História The Bet - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Visualizações 187
Palavras 1.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AHHHH esse capítulo tá fofis hsuahsuahsuahsua
Desculpe a demora, obrigada pelos comentários e favoritos e aproveitem o capítulo...

Capítulo 27 - Eu amo você


Point Of Views Alexia Johnson

 

Encontrei com Zac mais uma vez antes de adentrar a sala de aula, a todo o momento da minha conversa com ele meus olhos corriam pelos corredores e arredores da universidade, e Zac percebeu a minha falta de interesse porque logo se pôs a andar na minha frente sem ao menos me dar uma mínima explicação se quer, e não, eu não fui mulher o suficiente para ir atrás dele e explicar o motivo da minha falta de interesse em nossa conversa, se é que posso chamar de conversa quando apenas um fala e o outro não escuta.

Com um suspiro fundo e minhas pernas bambas eu dei as costas e comecei a andar, mas bem eu não fui tão longe, porque meu corpo se chocou contra algo, ou melhor alguém e se não fosse seus braços fortes a me segurarem eu teria caído horrivelmente no chão.

Mas, eu preferia ter caído no chão e tivesse acontecido alguma coisa grave comigo do que ter o meu salvador como nada mais nada menos que Justin Bieber.

Claro, eu deveria ter descoberto, o cheiro, as tatuagens em seus braços, o jeito único de segurar minha cintura, a respiração acelerada batendo contra o meu cabelo, e o meu coração quase saltando pela boca por estar perto dele.

Não, eu não tive coragem de levantar meu olhar e encarar suas íris carameladas que eu tanto amava, eu não tive coragem de nem sair correndo dali, era o que eu deveria fazer, mas eu não posso correr dele para o resto da vida, uma hora ou outra temos que enfrentar nossos demônios, e o meu nesse momento estava sendo ele.

- Ale – Sua voz rouca que eu tinha tanta saudade, que eu sentia tanto amor, soou com tanta precisão e delicadeza no pé do meu ouvido fazendo com que todo o meu corpo se arrepiou.

Com as pernas ainda bambas, com o coração ainda acelerado e com todo restante de força que me restava eu o empurrei, mas não com força suficiente para fazer ele se mexer, mas com força o suficiente para fazer suas mão soltarem da minha cintura, abaixei para pegar as minhas coisas que caíram no chão e me levantei para sair daquele lugar o mais rápido possível, eu desaprendi a respirar.

- Pera! – Seus dedos rodearam meus pulsos e virou o meu corpo o puxando para ele, fazendo nossos corpos se chocarem – Precisamos conversar, por favor me ouve.

- Eu juro que se você não me soltar eu vou gritar – Falei com a minha voz falha, seus dedos aos poucos foram soltando do meu pulso, mas não soltaram por completo – Eu estou falando sério.

- Ale, por favor, você precisa me ouvir – Sua voz transbordava súplica e arrependimento, o som da sua voz não era legre como antes, seu olhar não tinha mais o brilho que costumava ter todas a manhãs, mas do que diabos eu estou falando?

- NÃO – Gritei o empurrando, agora com força, eu já não estava mais me importando se alguém poderia nos ver dessa forma, eu já não me importava com mais nada. – EU TE PEDI PARA VOCÊ ME OUVIR, EU SUPLIQUEI PARA VOCÊ ACREDITAR EM MIM – Dei um outro empurrão em seu peito com mais força – Mas você não acreditou, você não me ouviu e além de tudo me bateu – Disse com a voz baixa, porém transbordando raiva. – Eu pensei que você tinha mudado, que você estava começando a realmente gostar de mim, eu acreditei nas minhas ilusões – Balancei minha cabeça negativamente sentindo meus olhos marejarem, eu não iria chorar, não mais, não por ele. Limpei rapidamente algumas lágrimas teimosas que insistiam em cair e o olhei – Se veio para Toronto pedir o meu perdão, você perdeu o seu tempo de merda. – Cuspi essas palavras na cara dele o vendo vacilar.

- Não eram apenas ilusões – Ele sussurrou me olhando.

- De todas as minhas palavras você escutou apenas essas? – Perguntei o olhando vendo sua cabeça balançar em sinal negativo, respirei fundo e ajeitei a alça da bolsa em meu ombro pronta para sair dali.

- A gente vai conversar.

- Não. – Foi tudo o que eu disse antes de me virar e sair dali, mas se eu conseguir dar três passos foi muito, porque logo eu sentir meus pés serem tirados do chão e minha cabeça ser colocada em suas costas.

- JUSTIN DREW BIEBER, ME COLOCA NESSA PORCARIA DE CHÃO AGORA – Esperneei nervosa balançando meus pés como uma garotinha birrenta.

- Eu disse e repito: nós vamos conversar e vai ser agora.

Eu gritei mais um pouco e mordi as suas costas, mas não fizera efeito, pelo simples fato da blusa de frio ao qual ele usava era muito grossa, se duvidar até um bala se perderia no meio de tanto algodão. Quando pude sentir meu pés tocarem o chão eu pensei que ele me deixaria ir, mas o mesmo apenas abriu a porta do carro para mim e abriu um sorriso convencido, olhei para seus ombros não encontrando minha bolsa.

- Não posso ir embora sem a minha bolsa, gênio – Disse cruzando meus braços e observei ele pegar o celular e digitar alguma coisa, provavelmente uma mensagem de texto para alguém, alguns segundos depois seu celular vibrou anunciando uma nova mensagem e um sorriso perfeitamente cafajeste surgiu em seus lábios.

- Pronto, Bea já está indo buscar seus pertences – Ele piscou para mim e minha mente criou várias maneiras diferentes para matar Beatrice, aquela vaca desnutrida.

Com mais alguns minutos de relutação eu entrei no seu carro luxuoso, escutei a minha barriga roncar e mentalmente pedir para meu bebê esperar mais um pouquinho que já íamos comer, para acalmar o monstrinho, que nem formado estava, eu coloquei minha mão em cima da minha barriga e ajeitei o meu banco, de rabo de olho pude ver Justin observar a minha barriga com os olhos brilhando.

- Anda logo, eu realmente não tenho o dia inteiro. – Disse de forma fria e ignorante vendo que ele concorda com a cabeça e encara mais uma vez a minha barriga que ainda estava sobre a proteção da minha mão.

Eu não sabia para onde estávamos indo, mas eu e meu bebê tínhamos fome e a cada curva que o carro fazia minha barriga fazia um barulho, ao virar a esquerda em uma rua movimentada do centro avistei um restaurante de longe, sorrir ao sentir o carro parar, mas o tirei do rosto assim que me lembrei de quem estava acompanhada.

- Nada, nada do que eu fiz para conquistar você depois daquela bendita aposta foi mentira. Eu amo você Ale – E então a porta foi aberta, e tão rápido ela se fechou, deixando pra trás Alexia confusa e...Confusa. "Eu amo você Ale" Por que essa bendita frase mexeu tanto comigo?


Notas Finais


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