História The Baby Sitter - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camila G!p, Camren, Lauren Babygirl
Exibições 699
Palavras 2.338
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, lindos...

Capítulo 26 - Oh Harte Tage(Dias Difícies)


Fanfic / Fanfiction The Baby Sitter - Capítulo 26 - Oh Harte Tage(Dias Difícies)

Chaque douleur a une solution, si le mien est de rester loin de vous(n.)Toda dor tem uma solução, no caso a minha é ficar longe de você...

 

(Narrador Point Of View):

 

Diana abriu a porta do quarto com uma bandeja repleta de tudo que Lauren gostava de comer. Parou perto da cama de Lauren a encarando, já Sofia abria as cortinas para clarear mais o quarto. 

— Acorde, dorminhoca!  —  Disse Sofia, acariciando o cabelo de Lauren, que dormia de costa para as duas irmãs Cabello.  — Acorda, Laur.

A morena dos olhos verdes abriu lentamente seus olhos, permitindo aquela claridade toda invadi sua íris verde. Lauren estava irreconhecível, rosto inchado, olhos vermelhos, boca ressecada e incrivelmente rouca. Sofia e Diana se entreolharam, as duas estavam bem cabisbaixa por saber que Lauren estava bem magoada do que imaginavam.

— Bom...  — Diana limpou a garganta para falar.  — Sofia levou Scar para a casa de seus pais, meu filho tá lá e sabe como eles amam brincar.  — Lauren sorriu, sem humor. — , aproveitamos pra fazer seu café e te chamar para ir ao Centro Cultural.  — Colocou a bandeja entre as pernas da de olhos verdes.  — Aqui tem tudo que você gosta, Laur.

Lauren sorriu de canto. Ela estava agradecida, mas estava mal de mais para falar, sua garganta trincava pela dor, sua cabeça ainda dava pontadas e seu humor estava bem baixo devido a magoa que sentia. 

Sofia sentou ao lado da cunhada e segurou sua mão.  — Nós sempre estaremos aqui, Laur, independentemente das besteiras que Camila fizer... nós te amamos e sempre iremos cuidar de você. Se quiser desabafar, somos todo ouvido!

Diana agachou-se em frente a Lauren, viu a mesma respirar fundo ainda sem dizer uma palavra sequer. As duas entendia o estado da cunhada, por conta disso agiam de modo calmo e cuidadoso. 

— Beba, é melhor para você se recompor.  — Apontou ao suco de laranja. — Tem um analgésico para dor de cabeça, imaginei que você iria querer.

Lauren assentiu meio que ao automático. As meninas acompanharam os movimentos da cunhada, ela comia calada, ora ou outra falava o necessário. Depois te se alimentar, Diana levou a bandeja para o andar de baixo na cozinha. 

— Tome seu banho, Laur. Sei que não quer sair de casa, então pelo menos tome para esfriar a cabeça. — Lauren levantou da cama, fitando o chão como um ponto mais interessante no momento.  — Quer minha ajuda para banhar?

— Agradeceria, Soso.  — Sofia assentiu, andou com Lauren ao banheiro. A de olhos verdes tirou a roupa, Sofia enchia a banheira pondo os sais de banho. 

Assim que a banheira encheu, Lauren entrou. Sofia se posicionou abaixada por trás de Lauren, começou a massagear os ombros da cunhada ouvindo a mesma gemer em satisfação.

— Sem querer ser chata, Laur, mas eu soube de tudo o que rolou. Camila contou para nós, a primeira coisa que eu pensei foi em como você deve ter ficado sendo que vocês se amam demais. Não tô aqui para passar a mão na cabeça de minha irmã, porque ela tá cem porcento errada, por isso eu tenho que admitir que entendo o porque de seu ato com ela. Mas talvez fosse bom você ter feito isso, assim ela se tocava da besteira que fez...  — Pegou o sabão, passando pelas costas nuas de Lauren que apenas ouvia.

— Obrigada por cuidar de mim, Soso, você e Didi. Vocês são realmente uns anjos!  — Sofia, sorriu beijando a bochecha da cunhada.  — Como Camila tá?!

— Tá hospedada em um hotel, porque eu e ela brigamos ontem.

— Será que ela não foi para casa de Selena?

— Não, papai a levou ao hotel. Levanta o braço.  — Pediu, passando o sabonete pelo braço da mesma.

Logo após conversarem durante o banho. Sofia esperou Lauren se vestir; um blusão cinza e uma calça moletom da adidas. Sentou a cunhada na cama, pegou a escova e começou a desembaraçar seu cabelo; estavam tão curtos, a dando um ar mais natural.

— Sempre gostei de seu cabelo, Laur.  — Disse Sofia, passando o dedo junto da escova no cabelo de Lauren.

— Os seus são mais bonitos.  — Sorriu, sentando em posição de índio. Diana voltou ao quarto avisando que as meninas assim que fechassem o centro viriam para cá.

— Normani disse que Camila foi atrás de você no centro.  — Avisou, sentando ao lado de Lauren que encarava a TV do quarto vendo um filme de ação qualquer, enquanto estava deitada no colo de Sofia que a fazia caricias.  — Perdão por dizer isso, Laur.

— Tudo bem, não precisa agir como se Camila fosse um monstro no qual não pode se invocar o nome.  — Se ajeitou no colo de sofia, que não parava as carícias. 

— Certo.  — Voltou a deitar na cama, olhando o filme.

Depois do filme, Diana se despediu das duas. Sofia resolveu ficar, enquanto Diana realmente teve de ir. Ao decorrer das horas, os pais de Lauren foram vê-la e a mesma parecia está bem mais calma do que antes. Ellie, Sofia, Dinah e Ally ficaram com Lauren a fazendo companhia. 

— Ela ainda não chorou hoje, né?  — Ally perguntou para Sofia e Ellie, assim que trocaram o filme na sala de vídeo pelo o da Bela e a Fera.

— Não, fiz o possível para que não.  — Sofia rebateu, fitando a cunhada deitada no colo de Dinah.  — Mas ela tá bem abatida, e só de pensar que isso é culpa de minha irmã, meu sangue ferver. Por que Camila agiu assim?! Como uma perfeita desgraçada?

— Isso eu não sei, mas que eu tô com raiva dela por esse meio tempo eu tô. Ninguém magoa minha irmã.  — Ellie disse, também olhando a irmã com Dinah.

— Gente, nós devemos entender os dois lados. Com toda certeza Lauren tá bem mal, óbvio, quem não estaria? Mas poxa, Camila também, as duas se amam muito e o casamento delas não foi em vão, erros acontecem. Duvido se Camila não tá arrependida.  — Ally disse, comendo um pouco da pipoca da vasilha.

— Assim espero.  — Ellie e Sofia disseram juntas, pegando um pouco de pipoca também, voltaram a atenção ao filme.

— Sofia, soube que brigou com Camila ontem.  — Ellie sussurrou, a mesma que assentiu sem tirar os olhos da tela.

— Sim, briguei, ela tá errada não podia ficar calada.

— O que tu falastes? 

— O que eu precisava falar, El, que ela tava errada, que foi uma idiota a dar mais atenção a ex do que a própria mulher, o fato dela fazer Greggorie mentir também para Lauren, e que ela tava ausente em casa e mais outras coisas...  — Mastigou a pipoca, viu que Ellie a olhava mordendo os lábios e sorrindo.

— Sempre gostei desse seu jeito decidido e carrancudo, te deixa mais linda.  — Sorriu para Sofia, que sentiu seu rosto corar.

— Ér... valeu!  — Coçou a nuca, vendo a loira ao seu lado sorrir com a língua entre os dentes. Sofia não queria dizer, mas esse gesto é tão adorável na menina.

— Shh! Cala bokitos... quero ver o filme suas inconvenientes.  — Dinah gritou, jogando pipoca nas três sendo que Ally não fez nada, Lauren riu baixinho. A morena amava a companhia da polinésia, a mesma sempre a animava.

— Eu não fiz nada sua égua.  — Ally jogou um pouco de pipoca de volta.

— Égua é a tua mãe seu gnomo...  — Ally a mostrou língua, e todos riram.

 

[...]

 

Camila lia uns contratos distraída, em sua sala na empresa. A latina precisava ocupar a mente com algo, porque se ficasse sem fazer nada, as lembranças de Lauren a corriam e faziam se explodi em um choro compulsivo; como fez a noite inteira. Camila sabia que estava totalmente errada, não tirava o direito de sua esposa. Mas ficar sem ela, sem poder a ver sorrir todos os dias quando a latina chegava, ou dormir agarrada a mesma. Talvez ela merecesse isso, para aprender a dar valor.

Ouviu seu celular tocar no bolso da calça. Olhou a tela do número discado e o mesmo era privado.

— Alô.  — Camila disse, assim que ativou a chamada.

— Cabello?  — A latina trincou a mandíbula, fechando os olhos para tentar espantar a voz do maldito. 

— O que queres seu maldito?  — Elevou a voz, apertando o aparelho em seu ouvido.

— Que educação, hein! Não posso, nem ao menos saber como você tá?!

— Vai é te foder! Fala logo o que tu quer, palhaço.  — Se levantou, andando de um lado para o outro na sala.

— Sua educação é algo esplendido...  — Debochou, vendo Camila bufar.  — Enfim, eu soube que você está com a minha filha.

— Enteada, seu crápula, enteada.  — Frisou a palavra, continuando a caminhar pela sala.

— Que seja. Deve tá comendo ela novamente, sua esposa sabe?!

— Como é seu miserável? Me respeita, não sou inútil como você. 

— É bem pior, fontes me disseram que tu saiu da casa de sua esposinha chifruda.

— O quê? Como soube, Ricardo?  —  Sentou na cadeira, passando a mão no rosto.  

— Tenho meus contatos. Então, preciso que você me arranje um dinheirinho.

— Claro que não, seu imprestável. Vou desligar, passar mal.

— Na. Na. Ni. Na. Não... queridinha, Cabello, se você não me der o que eu tô pedindo eu tirarei o seu bem mais precioso.

— Seu... seu... desgraçado! Não tenho medo de suas ameaças.

— Deveria ter, sabe por quê?  — Camila resmungou para que ele prosseguisse.  — TÔ aqui na frente da casa de seus papitos.

— Mentira. 

— Certo... te darei mais uma chance. Amanhã te ligarei no mesmo horário, é bom que me atenda, Cabello... Até, tenha bons pesadelos.

E assim a ligação finalizou. Camila jogou o celular na mesa, passou a mão no cabelo no sinal claro de nervosismo.  — Droga o que eu faço!  — Sussurrou para si mesma, encarando o celular.

Ouviu o som de uma mensagem. Desbloqueou o celular, abriu o aplicativo de mensagem.

''Seus pais tem um bom gosto, linda casa por sinal, ficará mais linda quando eles não permanecerem mais lá... não achas?!''

Camila engoliu em seco. Era foto da residência de seus pais, bem de perto mesmo.

''Acho bom me atender amanhã e fazer o que eu mandar, ou tudo que você ama, será aniquilado Cabello, por sua culpa.''

A latina apertou o celular, fuzilando a mensagem que acabara de ler. Não iria ser tão fácil assim a fazer de boba, não mesmo.

 

[...]

 

— Minha trança foi a melhor.  — Sofia apontou para sua trança de raiz feita no cabelo de Ally.

— A minha tá bem mais decorada.  — Dinah mostrou o cabelo de Lauren, que estava cheio de flores do próprio jardim, realmente lindo.

— Ellie que falará quem foi a melhor, certo El.  — Piscou para a loira, que sorriu sem jeito.

— Desculpa, Sofi, mas o da Dinah tá mais decorado.  — Sofia resmungou, enquanto Dinah festejava com Lauren.

As meninas estavam conseguindo animar Lauren, a mesma estava mais solta do que o esperado, vez ou outra se sentia triste.

— Que tal um banho de piscina, fuleras?  — Dinah recomendou, batendo palminhas.  — Eu apoio, então se a rainha apoiou todos tem que apoiar.

— Cala a boca, Dj, nós vamos tomar porque queremos.  — Ally rebateu, rindo.

— Não comecem.  — Lauren disse, entrando no meio.

— Só não te bato, porque encontrei Jesus!  — Dinah disse, indo para dentro da mansão.

— Que bom, assim tu vai para o inferno menos egocêntrica.  — Debochou também saindo do jardim.

Todas se trocaram indo para a piscina. Ally, Dinah, Ellie e Sofia faziam briga de galo para descontrair. Lauren estava em uma das espreguiçadeiras pegando o sol das quatro da tarde.

— Mama! Mama!  — Lauren vira o rosto vendo sua pequena gritar por ela, toda vestida com seu biquíni da Barbie e boias no braço. 

— Meu amor!  — Pegou sua filha no colo, a enchendo de beijos no rosto ouvindo sua gargalhada.

— Posso tomar banho com vocês?! Clarence botou meu bliquini.  — Lauren riu, e cheirou a filha.

— Pode sim. Mamãe vai com você.  — Entraram na água, e todos sorriram para as duas.

— Scar sobe na costa da titia.  — Dinah falou, tentando pegar a pequena do colo da mãe.

— Não, Dinah, deixa ela aqui comigo.  — Apertou mais a filha consigo, como uma mamãe coala.

— Certo, sua chata.  — Foi atrás de Ally que permanecia na borda da piscina. Do outro lado estava Ellie e Sofia sentadas na borda da piscina, conversando distraídas de tudo.

— Seu cabelo é bem bonito, El. — Ellie sorriu corada.  — E você corada fica adorável.

— A minha cor não ajuda muito para esconder minha coloração quando tô envergonhada.  — Sofia riu assentido. Ellie mordeu os lábios, ela amava a risada de Sofia.

— Meninas, vamos brincar de vôlei?  — Ally perguntou, vendo as duas se animarem e pularem de volta a piscina. Sofia passou para frente de Ellie, segurou em sua cintura e por instinto a loira se arrepiou. Sofia percebeu e sorriu convencida. 

— Quem te trouxe, filha?  — Lauren perguntou, andando pela piscina com a filha em seu colo.

— Gregg e papa.  — Lauren respirou fundo.  — Eles disseram que quelem falar com você amaã...

A mãe de Scarlet assentiu segurando o choro. Ela não queria falar com os dois no momento, e nem iria.

— Mama, me leva no balancinho.  — Pediu, tirando Lauren de seu devaneio.

— Claro, amor.  — Subiu na escada da piscina, viu as amigas jogarem vôlei e riu quando a bola pegou na cabeça de Ally.

Lauren colocou a filha no balancinho e começou a embalar.  

— Ooooh!!!  — Gritou a pequena animada.  — Mais forte, mama!  — Gritou ainda rindo. 

Lauren não se aguentou e riu junto. Embalou com mais força, vendo a filha gargalha.

— Aaaaaah!!!  — Gritou a menina de novo, a mãe parou de embalar vendo a pequena rindo do vai e vem do balancinho.

Lauren estava com o sorriso travado em seus lábios. Hoje foi um ótimo dia para ela porque teve a companhia das pessoas mais importantes de sua filha, que realmente mostraram preocupação; até mesmo seus sogros ligaram. Lauren sabia que nem tudo na vida é uma novela ou um filme, e que tudo tem seus altos e baixos... e no momento sua montanha russa permanecia naquele sobe e desce aleatório. Mas como sua avó sempre dizia: ''Toda dor tem uma solução.'' 

E a solução dela, é se redimir consigo mesma. Porque ela ainda estava bastante triste com a mulher que ela ama, e seu próprio filho.

 


Notas Finais


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