História The Baby Sitter - Capítulo 8


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Categorias BoA, Mad Clown, Simon D., Sistar
Personagens BoA Know, Hyoryn, Mad Clown, Personagens Originais, Simon Dominic
Tags Babá, Gray, Hyorin, Mad Clown, Personagens Originais, Simon D
Exibições 85
Palavras 1.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpe se tiver erros.
Notas finais por favor
Boa leitura.

Capítulo 8 - Yes


Fanfic / Fanfiction The Baby Sitter - Capítulo 8 - Yes

 

— Dá próxima vez vê se não me deixa ir embora chapada! — digo furiosa enquanto Soyou sobe as escadas.

— Tá bem Hyo, foi mal poxa, mas o que aconteceu? — senti meu estomago revirar, minhas mãos suaram só de me lembrar da noite anterior.

— Nada. — menti na cara dura e continuei seguindo ela — E com você, aconteceu algo?

— Aconteceu. — ela se virou para mim animada — Eu peguei um cara lindo Hyo, ele era perfeito. — ela suspirou e voltou a andar

— E como se chama? — perguntei curioso

— Não me lembro. — ela deu os ombros e parou em frente a porta do quarto de Simon.

— O que vai fazer aí?

— Limpar ué, esse é meu trabalho. — disse debochada segurando a maçaneta — E você, veio espionar meu trabalho a mando da Kim? — bufei e fiquei olhando alguns segundos para face divertida dela — Já sei, você veio ver o chefinho.

— Sua babaca, eu só tô afim de conversar hoje. — disse cruzando os braços; ela abriu a porta do quarto e entrou, segui ela.

 O quarto não tinha nada de mais, a não ser uma porta branca que combinava com a decoração calma do quarto.

— O que tem ali? — apontei para a porta e Soyou olhou

— Não sei, quem limpa ali é a senhora Kim. Daqui a pouco ela vem

  Não podia negar, eu estava super curiosa para saber o que tinha atrás daquela porta. Soyou estalou os dedos na minha face me fazendo voltar a realidade.

— O que foi? — perguntei

— Nada...

— Vem me ajudar a arrumar a cama.

  Tirei os travesseiros que estavam em cima da cama e joguei para minha amiga.

— Parece que o patrão teve companhia. — Soyou retirava as fronhas do travesseiro

— Oi? — perguntei encarando ela enquanto eu puxava o lençol

— Tá com um perfume ruim, de vagabunda barata. — ela sorriu — O cheiro do perfume do patrão é bom.

  O perfume era de BoA, afinal ela tinha dormido ali. Todo um ódio ferveu dentro de mim. Como eu sentia repulsa de mim e dele. Como foi possível? Eu tinha acabado de transar com ele e depois ele dormiu com ela. Minha face mostrava o quão enojada eu estava.

— Não me diz que você fica cheirando os travesseiros? — pergunto sorrindo para disfarçar, porém não adiantou, Soyou percebeu.

— Não. O perfume dele é forte de mais. — ela conclui e pega lençóis novos dentro de uma enorme cômoda que ficava no canto — O que  aconteceu, Hyo? — aquela pergunta me fez engolir seco, eu não queria guardar o que eu estava sentindo, mais seria muito louco se eu contasse o que tinha acontecido.

  Kim entrou no quarto e roubou nossa atenção.

— O que faz aqui, babá? Esse não é seu trabalho.

— Eu só estava conversando com minha amiga, precisava espairecer a mente.

— Ah sim.

  Ela se direcionou até a porta, olhei para Soyou rapidamente e recebi seu olhar cumplice, fui atrás de Kim. Antes que ela pudesse fechar aquela porta minha boca abriu em um enorme O. Era o closet da senhorita Gael. Tinha algumas caixas no chão, mas mesmo assim parecia o paraíso.

  Ela olhou para mim e fechou a porta, aquele lugar seria algo sagrado? Voltei para perto da cama e me sentei, Soyou veio e se sentou perto de mim.

— O que está acontecendo? — ela perguntou novamente

— Nada. Eu só estou cansada. Vou ir ver Jasmine. — me levantei e dei um sorriso para ela.

  Jas estava dormindo, eu não iria acorda-la só quis sair do quarto, fugir das perguntas de Soyou e tentar colocar meus pensamentos turbulentos em ordem.

  Fui até a sala, me sentei no sofá. Minha mão cobriu minha face, repousei minha cabeça e tentei evitar de pensar em tudo. Senti alguém sentando do meu lado.

— Soyou, eu já disse que não aconteceu nada, me deixa. — disse ainda com as mãos na face.

— Acho que a Soyou não ficaria contente com a comparação. — era Simon

Puta que pariu!

  Me levantei rapidamente, não respondi nada. Fui em direção a sala de jantar, já que era o ambiente mais próximo de mim.

— Por que está fugindo?

— Por quê? — parei de andar e virei para ele — Eu não estou fugindo, estou te evitando, não quero falar com você, não seja sínico senhor.

— Eu não intendo

— Nem eu. — fui sincera — Quando estávamos em Jeju eu achava que estávamos nos dando bem, que vivaríamos amigos pela Jas, mas depois você me beijou e eu fiquei confusa, depois você sumiu por uma semana. E quando foi ontem você e eu transamos. — me aproximei dele — E você ainda tem a capacidade de dizer que quer só sexo.

Ele fica em silêncio, seus olhos me fitavam como se quisessem  ler minha mente. Eu queria muito que ele parece de me olhar assim.

— E não gostou? — ele arqueou uma sobrancelha e eu arregalei os olhos

— O quê?

— Responde minha pergunta. — ordenou

— Odiei. — menti, eu tinha gostado, por isso estava me condenando

— Mentira, você gostou só não quer falar, — ele cruzou os braços — por que não aceita minha proposta?

— E o que eu ganho com isso? Sexo grátis quando você quiser? — digo debochada e me afasto um pouco — E o que eu ganho heim?

— Eu.

— Você tá noivo... — digo em voz baixa — você não pode trair sua noiva rica com a babá da sua filha. — suspiro encarando ele. Simon era bonito, legal as vezes, estava tentando ser um bom pai, algo nele me cativava e era bem mais do que aparência. Eu sabia que ele não era aquele cara durão que todo mundo obedecia, por dentro ele era alguém tão machucado quanto eu.

— Eu não a amo, nunca vou amar. — ele descruzou os braços e enfiou as mãos nos bolsos.

— Eu...

— Hyorin, esqueça ela. Aceita. Você quer, mas se dizer não eu não irei te perturbar mais, se dizer não, vai ser não a partir de agora.

  Fiquei em silêncio sem saber o que fazer ou falar. Eu estava odiando pensar que iria aceitar aquela insanidade.

— Me encontre as nove na garagem, vamos sair. Se você não for eu saberei que você não quer. — ele disse e saiu andando, não me deu tempo de responder

— Merda. O que eu faço?!

//

   Eu quis me matar, quis me jogar da escada. Eu queria que o céu caísse sobre mim. Eu queria não estar vestindo minha melhor roupa. Eu não queria estar calçando meu melhor sapato. Lá estava eu, descendo a escada de madeira, indo encontrar Simon. Era nove e dez, eu tinha me atrasado devido a arrumação. Depois de uma tarde inteira pensando no que fazer eu decidir ir até ele.

Hyorin, você já está no inferno, aproveita e abraça o capeta.

  Andei em passos curtos até a garagem, assim que entrei no local vi Simon, ele estava encostado em um dos carros digitando uma mensagem. Assim que ele notou minha presença ali, me fitou curioso.

— Eu achei que não vinha.

— Eu não iria vir, mas decidi dar uma chance. — fui bem sincera com ele.

  Simon abriu a porta do carro e eu entrei, havia pouca luz no local e dentro do veiculo estava um breu.

  Ele deu partida no veículo assim que entrou; ele dirigia atentamente. Meus olhos não desgrudavam da estrada movimentada.

— Onde vamos? — perguntei

— Você vai ver.

  Não demorou muito para que Simon estacionasse em frente ao local. Era um restaurante Japonês. Desci do veiculo e segui ele. Seus passos eram apressados e eu tive que fazer um esforço para acompanhar seu ritmo.

  Entramos no estabelecimento e uma mulher veio ao nosso encontro.

— Senhor Simon. — ela se reverencia e ele faz o mesmo bem discreto — Vamos?

— Sim.

  Ele seguia ela, e eu seguia ele. Subimos para o segundo andar, havia um corredor com duas portas de correr, uma de frente a outra. Ela puxou uma porta para que nós entrássemos. A sala tinha uma enorme mesa no centro com almofadas pretas e vermelhas em volta. Uma parede era de vidro dando total visão ao lado de fora. Simon retirou o sapato e eu fiz o mesmo. Me direcionei até uma das almofadas e sentei. Simon sentou bem na minha frente, apenas a mesa nos separava  

— Acho que precisamos discutir algumas coisa.

— Diga. — disse curiosa

— Hyorin, eu tenho uma maneira um pouco diferente de me relacionar com as pessoas...

— Se relacionava assim com a Senhorita Gael? — perguntei sem maldade alguma e ele percebeu isso, deu apenas um sorriso gentil enquanto murmurei um pedido de desculpa

— Sim.

— E que maneira é essa? — perguntei

— Primeiro me diga se está disposta a entrar no meu mundo? — eu já estava ali mesmo, voltar atrás não era meu forte

— Sim.

 A porta fez um barulho, voltei minha atenção para o homem que entrava na sala.

— Aqui está. — o homem entregou um envelope para Simon e me fitou

— Obrigado. — ele sorriu e o homem levantou as duas sobrancelhas e saiu do local me deixando sozinha com Simon. — Bom Hyorin, teremos que reavaliar alguns pontos, já que você não vai abrir mão do seu trabalho como babá.

— Não vou mesmo. — respondi mesmo sem entender onde ele queria chegar.

— Acho que deve ler isso aqui em casa, — ele me entregou o envelope — você vai poder rabiscar o que não estiver disposta a fazer.

  Peguei o envelope e abri apenas revelando uma parte que dizia:

Contrato

Assinado hoje __________, 2016 (O início da vigência)

 

_______________________________

(dominador)

________________________________

(Submissa)

 Fechei o envelope sem entender muita coisa, mas aquelas duas palavrinhas martelarem em minha mente. Dominador e submissa. Eu não estava acreditando

— Esse é só um rascunho...

— Me desculpe Simon, mas eu não sei se é isso que eu quero, não gosto disso. — olhei em seus olhos

— Você já tentou? — ele apoiou os braços na mesa

— Não

— Então como não gosta?

— Não sei, nunca tentei esse tipo de relação mas acho...

— Por que não tenta?

— Eu não vou assinar um contrato só para tentar. — digo

— Não precisa assinar. — ele se levanta e vem até mim, ele estende a mão me ajudando a levantar — Vamos só tentar, tudo bem?— segurei sua mão macia e me levantei

— Tudo bem. Onde vamos?

— Vamos tentar. — ele sorriu malicioso e eu o fitei — Não se preocupe. Não vou fazer nada que não queira.

— Tá bem. — digo indo em direção a porta; calcei meus sapatos. Eu não tinha nenhuma ideia de onde estávamos indo. Eu simplesmente iria confiar em Simon. 


Notas Finais


Gente, esse inicio de contrato eu me baseei no de 50 tons de cinza kkk Acho que todos os contratos desse tipo começam assim então...
É isso (carinha de nervosa)
Eu não sei se vocês leram os avisos mas a fic vai ter um pouco de Sadomasoquismo (leve), se você chegou aqui depois que comecei a reescrever essa fic você não sabe né? Acho que não avisei no primeiro cap dessa nova versão, mas na outra sim, me desculpem, mas podem continuar lendo (se gostarem né) KKKK
Bjs amores <3


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