História The Baby Sitter - Capítulo 4


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor, Castiel, Família, Revelaçoes, Sexo
Exibições 38
Palavras 1.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Plano Infalível


Fanfic / Fanfiction The Baby Sitter - Capítulo 4 - Plano Infalível

No dia seguinte, de manhã, umas 8:42 liguei para o número que a Mia me deu do Castiel. Precisei ligar umas 2 vezes para ele poder atender. 

Ligação on: 

- Alô? – falei nervosa

- Alô? Quem é? – perguntou ele

- A B-Bell. A babá que eu acho que a Mia te disse... – falei mais nervosa ainda

- Ah!!! A Mia me falou mesmo de você! – Castiel parecia estar bastante ocupado

- E então? Quando posso começar a trabalhar na sua casa? – minhas mãos já estavam suando de tanto nervoso.

- Minha turnê irá começar na próxima quarta, então, como hoje é terça, amanhã de manhã umas 6:00, você já pode começar, ok? – explicou

- Tudo bem... Então, até lá! – falei tentando animá-lo, mas ele não parecia estar nem um pouquinho animado

- Ok. Tchau. – ele desligou sem me dar a menor importância, oque me deixou bem triste.

Ligação off.

Após desligar o celular senti um grande aperto no coração. Só de saber que amanhã, eu iria começar a trabalhar na casa do meu grande ídolo, Castiel Collins. E também por ele ser um pouco frio comigo no celular... Mas isso não importa! Oque importa é que pelo menos arranjei um “bom” emprego.

Mansão Collins, 3:15 da tarde; P.O.V Kiara

Eu estava em meu quarto estudando para a prova de Ciências que seria amanhã. Até meu pai entrar em meu quarto. Ainda estava chateada com ele por contratar uma imbecil de uma babá para cuidar de mim, sem a minha permissão.

- Kiara... Podemos conversar? – sentou-se na cama ao meu lado, mas me afastei.

- Oque é? – respondi sem olhá-lo

- Em 1° lugar, me respeita que eu sou seu pai. Em 2° presta atenção, e em 3°, por favor não seja tão rebelde! – ele disse quase perdendo o pingo de paciência que ainda lhe restava.

- Olha só quem fala, papai! Já não me contou que era pior que eu? 

- Kiara, olha só, não vim aqui para falar sobre isso. Queria dizer que sua babá nova, irá chegar amanhã de manhã. Portanto, trate-a com respeito, ou senão você vai ficar sem sua guitarra e 1 mês sem ir brincar com a Denise. Tá bom pra você? – ele parecia bem sério ao dizer essas palavras. sinceramente, eu já tenho 8 anos e não preciso de ninguém na minha cola.

- Tá avisada né? – sai do quarto


Assim que ele fechou a porta, joguei um travesseiro na mesma. Meu pai nunca havia me deixado tão irritada quanto hoje. Essa ideia absurda tinha que ter um fim! Se ele não dar, eu dou.


Ligação on: 


- Denise? 


- Fala miga! – ela parecia estar mastigando alguma coisa.


- Deni, eu preciso que você me ajude. – falei impaciente


- Vish... Qual é a dessa vez? – ela disse num ar de quem já tinha passado por isso várias vezes.


- Meu pai consegui me tirar do sério com aquela ideia idiota de “contratar uma babá”, e ela vai chegar amanhã de manhã. 


- Tá, e depois?


- Preciso que depois do colégio você venha pra minha casa e me ajudar a infernizar a vida dela, para que ela me ache uma pestinha, vá embora e me deixe em paz. Aí, quero que você me ajude a fazer esse inferno na vida dela. E aí? – eu disse com um pouco de maldade na voz


- Kiara, você perdeu seus miolos né? Está ficando louca? Se eu te ajudar? Seu pai vai nos dar uma bronca, depois isso tudo vai chegar aos ouvidos do meu pai, e quem se ferra sou eu! Lógico que não vou te ajudar! – de repente ela fica séria


- Vai me deixar na mão? Quantas vezes te ajudei nos seus planos? – perguntei tentando tirá-la a prova.


- Deixe-me ver... Nenhuma! – falou ela 


- Denise! Oque custa? – implorei


- Minha vida. – Denise começou a fazer drama. Era bem típico dela.


- Não exagere! Veja pelo lado bom... 


- Não tem lado bom. – ela continuou a fazer drama.


- Por favor! Denise!!! 


- Vamos parar por aí, isso que você tá fazendo não tem cabimento! E aliás, seu pai deve ter bons motivos para contratar uma babá! – não é possível que ela também vai ficar do lado dele!


- Eu sei, mas olha a minha idade! Você não acha que sou bem grandinha pra isso? – eu estava tentando ao máximo possível, fazer a Deni concordar comigo. E parece que dessa vez, deu certo.


- É... Isso não posso negar... Vai! Eu te ajudo! Mas se sobrar pra mim depois, te entrego pro seu pai! – fala num tom “responsável”


- Yeah! Falou Denise! Mais tarde ligo! – dou um pulinho de alegria.


- Tchau. – desliga.


Ligação off. 


- Agora tenho uma aliada no meu grande plano infalível! – dei uma risadinha maligna.


No dia seguinte, 5:15 AM, P.O.V Bell:


Saí de casa muito ansiosa e nervosa para o meu 1° dia de trabalho. Peguei um táxi, segui o endereço indicado pela Mia e cheguei no local. Era uma mansão linda, branca com detalhes marrons na frente; ao lado havia uma grande garagem, também com um grande carro, e na entrada, a porta era recebida por dois grandes jarros de plantas artificiais. 


- Castiel? – toquei a campainha


- Oh, não! Sou Li, a empregada dele. – respondeu uma mulher com um tom de voz frio e aparência física Oriental.


- O Castiel está? – perguntei olhando por dentro da mansão.


- Sim. Pode entrar, vou chamá-lo. – a mulher me convidou pra entrar, eu sentei e ela foi chamar o Castiel.


Minutos depois ele apareceu na sala. Eu sempre fui nos shows da banda dele, mas vê-lo tão de perto assim, o deixava mais bonito do que era ao só ver do palco. A cada passo que ele dava, seus cabelos vermelhos na altura dos ombros, balançava de um lado para o outro. Vestia uma blusa de banda cinza, uma jaqueta de couro, uma calça jeans e um all star preto.


- Você deve ser a Bell, não é? – assim que ele entrou na sala, me olhou intensamente e eu fiz o mesmo. Não é atoa que ele é considerado um dos caras mais lindos da França...


- S-sim... Sou eu... Isabel Lavigne! – apertei sua mão


- Bom... A Kiara deve estar dormindo... Quando, ela descer pode... – foi interrompido pelos passos de uma garotinha de cabelos pretos e de pijama azul descendo as escadas.


- Não precisa avisá-la, papai. Já estou aqui. – ela desce, se posiciona ao lado do pai e cruza os braços.


- Oi Kiara! Meu nome é Isabel! De agora em diante, vou ficar aqui cuidando de você! – tento ser a mais legal possível, mas parece que não tem jeito.


- Hum. Legal. – diz ela num tom frio. Frio não! Gelado.


- Kiara, se comporte! Eu tô indo pra gravadora e quando chegar, não quero saber de gracinhas, ok? – ele se vira e sussura para a filha.


- Ok, ok. Pode ficar tranquilo. E aliás, vou pra escola mesmo... – faz uma cara de tédio.


- Vou confiar em você! – dá un beijo na testa da filha, sorri pra mim e vai embora.


- Então... Vai pra escola de que horas? – perguntei dando um sorriso sem mostrar os dentes.


- Te interessa? – me olha com deboche


- Olha Kiara, eu não quero ser chata com você. Por favor, colabora! – tentei amolecer seu coração.


- Não vou ficar aqui e lero-lero com você. – sai correndo para tomar banho.


- Ai, ai. Não vai ser nada fácil conquistar essa menina... – suspirei cansada.



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