História The bad girl - Capítulo 66


Escrita por: ~ e ~jadc

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel
Visualizações 148
Palavras 1.116
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 66 - "Nós vamos embora. Pra bem longe, meu amor.


Três dias se passaram.

Três dias e eu aqui, nesse galpão sujo com esses monstros me vigiando noite e dia, como se eu fosse um animal selvagem. 

Eles não me desamarraram por completo nem por um segundo, o máximo é deixar minhas mãos livres por algum tempo, tentando me fazer comer. 

E de alguma forma, estão me vigiando 24 horas por dia. Eu suponho que seja por câmeras, já que a sala não é necessariamente grande e eu fico sozinha por grande parte do dia. 

-Pensativa, não? - falou Nathaniel entrando na sala, deixando a porta aberta, mas sem me permitir ver o que tinha além - Finalmente você comeu. Pensei que seu orgulho a faria morrer de fome. 

Realmente eu comi, mas só um pouco, em parte porque eu estava quase desmaiando de fome, e isso é algo que com certeza não me ajudaria agora. 

-Vai mesmo me dar um gelo? Não ficou satisfeita com a surra que levou de Debrah ontem por me desrespeitar? - Minha cabeça ainda doía dela me batendo contra a pilastra na qual estou amarrada - Eu não posso te bater, mas ela... 

-Cretino. - murmurei sem olhá-lo.

-Uma pena que pense isso de mim. Seria tão mais fácil com você aceitando que fomos feitos um para o outro. - Ele suspirou. 

Psicopata. 

-Tenho uma surpresa pra você, querida. Um velho amigo. - Ele saiu da sala - Espero que se divirtam - gritou já longe. 

Então Dakota entrou pela porta. E a fechou. 

-Sentiu minha falta? - Veio até mim e segurou meu queixo com a mão. 

-Claro. - respondi sarcástica, dando um sorriso amarelo em seguida. 

-Não gostei do seu tom. - Ele me socou na barriga com a mão livre. Segurei um grunhido de dor e ódio. 

No dia anterior, quando recebi a surra de Debrah, logo que ela saiu percebi que estava sangrando. E sei que aquilo poderia ser qualquer coisa, menos algo bom. Tomei tantos golpes na barriga que já esperava isso, mas mesmo assim chorei por ter perdido o bebê. Acho que talvez eu tivesse uma esperança em um milagre, ao menos uma vez. 

-Vamos conversar então...

Lucy off


Castiel on

-FAZEM TRÊS DIAS! COMO ASSIM NAO FAZEM A MÍNIMA IDEIA DE ONDE ELA ESTÁ? - gritei com o delegado. 

-Estamos fazendo tudo que podemos... - O delegado foi interrompido por Vitor. 

-Não importa! Vocês tem que fazer MAIS! 

-Se fizessem tudo o que podem mesmo com certeza já teriam achado! - Viktor. 

-Já falamos, é complicado, nós procuramos primeiro aqui na cidade, mas ao que parece ela está longe. Sem falar que não sabemos quem foi o sequestrador. - respondeu normalmente como se fosse algo insignificante. 

-Eu já falei antes - comecei tentando manter o controle - mas vou ter que falar de novo. Pouco me importa se não sabemos quem foi, vocês tem que encontra em minha mulher! - Senti os olhos arderem, se de raiva ou saudade, não sei dizer. - Eu estou te implorando à três dias que façam isso! Ela está grávida, pode muito bem estar sendo torturada, ou qualquer coisa horrível pode acontecer com ela enquanto estamos sentados esperando! 

-Eu sei, Mas mesmo assim, vocês não podem se meter. Avisei antes que vocês podem acabar atrapalhando. - Olhei para ele com ódio, ainda segurando as lágrimas - Agora por favor, saiam da minha sala. 

Então eu, Viktor e Vitor saímos da sala. 

Castiel off


Lucy on 

Estavam todos os quatro na minha frente. As quatro pessoas responsáveis pela perda de uma vida. Pela perda da vida que eu carregava. 

E eu odeio essas pessoas mais que tudo em minha vida. Tudo. 

Dakota, Nathaniel, Debrah e Julia (AUTORA: pra quem não lembra é o nome da tia da Lucy, mãe da Diabrah). Todos me encaravam. 

-Qual é o propósito disso? - perguntei, a voz rouca, os encarando da mesma forma. 

-Acho que ela merece saber, não é filha? - Debrah assentiu para a mãe - Então, eu só estou ajudando a me certificar que minha filha vai ter um final feliz. O qual eu não tive, graças a sua mãe. 

-Sério? Vai mesmo querer discutir isso? - disse - Você não está com Adam?

-Sim, mas eu tinha esperado demais. Minha filha não vai perder a vida dela esperando um homem que é dela por direito... - interrompi. 

-Isso é ridículo. Ele não gosta da sua filha. E nunca vai gostar sabendo que ela planeja matar a mim e ao filho dele. - Julia riu com deboche. 

-Quem disse que ele vai saber? - Debrah sorriu, e disse:

-Você vai sumir com Nathaniel. E quem vai consolar o nosso querido guitarrista, talentoso e sentimental quando ele souber que você fugiu com outro? Eu estarei lá com ele, enquanto você estará muito, muito longe daqui. 

-Hum. E onde o desgraçado... digo, Dakota entra nessa história? - perguntei. Mais para passar logo o tempo que para saber mesmo. 

-Só vou ajudar mesmo. - Ele respondeu - Estou recebendo um bom dinheiro. - comentou. 

-E por isso, nós vamos embora. Pra bem longe, meu amor. 

Vinheram até mim. Mas algo na minha mente me fazia querer deixá-los o mais distante possível. Pânico. 

Sim, é pânico o que eu estou sentindo. Comecei a me debater, mas eram quatro contra um. E o um não sentia mais as pernas havia um tempo. 

Então me seguraram, soltaram e carregaram até algum lugar claro. 

Quando meus olhos finalmente se ajuntaram a luz cegante do Sol, percebi. Estávamos uma floresta. Mas muito, muito dentro da mata. 

Me carregaram por mais alguns metros, muitos, poucos, não sei dizer. Só sei que quando pararam de me segurar e me jogaram no chão, estávamos todos em um barco. 

Então, depois de me amarrarem, zarparam com o barco e navegaram até o horizonte. 

Para o horizonte onde ninguém nunca mais veria Lucy Megan novamente. Me doía não ter falado a Castie o quanto eu o amava. Me doía não ter falado a Lya e Rosa o quanto era grata pela amizade com inúmeras risadas. Me doía não ter falado a Vitor e Viktor que eram as melhores pessoas do mundo por cuidarem de mim tão bem quanto um pai e um irmão. Me doía não ter agradecido a Clara, tia Val e Jean por terem se tornado tão importantes. Me doía não ter falado a Alex e Hique que eram as divas mais incríveis existentes. Me doía não ter tido o cuidado de agradecer Lysandre por cuidar de Castiel, e Violet por cuidar de Lysandre. 

Me doía não poder sequer dizer adeus a grande família amorosa que me acolheu de braços abertos.

E uma lágrima escorreu por eles. Por tudo que não os falei. 

E que nunca mais poderei falar. 



Notas Finais


Sem nada pra dizer porque hoje ficou bem sad p Cap.
Não me culpem se vi dois filmes tristes em sequência e quis deixar as coisas emocionais demais.
TÁ LEGAL?
Comentem.
BEIJO NA BUNDA GOSTOSAS!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...