História The beauty and the monster - Capítulo 23


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Categorias 2NE1, Big Bang, Epik High, IKON, Lee Hi, WINNER
Personagens Bobby, Cl, G-Dragon, Lee Hi, Mino, Mithra Jin, Park Bom, T.O.P
Tags Ação, Casamento, Lee Hi, Máfia, Mistério, Top
Exibições 131
Palavras 1.648
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu juro que nunca mais prometo postar rápido, sério kkkk
Não, eu não encerrei a fic, eu tô viva e viva a Jesus!
Eu ando meio sem criatividade (?) atolada na faculdade, mas é a vida que segue. Sinto muito pela a espera interminável.
Boa leitura.

Capítulo 23 - O que vem fácil, vai fácil


A mesma sala mal iluminada de sempre, as mesmas pessoas ao redor da mesa, mas por incrível que pareça, as pessoas as quais sempre duvidaram de sua capacidade estavam o ovacionando de pé. Era isso o que ele sempre desejou, nos seus mais profundos sonhos aquele seria o momento mais feliz da sua vida, infelizmente algo faltava que não deixava esboçar um sorriso sequer. Nunca pensou que pudesse amar alguém como amava aquela criança que sempre o desobedecia. Poucas horas se passaram desde que ela saiu correndo da mansão aos prantos e aquela cena não saia da cabeça, sentia-se um tanto enojado consigo mesmo, não apenas por ter tido uma relação tão íntima com um parente próximo, mas também pelo o que ele fez no passado.

- Eu cumpri a minha parte no acordo, agora se certifique que estará bem longe dela. – seu tio sussurrou num tom amargo, antes de deixar a sala.

- Parabéns, irmão! – Mino esperou que o tio se afastasse para vir até Seung Hyun. – Você sempre quis isso certo?

- Certo. – respondeu curto enquanto juntava seus papeis espalhados sobre a mesa.

- Como está a cunhada?

- Não sou mais casado.

- Hm? – Mino olhou confuso para o homem que se levantou da cadeira com pressa para não dar mais explicações.

- Nós nos falamos outra hora, eu preciso realmente ir. – o mais velho saiu rápido daquela sala sem mesmo olhar para trás ou ter tempo de escutar o tchau mal pronunciado de seu irmão.

 

3 meses depois

 

- Por que será que você faz tão mal assim à mamãe? Céus! Eu vou vomitar todo meu café se continuar assim. – Ha Yi resmungava para própria barriga enquanto a esfregava com a mão livre, na outra carregava uma pequena pastinha com fotos da ultrassom que tinha acabado de fazer do bebê.

Seguiu para fora do consultório em direção ao elevador praticamente cambaleando pelos corredores brancos do prédio que abrigava muitos tipos de médicos. Encostou na parede fria e espelhada do elevador assim que apertou o térreo, fechou os olhos calmamente e tentou controlar o imenso enjoo que sentia todas as manhãs. Em algum andar próximo o elevador parou e sequer se importou em abrir os olhos ou se endireitar em seu lugar. Preferia ficar daquela forma, caso contrário, poderia correr o risco de manchar a roupa de alguém importante caso se movesse.

- Eu não posso acreditar! Cunhada? – Mino pulou para dentro do elevador e agarrou a garota sem reação em meio aos seus braços fortes. Todo o movimento, tanto o susto quanto o balanço do abraço, fez com que ela se inclinasse na direção do chão e liberasse o conteúdo de seu estômago. – Caralho! – prendeu seus cabelos compridos numa das mãos rapidamente para que estes não se sujassem. – Cunhada, você está bem?

- Oh, Mino! Me desculpa! Droga! – continuou inclinada sem conseguir dirigir o olhar para o rosto do rapaz.

- Eu não devia ter te sacudido tanto, está tudo bem. – apertou o botão para o elevador parar no andar mais próximo e com cuidado conduziu a menina para fora. – Vá se limpar no banheiro, que sorte que foi tudo parar no carpete do elevador.

A garota não conseguiu dizer nada, apenas acatar a ordem de Mino que se ofereceu para segurar sua bolsa e também a pasta que levava nas mãos. Quando ela entrou na porta semiaberta do banheiro, alguns papeis soltos caíram da pasta e ele se agachou para pegar aquilo que o deixou um pouco perplexo. Uma foto em preto e branco mostrava a forma de um bebê pequeno ainda no útero, e uma etiqueta insistia em dizer que aquele exame era mesmo de Ha Yi. Sem conter a curiosidade, abriu a pasta e leu as informações contidas, tais como as semanas de gravidez e também o estado de saúde da criança.

- Deus, o que é isso de semanas? Por que simplesmente não colocam os meses? É difícil fazer as contas assim. – coçou os cabelos tentando descobrir quanto tempo aqueles números davam, sequer notou a presença de Ha Yi novamente.

- Mino, o que está fazendo? – perguntou num tom de voz desconfiado, o rapaz fechou a pasta rapidamente e a fitou sem tentar demonstrar que tinha lido mais do que deveria. Grandes olhos o sondavam em busca de uma pista, mas ele não entregaria o que tinha lido, não agora.

- Seus exames caíram de repente, cunhada. – devolveu os pertences à mulher que não mudava sua expressão. – Aliás, você está doente? O que faz aqui?

- Não estou doente. – deu um sorriso amarelo e se agarrou aos papeis como se fossem a coisa mais importante no mundo. – E você?

- Minha mãe é médica, ela tem um consultório aqui também. – coçou os cabelos num ato sem graça, não sabia ainda o que fazer com tamanha informação.

- Oh, isso é inesperado. – sua voz saiu meio alheia.

- Eu sei... Tem tempo agora? Faz muito tempo que não a vejo e eu gostaria de tomar um café com a minha cunhada.

- Eu tenho que trabalhar em breve e...

- Ah! – a interrompeu antes de receber alguma outra desculpa. – É coisa rápida, eu juro.

Sem muito esperar resposta, pegou no braço de Ha Yi e praticamente a arrastou para fora do prédio junto a ele. Havia uma pequena tensão, mesmo não demonstrando ela sabia que ele tinha visto demais e o rapaz não sabia nem mesmo como abordá-la sobre o assunto sem gerar desconforto. Ao chegar no café, a garota tomou assento e o outro foi buscar dois cappuccinos no caixa, olhando-a de longe, ela parecia ter engordado um pouco, apesar de não pronunciar uma barriga tão grande. Não havia muita fila, então logo as bebidas ficaram prontas, Mino retornou com os copos na mão e veio se sentar à sua frente.

- Como tem passado, hm? – Mino sorriu ao tomar uma boa golada de seu café.

- Melhor do que eu pensei que seria. – aconchegou o copo entre a palma de suas mãos e se dedicou a observar a fumaça que saia da bebida.

- Sabe... Não está sendo fácil para ele também. A Senhora Choi aparentemente escondeu uma doença grave de todos nós, depois que você foi embora, ela está indo com frequência ao hospital e T.O.P está tão diferente.

- O que a Senhora Choi tem? – a menor lançou um olhar de preocupação para o homem a sua frente e ele balançou a cabeça em negativa.

- Câncer de mama. Ela não quer se tratar, está dando muito trabalho a todos, você sabe o quanto ela é insistente.

- Eu gostaria muito de vê-la, mas não posso, eu tenho trabalhado muito ultimamente.

- É mesmo? Onde?

- No meu antigo emprego.

- E onde está morando? T.O.P me disse que sequer aceitou que ele lhe desse uma moradia digna.

- Eu estou morando com a minha madrinha que é dona desse café onde trabalho. E não diga coisas assim! Lá é um lugar muito digno. – falou num tom bravo a fim de corrigir o rapaz.

- Me desculpe, não queria dizer isso. – levantou as mãos em rendição e soltou uma risada baixa. – Você devia voltar, devia fazer meu irmão um cara menos estressado de novo e também dar um motivo para que a Senhora Choi tire da cabeça essa ideia de morrer logo.

- Há coisas que não podem ser perdoadas.

- Ha Yi, meu irmão sempre viveu carregando o mundo em suas costas, a pressão era demais quando ele era jovem e isto só piorou depois que eu nasci. Ele estava... Desesperado. Perdido, sem amor. Eu sei que ele fez algo ruim, mas na verdade ele não é assim, ele merece uma segunda chance, você merece uma segunda chance. E não estrague a chance de alguém que ainda está por vir.

Após terminar sua fala, Mino pousou a mão sobre a pasta que descansava sobre a mesa e a garota o acompanhou com os olhos. Seu corpo todo se enrijeceu ao confirmar a suspeita de que ele realmente tinha visto demais e engoliu com dificuldade. Recuperou a pasta e voltou a abraçá-la como se pudesse esconder algo que já tinha sido exposto demais. Era inevitável seus olhos se encherem de lágrimas por conta do assunto, ter que remexer no que passou há uns meses atrás era doloroso, preferia apenas ignorar e conviver com a dor do que enfrenta-la.

- Esse filho não é dele. – sussurrou uma mentira descabida, quase sem forças para falar, e arrancou um sorriso no canto dos lábios de seu acompanhante.

- Se te deixa tranquila, eu não irei contar nada, você tem seus direitos. Só não esqueça que seu filho também tem os dele.

- Isso é... Eu preciso ir agora. – a mais nova se levantou e fez uma reverência por educação.

- Quer uma carona para casa? – o outro também se levantou com uma feição preocupada sabendo que tinha a assustado com a conversa.

- Não. Eu estou bem. – sem voltar a olhar em seus olhos, simplesmente deu as costas e saiu quase sem equilíbrio para fora do local.

 

 

- Pegou aquilo que te pedi no laboratório? – o homem estava sentado tranquilamente no banco de trás de seu carro que era conduzido por seu motorista particular enquanto conversava no telefone.

- Sim, senhor Park. Eu estou com o exame aqui. – respondeu a voz do outro lado da linha.

- Ótimo, quero isso no e-mail de todos os membros até as dez horas da manhã. T.O.P não vai passar de amanhã a frente dos negócios dos Choi.

- Eu farei isso, senhor.

- Ótimo. – não procurou se despedir do outro, era apenas um subordinado, apenas desligou o telefone como de costume. Minutos depois seu celular tocou novamente e ele sorriu por ver que era sua filha quem estava ligando. – Bom? – a frieza em sua voz foi substituída por ternura ao atender o telefone. 


Notas Finais


Lhes apresento o pai da Bom!
Até logo, meus amores <3


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