História The bad girl - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~jadc

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel
Exibições 50
Palavras 1.573
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


o cap ta sentimental hoje, mas foda-se! Eu iria fazer ele cedo ou tarde mesmo.

Capítulo 13 - ''a melhor mãe do mundo''


-Idiota!- dei um tapa em seu braço e ficamos conversando o resto do intervalo.

Nós conversamos bastante, muitas garotas com um amor não correspondido pelo extrato de tomate, vieram me interrogar na maior cara de pau! Elas diziam como: ''você saia de perto dele, ou vai se arrepender! Ele é meu!'' , mas o ruivo apenas respondia: ''eu não sou de ninguém! E fico perto de que eu quiser!''. Eu definitivamente estava gostando daquilo, tipo, ele estava mandando todas tomarem no meio do cu, indiretamente, pra falar comigo. E ficou nessa viadagem o intervalo todo.

 Quando o sino bateu, todos estavam indo para as salas, mas como eu e Castiel somos alunos exemplares, é claro que ficamos andando pelo corredor e NÃO fomos para a aula! Só que, como o universo esta sempre conspirando CONTRA mim, a porca rosa tinha que esta no corredor. E adivinhem? Ela perguntou porque não estamos na aula, então eu falei que tinha ido beber água, e o ruivo que tinha ido no banheiro, mas a velha gorda não engoliu e foi levar a gente na sala de aula. E adivinhem de novo? Era aula de química! E eu ODEIO química! Enfim, a porca nos colocou para dentro da sala, mas por sorte ela não perguntou nem entrou na sala, ela só nos colocou para dentro. 

-Vocês vã...- finalmente a lerda da professora notou que tinha entrado duas pessoas na sala.- Vocês dois! Andem! Sentem ai!- ela falou e apontou para uma bancada com a cabeça. Assim fizemos, eu e tomate mutante.- Como eu ia falando antes de me interromperem...- ela disse olhando para mim e depois para o ruivo. Nunca me segurei tanto pra não rir!- As duplas de bancada de vocês hoje, será a sua dupla para os trabalhos pelo resto do ANO! E antes de questionarem, eu não ligo se um de vocês não gosta da sua dupla! Hoje vocês vão fazer assim...- ela explicou tudo que era para fazer, e sim. Eu entendi, bom,  mais ou menos.

-Beterraba.- ele falou e eu o olhei- pega o seu jaleco e seu óculos embaixo da mesa e veste! Antes que a velha veja!- ele sussurrou a ultima parte. Peguei as coisas e me coloquei.

-Tomate, você entendeu o que é pra fazer?

-Nem uma palavra!- eu bufei e expliquei o que entendi.

-Entendeu agora?- ele negou- Ok mister anta! Vai colocando esse aqui nesse, depois esse nesse, ai coloca esse treco aqui e faz isso ai!- ele ia fazendo tudo enquanto eu anotava umas coisas que a professora colocou no quadro. Quando do nada alguém grita e eu olhei o que era. A loira azeda tinha colocado um bagulho errado, cousando uma mini explosão. Eu e o ruivo começamos a dar risada enquanto o coitado do Lysandre tentava limpar as coisas dele. Tadinho cara, por causa de mim e do ruivo ele teve que ficar com a idiota loira.- Que... Idiota mano!- disse entre risos. Minha risada aumentava cada vez mais, e a do tomate também.

-VOCÊS DOIS! CALEM A BOCA AGORA!- gritou a professora com a veia da testa saltando.

-Calma ai Delanay!- disse o ruivo

-Verdade. Você não esta mais na idade, se continuar assim vai ter um ataque do coração! Não quero que você morra por minha causa! Principalmente se vier puxar meu pé à noite!- depois disso demos mais risada ainda.

-OS DOIS! VÃO PARA A SALA DA DIRETORA! AGORA!- demos mais risada. Ela ta tendo praticamente um piripaque! Nós saímos da sala e eu comecei quando consegui parar de rir.

-Ariel, vamos ser obedientes e ir ate a sala da porca velha, ou...- ele me interrompe

-Partiu porão porra!- sorri e fomos ate o porão, só que passamos na frente de uma sala e escultamos vozes.

-Eu vou abrir uma parte para o ensino fundamental um. O problema é que os prédios para as novas turmas só irão ficar prontos no semestre que vem. Mas quero eles prontos logo! Por isso trate de conseguir mais pessoas para trabalhar nessa construção... E sem nenhum ''mas''! Passar bem.- eu e o ruivo saímos correndo e fomos direto ao porão.

-Era disso que a Valérie estava falando!- disse o tomate

-Quem é Valérie Ariel?

-Minha mãe tabua!

-Pra que isso jovem? Tu anda muito agressivo hein!- falei e fiz ele bufar. Me levantei e fui em direção aos instrumentos.

-Vai onde tabua?

-Pegar a guitarra ué!- peguei a guitarra e comecei a afinar.

-Você falou na sala uns dias atrás que, gostava de rock, mas quando te vi tocar aqui no porão, não era das nossas bandas em comum.

-É porque eu estava tocando rock brasileiro Ariel! E eu também disse naquele dia que, eu não esculto só rock. Disse que gostava de quase todos os tipos de música, isso inclui, as populares, as eletrônicas, algumas do brasil e umas que minha mãe cantava pra mim...- quando falei da minha mãe, veio uma saudade repentina que, por um momento, pensei que iria chorar.

-Sua mãe... Você fala dela com uma emoção. Por que ela te emancipou? 

-Minha mãe não me emancipou. Ela morreu a um ano.- falei olhando para ele

-Mals ai... Eu não sabia. Desculpa por te fazer lembrar dela.

-Não precisa se desculpar. Lembrar da minha mãe é bom... Sabe, ela era a melhor mãe do mundo, quando eu estava triste ela me animava, quando eu estava em umas escolas e umas meninas zombavam de mim, ela mandava eu ''descer o pau'' nelas. Ela me ensinou uns truques de defesa pessoal, me botou nas aulas de muay thai e de karate. Eu lambro de quando eu fui expulsa pela primeira vez de uma escola, meu pai me deu uma bronca  eu ia levar uma surra, mas ela não deixou e, quando eu fui para o meu quarto, ela foi comigo e quando chegou lá trancou a porta e me perguntou o que aconteceu. Naquela época, eu tinha cabelo preto com mechas azuis, e ele era um pouco abaixo da cintura. Ela falava que não acreditava na diretora e que queria saber o que realmente aconteceu eu disse que tinha batido nela porque falou mal de mim, e ela disse que eu tinha batido pouco porque ela saiu só com o olho roxo e com o nariz quebrado, disse que da próxima vez, era pra a pessoa que me provocou ou me bateu, sair com algum braço ou perna quebrados, sem pelo menos dois dentes, com o nariz quebrado e os dois olhos roxos.- eu dei um meio sorriso quando me lembrei de como ela dizia como eu tinha que bater, e como minha ''vitima'' tinha que ficar-. Lembro de quando ela me falava que, mesmo meu pai não gostando, e o resto do mundo também não, a unica pessoa que tinha que gostar de como eu me vestia, de como eu agia e de como eu era, era eu. Ela vivia me falando pra seguir meu sonho de ser cantora e aprender a tocar instrumentos, que na minha cidade eram citados como coisa de homem, tocando um lindo ''foda-se, vão tomar bem no meio do cu''. Quando eu fui expulsa pela segunda vez, foi pouco tempo antes de ela morrer. Ela tinha viajado pra resolver umas coisas e, eu fiquei sozinha com Adam. Ele me deu uma surra. Mas não foi umas cintadas ou chineladas, ele me espancou. E de quebra ainda me botou para estudar na escola em que ele era diretor, só para poder me vigiar. Minha mãe tentou me tirar de lá, mas ele falou umas coisas para ela, e isso deixou ela muito mal. Eu não sei o que ele disse, minha mãe tinha me trancado no quarto para eu não escultar. Eu só sei que, depois desse dia, minha mãe sofreu um atropelamento e morreu no hospital, antes de morrer ela me falou:''um dia você vai se livrar do seu pai, mas isso pode demorar um pouco filha. Só não esqueça de uma coisa por favor, eu sempre estarei do seu lado, não importa o que aconteça! Nunca deixe de ser quem você é! Mesmo com o mundo todo indo contra! E só mais uma coisa: eu te amo!''. depois ela morreu. E minha vida se tornou um inferno!- uma lagrima solitária desceu no meu rosto. Ela foi enterrada aqui, por isso quis morar aqui, na casa que era dela e dos meus avôs.

-Poxa... Sinto muito.

-Não gosto que sintam pena de mim, eu não queria, mas ela teve que ir, e ninguém pode fazer nada para impedir. Eu só sei que, eu já não gostava do Adam, mas depois disso eu comecei a odiá-lo mais do que tudo no mundo! Ela matou minha mãe! E sabe, ela me ensinou uma coisa também. E nem sabe!

-O que ela ensinou?

-A não me apaixonar! Ela infelizmente, amava Adam, por isso nunca o deixou. Essa conversa que eles tiveram antes do acidente, era sobre infidelidade, como eu sei? Eu escultei ele falar que traia ela. Mas não escultei com que.

-Eu nem o conheço, mas já odeio Adam pra cacete!- dei um meio sorriso.

-Então, vamos parar com esse papo triste! Quero que você toque pra mim! Mas tem que ser rock brasileiro! (AUTORA: é assim o gente. Eles moram em uma cidade chamada Sweet City. Ironia? Sim. Essa cidade é na frança, e eles escultam rock do brasil também! Por quê? Porque eu quero!)

-Se insiste... 


Notas Finais


Gostaram?????????????????
BEIJO NA BUNDA GOSTOSAS!


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