História The Bat - Capítulo 2


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Categorias Batman, Mulher Gato
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Dick Grayson, Dr. Jonathan Crane (Espantalho), Dr. Thomas Wayne, Harvey Dent (Duas-Caras), Henri Ducard, Martha Wayne, Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley / Poison Ivy (Hera Venenosa), Selina Kyle (Mulher-Gato)
Exibições 10
Palavras 2.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como no anterior, espero que gostem.

Capítulo 2 - O Capuz


Fanfic / Fanfiction The Bat - Capítulo 2 - O Capuz

- Bruce Wayne é o Batman? - Confuso, Gordon olha para Harvey Dent, enquanto ao lado do homem-morcego, que acaba de acordar. - Droga, Harvey... Heh... - Cuspindo sangue, o homem vestido de morcego consegue falar algumas palavras, mas com uma voz rouca e fraca. - Me desculpe, Bruce. Eu falei na hora... 

- Não, tá tudo... Bem.. Ugh... - Batman se levanta lentamente, com a ajuda de seu amigo. - Bruce Wayne, você está preso. - Diz James Gordon, enquanto trava a mira de sua arma no homem-morcego. - Gordon... Eu ouvi falar que você é uma boa pessoa... Que é o único policial bom que restou nessa cidade. Você sabe o que tem que fazer.

- Não, Sr. Wayne. É o certo a se fazer. Levante suas mãos. - Gordon se aproxima de Batman, que rapidamente domina seu braço e joga a arma do tenente para o chão. Com um chute em seu estômago, Gordon começa a cambalear. - Me desculpe, Gordon. Eu e você somos as únicas esperanças dessa cidade, se o que eu ouvi esteja certo. - Harvey assiste o homem-morcego partir, enquanto ajuda Gordon. - Tenente, me prometa... Você não vai contar nada sobre o Batman. Ele quase sacrificou a vida dele por você. - Gordon ouve suas palavras e continua em silêncio. 

Um dia depois, Arnold Flass visita o quarto do tenente no hospital. - O Comissário Loeb me enviou aqui porque ficou sabendo que você lutou contra o Batman. Então, como foi? Conseguiu alguma informação? - Pergunta Flass, segurando sua cintura, onde está sua arma. - ...Não. Nada... Eu só... Levei uma porrada. - Enquanto Flass ri, Gordon pensa sobre sua esposa. 

Uma semana depois. - O morcego está chegando mais perto, senhor! - Diz Gabe, o ajudante do Doutor Karl Hellfern, dentro de uma van, enquanto está atrás vigiando a porta. Enquanto dirige, Karl resmunga, dizendo que odeia morcegos. Em sua moto, Batman segue a van, atirando alguns batarangues contra o automóvel. O homem-morcego abandona sua moto e consegue subir na van, jogando Gabe do carro. 

- Doutor Karl Hellfern, conhecido como "Doutor Morte". Culpado de várias mortes policiais e de civis inocentes. Criador e vendedor de armas e drogas no mercado negro. Acha que vai escapar do morcego? 

- E você acha que isso é uma boa frase de efeito, morcego?! 

- Eu não ligo para isso. Você vem comigo. 

Karl consegue abrir a porta, se jogando da van. Batman pula da van junto, correndo contra o criminoso. Se jogando contra o "Doutor Morte", Batman lhe dá alguns socos e lhe desmaia.  A moto do vigilante chega no local com o piloto automático, e ele foge nela ao ouvir as sirenes da polícia. Gordon sai de seu carro, vendo Karl no chão. 

- Hellfern...

- Ele não estava morto? - Pergunta Flass, que se lembra da suposta morte de Karl, em uma explosão de seu próprio laboratório. - Sim, ele estava... - Responde Gordon, que vê uma marca do morcego acima da van. 

Em um banco, três homens com máscaras vermelhas entram armados. Gritando que é um assalto, os homens começam a atirar em qualquer lugar, com sua risada agoniante. Uma das balas de um acerta o outro, que cai morto, e os dois restantes continuam rindo. Vários homens com máscaras vermelhas entram no local. 

- Nós somos a gangue do Capuz Vermelho! - Diz o líder deles, que usa um terno e uma arma. - Eu sou, obviamente, o líder, o Capuz Vermelho! Eu chamo o resto de Stanley, mais fácil para lembrar. - O Capuz Vermelho atira nos dois que estavam rindo da morte do terceiro. - Eles, por exemplo, eram o Stanley 28 e 13. Odeio o senso de humor doentio deles. - O líder da gangue se aproxima do atendente do banco, apontando sua arma contra ele. 

- S-sim, senhor? - Diz o atendente, tremendo. - Calma lá, rapaz. Eu não vou te matar se você me falar onde está o seu chefe. 

- Quem? O Sr. Falcone? Ele não está mais na cidade. 

- Ah, que pena... - A bala que sai da arma do Capuz Vermelho atravessa pela cabeça do atendente. - Bem, senhores, vamos indo. - O líder começa a andar até a porta. - Hã, Eric, não vamos pegar nenhum dinheiro? - Diz um dos criminosos. 

- Do que... Você me chamou? 

- D-desculpe, Chefe!

- Stanley 56, você sabe... - Capuz Vermelho vai andando até o seu subordinado. - Eu não tenho um nome. NENHUM DE VOCÊS sabem meu nome e nem o de cada um. Se eu souber que não devo confiar em vocês, então sabem o que acontece. - Capuz Vermelho bate em seu subordinado com sua arma até a morte.

Capuz Vermelho começa a pensar em sua família, trazendo lembranças. Alguns meses antes, Eric Border discute com sua mulher, Jeanie Mitchell sobre seu filho, Lonnie, e tudo mais. - Eu já disse pra você, estamos fracassados! Eu sou um comediante de bosta, e você deveria arranjar a merda de um emprego! - Grita Eric. 

- Isso não é um motivo para se tornar um criminoso! Você deveria se divertir com o seu filho e criar boas lembranças para a criança! 

- Criar boas lembranças, como? Mas que merda, olha o local em que vivemos, Jeanie! O teto pode cair a qualquer momento e nem temos uma porta direito! Eu não quero que o meu filho viva em um lugar como esses! 

- Nem eu, Eric, mas ignore isso, e viva sua vida! Ele é a única coisa que nos restou, a única coisa que pode dar bem na nossa vida! - Lonnie estava ali, ouvindo a discussão. - Filho... Vai pra cama. Já é tarde... - Diz Jeanie, que leva o garoto para sua cama. Enquanto vê sua mulher levando seu filho, Eric pega suas malas e foge de casa, chorando. 

- Eu prometo voltar, meu amor. Eu prometo que darei a você e ao Lonnie uma ótima vida!  - Grita Eric. No presente, o Capuz Vermelho termina de espancar seu subordinado, quando vê uma sombra com grandes orelhas. - O morcego. Pensei que você era uma mentira da polícia. - Ao virar para trás, ele dá de cara com Batman. Os outros da gangue apontam suas armas contra o vigilante. - Não, não atirem. Ainda não. 

- Capuz Vermelho. Culpado de várias mortes de criminosos. Conhecido por seus assaltos e suas ameaças de morte contra cada homem, sendo ele bom ou mal,  de Gotham. 

- Que palavras refinadas, ein, morceguinho? 

- Você vem comigo. - Ao ouvir as palavras, o líder faz um sinal com sua mão, e o resto das 12 pessoas da gangue que estão no local, começam a atirar. Usando uma bomba de fumaça, Batman desvia de algumas balas, mas duas atingem sua perna e seu braço, respectivamente. Batman consegue desarmá-los com seus batarangues, mas o Capuz Vermelho original escapa. 

Os doze restantes se juntam contra Batman, e começam a espancá-lo. - Estou indo, senhor. - De dentro de uma caverna, Alfred fala com seu patrão. Um carro vermelho guiado remotamente pelo mordomo destrói a entrada do banco, atropelando os doze criminosos. Eles conseguem fugir, mas Batman puxa um e quebra sua perna, desmaiando-o.

O criminoso, sem sua máscara, acorda em uma sala de interrogação totalmente escura. O homem-morcego aparece nas sombras, ativando a luz da sala. - Onde eu estou?! 

- Sua designação é Stanley 14, não é? Sua ficha diz. Qual o seu nome, o de verdade? 

- Eu nunca vou falar! Se eu falar, você não sabe o que ele faria comigo!

- Tenho certeza que não seria pior do que eu estou prestes a fazer com você. Me diga, AGORA! 

- Tá bom, tá bom! Meu nome é Bill Robinson!

- E quem é o seu líder?! 

- Isso é uma informação crucial! Por favor! - Batman começa a socar Bill e o joga contra a parede. - Você sabe como isso é importante? Você sabe quantas pessoas podem morrer por culpa disso?! QUEM É O SEU LÍDER?! QUAL O SEU PRÓXIMO ALVO?! 

- Argh... Seu nome é Eric! Eric Border! Nós decidimos atacar a Ace Chemicals! 

- Ace Chemicals? O prédio? O que querem lá?! Quando?! 

- Hoje a noite! Um gás feito por Karl Hellfern! O nosso líder vai usar para espalhar o terror nos criminosos e destruidores de Gotham! 

- O que esse gás faz...?

- É um gás venenoso, que modifica as ações do corpo humano e o transforma em uma máquina de matar! 

- Isso não faz sentido, mas é como um zumbi, hm... Droga. 

Batman desmaia Bill com sua cabeça e desaparece nas sombras. Enquanto isso, Gordon está procurando por algumas cartas recebidas das ameaças do Capuz Vermelho, em seu escritório. Batman aparece atrás dele. - Wayne, não precisa ficar com a máscara aqui. 

- Não, eu preciso do Batman. E você também. 

- Eu não preciso do Batman, e nem Gotham City. Eu não sei o porque ainda não te prendi.

- Você confia em mim. Bem, não é pra isso que vim aqui. Eu descobri o próximo alvo do Capuz Vermelho. O prédio da Ace Chemicals.  Ele quer usar um gás feito pelo Doutor Hellfern e matar as pessoas que ele vem ameaçando. 

- Esse filho de uma...

- O ataque vai acontecer hoje.

- Precisamos chegar lá, rápido. Vai sozinho, eu vou depois, preciso avisar aos outros. 

- Então tá. - O homem-morcego pula pela janela, caindo em cima de seu avião, o Batwing. Ele rapidamente alcança o prédio, saltando de sua aeronave e planando na entrada do prédio. - Procurem as invenções de Hellfern! Vão! - Com um grito do líder, os quarenta restantes membros da gangue começam a correr, procurando o tal gás mencionado. 

- Patrão Wayne, a cavalaria está chegando. - Ao ouvir as palavras de Alfred, Bruce sorri e sai correndo para dentro do prédio. Gordon e os outros policiais chegam logo depois. - Pessoal, eu quero que cerquem o prédio! Flass, Branden. Chamem seus grupos, vamos invadir. Essen, você lidera o grupo que vai ficar aqui fora. Vamos, vamos! 

- Sim, tenente Gordon! - Sarah sorri e começa a gritar com o resto dos policiais, mandando-os se posicionar. Chegando lá, Batman enfrenta um dos criminosos e consegue o desmaiar usando seu joelho. - Chefe, o morcego chegou. - Diz um outro criminoso, que estava vigiando o local, para um walkie-talkie. Batman rapidamente consegue prender seus braços e o joga no chão, desmaiando-o com um chute. 

- Pessoal, acho que precisamos cancelar o plano!  - Grita o líder, quando outro da gangue aparece correndo. - Chefe, a polícia está aqui! 

- Hoje é sem dúvidas o pior dia da minha vida. É como dizem, basta um mal dia que leva o homem para fazer loucuras! - Capuz Vermelho começa a matar os trinta e oito restantes de sua gangue com sua arma, rapidamente. - É ótimo ter ganhado essas habilidades, mas preciso escapar...

- Você não vai! - Batman aparece a alguns metros de distância do líder da gangue, que começa a correr. A perseguição se estende até o terraço, onde o Capuz entra em seu helicóptero e começa a pilotá-lo. Usando seu arpão, Batman consegue alcançar o helicóptero e uma troca de socos acontece ali dentro. O helicóptero destrói o prédio Ace Chemicals e cai lá. 

Batman e Capuz caem perto de tonéis de ácido, quando o criminoso escorrega e cai, mas Batman consegue segurar sua mão. - Deixe-me ajudá-lo, Eric! Eu sei o que aconteceu com você, eu posso te ajudar! 

- Você sabe o meu nome... Ugh, não! Eu prometi pra minha esposa que eu iria voltar e dar uma vida boa para os dois! Estar dentro de uma prisão não é uma vida boa! Eu sei o que você faz, morcego! Você dá falsas esperanças e apunhala as pessoas pelas costas! Eu nunca vou confiar em você! VOCÊ É O CULPADO DE TUDO ISSO! 

- Se acalme, Eric! Você não está pensando direito! 

- Cale a sua BOCA! - Eric começa a bater na mão de Batman, que, com os golpes, não consegue segurar o homem. O criminoso começa a cair, gritando algumas palavras, finalizando com um "o Capuz Vermelho nunca morre". No ar, ele tira sua máscara e a joga, com ela caindo no chão.  Ao cair no tonel de ácido, um grito sai de sua boca, ecoando por todo o local, e seu corpo desaparece. 

- Não... Droga... Eu... Falhei... - Batman cai no chão, ajoelhado. Com os  passos de Gordon e os outros, ele desaparece, junto do capacete do Capuz Vermelho. Chegando lá, Gordon e os outros policiais encontram o terno flutuando no tonel. - Como o terno... Continua ali? - Gordon ignora as palavras dos outros, que zombavam da morte do Capuz, e continua a pensar sobre sua pergunta. 

- Eu falhei, Alfred. - Com uma voz melancólica, Bruce olha para a máscara do Capuz Vermelho, dentro de sua caverna, agora personalizada. - Patrão, você tentou...

- Mas eu falhei. 

- O importante é que você tentou. As vezes, não conseguimos o que queremos, mas precisamos continuar tentando. Você não deve parar só por causa de uma falha.

- Acho que... Você tem razão, Alfred. - Bruce olha para seu mordomo, um antigo amigo, e sorri. Enquanto isso, Jeanie assiste ao noticiário. - O criminoso morto foi reconhecido como o líder da gangue do Capuz Vermelho, Eric Border. Ele foi impedido pelo vigilante de Gotham, o homem-morcego. - Ao ouvir o nome de seu marido, Jeanie começa a chorar, e, de uma gaveta, pega uma arma.

A bala atravessa seu peito, e ela cai no chão, ainda quente. Ouvindo o disparo, Lonnie, de onze anos sai correndo, vendo sua mãe morta no chão. Chorando, ele se vira para a televisão. "Morto pelo Batman". Com essas palavras, Lonnie fecha seus dois punhos. - Eu vou matar o Batman. 



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