História The Beauty and The Werewolf - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~HanGlass

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags A Bela, A Fera, Kookv, Taegguk, Taekook, Vkook
Exibições 122
Palavras 1.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, me desculpem a demora mas a ~jiminleia resolveu me fazer de escrava ;-;
E eu tava ocupada com outra fanfic mas finalmente depois de tanto a minha consciência pesar por demorar a escrever, eu agora estou aqui trazendo esse capítulo não revisado pra vocês :')
Qualquer erro por favor me digam que rapidamente irei arrumar <3

Capítulo 3 - The Castle



  O jovem corria em direção à casa onde moravam, havia muita fumaça vinda do porão, o que preocupava a Taehyung era seu pai, será que algo havia acontecido com ele?

  Chegou ofegando ao porão, tossindo ao respirar da fumaça densa que havia se formado no cômodo, com uma das mãos tampou a boca e o nariz e com a outra tateou cegamente em busca de algum objeto ou parede para se orientar ou mesmo tendo como opção maior achar seu pai no meio daquilo tudo.

  — Papai! — chamou desesperado.

  — Meu filho... — respondeu tossindo.

  Sentiu um alívio no peito ao ouvir a voz de seu pai, mas só estaria totalmente seguro ao ver ele em sua frente fazendo brincadeiras como sempre, com o auxílio da voz de seu pai conseguiu seguir em sua direção, o abraçando com força ao sentir os braços do ômega mais velho o envolver.

  — Você está bem? Vá para fora, há muita fumaça! — alertou ao pai.

  O senhor não parecia se importar, sua atenção estava focada na máquina esquisita a sua frente, o Kim mais velho se afastou do abraço do filho.

  — Sua coisa inútil! Nunca vai funcionar! — dizia e xingava chutando a mesma.

  — Papai... — começou lançando um olhar preocupado ao outro ômega — Não desista! Você sempre diz o mesmo e após volta a correr atrás da mesma ideia, tenha em mente que vai concluir dessa vez, eu quero o seu bem mas agora temos que sair daqui. — deixou um beijo na testa do senhor.

  Taehyung achava engraçado como seu pai parecia funcionar a base de carinho, pois quase no mesmo momento em que o menor deixou um beijo na testa do mais velho, o mesmo animou-se e voltou a agarrar várias coisas e estender um pedaço de papel com várias anotações na mesa.

  — Eu acho que devo ter feito algo errado, talvez se eu fazer aqui... — apontou para um papel com esboços.

  Taehyung apenas sorriu, não poderia dizer com palavras o quanto seu pai era precioso para ele, adorava quando o ômega mais velho ficava determinado a algo e ainda mais quando a determinação vinha de suas palavras, mesmo assim tinha uma preocupação maior que era retirar seu pai do porão antes que a fumaça que aos poucos estava se dissipando fizesse algum mal ao ômega idoso.

  — Me passe aquilo. — pediu apontando para um instrumento estranho e não tirando o olhar da máquina.

  — Papai, vamos sair daqui primeiro! Há muita fumaça. — o filho disse emburrado.

  — Não há necessidade. — o pai teimou.

  Tae fez bico, não poderia contrariar o pai, ele era tão teimoso quanto o filho e não daria em nada discutir afinal o mais novo sabia que sairia perdendo. Tae suspirou cansado e se dirigiu a porta do porão e as pequenas mínimas janelas para então abri-las e fazer o vento frio entrar, o que facilitaria a circulação do ar e logo afastaria a fumaça do lugar.

  Retornou para perto do pai que trabalhava habilidosamente na maquina após receber palavras de incentivo do filho.

  — Então, como foi na aldeia? — puxou assunto com o garoto.

  — Bem, eu... — começou Tae sem saber o que falar.

  — Fez alguma nova amizade? — perguntou o pai tentando ajudar Taehyung.

  — Todos são diferentes, não sinto que posso ter uma amizade qualquer com alguém. — suspira tristemente.

  — E o Minjae? Ele parece um alfa legal. — o ômega mais velho comentou.

  — Ele é bonito, mas rude, grosseiro, egoísta... Ah, papai ele não é pra mim. — se senta em uma cadeira próxima.

  — Anime-se, Tae! — o pai se divertiu pois geralmente quem dizia aquilo era o filho para ele.
  O jovem ômega fez que sim e sorriu confuso olhando o que o pai fazia.

  — O que é isso? — perguntou.

  — Oh, é algo que vai facilitar a vida das pessoas! Vai mudar tudo! — respondeu entusiasmado.

  — O que deu errado da última vez? — começou a mexer entre algumas peças.

  — Bem... Eu não sei, talvez seja algo que eu não vi, até mesmo um problema nas... — um barulho forte e estrondoso interrompeu o pai.

  Em um piscar de olhos, a máquina começou a chacoalhar fazendo Taehyung levantar da cadeira e junto de seu pai se afastar pensando em mais uma explosão, porém não era isso que ocorreu, com uma série de assobios e barulhos baixos, a máquina começou a movimentar o afiado machado a sua ponta e cortar alguns pedaços grandes de troncos de madeira, surpreendendo ao pai que no mesmo momento pulou de alegria e seus olhos adquiriram um brilho inexplicável.

  — Deu certo! Deu certo! — gritava animadamente.

  Taehyung sorriu para o pai, a tempos não o via feliz daquela maneira, não precisava de muito esforço para ver o quanto o pai de Tae encontrava-se alegre, o ômega mais velho olha seriamente para o filho o fazendo ficar confuso.

  — O que foi? — o jovem ômega pergunta.

  — A cidade! Tenho que ir a feira da cidade apresentar isso! — responde apontando para a máquina e começando a andar desesperado pegando alguns objetos.

  — Calma, papai. — disse calmamente divertido para o outro ômega.

  — Eu tenho que ir agora! Eu tenho que arrumar as coisas e... — o filho interrompe.

  — Eu te ajudarei, mas você não pode ir agora, primeiro deve comer algo, não deixarei você ir assim! — falou em tom sério.

  O senhor olhou-o decepcionado, como uma criança ao ter algo negado.

  E assim que comeu do último pão que seu filho o exigiu comer, o senhor pulou da mesa com um sorriso ansioso e tornou a rapidamente arrumar suas coisas, teria uma longa viagem por vir. O filho apenas sorria pela situação, seu pai sempre havia se esforçado tanto, mesmo que desistisse tantas vezes, tinha certeza que um dia presenciaria essa cena, só não imaginava que a alegria do ômega mais velho seria tamanha como a que estava demonstrando.

  Logo o senhor Kim estava pronto, montado no cavalo que haviam nomeado Phillip, Taehyung porém, olhava-o preocupado, não queria o deixar ir mas parte de sí dizia que aquilo ajudaria a ambos e deveria deixar o outro ômega ir, a última coisa que o mais velho o deixou foi um sorriso honesto, indicando que tudo estava bem e que Tae não deveria se preocupar.

  O ômega mais velho tornou a seguir para a cidade, segurava em suas mãos um mapa para não se perder ao caminho, mas logo a estrada e as árvores a sua volta começaram a parecer estranhas, as plantas se encontravam mortas e secas com aparência amedrontadora.

  — Oh, Phillip! Acho que estamos perdidos. — admitiu em voz alta e assustado.

  Parou quando a estrada se dividia em duas, rumou para a direita, um caminho escuro e que todos poderia m jurar ser cena de terror, mas Phillip, o cavalo teimou em seguir para a esquerda, o caminho em que o céu se tornava claro e as plantas tornavam a nascer novamente, logo em desaprovação o dono o repreendeu dobrando o mapa e o guardando no bolso.

  — Vamos lá, Phillip. Deixe de ser teimoso, tenho certeza que é esse o caminho! — disse preenchido por certeza.

  O cavalo relinchou e hesitou, mas nada pararia o teimoso senhor Kim, que fez o cavalo rumar para a direita, ainda exalando confiança, o homem seguiu até  metade do caminho, quando a névoa começou a ficar mais densa e o senhor tinha a impressão de ser observado, finalmente o medo começou a tomar conta do mais velho, Phillip estava tão hesitante quanto o dono, até mesmo o vento frio que soprava de vez em quando era o suficiente para assustar a ambos, grunhidos e rosnados foram ficando cada vez mais altos até se notar os donos dos sons suficientemente perto, lobos com todo tipo de padrão e cor de pelagem, rapidamente foram percebidos por Phillip que tornou a correr imediatamente tendo os caninos a os perseguir, o ômega agarrou-se ao cavalo, estava com seu coração acelerado e a única coisa que conseguia pensar era seu filho, o sorriso e a alegria sempre esboçado em seu rosto, nunca mais poderia o ver novamente?

  Uma forte nevasca a pouco tempo iniciada acompanhava a toda a cena, dificultando a visão do ômega e o fazendo tremer com o frio, e os lobos continuavam a os perseguir, Phillip e o ômega imediatamente se viram presos entre um penhasco e os lobos que lentamente se aproximavam rosnando e apreciando sua presa, os caninos rapidamente avançaram sobre o cavalo, fazendo Phillip derrubar o ômega do penhasco.

  O senhor Kim jurava que iria morrer, sentia somente o vento gelado envolver seu corpo antes de cair na neve fofa poucos metros a baixo, abriu seus olhos com dificuldade até entender que ainda estava vivo, olhou ao redor desnorteado.

  — Phillip? — chamou desesperado.

  Como já era esperado, não houve resposta, somente os rosnados já conhecidos pelo ômega e que rapidamente se tornavam mais altos, então o senhor levanta ligeiro e desesperado, não havia para onde ir, se fugisse apenas estaria adiando sua morte, havia apenas duas escolhas para ele, e estas seriam morrer ou morrer. Se esgueirava pelas árvores tentando confundir ou despistar os ágeis lobos, não conseguindo com sucesso, o chapéu que antes usava acabou sendo deixado levar pelo vento, o homem já não tinha mais esperanças e estava prestes a ficar de joelhos esperando por sua morte, quando por algum milagre se vê diante de um enorme castelo, parecia abandonado, mas não se importou de primeira, afinal poderia buscar por segurança no lugar, correu até o enorme portão que por seu alívio se encontrava aberto, adentrou os terrenos do castelo fechando o portão de ferro na cara dos lobos que o perseguiam, tratou de correr até a porta do castelo logo sentindo um calafrio percorrer sua espinha, assim que entrou no tão assustador lugar sentiu cheiro de mofo, tudo se encontrava empoeirado e se poderia dizer com certeza de que não haveria ninguém morando ali, porém uma vela acessa ao lado de um estranho relógio dizia o contrário.

  — Olá? Tem alguém aí? — perguntou ao nada porém esperando uma resposta.
  


Notas Finais


Me disgurpem ;-;


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