História The Best Friend Of My Father - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Exibições 161
Palavras 2.776
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


► Oe amoresss! Primeiro, quero agradecer muito a todos vocês pelos comentários, os favoritos e tudo mais, mds, que loucura q é essa fic pra mim jnkadnjkanjkd
► Um cap bem grandinho com um pouquinho de safadeza e viagem louca, okay, não pensei em descrever assim, mas saiu dessa forma ajkndnjkadnkja
► Tenham uma boa leitura, xx. <3

Capítulo 28 - England.


Fanfic / Fanfiction The Best Friend Of My Father - Capítulo 28 - England.

Capítulo Vinte e Oito: Inglaterra.

(...)

Já estava anoitecendo, acho que era 18h:20m, quando Thomas chegou em minha casa. Dei graças a Deus, pois pensei que ele havia desistido de ir comigo e os outros para a Inglaterra por algum evento que surgiu do nada. O abracei com força e giramos pela sala, até cairmos no sofá. Tommy me beijou de um jeito tão apaixonante que não contive o sorriso. Nos separamos e perguntei se poderíamos ir, já que estava quase na hora de nos encontrarmos com todos no aeroporto. Ele assentiu, nos levantamos e peguei Alladim enquanto Thomas pegava minhas malas.

Saímos de casa e descemos para o estacionamento, entramos no carro e seguimos pra o aeroporto ouvindo as músicas que saiam do rádio. Antes de chegarmos ao nosso destino, passamos em um pet-shop que fica aberto 24 horas e deixamos Alladim lá. Me partiu o coração deixá-lo, mas eu não tinha a autorização para levá-lo comigo. Após fazermos isso, fomos para o aeroporto sem interrupções. Thomas estacionou o carro e descemos do mesmo, pegamos nossas coisas e adentramos ao pátio, caminhamos até a área do check-in, o fizemos e seguimos para a já conhecida por mim, por Thomas eu não sei, sala de espera. Ficamos sentados nas poltronas, conversando e trocando alguns beijos.

Após um tempo, toda a trupe chegou, até mesmo Madison, que eu não havia visto o dia todo, e Peter. Os cumprimentei e depois de se acomodarem, começamos a conversar sobre várias coisas, mas o que me deixava um pouco incomodada, era o jeito que Louis me olhava. Não sei ao certo o que ele estava querendo passar com aquela expressão e nem o que estava pensando, mas não deve ser algo bom... Eu acho. Depois de 30 minutos, ouvimos a chamada para o nosso voo. Enquanto íamos para a área de embarque, zombei Harry perguntando se todos os metais que ele carregava estavam em lugares fáceis para não termos complicações.

Fizemos a revista sem nenhum problema, entramos no avião e nos acomodamos. Como já era de se esperar, fiquei com Thomas e os outros ficaram com seu par, menos Mad, Peter e Louis. As aeromoças passaram e peguei tudo que precisava para dormir, a agradeci e me ajeitei na poltrona. Troquei algumas palavras com Tommy e logo, adormeci.

(...)

Acordei e ainda estava no avião, todos dormiam e eu estava com muita vontade comer algo. Me virei diversas vezes e avistei a luz de uma pequena tela acessa, um pouco mais à frente da minha poltrona. Levantei devagar e fui até a mesma, constatando que era Louis. Como ainda não havíamos nos falado direito, voltei até a minha poltrona e peguei meu celular, onde vi que havia uma mensagem de Tomlinson.

 

"Sabe, eu estava aqui pensando... Qual é a cor da sua calcinha?"

"Isso é pergunta que se faça para mim, Louis? Tenha respeito."

"Só queria saber, estou curioso."

 

O olhei e vi que o mesmo ria em seu lugar.

 

"Se quer mesmo saber, por que não vem ver?"

"Está me chamando para ver sua calcinha, Brunette?"

"Ver não, tentar. Pois duvido que consiga com todas essas pessoas aqui... Ainda mais meu pai. Se ele te pegar tentando algo comigo, capaz de você ser jogado daqui do alto sem um paraquedas."

"Não duvide de mim, Let."

"Não estou duvidando, Louis... Só queria saber se você gosta de desafiar o perigo."

"Você não sabe o quanto... Brunette, por que você é tão gostosa?"

"E eu tenho gosto do que?"

"Não sei, é diferente."

"Diferente como?"

"Tipo chocolate com pimenta."

"E isso quer dizer?"

"Sei lá, mas que é bom, é."

"Louis, vai tomar vergonha na cara... Meu Deus, homem."

"Você gosta de quem é sem vergonha, eu sei disso porque todas as mulheres gostam."

"Então, eu sou homem."

"Às vezes, tem homens que gostam de homens, sejam eles sem vergonhas ou não."

"Sou um E.T."

"Não sei sobre E.T's, mas eles devem gostar também."

"Você é um idiota."

"Você adora."

 

Revirei os olhos e guardei o celular. O olhei para Thomas e acariciei seu rosto, o dando um selinho. Ouvi o piloto dizendo que iriamos pousar e me arrumei na poltrona, sentindo o avião descer devagar. Chegamos ao chão e comecei a acordar Tommy, que parecia estar hibernando pelo fato de não acordar em nenhuma das minhas chamadas. Como Peter já havia acordado com todos, pedi que ele acordasse meu namorado e o mesmo fez algo melhor/pior, não sei como definir. Ele pegou Thomas no colo e ficou beijando sua bochecha, aproveitei que a cena era engraçada e gravei um vídeo para o Instagram. Peter pediu que ficássemos quietos quando Mad e eu rimos mais alto. Ele o lambeu e o mesmo se remexeu um pouco resmungando algo.

– Não entendi, amorzinho, o que disse? – Peter alisou o cabelo do mesmo.

– Sai, Karen. – Ele falou bravo e senti uma raiva me subir.

Todos me olharam e peguei das mãos do meu pai, um copo de chá que o mesmo estava bebendo, me aproximei de Thomas e joguei em seu rosto, o fazendo despertar e cair ao chão, arrancando várias gargalhadas das pessoas em volta.

– Mas que droga, Karen! Já mandei você me deixar em paz! Que saco! – Ele abriu os olhos e nos olhou assustado.

– Bom dia, amor. – Falei do modo mais sínico que consegui e me abaixei em sua frente. – Como dormiu? – Apertei sua bochecha com força, quando ele fechou os olhos.

– Tive um sonho estranho. – Thomas virou. – Achei que era a Karen me enchendo o saco pra ir no parque.

– Hm... Ela te acorda todos os dias?

– Algumas vezes, quando minha mãe a deixa entrar em meu quarto.

– Legal, agora, levanta. – Me ergui. – Já chegamos. – Peguei minhas malas e sai na frente de todos. Thomas, eu não cai nessa história, você sabe disso.

Desci do avião e andei para fora do aeroporto com pressa, estava irradiando ódio e poderia socar minha mochila entre as pernas de alguém até que minhas roupas saíssem pela boca do indivíduo. Cheguei na porta e fiquei esperando todos me alcançarem. Quando eles finalmente chegaram, pegamos os táxis e seguimos para o hotel. Como estava com raiva, nem pra cara de Thomas olhei.

Descemos do táxi e adentramos ao hotel, logo, subimos para os nossos quartos, que eram todos no mesmo corredor e apenas a gente iria ficar lá. Cada um foi para o seu quarto e me troquei, assim que abri minha mala. Deitei na cama e fiquei na mesma, consumindo o resto da bateria do meu celular, até cair no sono novamente.

(...)

Ouvi alguém me chamando e abri os olhos ao perceber que era Madison.

– Bom dia, amorzão. – Ela sorriu e se jogou ao meu lado.

– Bom dia... Vejo que teve uma ótima noite.

– Claramente. – Mad continuou sorrindo. – Quem era a menina que Thomas chamou?

– Eu realmente não sei. Ele disse que é uma amiga, mas eu não acredito nisso.

– Acha que ela é a amante? Mas vocês só namoram há 4 meses.

– E daí? Ele pode muito bem ter uma amante. 4 meses não quer dizer nada.

– Se você pensa assim... Vamos, você precisa se arrumar, esqueceu que o desfile é hoje?

– Não, claro que não. Estou com preguiça de me levantar e de ver uma roupa.

– Sua mãe já disponibilizou uns vestidos, eles estão no meu quarto, vamos lá ou quer que eu os traga aqui?

– Pode trazê-los aqui. Obrigada.

Ela revirou os olhos e saiu do quarto, me levantei, fui até a janela e tirei uma foto da paisagem que era composta pelo Big Ben e postei em meu Instagram com a bandeira do Reino Unido. Após fazer isso, senti alguém me abraçando por trás e como estava com a câmera aberta, coloquei na frontal e tomei um mega susto ao ver Louis.

– Sai daqui, Louis. – Segurei suas mãos e as tirei do meu corpo. – Você está doido, é?

– Só vim te desejar um bom dia, Brunette. – Ele me virou.

– Já desejou, agora, vaza. – Andei pelo quarto e Louis me seguiu.

– Acordou com o pé esquerdo, foi?

– Não quero que ninguém te veja aqui. – Entrei no banheiro, ficando de frente para o espelho e ele fez o mesmo, trancando a porta, em seguida. – Sai, Louis.

– Scarlett, lembra do que me disse ontem? – Sua mão alisou minha bunda, que estava um pouco descoberta por causa da camisola que eu estava usando.

– Não encosta em mim. – Tentei me virar, mas Louis me deitou sobre a bancada, colocando seu braço esquerdo em minhas costas, me imobilizando.

– Você disse que para eu tentar ver a cor da sua calcinha, lembra? – Senti seus dedos indo de cima para baixo em minha pele. – E agora, eu estou tentando. – Louis levantou um pouco a camisola. – Que cor sexy...

– Louis, vai embo... – Minha fala foi cortada quando seus dedos massagearam a minha entrada.

– O que disse, Brunette? – Ele beijou meu ombro direito. – Eu não ouvi, poderia repetir? – Novamente, senti uma massagem naquela região, que estava me deixando molhada.

– Sai, vai embora.

– Você quer que eu vá embora? – Louis segurou o meu cabelo e puxou a calcinha para o lado. – Quer mesmo? – Seu indicador me rodeou, fazendo com que um pequeno gemido escapasse da minha boca.

– Por favor... – Apertei os olhos, sentindo o pano pesar da excitação que escorria de mim. – Vai pro seu quarto.

– Deixa eu brincar com você, deixa. – Ele se pôs atrás de mim e beijou minha nuca diversas vezes. – Vou devagar e com jeitinho.

– Não, Louis... Aqui não. – Gemi quando seu quadril se movimentou, roçando seu jeans em mim.

– Aqui não? Então, aonde?

– Em nenhum lugar. Me deixa em paz.

– Não vou te deixar em paz, nunca. – Louis deu um tapa estralado em minha bunda e mordeu minha orelha, logo se levantou e saiu do banheiro com pressa.

Me ajeitei, respirei fundo e voltei ao quarto, onde encontrei Madison na cama com os vestidos. Os olhei e escolhi um longo de renda preta com transparência nas mangas e pernas, e abertura nas costas. Ela disse que era uma boa escolha e me chamou para ir tomar café. Assenti, vesti uma blusa e calça de moletom preta e descemos, entramos no restaurante e nos sentamos na mesa onde todos estavam. Os desejei "bom dia" e beijei Thomas que estava ao meu lado. Me servi das coisas que estavam na mesa e começamos a conversar sobre o desfile, mas logo, foi ofuscado pelo baile. Os "idosos" da mesa falavam de como queriam dançar suas músicas preferidas e reencontrar seus amigos, enquanto isso, a geração "kids" ficava os olhando.

Depois de comermos, voltamos para os nossos quartos, mas como estava muito cedo para nos arrumarmos fiquei com Thomas, Peter, Madison, papai e Harry fazendo várias brincadeiras no nosso corredor. Dávamos estrelinhas, fazíamos poses engraçadas e até rolou uma guerra de meias e coisas estranhas que surgiram quando Niall, Zayn e Louis entraram na brincadeira. Com coisas estranhas, entenda por um vibrador que brotou na mão de Niall. Eu não faço a menor, nem a maior ideia de quem seja aquilo... Pode ser de Florence... Ou dele... Não sei. Após meias, vibrador e coisas estranhas, os meninos pegaram sprays de barbear e começaram a guerra mais melequenta que eu já vi na minha vida. Nos atracamos, rolamos, caímos, tombamos e ficamos todos brancos e azuis com aquelas gosmas. Para comemorar essa zoera toda, tirei uma foto nossa com todos fazendo caretas e postei no Instagram com a legenda "Londres (camareira), eu acho que você tem um problema..."

Voltei para o meu quarto e fui tomar um banho, precisava me aprontar pois faltava algumas horas para o desfile. Terminei meu banho, vesti uma lingerie preta e roupão branco e fui fazer minha maquiagem e cabelo com a ajuda de um povo que minha mãe chamou em seu quarto. Como iria me desmanchar toda depois, apenas fizeram meu rosto ficar mais iluminado, passaram uma sombra preta em meus olhos e um batom rosa. Já o meu cabelo, fizeram uma trança embutida em forma de um coque frouxo. Os agradeci por tudo e segui para o meu quarto, onde coloquei o vestido e calcei saltos pretos. Terminei de me arrumar e ouvi Audrey nos chamando. Respirei fundo, ajudei Thomas com sua gravata borboleta e saímos do quarto, encontrando todos bem arrumados.

Descemos para o térreo e entramos em uns carros pretos, que seguiram para o desfile. No caminho, tirei algumas fotos com Madison e Thomas e da cidade também, queria ter boas memórias, mesmo sabendo que voltarei algum dia. O carro parou e vi aquela multidão de fotógrafos e repórteres na frente do tão famoso tapete preto que iria se camuflar com a minha roupa. Saltei do carro depois de Thomas, que me ajudou e começamos a andar pelo carpete, fazendo algumas poses para os flashes. Estava me sentindo tão bem por tê-lo comigo que até me esqueci da mancada que ele deu nos nossos 4 meses. Passamos por toda aquela extensão e entramos no centro de exposição.

Me despedi de Tommy com vários beijos e segui para o camarim com Mad, mamãe, Court, Florence e Audrey. Passamos pela entrada do mesmo e Madison e eu fomos nos arrumar. Enquanto os maquiadores e os cabelereiros nos desmontavam, ouvíamos a gritaria que dona Martha fazia com suas amigas, nos apressando. Não sei porque mas sinto que nesse desfile existe mais pressão do que no outro. Como meu primeiro look seria um vestido transparente com algumas rendas pretas em forma de chamas e fendas na altura da cintura, eles não mexeram muito em mim. Só desmancharam meu cabelo e fizeram um coque alto e firme.

Coloquei o vestido, assim que mamãe Court gritou pedindo que fizéssemos a fila para entrar na passarela. Nos arrumamos com os últimos detalhes e subimos na mesma, quando começou a música tocar. Foi tão empolgante, que me senti no meu primeiro desfile. Falo como se já tivesse feito milhões. Andei pela passarela e voltei ao camarim, onde fiz a troca do vestido, cabelo e maquiagem. Passei por esse processo mais 3 vezes e na última, que era a qual eu colocaria um vestido com uma enorme calda e de manga comprida azul celeste com detalhes em diamantes ao redor do busto, indo para as costelas e com uma fenda no lado direito, eu teria que ficar mais chique e luxuosa, por isso deixaram o meu cabelo solto, fizeram uma maquiagem que não chamasse muito a atenção e me encheram de jóias, nesse caso, um par de brinco de diamantes e um colar com umas pedras azuis escuras. Calcei o sapato cravejado de brilhantes e fui para a passarela ao som de "Summertime Sadness".

Desfilei por ela e só recebia os olhares mais invejados, principalmente os das mulheres que estavam na fileira da frente e conseguiam, com clareza, ver todo o brilho que me cobria da cabeça aos pés. Ao chegar no final da passarela, olhei para Thomas que deu um enorme sorriso e mudei para Louis, que já tinha aquele sorriso a muito tempo. Voltei aos bastidores e Martha e suas amigas subiram na passarela, para fazer aquele agradecimento que todos os estilistas e organizadores fazem. Após isso, elas retornaram para o camarim e nos parabenizaram pelo ótimo trabalho. As agradecemos e nos trocamos. Quando estava terminando de me vestir, ouvi a voz de Thomas me chamando.

– Tommy? – O chamei de volta e o vi vindo até mim.

– Você estava tão bonita, amor! – Ele me girou e me beijou.

– Obrigada... – Sorri envergonhada. – Gostou de estar aqui?

– Não só gostei, como se pudesse, repetiria. – Thomas alisou minhas bochechas. – Estava tudo lindo, perfeito, magnifico!

– Obrigada, de verdade, isso me mostra que mesmo eu tendo negado, meu caminho era esse. – Rimos e seu celular começou a tocar.

– Só um minuto, amor. – Ele se afastou enquanto atendia.

– O mesmo Thomas... – Suspirei e me virei, tomando um susto ao ver Louis. – Qualquer dia, você me faz ter um ataque cardíaco.

– Acho que isso seria bom. – Louis se aproximou e alisou minha bochecha com o polegar. – Dizem que quando se sente algo por outra pessoa, você tem um ataque cardíaco. Bom, é o que as músicas dizem. Por falar em música, amanhã você poderia me conceder uma dança?

– Por que Sr. Tomlinson? – Cruzei os braços e o encarei nos mares azuis. – Por que te concederia uma dança?

– Porque seu namorado estará ocupado com ligações de estranhos.

– Talvez... Vou pensar no seu caso.

– Pensar? Ah, pra que? – Ele disse num tom impaciente. – Diga que sim e dançaremos a noite toda.

– Você disse uma dança.

– Não disse o limite de tempo.

– Uma única dança, Louis. – O mesmo se aproximou e sorriu sacana.

– Garanto que pedirá por mais.


Notas Finais


Espero que tenham gostado :)
Se cuidem até o próximo, tia Tha ama vcs :*
XX. <3


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