestia uma calça de moletom cinza e uma camiseta e meias brancas. Ele sentou-se á mesa, agradeceu-me pelo café e começou a comer. Sentei-me junto a ele e dei um gole no café. Aquele demônio em meu sonho parecia muito real.

            - O que foi anjo? Pesadelos outra vez? – Perguntou meu pai com olhar caloroso

            - É... Só que dessa vez parecia tão real...

            - É normal minha criança, com o tempo você não dará mais tanta atenção a isso. - disse meu pai com a mão em meu braço.

            - Eu espero. É que foi com um demônio que me perseguia, ele tinha uma aparência tão humana, mas seus olhos... Eles eram inexpressivos e tinham um pentagrama branco.

            Ao dizer isso meu pai ficou pálido e olhando pro nada ele deu uma risada fraca e disse:

            - Sorte que foi só um sonho não é...?

            - Pois é...

            Voltamos a tomar café, só que dessa vez em silencio. Quando o relógio marcou 7:30 a.m. arrumei minhas coisas pra faculdade, pois passaria para pegar somente a tarde, despedi de meu pai e fui pro estúdio de fotos. Durante as manhãs trabalho de modelo, o pessoal do estúdio diz “você é angelical e jovem, a capa de nossa empresa”. Eles são uma equipe diferente, trabalham com eventos, por isso não se importaram coma tatuagem, acham até um charme. Quando cheguei lá era um ensaio de tema “cultura pop”, eu sairia nos pôsteres da Comic Con. Foi divertido, fiz cosplay de Lara Croft, Yuna de Final Fantasy X-2, de Hinata do Naruto e de Mikasa de Shingeki No Kyojin. Após isso alguns rapazes vestidos de Ezio, Sub-Zero e Scorpion apareceram, os cosplayer de mortal kombat estavam bem parecidos, ainda mais pelo físico mais forte. o de Assassin’s Creed ficou muito bom também. Não demorei muito para ver como ficaram as fotos. Estava realmente ansiosa, pois é algo que gosto muito. Normalmente faço trabalho para revistas teen ou algo parecido.

- As fotos ficaram incríveis, vocês estão de parabéns, a produção esta impecável. – Disse eu com um sorriso amigável no rosto.

- Espero que o pessoal do evento pense o mesmo – Disse o fotografo Bill coçando a cabeça com um sorriso nervoso.

- Não se preocupe Bill, estão realmente boas – Falo tentando reconforta-lo.

- Ah criança, você é uma fofa – Bill me abraçou como meu pai faz.

Depois de um tempo conversando com o pessoal da produção chegou Sarah nossa superiora e um homem ao lado dela, tinha o nome Eric Smith no crachá. Logo nossa chefa diz:

- Pessoal atenção aqui, por favor, este homem é o senhor Smith, o responsável pela Comic Con. Ele veio checar como vão as fotos.

Bill mandou imprimir uma versão pro das fotos. 5 minutos depois chegou Ashley a estagiária com as fotos ainda quentes. Logo ela entregou ao senhor Smith e ele analisou-as por cerca de 3 minutos depois ele abre um sorriso e diz:

- As fotos estão muito boas. Graças a isso irei oferecer a produção convites para o dia de abertura do evento. Para os modelos oferecerei ingressos para o evento todo com direito a dois acompanhantes. E também gostaria de pedir para que os fotógrafos cobrissem o evento.

Eu fiquei realmente feliz com a notícia. Enquanto alguns comemoravam e outros ficavam com cara de paisagem, o homem entregava um envelope laranja para nossa superiora. Pouco antes do meio dia, minha chefa me chamou em sua sala.

- Parabéns por seu trabalho criança, o diretor de eventos te elogiou muito. Principalmente a menina de cabelos escuros e olhos claros.

- Hinata senhora.

- É, isso mesmo. Então você gosta dessas coisas? Deve estar feliz com esses convites, estou certa?

- Sim senhora.

- Aqui está seu convite. E aqui tem um recado do senhor Smith. – Ela me entregou dois envelopes, um de cor creme e o outro branco.

- Muito obrigada senhora. Posso me retirar? É que já é meio dia.

- Mas é claro criança, mas não agradeça a mim, agradeça a esse homem. Agradeça por nós caso tenha a oportunidade.

- Sim senhora. Boa tarde e com licença.

- É, pra você também pequena.

Você pode estar pensando, “porque te chamam de pequena ou de criança se já tem 17 anos na cara?”. Isso é simples de responder. Porque tenho rosto de uma menina de 13 anos e corpo de 15, 1,60 de altura e como minha personalidade e voz não ajudam muito, já sabe, não é? Voltando a história.

Ao sair da sala da senhorita Sarah Steam, encontro Bill me esperando. Marcamos de comer juntos, já que nossos horários de almoço se coincidem. Bill é um homem de 45 anos, muito bem humorado e carismático. E hoje ele estava radiante, pois ele iria cobrir a Comic Con, e de acordo com nosso querido senhor, faz tempo que ele não cobre um evento tão grande. Mas percebi que ele estava sem o envelope. Logo perguntei:

- Bill, e seu ingresso? Não vai pegar?

- Vou sim, mas só mais tarde.

- Ah, é verdade, você trabalho em período integral.

            - Oque foi pequena? Uma jovem assim tão esquecida? Onde vamos parar? – Disse ele com uma leve risada.

            Dei um sorriso sapeca para Bill. Dirigimo-nos até um restaurante no centro. Peguei um salmão grelhado, uma salada de alface, arroz, feijão e uma água. Bill pegou um Bife bem grande a milanesa, espaguete e uma soda de limão. Sempre me pergunto como ele consegue comer tanto assim e não passar mal. “será que é a soda?” pensei comigo mesma. Comi o mais rápido possível, pois ainda tinha que passar em casa pegar minhas coisas pra faculdade. Dei um beijo na careca de Bill e me dirigi ao caixa pra pagar minha conta. Havia um cara estranho. Ele trajava um terno, colete e sapatos pretos, uma camisa branca e uma gravata vermelho sangue. Seus cabelos eram loiros, a pele bronzeada e usava óculos escuros do estilo aviador.

            Me senti desconfortável quase que instantaneamente, tive a sensação de estar em meu pesadelo outras vez. Afila estava curta, mas tive a impressão de estar ali a horas com aquele homem me observando. Até que chegou minha vez, sorte que tinha dado exatamente 20 reais, entreguei a nota ao atendente e sai sem pegar a notinha. Peguei o ônibus e fui pra casa. Vi que tinha 50 minutos, como da minha casa até a faculdade é 20 minutos resolvi jogar uma água no corpo. 10 minutos depois estava renovada. Apanhei minhas coisas, chequei se não esquecia nada e sai. Cheguei na universidade com 20 minutos te antecedência. Conversei com alguns amigos, convidei dois deles pra ir comigo á Comic Con e conversei com uma professora nova na instituição, expliquei algumas coisas e fui pra aula.

            Como fiquei até mais tarde pra estudar pras provas que viriam, quando sai já era noite. Olhei o horário e pensei “hum, são 9:30 p.m, meu pai já deve estar em casa, mas não sei se ligo ou vou de ônibus mesmo. O que eu faço? Ah, vou ligar pra ele. Não quero ser assaltada”. Liguei e ele disse para eu esperar na universidade e quando ele chegar ele me liga. Fiquei na cafeteria e aquele homem do restaurante veio falar comigo. Eu literalmente congelei. Não sabia o que falar, o que fazer, só fiquei olhando pro rosto dele. Ele se inclinou pra frente e perguntou:

            - Você está bem? Está um pouco pálida, mais que hoje cedo.

            - ...- Eu realmente não consegui responder, estava com medo.

            Ele então respirou fundo e disse:

            - Eu sei que você sabe quem eu sou. Você me viu em seus sonhos e no restaurante. Não se preocupe criança, não irei machuca-la, se o fizesse minha mestre me rebaixaria e isso está fora de questão. Bem, vou direto ao assunto. Sua mãe me mandou aqui. E ela...

            - Minha mãe? Não, ela está morta. Faz, muito tempo. É impossível.

            - Ah não te disseram? Seu papaizinho acabou se enrolando com uma demônio. Ele tentou negar que não estava apaixonado por minha mestre. Mas minha ama é muito atraente e sedutora. E com o feitiço certo ele conseguiu seduzir seu pai, aquele anjo rebelde. Por isso ele foi expulso do monte olimpo. Ah não, vocês chamam de céu não é? Haha. De anjo seu papai não tem nada viu criança. – Eu entrei em choque, “será que o que ele falou é verdade? Que minha mãe... É... Um Demônio” pensei comigo mesma.        

- Por que esta aqui? – Perguntei, minha voz soou vazia.

- Como eu dizia, sua mãe me enviou para ser seu servo. Foi difícil aborda-la sem chamar atenção desnecessária. Mas enfim. Estou aqui para servi-la.  – Ele fez uma reverencia colocando a mão no tórax e inclinando-se para frente. Fiquei olhando aquilo e pensando “isso não pode ser possível, nem real”.  Meu pai ligou em seguida, me tirando daquele devaneio:

- Filha já estou aqui em frente a faculdade. Pode vir.

- Ah...Ok... – Isso acabou soando tão distante.

Quando me levantei aquele ser tirou os óculos, e em um movimento me puxou pra mais perto e disse:

- Você receberá a marca da Roberta, e isso te ligara a mim pelos próximos 100 anos. considere isso um presentinho da mamãe.  – Ao dizer isso ele colocou a mão em meu braço e logo começou a queimar.

Ele então me soltou e saiu andando em direção ao campus e foi sumindo deixando algumas penas pretas para trás. “Nossa, que saída dramática” pensei e logo sai correndo o mais rápido possível em direção ao carro do meu pai.

John logo perguntou:

- O que houve? Você veio correndo feito louca.

- A gente conversa em casa. Pode ser? – Disse a ele aflita.


Notas Finais


Espero que tenham gostado :)


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