História The Baby Sitter - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias BoA, Mad Clown, Simon D., Sistar
Personagens BoA Know, Hyoryn, Mad Clown, Personagens Originais, Simon Dominic
Tags Babá, Gray, Hyorin, Mad Clown, Personagens Originais, Simon D
Exibições 65
Palavras 2.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLHA QUEM ESTÁ AQUI DE NOVO PQ EXCLUIU O CAP PORQ É MALUCA E ACHOU QUE POSTOU O CAP ERRADO
Leiam as notas amores <3
Boa leitura

Capítulo 5 - Sinto muito


Fanfic / Fanfiction The Baby Sitter - Capítulo 5 - Sinto muito

   

  Nada da noite anterior me fará mal. Nada daquele jantar afetará minha vida. Nada relacionado a DongRim e sua mãe fará meu dia ser péssimo. Repeti mentalmente como se essas palavras fossem um mantra. Terminei de beber meu café, olhando para o nada pude lembrar de como em quase um ano minha vida tenha mudado tanto, deixei um sorriso sair quando me lembrei do primeiro dia na residência de Simon. Dormir estava impossível, o quarto era maior que meu antigo apartamento, a cama fofinha e os lençóis maravilhosos. Eu queria aproveitar o máximo possível do meu quarto, mas também me lembrei da tristeza que eu sentia sempre que lembrava da Senhorita Gael. Os primeiros dias lá eram desafiadores, a casa emanava energias negativas, eu não via a presença de Simon lá, Senhora Kim sempre no meu pé, Jasmine era recém nascida e precisava de cuidados especiais. Amadureci tanto naquela casa, aquele emprego tinha que ser meu. Jasmine desde pequena preenchia lugares em meu coração que achei que fossem ficar vazios. Para sempre.

- Queria ter a sua alegria essa hora. – me assustei com a voz de Simon tomando o lugar, estava tão distraída que não percebi sua chegada na cozinha.

- Eu só estava pensando. – respondi deixando a xícara na pia

 - Eu preciso de um remédio, - ele massageou o pescoço – acho que minha cabeça vai explodir.

  Não pude deixar de rir baixo, ele estava horrível, beber não era o seu forte também.

- O senhor...

- Pode parar de me chamar de senhor. – ele me interrompeu e encostou na batente da porta. Olhei em seus olhos inchados devido ao sono e sua expressão calma.

Simon está diferente.

  Na noite anterior ele disse que iria mudar, e ele estava tentando. Pelo menos foi a primeira impressão que eu tive naquela manhã

- É que... – tentei dialogar mas foi interrompida pelo choro manhoso de Jasmine. Pisquei algumas vezes olhando Simon tampar os ouvidos com as mãos.

- Eu vou morrer de dor de cabeça. – ele reclamou

  Deixei ele ali e fui até o quarto, peguei um remédio em minha bolsa e fui até o berço pegar Jasmine. Ela já havia cessado o choro, mas ainda dava alguns resmungos.

- Tudo bem meu amor. – disse beijando sua testa

  Entrei na cozinha e Simon estava sentado em uma das cadeiras, ele estava debruçado sobre a mesa, utilizou o braço para não deixar a cabeça encostar na madeira. Jasmine me abraçou recostando a cabeça em meu ombro, ela ainda estava sonolenta.

- Senhor. – chamei o mais baixo possível não queria que ele reclamasse sobre sua dor de cabeça.

- Já disse que... – eu estava com a cartela de remédio na minha mão, estiquei o braço e ele pegou. – Obrigado, babá.

 Eu gostava de quando ele me chamava de babá, as vezes eu achava que era porque não lembrava meu nome, mas eu ainda assim gostava.

- De nada. – sorri gentil e ele retribuiu com um leve aceno de cabeça

  Eu tinha que dar algo a Jasmine, mas não tinha onde deixa-la, já que não estava em minha casa. Tentei colocar a garotinha no chão mas ela protestou, logo ameaçou de chorar.

- Senhor, será que poderia segurar Jasmine para eu fazer a mamadeira dela? – perguntei enquanto ele se sentava na mesa novamente, agora com um copo nas mãos.

- Sim. – ele tomou o remédio; entreguei Jasmine a ele, logo ela recostou sua cabeça no peito dele e fechou os olhinhos – Achei que ela não mamava mais, achava que só crianças pequenas mamavam.

- Ela é pequena ainda. – me virei encarando sua expressão curiosa

- É!

- Senhor, Jasmine nem tem um ano ainda. Ah! Lembre que seu aniversário está chegando  – lembrei ele

- É eu sei, afinal não dá pra esquecer seu aniversário, é um dia... – ele mesmo se interrompeu, voltei a minha atenção a quantidade leite que eu adicionava no recipiente em que Jasmine apelidou de dedeira – deixa pra lá.

  O silêncio se instalou na cozinha; peguei a mamadeira já pronta e entreguei a Jas. Me sentei em uma cadeira perto dos dois.

- Babá, posso fazer uma pergunta? – Simon quebrou o silêncio.

- Claro. – ele é seu patrão precisa saber da sua vida, ou precisa saber o necessário.

- Você não pensa em ter filhos?

  Sua pergunta me deixou desarmada, aquele era um assunto delicado de mais pra mim. Eu comecei a brincar com os meus dedos, o nervoso percorreu o meu corpo.

- Não. – respondi seca

- Você seria uma ótima mãe. – senti meus olhos marejarem ao instante em que eu ouvi aquilo, não pude deixar de segurar uma lágrima. E ela escorreu, abaixei a cabeça e pedi ao céus para que ele estivesse olhando para Jas ou outro lugar – Me desculpe!

  Ele tinha percebido droga!

- Porque não vai ver sua mãe? – outra de suas perguntas que me deixaram sem saber o que dizer.

  Ainda de cabeça baixa respondi:

- Eu não converso com a minha mãe, senhor. – eu estava sendo exposta naquela mesa, me sentia assim.

- Ah, eu também não converso com a minha. – ele disse fazendo aquilo parecer comum

 - Por quê? – perguntei ainda fitando a madeira escura da mesa.

- Ela e eu nunca fomos muito próximos, digamos que eu fiz escolhas erradas e ele se recusou a me considerar seu filho. – ele riu debochado e disse algo para Jas que não foz questão de ouvir

- Eu e minha mãe temos um relacionamento complicado. - ele estava sendo sincero e eu também seria, durante muito tempo eu guardei coisas pra mim mesma que pareciam que iram me matar, eu precisava desabar tudo, ou quase tudo – Tudo começou quando viemos para Jeju, eu tinha quinze anos. Até os quinze minha relação com ela era boa, depois foi um fracasso. Acho que decepcionei muito ela.

 - Ninguém é perfeito. – ele disse, passei minha mão no lugar onde a lágrima traçou um caminho e olhei para ele

- Exatamente, o problema era que eu não tinha culpa de nada. – confessei – Eu era a vítima, mas a Jo fez parecer que eu era a culpada, aquela desgraçada, que vontade de destruir a vida dela. -  disse sem pensar

- A mãe do Mad? – Simon me encarou como se quisesse saber mais.

- É um assunto pessoal, por favor não vamos falar isso pela manhã. – eu não iria contar nada a ele, mas não queria deixa-lo sem graça.

- Tudo bem... – ele pareceu pensar em algo – Hyorin, por que não vamos passear com a Jas? nós só vamos embora depois da manhã mesmo. – ele me deu a garotinha que terminava seu café.

- Por mim tudo bem.

••

  Simon segurava uma mão de Jas enquanto eu segurava a outra auxiliando a menina a andar pelo shopping. Nós três – por algum motivo – estávamos sendo observados pelas pessoas que passavam no local. A cena devia ser bonitinha de ser ver.

   Simon parou seus curtos passos e olhou para uma loja, era como se ele estivesse recordando algo. Peguei Jasmine no colo, Simon não disse nada, apenas se direcionou ao local, segui ele.

  Ao entrar na loja pude ver que era uma joalheria. Olhei para o balcão revestido de vidro deixando exposto algumas joias que custavam anos e anos do meu salário. Uma senhora veio até nós.

- Olá senhor Simon, é um prazer recebe-lo aqui.

- Preciso de um presente. – sem nem ao menos cumprimentar a moça, ele logo foi logo dizendo o motivo de sua visita a loja.

- Por aqui por favor. – ela começou a andar e ele seguiu ela, fui até uma das cadeiras luxuosas do ambiente e me sentei

   Jasmine brincava de tirar o sapatinho, ela tirava e eu colocava, ela tirava e eu colocava. Ficamos nessa até Simon voltar ao meu campo de visão, permaneci sentada, ele se pôs a minha frente e se abaixou, ficando em frente a Jas.

- Papai quer te dar um presente. – a moça chegou segurando duas caixinhas vermelha nas mãos, ela deu a menor para Simon, tinha o formato retangular.

  Simon tirou uma pequena pulseira de ouro, colocou no bracinho da garota, tinha uma plaquinha onde continha o nome dela gravado. Jasmine Não entendeu muito bem mais gostou.

- Gostou Jas? – perguntei recebendo um sorriso da menina, aquela pulseira significou muito para mim, afinal Simon tinha dado não por obrigação, ele apenas quis dar. Diferente dos outros – muitos – presentes que ele dava tentando comprar a garotinha.

- Sim.

   Saímos da loja, antes de partimos Simon quis parar em um lugar. Dessa vez era uma pequena loja situada em um corredor vazio do shopping. Ele entrou e uma senhora abriu um largo sorriso, achei que ele seria grosso com ela mas não. Seu sorriso era tão bonito, ele devia sorrir mais. Ele foi até a senhora e a abraçou.

- Achei que iria sumir. – ela disse soltando ele e me olhando, logo ela olhou para Jas e olhou para ele novamente 

- Minha filha...com a Gael. – ele disse e a senhora veio até mim; ela legou Jasmine no colo

- Quem é essa moça bonita? – ela perguntou olhando pra mim

- É a babá. – ele respondeu e eu sorri

- Ela é bem bonita, e Gael? – ela perguntou brincando com Jas

- Morreu. – Simon foi direto, não hesitou em falar

 - Eu sinto muito.

  Eles ficavam conversando muito tempo, e eu apenas olhava curiosa, a senhora parecia conhecer muito bem Simon, ele estava tão solto ao lado dela, dando sorrisos bobos, falava brincando e estava espojado.

  Saímos da loja dela já a noite.

- Quem é ela? – perguntei, aquela altura eu e ele já estávamos “amigos”.

- Uma conhecida. – ele respondeu simplista e eu não perguntei mais nada.

••

  Assim que chegamos em casa, coloquei Jas para dormir, já que ela estava cansada. Fui até a sala e me sentei, Simon apareceu do nada segurando a outra caixinha que comprou na loja.

- Preciso de dar algo. – ele se sentou ao meu lado e eu não entendi nada.

- Senho...

- Simon. – ele me corrigiu, Simon abriu a caixinha e eu pude ver um cordão de ouro com um pingente em formato de uma menina, meus olhos encheram de lágrimas. Eu estava emocionada, aquela menininha simbolizava Jasmine.

- Não vou aceitar senhor, mas eu gostei. – fui sincera, aquele era um presente caro.

- Vai sim! – ele sorriu e me deu a caixinha. – Senão eu irei ficar magoado. – ele fez bico, porra, aquilo tinha sido extremamente lindo. Ele me fez corar, por que eu estava pensando em como ele era bonito?

- Tudo bem. – peguei a caixa e passei os dedos no cordão, era realmente lindo.

- Esse pingente significa que você faz parte da vida de Jas, você merece muito mais do que isso. – ele sorriu e eu retribui boba

- Obrigada Simon.

- Obrigado você. – ele me olhou sério

- Por?

- Por abdicar sua vida pra cuidar da minha filha, eu sou muito grato. – ele pegou minha mão e segurou, sentir o toque da sua sobre a minha me fez corar novamente – Obrigado.

  Eu não sabia o que dizer, eu apenas sorri sem graça, nós nos fitamos por um bom tempo, Simon soltou minha mão e quebrou nossos olhares.

- Hyorin, eu quero conversar com você desde quando chegamos, é sobre o futuro de Jas. – ele fez meu coração acelerar, será que ele iria me demitir? – Eu irei me casar.

O quê? Como assim!

- Eu vou me casar e acho que você não precisa mais cuidar dela, Já que agora alguém vai poder cuidar.

  Levei um soco no estômago

- Senhor, eu quero cuidar dela.

- Não pre...

- Eu quero, por favor, me deixe cuidar dela todo o tempo. – era visível as lágrimas rolando, eu estava desesperada, eu não podia abandonar Jas, ela era meu ponto de paz.

- Hyorin...

- Por favor, você não sabe o quanto cuidar de Jasmine me faz bem, ela é a salvação dos meus dias. – nessa hora as lágrimas se intensificaram, eu não queria me sentir exposta assim. Mas Jasmine era como uma filha, a filha que foi tirada de mim antes mesmo de nascer. Me levantei rápido indo para o meu quarto. Senti a mão de Simon segurar meu braço, assim que me virei ele me fitava curioso.

- Por que Jasmine é tão especial pra você?

- Ela me fez perceber algo. – me controlei e mantive a calma pra falar

- O quê?

- Ela me fez perceber que existe amor, que existe pessoas boas, mesmo sendo um bebê ela me mostrou que eu era especial e importante pra alguém. Me desculpe se isso soa como se eu fosse maluca mas a sua filha parece gostar de mim. Jasmine é a única que realmente se importa comigo, mesmo sendo um bebê. Eu fiz uma promessa e eu vou cumprir senhor, eu irei cuidar dela como se ela fosse minha filha.  

  Simon levou a mão até minha face e limpou as lágrimas com o polegar.

- Eu sinto muito Hyorin, eu não posso voltar atrás. Isso não foi uma decisão que tomei sozinho.

 Outro soco no estômago, eu me sentia acabada, ele realmente estava me chutando depois de tudo que eu fiz para a filha dele.

- Tudo bem.

  Saí em passos apressados em direção ao elevador eu precisava sair dali e pensar. E assim eu fiz.

Como você é estúpida!

 

 

- Você é patética garota! – Jo gritou

- Não diga isso, senhora.

- Você acha mesmo que iria ter essa criança, se casar com DongRim e ser feliz?

- Não diga assim!

- você é burra, além de patética é burra. Eu nunca iria permitir isso.

- Pare por favor. – pedi baixo

- Você acha que DongRim gosta de você? Ninguém gosta! Nem sua mãe, cadê ela nesse momento? Ah é, ela não está aqui. Porque ela foi embora assim que você...

- Cala a boca sua cobra! – sua mão foi direto até minha face, minhas bochechas arderam

- Saí da minha casa! Vai embora da minha vida! Eu juro que se eu ver você de novo eu te mato. Eu te mato! – ela gritou histérica peguei minha mochila e sai correndo dali.

 

 

 


Notas Finais


Quando eu comecei a escrever essa fic eu ainda não tinha uma ideia fixa sobre o final dela, de quantos capítulos teria e outras coisitas. Quando eu resolvi mudar essa história eu quis colocar os sentimentos dos personagens na frente de qualquer coisa, eu queria mostrar aos leitores diversos tipos de sentimentos que uma pessoa pode ter ao longo do dia ou até mesmo mostrar a evolução dos personagens como pessoas. Antes a história seria basicamente romanceXXdesejoXdecisõesXdesejoXsentimentos e nessa versão decidi explorar muito mais do que atração que uma pessoa pode sentir pela outra, resolvi colocar os sentimentos na frente de qualquer atitude tomada pelos personagens. Cada um que apareceu até aqui tem uma história de vida (criada por mim é claro),e tudo vai se esclarecer as poucos, eu sei que parece confuso mais as coisas vão se explicando conforme a historia evoluir. Bom, espero que não se incomodem com POV'S porque vai ter alguns kjkk
A fanfic será dividida em fases, essa fase que acabou agora foi mais uma introdução para o que vem por ai, alguns personagens vão ser mega importantes para o desenvolvimento da história. Já sei quantos caps vão ter hehehe Espero que vocês não tenham se decepcionado com as mudanças que eu resolvi fazer até agora em TBS.
Era só isso mesmo meu povo
PS: Gentiney a mãe do Mad vai ser chamada de Jo (que é o sobrenome dele) na fic porq eu não sua criativa pra nome então vai ser chamada assim mesmo, e eu decidi deixar só Jo mesmo kjkkkk sorry. E não gostem dela.
PSS: O próximo será um POV
Bjs, até <3


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