História The Bitches Story - Capítulo 18


Escrita por: ~ e ~loservampire

Postado
Categorias Originais
Tags Bitches, Colegial, Escola, Hot, Meninas, Paixões, Segredos
Exibições 5
Palavras 1.444
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi gente! Sarah está de volta e como sempre tem #bapho!
Aproveitem!

Capítulo 18 - Forgiveness


Acordei com uma luz Branca no meu rosto, é pela segunda vez em menos de 1 ano, percebi que estava no hospital. Merda. Tentei lenvantar minha cabeça, mas parecia que pesava 1 tonelada então achei melhor deixá-la no travesseiro. Olhei para baixo e vi uma agulha enfiada no dorso da minha mão, e só Deus sabe como eu odeio agulhas. Minha boca estava muito seca, sentia meus lábios ressecados. Levei minha mão instintivamente até minha barriga e desejei, com todas as minhas forças, que o meu bebê ainda estivesse lá. Esse pensamento me causou revertérios, nunca tinha pensado assim no bebê. Virei minha cabeça para o lado e vi um monte ruivo com os cotovelos apoiados no joelho. Demorei um pouco pra pensar e sussurrei:
-Kate?
Ela levantou a cabeça e olhou pra mim. Seus olhos eram vermelhos e pela segunda vez naquele dia, desejei que ela não estivesse com muita raiva de mim.
- Oi -ela disse se levantando e colocando as mãos no bolso de trás de sua calça- Agora que você está bem, acho que já posso ir embora...
- Não! - eu aumentei o tom da minha voz, que saiu meio rouca - Por favor. Fica comigo.
Ela chegou mais perto de mim. Vi um lampejo de tristeza em seus olhos. Algo que passou rápido e que ela fez questão de logo abafar. Assumiu sua carranca impassível e olhou pra mim:
- Sarah, eu não esqueci o que aconteceu
- Eu sei, mas... - Senti meus olhos de encherem de lágrimas - Eu sinto sua falta, ok? Foi horrível tudo que aconteceu entre a gente e eu acho que eu tô carregando uma barra muito pesada. Eu preciso de você comigo, Kate. Por favor.
Sua mão fez um movimento como se quisesse me tocar, mas ela logo desistiu da idéia. Uma lágrima solitária escorreu de seus olhos.
- Eu voltei com o Aiden, sabia? - E me deu um sorriso triste. Senti, que do jeito da Kate, essa informação significava uma trégua. Ela olhou para minha mão que estava pousada na barriga.- Você tá grávida mesmo, né?- a frase soou mais como uma afirmação do fato, do que propriamente uma pergunta propriamente dita. Assenti.
- É, eu tô grávida mesmo - falei triste.
Ela me olhou nos olhos por um instante e falou:
- Sobre a briga, me desculpe também. Nós duas erramos e eu senti sua falta.-Ela me deu um abraça rápido e tímido.
-Acho que está tudo bem entre a gente, né?
-Acho que sim- Kate disse.
A enfermeira entro no quarto e disse que eu poderia ir pra casa, que foi apenas um susto, que por conta da bebida, minha pressão caiu, e brigou comigo por eu estar grávida e querer beber ao mesmo tempo. Me entregou um saquinho com minha roupas, tirou o soro da minha mão e falou para eu me cuidar. Voltei para casa com a Kate e pelo resto do dia, ficamos vendo séries no sofá. Uma temporada de "Glee" depois, a campainha tocou e eu levantei para atender. Quando abri a porta, vi o cara mais lindo do mundo à minha frente. A luz da lua refletia em seus olhos verdes e seu nariz reto. Manchas roxas sob os seus olhos, revelavam noites de sono sem dormir e a linha reta e apertada que eram seus lábios, revelavam que não estava satisfeito com a situação.
- Brad - Eu falei ainda encantada - Err... Entra aí - sussurrei meio sem graça
-Obrigado - Ele falou com a voz monótona. Seus olhos arregalaram, quando viu Kate sentada no meu sofá - Oi Kate.
- Oi - Ela respondeu olhando para nós - Sarah, acho que vou embora... Meu irmão está me esperando. - Então pegou sua bolsa, e passou pela porta, fechando-a devagar. 
-Humm- Brad começou a falar - Eu vim aqui, por que gostaria que você fizesse o teste de DNA- disse sem nenhuma emoção. Coloquei a mão sobre a barriga- Não vai fazer mal nenhum ao bebê. - Sua voz tremulou ao falar a última palavra e seu nariz franziu um pouco- Quanto antes soubermos quem é o pai, mais rápido podemos resolver essa situação. Meu pai tem um amigo que trabalha num laboratório de DNA, e eu acho que ele pode fazer esse favor. 
- Ok. - Foi a única coisa que eu consegui pensar. Meu Deus, como eu sentia falta desse homem. De seus lábios nos meus, seu calor, seus olhos calorosos. Minha vontade naquela momento era me atirar em seus braços, mas reprimi esse desejo. Sem me olhar diretamente, ele disse:
-Amanhã de manhã, por volta das 8:30, eu venho te buscar, então, não se atrase, por favor. - Ele se virou e foi até a porta, olhou em meus olhos, pela primeira vez naquela noite e disse com certa tristeza - Se cuida, Sarah.- Então abriu a porta e foi embora. Ouvi o alarme de seu carro, as portas de fechando e o motor dando partida. Aquela noite foi especialmente difícil. Estava fisicamente cansada, mas minha mente estava a todo vapor. Ali, deitada na minha cama e olhando para o teto, a minha ficha caiu. Eu estava grávida, e não sabia quem era o pai. Eu não tinha namorado, e provavelmente não teria mais casa, quando meu pai descobrisse do bebê. Falando nele, resolvi mandar uma mensagem.
Sarah: Oi pai
Marcos: Oi filha! Como você está?
Sarah: Bem. Só com saudades
Marcos: Eu também. Só mais umas semanas e vou estar aí. Está tarde! Vai dormir. Não importa o que aconteça, eu te amo, Sarah. 
Sarah: Eu também te amo, pai.
Me agarrei com todas as forças, naquela promessa do meu pai, e foi pensando nisso que eu adormeci, deixando de lado todos os pensamentos por um tempo. 
Acordei no outro dia, era 7:50. Levantei, escovei os dentes e tomei um banho. Peguei minha calça Diesel favorita e tentei vestir, não passava das coxas. Meu Deus, essa gravidez já estava fazendo efeito! Por fim, vesti uma legging Preta e uma bata rosa claro. Me olhei no espelho e me senti uma mamãe baleia. Já era 8:26 e eu estava descendo para comer alguma coisa quando meu estômago revirou e eu corri para o banheiro. Como eu tinha tomado café, felizmente, não coloquei nada para fora, além de bile e saliva. A campainha tocou no exato momento que eu saía do banheiro. 
-Entra - Eu gritei enquanto lavava a boca.
- Sarah?- Brad entrou na sala
- No banheiro- respondi
Ouvi passos até o banheiro, onde eu estava.
-Você tá verde - Ele veio até mim e passou os braços no meu ombro. Virei de frente pra ele e encarei aquelas sua esmeraldas. Inspirei forte e por um segundo, vi amor nos olhos do Brad, que logo foram substituídos por certa repulsa e depois ficaram impassíveis. Seus braços se afastaram de meus ombros. Seu perfume ainda estava no meu organismo e era incrivelmente.... ENJOANTE! Virei de lado e me abaixe para vomitar de novo. Senti mãos segurando meu cabelo. Quando levantei, ele olhou pra mim e eu disse balançando os ombros:
-Enjoo matinal.
Ele me olhou mais alguns segundos, seu maxilar trincou e ele fechou os olhos. Então falou impassivelmente:
-Te encontro lá fora.
Lavei a boca mais uma vez, e saí de casa. Olhei para aquele carro que eu tinha entrado tantas vezes na minha vida. Abri a porta do carona e entrei, colocando o cinto logo em seguida. Brad deu partida no carro e fizemos uma viagem silenciosa até o laboratório. Era um prédio espelhado e bonito. No seu interior, o piso Branco reluzia e uma moça morena falou:
-Nome, por favor?
-Brad 
-Ah, tudo bem. - Ela disse surpresa - Pode entrar. - E deu as coordenadas 
Seguimos pelo corredor de pisos brancos, e paredes de vidro que davam para um jardim incrível. Entramos em uma sala no fim do corredor e já tinha um homem nos esperando. Fizemos todos os procedimentos necessarios. A volta para casa foi tão silenciosa quanto a ida. Chegando na minha casa, antes de eu sair do carro, Brad falou:
- O resultado sai ainda hoje - Ele fez uma careta quase impercetível - Venho aqui quando sair.
-Tudo bem - Eu disse apreensiva.
O dia passou excessivamente devagar, ou era eu que estava muito ansiosa? Almocei, dormi, acordei, assiti um filme e dormi de novo. Acordei por volta das 16:00hrs com a campainha. Eu já sabia o que era e um frio subiu pela minha espinha. Abri a porta e o Brad estava apreensivo. Ele falou:
-Peguei o resultado.
E entregou o envelope Branco e lacrado na minha mão.
 


Notas Finais


Até logo!


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