História The Basics of Love - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Roland
Tags Outlaw Queen, Outlawqueen, Regina Mills, Robin Hood
Visualizações 136
Palavras 3.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi <3! Primeiramente, demorei mais pra postar esse cap porque tava tentando entrar em um acordo com ele, no final das contas, o acordo não foi feito, mas tá tudo bem. Segundamente¿? o próximo cap talvez demore mais :( eu ia acabar ele pra poder postar esse aqui, mas eu tava com o dedo e a mão toda coçando pra soltar logo, preciso me controlar help.
Chega de dahdahdah, mais um cap pra vocês:

Capítulo 5 - Dança comigo?


"Sometimes, you have to let it go,

if it is meant to be,

you'll find each other again"

 

 

   Até agora nada estava do jeito que eu queria, ainda não estou pronta, Mary está tocando a campanha igual louca para eu atender, a toalha em que sai com do banho ainda está presente em mim. É muito mais proveitoso e preferível eu ficar em casa sentada no sofá saboreando alguns dos melhores companheiros no momento, meus vinhos, mas não, tenho que ser praticamente arrastada, de dentro da minha própria casa, para ir à um baile. Estou começando a achar esse evento uma grande perda de tempo.

 

  — Regina, você está crua ainda, faltam quarenta minutos! - quando abri a porta de entrada, me deparei com uma amiga já pronta e me dando bronca. Parabéns, Regina, começou muito bem sua noite.

 

  — A culpa não é minha se não tenho mais a mínima vontade de ir, Mary Margaret. - fui subindo as escadas novamente com a mulher atrás.

 

  — Você até pode não querer ir, mas isso não te deixa no direito de estragar uma noite muito especial para outras pessoas, só porque perdeu o sentido pra você.

 

  — Eu não iria estragar a noite de alguém só por chegar atrasada. - quase não prestei atenção no que ela dizia, eu estava me maquiando e é melhor que eu tenha concentração.

 

  — Gina, isso é muito importante para Justine e Robin, e é exatamente por isso que você vai, não quer decepcioná-los.

 

  — Eu não sei aonde quer chegar com isso, Justine me perdoará, mas não me importo com o que é ou deixa de ser importante para ele. Não mais. - afastei o pincel da maquiagem e me virei para olhá-la.

 

  — Caramba, rainha de gelo. Tá bom, teremos mais tempo para falar disso, agora anda logo.

 

  — Faz um favor pra mim e depois vê se sossega. Pega meu vestido ali no closet.

 

•~

 

  Faltando dez minutos eu estava pronta, havia combinado com Jefferson, que o encontraria em um lugar específico do salão, não quis que viesse me buscar, não me senti confortável o suficiente.

 

  Olhando no espelho, eu me sentia o próprio ecstasy. O vestido preto caíra como uma justa luva, nos meus pés estava um par alto de scarpin preto. Meu cabelo optei por deixá-lo solto, estava passando um pouco dos ombros.

 

  Diferente de muitos vestidos que vestiriam neste baile, o meu não era rodado, ou até mesmo de uma cor clara, como nude ou coisa do tipo, era preto e justo, por fim o que eu mais queria que tivesse, brilho, se eu não posso ter nem o par que gostaria, pelo menos que o vestido fosse.

 

  Depois que Mary chegou eu havia ficado mais animada, mas de repente essa sensação se esvaiu, me deixando novamente com os belos pensamentos de antes, ficar em casa e esquecer este evento. Mas eu tinha que fazer isso por Justine... por Robin, "não me importo com o que é ou deixa de ser importante pra ele", quem eu quero enganar? Essa foi a pior mentira minha até o momento, eu sei que me importo, e muito, com o que ele considera importante em sua vida, mas já não tenho mais nada a ver com isso, não há sentido em se preocupar com esse tipo de coisa. 

 

  Sou desperta desses pensamentos por leves batidas na porta, as quais eu respondi somente com "entre" um pouco baixo.

 

    — Vamos, já está mais do que na hora. - Mary me alerta sobre o tempo, cuja eu nem mesmo tinha lembrado mais.

 

.

 

  —  Marian, pra que tanta demora? Não é uma verdadeira realeza. - sem paciência, eu já olhava meu relógio de cinco em cinco minutos e nada de minha acompanhante aparecer.

 

    — Não é uma, mas é como se fosse sim e se eu estou com você, devia me agradecer por estar maravilhosamente linda.

 

  Algumas atitudes dessa mulher me enjoam, como ela podia ter um ego e uma alto-estima tão altos? O que eu estou fazendo?

 

    — Vamos, querido, as pessoas esperam pelo melhor casal dessa noite. - e como sempre, querendo prestígio e atenção todos para ela.

 

.

 

  O salão está cheio como o previsto, lustres e a decoração toda exatamente pensada para o encantamento de qualquer um. Ao entrar no salão, pessoas me cumprimentam e eu retribuo cordialmente, Mary teve que ir junto à seu par e eu estava procurando pelo meu.

 

  Jefferson me avistou pegando uma bebida de um dos garçons que passaram na hora e veio até mim.

 

    — Boa noite, Mills. - proferiu em um tom galanteador.

 

    — Boa noite. Porque demorou tanto para me encontrar aqui?

 

    — Não é tão fácil de encontrar a rainha de quatro bailes do mesmo evento, as pessoas procuram por ela e parece que ninguém encontra. 

 

    — Lidar com a fama é algo difícil. - joguei os cabelos para o lado em um tom irônico do qual nós dois rimos. 

 

  Durante nossa conversa, descobri que ele já tivera uma filha, mas ela não vivia mais com ele porque é maior de idade, segundo ele. É anestesista em um hospital um pouco longe daqui, é alérgico à pelo de animal, o que confesso, me deixou chateada, mas não posso fazer nada. A conversa fluiu de uma boa maneira, mas poderia ter sido melhor.

 Uma música começou a tocar e seguimos em direção à roda de pessoas que se formara ali para dançarmos. A melodia era calma, suave, meus olhos passaram por cada pessoa ali no meio, até que eu encontrei Robin, um frio me percorreu a espinha e meu pés travaram no meio da dança. Não há palavras para descrever a minha sensação neste momento, era um misto se sentimentos tão grande, nem eu mesma pude identificar todos.

 

    — Regina... você está bem? - meu parceiro voltou seu olhar para mim com um semblante preocupado por causa da minha parada repentina.

 

    — Eu estou bem, foi só... nada, já passou. - dei meu melhor sorriso à ele e voltamos a dançar. 

 

  Por que, Robin of Locksley? Por que? Qual é o seu problema? Aparece sempre nas horas mais inusitadas, me fazendo sentir coisas que ao mesmo tempo que não desejo nem ao meu pior inimigo, quero que o mundo todo sinta amor como esse. Não desejo nem ao pior inimigo, pelo fato de doer muito quando o sentimento é deixado de lado. Mas desejo à todos porque é único e verdadeiro. A companhia, a calmaria e alegria que uma só pessoa pode trazer e aquecer o seu coração é inimaginável, você é capaz de compreender quando sente, não há palavras que descrevam o quanto eu amei  Robin, o quanto eu amei e talvez ainda ame meu ex-marido. Será que isso soa errado? 

 

.

 

  Falei com alguns convidados durante o tempo antes da primeira dança, Marian está do meu lado o tempo todo, não desgruda nem um segundo. Está começando a ficar ridículo e extremamente desagradável.

 

  Não posso mentir, enquanto rodava o salão procurei por ela, mas não sei nem se viria.

 

  A música começou e minha companhia me puxou diretamente para a pista, tentando ficar bem no centro dela. Fez questão de colocar minha mão no lugar que ela queria, pelo amor de Deus, ela queria mostrar que estava com alguém. Se não fosse pela minha mãe, e talvez, só talvez, minha curiosidade de ver Regina hoje, eu não teria comparecido.

 

  No meio da dança olhei para os casais ao nosso redor, assistindo uma cena que me deixou em completo desconforto, ela estava nos braços de outro homem, mas eu não posso criticá-la, também tenho alguém nos braços e nem por isso ela se achou no direito de reclamar.

 

  Quando nossos olhares se conectaram, uma lembrança veio em minha mente, o dia em que eu a vi no parque andando com Roland quando estavam saindo. A mistura de sentimentos que senti chegou a ser horrivelmente horrível, a vontade de sair com ela por aquelas imensas portas do salão que me abateu agora fora enorme, mas seria errado, eu estaria pensando somente em mim e não nela, e se isso não fosse o que ela quisesse? E se continuar a manter essa distância fosse realmente melhor para nós dois? Me dói dizer que sou divorciado, isso me mostra que o que era para ter dado certo, acabou não dando, dói mais ainda saber que foi com Regina Mills, a mulher por quem eu me entreguei por causa do amor, na qual jurei proteger todos os dias, fazer companhia e servir de apoio quando não tivesse nem ao menos um.

 

    —  Senhoras e senhores - a voz de Gold no microfone me tira dos pensamentos - por favor, abram espaço para o rei e rainha do baile anterior, para que concedam esta dança, obrigado.

 

.

 

 You & I (nobody in the world) - John Legend

 

             You fix your make up, just so

   (Você retoca a maquiagem, só por fazer)

 

                Guess you don't know

              (Acho que você não sabe)

 

                   that your beautiful

                        (Que é linda)

 

          Try on every dress that you own

       (Experimenta cada vestido que tem)

 

  Quando as pessoa foram se dividindo e formando um círculo em volta do centro, os dois se olharam por uns cinco segundos, parecia que estavam tentando ler um ao outro. Se aproximaram e colaram os corpos como se fosse a última vez que se encontrariam desse jeito, em uma dança como essa. Entre eles, há dois corações procurando serem acolhidos um pelo outro mais uma vez, atrás de afeto.

 

    — Vocês está linda, milady.

 

    — Digo o mesmo, Locksley.

 

    — Sabe o que uma noite como esta me lembra?

 

    — Talvez eu saiba, mas é melhor você falar antes. - eles se permitiram esquecer dos problemas e dar atenção somente ao o que ocorria ali.

 

    — Tá bom então... me lembro da primeira vez que viemos à este mesmo centro, neste mesmo evento e período do ano.

 

                   Out of all the girls

                (Entre todas as garotas)

 

               You my one and only girl

           (Você é minha única menina)

 

        Ain't nobody in the world tonight

   (Não há ninguém no mundo esta noite)

 

   — Eu estava tão nervosa - começaram a dar um riso contido para não chamar mais atenção do que já estavam bem no meio do salão - parecia que eu iria explodir de ansiedade a qualquer momento.

 

         All of the stars, you make them

          (Todas as estrelas, você as faz)

 

           shine like they were ours

         (Brilhar como se fossem nossas)

 

             Ain't nobody in the world

        (Não há ninguém no mundo esta noite)

                       but you and I

                 (A não ser você e eu)

 

                        You and I

                       (Você e eu)

 

    — Parecia mesmo, mas eu fiz você se acalmar, e como.

 

    — Robin, eu prefiro não lembrar do momento, será mais fácil para nós. - a mulher mudou de humor repentinamente quando o ex-marido começara a lembrar de que fizeram amor e sexo antes e depois do evento. Regina acredita que se não lembrasse dos pontos altos desse relacionamento, o esquecimento viria mais cedo e mais rápido.

 

       You stop the room when we walk in

       (Você para o salão quando entramos)

 

            Spotlights on everybody staring

     (Holofotes ligam, todos estão olhando)

   

                  Tell all of these boys

             (Diga para esses meninos)

 

               they wasting their time

       (Eles estão perdendo o tempo deles)

 

                 Stop standing in line

                 (Parem de ficar na fila)

 

                  cause your all mine

            (Porque você é toda minha)

 

  Um pequeno espaço de tempo se passou e Robin já não aguentava mais, sabia que se perguntasse o que queria, dependendo da resposta dela, definiria o que teriam de fazer daqui pra frente.

 

    — Regina, eu preciso muito perguntar isso.

 

    — Sim? - os olhares ficaram conectados a todo o momento durante a dança.

 

    — Você se arrepende? - aquela pequena palavra envolvia mais do que um divórcio, ela sabia disso. Envolvia uma vida e um relacionamento todo, uma história, que se ela disse "sim", ambos fariam questão de aceitar a dor para apagar acontecimentos como uma simples borracha apaga o rabisco de um lápis, que nesse caso, era a linha de um passado, se cruzando com a do futuro.

 

    — Eu... eu não sei, não faço a mínima ideia. - a vontade de derramar pequenas lágrimas voltou, mas ela não faria isso na frente de tanta gente, tinha dado graças aos céus que as pessoas não podiam escutá-los conversando - Você se arrepende?

 

    — Eu também não faço ideia, e isso dói, como dói. Não saber se o que foi feito deveria realmente ser, ou se ainda havia a solução que estávamos procurando.

 

    — Talvez tivesse que ter acontecido... para podermos crescer e perceber o que havia de errado dentro de nós. Precisávamos resolver primeiro a batalha interna, para depois nos resolvermos juntos.

 

    —  É... talvez. - foi a última coisa dita entre eles por hora, qual mal perceberam já havia acabado e outros casais estavam adentrando ali novamente. Se afastaram em um movimento súbito sem olhar para trás e saíram buscando seus pares mais uma vez.

 

•~

.

 

  Esse ano Robin e Marian foram eleitos, Justine não quis me falar muito, ficou chateada pelo fato daquele abutre ter ganhado junto à seu filho, mas segundo ela, isso não era para ter acontecido "foi o absurdo mais absurdo que eu já vi em todo a minha vida e olha que isso tem tempo!", ano que vem provavelmente teria uma dança deles então, se ela continuasse a morar por aqui.

 

  A festa já está no seu fim e eu estou extremamente acabada, quando chegar em casa irei largar o vestido em algum lugar que acharei amanhã e dormirei. Dancei com mais algumas pessoas as últimas músicas, e por fim sentei-me no balcão do bar de tamanho médio dali. Coloquei minhas mãos cobrindo os olhos por conta do cansaço e da dor de cabeça irritante que me atingira.

 

      —  O melhor que tiver, por favor. - aquele sotaque britânico se fez presente e eu já sabia quem era.

 

      —  Parece que alguém está afim de perder a cabeça hoje. - fiz com que ele notasse minha presença virando-se para mim.

 

      —  Eu te diria o mesmo se não soubesse que está com dor de cabeça.

 

      —  Como você sabe?

 

      —  Regina, foram dez anos ao seu lado, eu sei o que sente.

 

      —  Dez anos jogados no lixo.

 

     —  Mas serviu para vermos a merda que duas pessoas são capazes de fazer. Você mesma disse que foi preciso para crescermos.

 

     —  Eu não estou a fim de discutir com você agora, é melhor eu ficar quieta.

 

     —  À vontade.

 

     — Mesmo com dor de cabeça eu ainda sim aceito uma bebida, obrigada. - dei um leve sorriso para não fazer desfeita, não o deixaria beber sozinho, não do meu lado.

 

      — Duas, por favor. - sinalizou para o funcionário do bar.

 

     — Então, sem querer ser mal educada, mas já sendo, cadê seu chicletinho de embuste? - não, eu não estava bêbada.

 

     — Regina, não fala assim dela. - eu não acredito que ele está a defendendo, é a gota d'Água mesmo!

 

     — Falo e digo mais, porque quando nos separamos ela não saia de perto de você, parecia que queria esfregar na minha cara que perdi. 

 

     — Perdeu o que?

 

     — Per-perdi... um momento da vida? - e minha famosa crise de ciúmes deu suas boas vindas novamente. Por que eu tinha que dizer algo em que o significado é "perdi o amor da minha vida para uma vagabunda"? É humilhação demais ter que admitir um pesadelo como esse.

 

     — Aham.

 

     — Aham o que, Locksley? - eu já estava a ponto de perder a paciência, quando graças aos céus nossas bebidas chegaram.

 

     — Eu só disse "aham", não precisa de motivo pra isso, pelo amor de Deus!

 

     — Ótimo!

 

     — Ótimo!

 

     — Eu só não te jogo essa bebida porque seria um horrível desperdício, mas  vontade não falta! - parecia instantâneo, toda vez que brigávamos isso acontecia, nossos corpos pareciam ímãs se atraindo, indo cada vez mais perto. Minha cabeça, além da dor, tinha raiva e perdição ao mesmo tempo.

 

     — Joga, pode jogar, bebida é o que não falta nesse balcão, Mills. - ele só pode estar de brincadeira com a minha cara.

 

     — Locksley, você não sabe aonde se mete, para de brincar com fogo.

 

     — Eu sei muito bem com quem eu mexo, sei muito bem no fogo que eu coloco a minha mão - demos mais um passo à frente e já não sabíamos de quem era a respiração ali, as duas tinham se misturado. - principalmente o que está bem em baixo do meu nariz.

 

  Como se lêssemos os pensamentos um do outro, selamos os lábios em um beijo de saudade, mas sem pressa, talvez a pressa estragasse momentos que foram feitos para serem lembrados e relembramos a cada dia. Fomos do lixo ao luxo em menos de segundos.

 

  Queria eternizar essa noite pelo resto de minha vida, obrigada Mary por me ter feito sair de casa e vir para cá, mudei de opinião sobre ser perda de tempo.

 

.

 

  Com um pouco mais de esforço do que eu imaginei, tive que descolar meus lábios e sentimentos de Regina, passei minhas mãos segurando delicadamente sua cabeça, com nossas testas encostadas, eu queria me redimir, pedir perdão por não ter compreendido-a quando nos isolávamos e pedíamos socorro um ao outro, naquele momento em que os únicos capazes de nos ajudar, eram nós mesmos, juntos.

 

   Mas não consigo, algo prende essas palavras formando um bolo em minha garganta. Praguejo contra mim até os dias de hoje por aquele fatídico e horrível dia ocorrido em nossas vidas anos atrás.

 

.

 

  O ex casal se desgrudou e com um aperto no coração, deixaram o outro livre para que se virasse e fosse embora, coisa feita pelos dois, cada um foi para um canto, Regina para a porta da frente e Robin para a porta dos fundos, sua mãe estava lá pronta para ser levada até sua casa. 

 

  Pelo menos hoje, nessa negra e estrelada noite, com mais um memorável evento na vida deles, iriam dormir sentindo que aquela enorme e pesada culpa em suas costas, diminui um pouco, pouco esse que os tranquilizou minimamente quanto ao fato do futuro.

 

-\-\-\-

  

  Eu só o (a) deixei ir, pelo simples fato de que o amanhã está sempre disponível até não abrirmos mais os olhos, mas se isso me acontecesse hoje, não seria algo doloroso, ou que eu tivesse um pequeno arrependimento de algo não feito nesta noite. Robin (Regina) ainda ronda os meus pensamentos e aparentemente não será fácil de expulsá-lo (a) daqui.

 

  Nossas células estão em constante renovação, se dissesse que estou imensamente feliz por algum dia meu corpo ser completamente sem toques dele (a), estaria mentindo mais uma vez. A sensação pode até sumir, mas a memória fica.


Notas Finais


desculpa qualquer erro, obrigada por favoritarem e comentarem na fic, me deixa imensamente feliz!!❤️ Até mais :))

vestido da Regina: https://instagram.com/p/BPGchSRh6lt/


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