História The Apocalypse - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, tudo bom? sz

Essa história foi reescrita, postada e apagada várias vezes, mas agora é a definitiva real oficial, beleza? Se tiverem alguma pergunta, deixem nos comentários

Boa Leitura!

Capítulo 1 - Phone Call


Fanfic / Fanfiction The Apocalypse - Capítulo 1 - Phone Call

Pov Tess

Era um sábado como qualquer outro: eu estava assistindo série no quarto e minha irmã brincando com a cachorrinha dela na sala.

-SARAAAAAAAAH, A PIPOCA ACABOOOOU! – gritei, esperando que ela fosse gentil e me trouxesse mais.

-NÃO SOU TUA EMPREGADA! – ela gritou de volta e eu revirei os olhos.

Fui até a sala e peguei o balde de pipoca dela, mas antes que pudesse correr de volta para o quarto fui atacada com um monte de almofadas e acabei derrubando tudo no chão.

-Eu não vou juntar isso não – ela disse, rindo e comentando minha queda com a bola de pelos branca (também conhecida como Snow).

-Deixa, eu limpo – falei e fui batendo o pé até a área de serviço, voltando com um aspirador de pó em mãos. – Não faz diferença mesmo

Liguei o aparelho na tomada e em alguns segundos o piso estava limpo novamente.

-Ei, é seu celular tocando? – Sarah perguntou, e eu fui atender.

Ligação On

-Fala Gusta

-Vocês tão bem? Onde vocês tão?

-Em casa ué

-Pera, então vocês não tão sabendo?

-Sabendo do quê?

-Merda...olha, não dá tempo de explicar, vocês têm que sair daí, e rápido

-Gustavo, o que tá acontecendo?

-Só vem pro estúdio, sem perguntas

-Mas...

-Eu disse sem perguntas e...tenho que desligar, até depois

Ligação Off

Encarei o celular com a testa franzida.

-Acho que estamos sendo trollad... – tentei dizer, mas Sarah me interrompeu, mandando eu ficar quieta. –Tá, agora eu revoltei, o que tá pegando caralho?

-Cala a boca e senta aqui – ela disse e aumentou o volume da televisão.

Bonner, um repórter muito conhecido que apresentava o mesmo jornal todas as noites, mantinha a mão em seu microfone e repassava com clareza as informações recebidas. E eu as repassava na minha mente.

-Não dá, Tess...não dá pra simplesmente deixar tudo pra trás, a gente vai morrer de qualquer jeito – ela disse, com os olhos fixos em algum ponto aleatório da Tv.

-Sarah, por favor, a gente tem que tent... – tentei convencê-la, mas fui interrompida novamente.

-Tentar, Tess? Tentar o quê? – ela disse, seus olhos marejavam e me transmitiam exatamente o que ela estava sentindo.

-Tentar sobreviver – falei, dando ênfase na última palavra. –Tudo bem se a gente morrer, mas pelo menos vamos fazer isso lutando

No instante seguinte, ouvimos um grito ensurdecedor ecoar pelas paredes, vindo de algum dos andares abaixo de nós, e pedidos desesperados de ajuda. Nos entreolhamos e o tempo pareceu parar por uma fração de segundo: a energia do prédio caiu e várias ambulâncias e carros de polícia passaram pelas ruas com suas sirenes ligadas. O teto acima de nós, que antes parecia seguro, agora tinha uma rachadura enorme, e pequenos farelos de concreto e tinta começaram a cair no chão.

-CORRE! – gritamos ao mesmo tempo e saímos em disparada pela porta, carregando Snow em um abraço que nos mantinha juntas.

Ao pararmos no corredor, olhamos para trás e nos deparamos com o apartamento coberto de entulhos e barras de ferro. Uma poeira densa cobria o que segundos antes era nossa sala, e água jorrava de todos os cantos possíveis.

-Vem, Tess! – Sarah me puxou pelo braço enquanto eu observava tudo desmoronar, soterrando nossas memórias e destruindo tudo o que havíamos construído.

Fui arrastada até o fim do corredor e começamos a descer as escadas, totalmente no escuro, e esbarrando em corpos a cada degrau. Mãos agarravam meus tornozelos, grunhidos enchiam minha cabeça, tudo que eu queria era desmaiar e bater a cabeça ali mesmo, acabar logo com tudo aquilo, mas não podia abandonar Sarah sozinha em pleno fim do mundo.

Assim que chegamos ao térreo, vimos várias criaturas atacando o porteiro, e nossa única orientação para sair era a luz da lua que entrava pelas portas de vidro.

-Pronta? – Sarah perguntou, sua voz estava levemente trêmula.

-Pronta – falei e corremos até a porta, finalmente saindo do prédio. Suspirei de alívio e minha tontura passou, junto com a vontade de desmaiar.

-Meu Deus, a gente conseguiu! – disse, e me virei para Sarah.

Ou pelo menos para onde ela deveria estar.



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