História The Best Friend Of My Father - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Exibições 150
Palavras 3.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


► QUASE NÃO VIM, MAS TO AQUI!
► Não sei o que dizer pq esse também tá fofo abjkdjkbakjd
► Tenham uma boa leitura, xx. <3

Capítulo 27 - Shopping.


Fanfic / Fanfiction The Best Friend Of My Father - Capítulo 27 - Shopping.

Capítulo Vinte e Sete: Shopping.

(...)

Abri os olhos devagar e me vi descoberta e com metade do macacão aberto. Girei, olhando Louis coberto apenas com a fronha do travesseiro no rosto e uma cueca. Sentei na cama e alisei meu rosto que estava suado.

O que aconteceu?

Fechei o macacão ao sentir um vento frio e fiquei o olhando. Passou um tempinho e me levantei, fui para o banheiro e fiz minhas higienes, logo, voltei ao quarto e caminhei devagar até a janela. A abri devagar e vi um pequeno sol nascendo, peguei meu celular, que havia parado não sei como no chão, e tirei uma foto do céu, a postando em meu Instagram com a legenda "bom dia raios de sol!" com um emoji do próprio sol.

Voltei para a cama e permaneci em pé na frente dela, observando Louis. Ele estava todo escrachado e era até engraçado sua posição de "cadáver desenhado ao chão". Me aproximei dele e minha atenção foi para suas inúmeras tatuagens, abaixei um pouco e alisei a frase que ele carrega no peitoral. Louis se remexeu um pouco e ficou arrepiado, meu dedo escorregou mais um pouco e passou por seu mamilo, costela, parando em sua barriga. A cutuquei devagar e a alisei de um lado para o outro.

Até que Louis não está tão mal para quem tem quase 40 anos.

– O que você está fazendo? – Me joguei pra trás e me arrastei de costas até a parede.

– N-Nada. Bo-Bom di-dia.

– Bom dia. – Ele sentou na cama. – Nossa, que calor dos infernos!

– Realmente. – Fiquei olhando para seu corpo.

– Não vejo a hora de tomar um banho.

– Eu também.

– E um sorvetinho.

– Eu também.

– Quem sabe, até andar pelado pela casa.

– Eu também... – Balancei a cabeça. – Quer dizer, isso não.

– Por que não? Não anda pelada pela sua casa? – Ele me olhou enquanto se abanava com o travesseiro.

– Não, nunca.

– Por que? É a melhor coisa do mundo.

– Não gosto de ficar pelada.

– É muito bom, bate uns ventinhos... – Louis me mandou uma piscadela.

– Vamos tomar café?

– Ah, claro. Só vou usar o banheiro.

Assenti, me levantei e desci de escorregador, isso é muito bom. Entrei na cozinha e vi Beth fazendo o café, a desejei "bom dia" e me sentei a cadeira de frente para a ilha. Beth colocou as coisas em cima da mesma, a agradeci e comecei a comer sem Louis mesmo. Quando terminei, ele desceu, ainda bem que agora, estava vestindo uma jaqueta vermelha e calça preta, ambas da Adidas. Louis sentou ao meu lado e começou a comer enquanto me olhava. Sorri para o mesmo e o avisei que iria me trocar para ir embora. Antes que o mesmo respondesse, me levantei e sai correndo lá pra cima.

Adentrei ao quarto dele, peguei minha bolsa e fui para o banheiro. Me despi e coloquei a roupa que havia trazido, que era uma legging preta de cintura alta e cropped de manga comprida cinza. Me vesti e arrumei as mangas, as deixando em meus cotovelos, depois, calcei meus tênis e sai do banheiro, descendo pelo escorregador, em seguida. Fui até Louis que se encontrava na cadeira, ainda comendo.

– Bom, eu vou indo. – Avisei.

– Eu te levo.

– Não precisa. Eu chego em casa rapidinho e na verdade, eu vou para as aulas de direção e estou atrasada.

– Eu posso te levar, não tenho nada para fazer agora.

– Ah... Tudo bem, então. – Sorrimos, ele se levantou da cadeira e veio até mim. – Vou te esperar na sala.

– Não quer subir comigo? – Ele passou os braços por minha cintura e me prendeu contra a ilha.

– Não, acabei de descer.

– Você pode ter esquecido algo lá em cima.

– Depois eu pego. – Sorri sem jeito. – Louis, eu tô atrasada.

– Vamos chegar lá rapidinho. – O mesmo se aproximou e deu um beijo molhado em meu pescoço.

– Louis, é sério, eu preciso i... – Ele me mordeu e me arrepiei. – Eu preciso ir.

– Eu sei, Brunette. – Louis me trouxe pra frente, ao me abraçar e segurou meu cabelo com a mão direita.

– Para com isso, pelo amor de Deus.

– Por que? Qual é o seu medo? – Ele me olhou nos olhos.

– Tchau Louis. – O empurrei e saí andando em passos largos e apressados até a porta.

Saí do apartamento de Louis e como o elevador demoraria para subir, desci pelas escadas. Cheguei na portaria morrendo de cansaço, mas logo, corri para fora do prédio, peguei um táxi e segui para as aulas de direção.

(...)

Terminei uma reunião depois de 1h:50m com uns japoneses e eles falaram tanta coisa que eu só lembro do "fotos", sem contar que o inglês deles não eram lá aquelas coisas. Fiz algumas fotos para duas revistas e para o desfile, o que demorou muito, mais de 4 horas. Saí da Model's Stories e meu celular começou a tocar, era Madison e eu não a vi hoje.

– Alô criatura. – Atravessei a rua e peguei um táxi.

– Você não vai acreditar! – Ela estava animada.

– Pode falar.

– Ganhei um Bentley rosa! – Mad começou a gritar.

– Legal... Mas você não sabe dirigir.

– É verdade... Amor, eu não sei dirigir. – Ouvi alguém do fundo dizendo "dane-se". – Ele disse "dane-se".

– Quem vai dirigir essa coisa, então?

– Eu, oras.

– Mas você não sabe dirigir, porra.

– Eu faço aulas, você tá fazendo, então, eu também posso.

– Vai tirar ou comprar a carta?

– Hahaha, engraçadinha. Vou comprar minha mão na sua cara.

– Se eu fosse você, faria logo essas aulas, pois o desfile está chegando e você não poderá transitar com o seu Bentley rosa pelas ruas de Toronto.

– Ah, meu Deus! O desfile! Amor, eu esqueci do desfile!

– Ou você fala comigo, ou você fala com ele.

– Preciso falar com ele agora, depois te ligo. Tchau amorzão.

– Se cuida.

Desliguei e avistei meu prédio, desci do táxi, após o pagar e adentrei ao local, logo subi para o meu apartamento. Abri a porta do mesmo e vi Thomas deitado com Alladim na barriga, me aproximei deles e Thomas me cumprimentou, mas o ignorei e peguei Alladim. O acariciei e subi para o meu quarto, larguei minha bolsa no chão e deitei na cama. Fiquei alisando seu pêlo e brincando com o mesmo, que latia e lambia meu rosto.

Ouvi uns passos e depois, Tommy apareceu na porta do quarto. Ele me cumprimentou e novamente, o ignorei. Joguei Alladim para o alto e rocei meu nariz ao seu focinho enquanto ria. Thomas deitou na cama e me deu um beijo na bochecha, fiz com que Alladim limpasse, passando a língua e arrancando risadas minhas.

– O que foi, amor? – Olhei para Thomas. – Por que você tá assim?

– Nada. – Sentei na cama e abracei Alladim. – Tô aproveitando o tempo com o meu filhote, já que está chegando o meu desfile.

– Ainda bem que disse, eu tinha esquecido disso.

– Assim como também esqueceu que ontem fez 4 meses que estamos juntos... – Falei como quem não quer nada e me levantei, indo para o closet com a minha mochila.

– Por que não me avisou?

– Porque você tem a obrigação de lembrar. Se casássemos e você conhecesse uma outra mulher, iria esquecer de dizer pra ela que você é casado?

– Por que está falando isso?

– Me responde. – Desfiz minha mochila e joguei as roupas no cesto.

– Lógico que não, eu diria pra ela que sou casado.

– Diria mesmo? – Me virei e o olhei, já que o mesmo estava na porta do closet.

– Claro que sim. Por que eu mentiria sobre o meu estado civil?

– Por ter esquecido. – Saí do closet e cheirei Alladim. – Você precisa de um banho, bebê.

– Eu?

– Não você, animal. O outro animal. – Apontei para o cão.

– Ah, amor, me desculpa. – Senti as mãos de Thomas em minha cintura. – Eu sei que eu deveria ter lembrado, mas eu esqueci, foi mal. Sabe, eu tenho muita coisa na minha cabeça...

– Mulheres? As outras mulheres? As amantes? – Me soltei dele. – Thomas, chega, não quero mais saber, já foi, já era.

– Você vai ficar assim?

– Assim como? Eu estou bem.

– Não está.

– Lógico que estou, não tem o porquê de eu estar brava. – Fui para o banheiro e coloquei Alladim dentro da pia. – Agora, eu não sei o que você tem que fazer, mas vá porque vou dar banho no meu filho.

– No seu filho? – Ele se encostou na porta do banheiro e ergueu uma das sobrancelhas. – Não seria "nosso filho"?

– Tanto faz. – Peguei as coisas para dar banho no cão.

Thomas ficou me olhando e comecei a dar banho em Alladim, na pia mesmo, pois como ele ainda é pequeno, dá pra colocá-lo ali. Depois de uns 20 minutos, terminei de lavá-lo, escová-lo e secá-lo. Até coloquei um lacinho de arco-íris no pescoço do mesmo e pra variar, tirei uma foto para o Instagram e de legenda coloquei "dia de ficar limpinho, bebê." com alguns emojis de cachorro, agua e brilhos.

Tirei Alladim da pia e o coloquei no chão, limpei a mesma e me despi, precisava de um banho depois de ficar toda respingada de água. Tomei uma rápida ducha e me enrolei na toalha, logo, segui para o closet. Adentrei ao mesmo, peguei uma lingerie preta e um macacão de dormir laranja cheio de gatinhos pretos. Me vesti e puxei meu notebook que estava carregado, creio eu que Thomas o carregou, e coloquei o CD da onde parou e os fones. Soltei a gravação e a ouvi atentamente. Dessa vez, meu pai estava mais calmo, assim como Camilla que apenas falava do depósito. Ela o agradeceu e eles ficaram em silêncio por uns 2 minutos. Depois, papai começou a perguntar sobre alguém e foi tudo muito rápido porque ele desligou em menos de 1 minuto.

Droga Liam! O que você esta escondendo?

Joguei o notebook do outro lado da cama e me ajeitei nela. Eu sei que ainda tem muita coisa pra ouvir, mas cansei por agora. Fiquei mexendo no celular, até que recebi uma mensagem de Louis.

 

"Brunette, você quer fazer algo hoje? Se não, tudo bem."

"O que faríamos?"

"Poderíamos sair, ir no shopping, não sei..."

"Pode ser! Quero fazer compras, nos vemos mais tarde?"

"Que horas mais ou menos?"

"19:00h."

"Tudo bem, até mais tarde. Xx."

 

Deixei meu celular na cama e fui ver uma roupa para ir ao shopping. Peguei uma blusa branca de mangas folgadas até os cotovelos e que deixava minha barriga a mostra com um desenho preto do rosto de um tigre com boca aberta e uma coroa e calça jeans de cintura alta clara. Me vesti, calcei tênis pretos e passei um batom azul escuro e delineador, fiz um rabo de cavalo alto e vi que faltavam 20 para as 19:00h. Como não tinha muito o que fazer, fiquei tirando algumas fotos minhas e de Alladim. Postei apenas uma dos meus lábios que ficou sexy.

Ouvi a campainha tocando e desci, quando cheguei ao último degrau, avistei Thomas no sofá, assistindo futebol. Ele me olhou e perguntou aonde eu iria, falei que sair enquanto caminhava até a porta. Ao abri-la, vi um grande buque de íris. Sorri e as peguei, logo, avistei Louis com um enorme sorriso.

– Vai sair com quem? – Olhei pra trás e vi Thomas.

– Comigo. – Louis entrou em casa e eles se olharam.

– Por que?

– Porque eu chamei.

– Por que chamou? – Eles começaram a se aproximar um do outro.

– Porque não tinha nada para fazer em casa.

– Deveria ir pegar suas prostitutas. – O que Thomas está fazendo?

– E você, deveria ir cuidar da sua vida. – Os dois ficaram tão próximos que eu senti falta do ar.

– Já estou cuidando, não é à toa que perguntei aonde ela iria.

– Por que se importa logo agora?

– Porque ela é minha namorada.

– Acho que você não lembrou disso ontem. – Louis estufou o peito e vi seu punho se fechando.

– E o que você tem a ver com isso?

– O que você tem a ver com o nosso passeio?

– Tudo.

– Então, eu também tenho tudo a ver com o namoro de vocês.

– Vamos, Louis? – Puxei seu braço.

– Você não vai sair com ele. – Thomas me olhou.

– Vou sim, agora, me deixa em paz. Thomas, relaxa, mais tarde eu tô aqui.

– Não vou comê-la, até porque isso é canibalismo. – Louis sorriu e vi Thomas ficando vermelho.

– Repete. – Benette semicerrou os olhos.

– Para! – Entrei no meio dos dois, quando Thomas ergueu o braço. – Thomas, vai pra sua casa, vai pra puta que pariu, sei lá! Dane-se! Coloca essas flores na água, tchau. – O empurrei ao dar as flores em suas mãos, segurei a de Louis e o arrastei para a fora de casa.

Entramos no elevador em silencio e descemos calados. Não queria falar nada, nem comentar nada. Essa atitude do Thomas foi totalmente ridícula, infantil e horrível. Ele agiu como um retardado mental e isso me irritou. O elevador parou e descemos, entramos em seu carro e Louis seguiu para o shopping. Fui mexendo em meu celular e ouvindo a música do rádio. Chegamos ao nosso destino, saímos do veículo e começamos a andar entre as escadas rolantes e as lojas. Em nossa caminhada, já se era visto, um fotógrafo nos seguindo. Ele estava longe, mas mesmo assim conseguia fazer vários clicks nosso, só sei disso porque estava olhando na internet.

Passamos em uma loja de roupas masculinas e Louis pediu minha ajuda para comprar algumas peças, já que ele é péssimo para isso. O ajudei a escolher algumas coisas e o mesmo foi para o provador. Fiquei sentada em um banco a sua espera e logo, ouvi o mesmo me chamando. Olhei para a porta branca que ele havia entrado e lá estava o mesmo, todo sorridente enquanto arrumava seu casaco jeans. O elogiei e aproveitei pra tirar uma foto do dele e postar em meu Instagram. Sim, eu sou viciada nisso e dane-se. Louis saiu bem bonito na foto, fazendo uma pose engraçada e com a bundinha empinada. Dei como legenda a ela a frase "baby, olha esse popozão.", não lembro onde vi isso, mas creio que foi em um outdoor. Aproveitando que estava ali, acabei seguindo Louis, depois que perguntei ao mesmo se ele havia um perfil e o marquei na foto.

Louis vestiu mais algumas roupas e saímos da loja com algumas sacolas. Entramos em outra de moda feminina e ele pediu que eu comprasse algo, pois o mesmo pagaria. Não sabia ao certo o que comprar, então, selecionei algumas peças e fui para os provadores. As vesti e pedi a opinião de Louis, que pelo visto, gostava de todas, já que as elogiava e sorria. Peguei as que mais gostei, fomos ao caixa e as pagamos. Novamente, saímos com mais sacolas e dessa vez, seguimos para a praça de alimentação. Fizemos nossos pedidos e após pegá-los, sentamos e começamos a comer. Louis está sendo uma boa companhia, mais do que imaginei. Sempre quando ele me chamar pra sair, irei aceitar.

Terminamos de comer e fomos para o estacionamento. Ao saímos do shopping, vimos que estava chovendo e como o carro estava um pouco longe, fomos correndo até ele tentando nos cobrir com as sacolas. Adentramos ao veículo com pressa enquanto riamos, colocamos as sacolas nos bancos de trás e Louis deu a partida. Já estava entediada e nervosa, queria sair logo dali, mas não dava por conta do enorme trânsito. O carro andou mais um pouco e parou, fazendo Louis bater no volante com força. Ele estava muito bravo, mais do que eu.

O que eu faço para acalmá-lo? Talvez, trocar de estação no rádio, o ajude...

Troquei de rádio e deixei em uma que toca músicas mais antigas. Estava passando "Please Don't Go" do KC & The Sunshine Band. Eu amo essa música e acho que Louis também, já que ele ficou estralando os dedos e balançando o corpo de um lado pro outro bem devagar. Ri baixinho e comecei a dançar com ele. Parávamos de fazer nossa dancinha, quando o trânsito andava, que era de 5 em 5 minutos, já que aquilo estava pior que engarrafamento de formigas entrando em seu formigueiro. Já havia tocado mais de 10 músicas, quando pegamos o caminho para a minha casa, em uma rota alternativa. Andamos mais um pouco e o carro parou.

– O que aconteceu? – O olhei assustada.

– Ah... Eu acho que acabou a gasolina...

– Acha? Como assim? – Fiquei desesperada.

– Achando, não tenho certeza.

– Mas o carro é seu! Como não sabe?

– Espera... – Ele ligou a lanterna do painel. – É, acabou a gasolina.

– E agora? Está chovendo e estamos... Onde estamos mesmo?

– Deve ter uns 5 quarteirões até a minha casa.

– Vamos correndo? – O olhei com um sorriso.

– Depois, eu dou um jeito de pegá-lo.

Abrimos a porta, pegamos as sacolas e descemos debaixo da chuva. Chegamos ao seu prédio e subimos para o seu apartamento. Adentramos ao mesmo e Louis disse que eu poderia tomar um banho quente, se eu quisesse. Assenti e peguei meu celular, digitei o número de Thomas e liguei para o mesmo. Eu não quero passar a noite na casa de Louis, pelo menos, não hoje.

– Oi amor.

– Thomas, me faz um favor e vem me buscar. – Pedi.

– Te buscar aonde?

– Na casa de Louis.

– O que está fazendo aí? – Ele ficou bravo.

– Estávamos voltando pra casa e o carro dele acabou a gasolina perto daqui, daí viemos pra cá, agora, vem me buscar.

– Não tô na sua casa, estou na minha.

– Thomas! – Grunhi.

– Let, me desculpa, mas eu não estou em casa.

– Então, eu vou dormir aqui. – Olhei para Louis que mexia no celular como se não estivesse me ouvindo.

– Não! Manda seu pai te buscar.

– Não quero que ele saiba que eu estou aqui.

– Por que?

– Porque eu não quero, Thomas. Que saco, tá tudo bem, problema seu, tchau. – Desliguei. – Louis, vou tomar um banho.

– Tá, eu posso te emprestar uma blusa e uma calça de moletom se quiser. – Ele falou sem tirar os olhos do celular.

– Obrigada.

Larguei meu celular no sofá e subi para o seu quarto, entrei no banheiro do mesmo, me despi e tomei um banho quente e um pouco demorado. O terminei, me enrolei na toalha e sai do banheiro, vendo que em sua cama, estava um blusão azul escuro e uma cueca box amarela. Me aproximei da mesma e tinha um bilhetinho.

"São roupas novas, então, não pegará nenhuma doença ou nada."

Olhei para a roupa e a peguei, dei uma cheirada na mesma e vi que estavam com cheiro de novas. Me vesti com elas e desci atrás de Louis, que estava na cozinha, comendo um lanche. Fui até o mesmo e o abracei, o agradecendo por ter me emprestado a roupa, ele beijou minha bochecha e perguntou se eu queria comer, assenti e Louis fez um para mim. Comemos os lanches enquanto conversávamos e ao terminá-los, fomos para o quarto dele. Deitamos a cama e ele ficou fazendo um carinho em meu cabelo enquanto eu alisava seu rosto. Eu não sei o que posso dizer, mas meu gosto por Louis está crescendo de uma forma desacelerada e esse fato me preocupa muito.


Notas Finais


Espero que tenham gostado :)
Se cuidem até o próximo, tia Tha ama vcs :*
XX. <3


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