História The bloody roses of love - Capítulo 2


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Categorias Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Lady Sif, Loki, Personagens Originais, Thor
Tags Casamento, Loki, Personagem Original, Vingadores
Visualizações 73
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem. Muito obrigada a quem comentou capítulo passado. Até a próxima.

Capítulo 2 - Blefe


Fanfic / Fanfiction The bloody roses of love - Capítulo 2 - Blefe

Kadi definitivamente odiava seu suposto tio com todas as forças. Ficou aliviada em saber que ele era adotado, pelo menos a maldade não era de família, contudo, não era nada consolador saber que ele foi criado por seu avô Odin, que ele descanse em paz, porque isso queria dizer que talvez o pai de todos fosse um pouco culpado pela maldade existente no deus trapaceiro.

Ela odiou Loki no momento que o conheceu. Toda aquela prepotência, arrogância e sadismo. Arrependeu-se amargamente de ter pedido ao pai dela para que o conhecesse. O que ela estava pensando afinal? Que poderiam ser uma família feliz? A verdade era que estava bem longe de ser assim. Loki havia tocado na ferida, ao falar no nome da mortal, Jane Foster.  

Thor sempre deixou mais que evidente que seu casamento com Sif era por necessidade e não amor. Não que seu pai a tratasse mal, longe disso, ele a tratava como uma princesa e com todo amor que um pai poderia ter por uma filha.

 Mas a frieza com a qual Sif e Thor se cumprimentavam fazia o coração de Kadi doer tanto. Um ressentimento gigantesco contra o pai se originava no coração dela, por ver que ele fazia sua idolatrada mãe sofrer. Era errado sentir-se assim? Quando só o que o deus do trovão dava a ela era amor e liberdade?

Chegou na sala do trono depois de livrar-se da escolta. Encarou ao homem no trono. Caminhou até ele e curvou-se respeitosamente, logo ficando em pé novamente. Queria perguntá-lo sobre a infame Jane Foster. Mas conteve-se.

 

—Pai. —Tirou Thor de sua distração que era brincar com seu martelo e ele a olhou com paciência, doçura e cuidado. — Gostaria de conhecer seus amigos. Os guerreiros de Midgard dos quais tanto fala. Tenho sua permissão?

—Ah obviamente que sim, Kadi. —Sorriu para ela, parecia genuinamente feliz como ela não via em tempos e por um minuto o peso que o trono trazia, pareceu não o afetar. —Os meus feitos em Midgard realmente sempre foram suas histórias favoritas quando era pequena. Nada mais justo que conhecer os super-heróis mais poderosos da terra agora.

—Obrigada, pai. —Sorriu genuinamente para o loiro que assentiu com a cabeça. Antes que se virasse para sair, mudou de ideia.  —Mas gostaria que o senhor fosse comigo, um dia que não estiver ocupado. Não posso apenas chegar em outro reino dizendo, olá, mortais, eu sou a filha de Thor e quero conhecê-los. Acredito que não seria prudente inclusive depois de Loki.

Thor gargalhou. Uma risada estrondosa que ecoou por todo o castelo e então olhou nos olhos de sua pequena garota e concordou com a cabeça.

—Realmente os mortais não parecem muito à vontade quando invadimos seu espaço. Mas tirando o Stark, tudo lá pode ser explicado, querida.

—Stark seria o homem com a luz no coração?

—Sim, esse mesmo. Fico feliz que ainda se lembre. Sabe, quando enfrentamos Loki, foi algo muito interessante. Nenhum de nós achávamos que essa equipe ia dar certo, mas...

—Os vingadores surgiram e salvaram o mundo. —Ela completou por ele com um sorriso mínimo e viu o olhar de orgulho que Thor a lançou, assentindo com a cabeça em acordo.

—Posso fazer parte dos vingadores um dia, pai? —Questionou-o como o fazia quando era criança. Thor notou que ela tinha aquele mesmo brilho nos olhos. Respirou fundo, orgulhoso e assentiu com a cabeça fazendo um carinho no cabelo da filha.

—Se é o que deseja, filha. Posso pedir a eles um lugar para você na equipe.  Mas eu preciso de você aqui por enquanto. Preciso que se prepare para me substituir quando for a hora. Admito que cresci muito em meu exílio, mas você é uma boa filha, obediente, gentil e tudo o que nosso reino precisa.

—Obrigada, pai. Eu preciso ir, tenho aula de runas agora. —Ela fez careta com a menção e ele sorriu assentindo com a cabeça.

...

Uma tempestade violenta. Foi isso o que ela pareceu, com o longo cabelo preto emoldurando o belo rosto e os olhos castanhos herdados de Sif que brilhavam de raiva e mágoa. Esbaforida ela parou em frente à cela dele.

—O que sabe sobre Jane Foster? —Questionou-o sem delongas.

Ela apareceu lá, sem guardas, sem medo, apenas com um fogo de ódio queimando nos olhos. Ódio que pela primeira vez não era direcionado a ele. Kadi era assustadora quando irritada, fez a nota mental a si mesmo.

—Odin era contra... —Virou-se para ela, interessado. E tirando os olhos do livro que lia o fechando sob o olhar atento da garota. —A relação deles dois quero dizer. Uma mortal e alguém destinado a ser o regente de Asgard não parecia uma boa combinação. Mas Thor abdicou do trono uma vez por ela...

—O que aconteceu com a maldita mortal? —Quis saber. Loki tentou conter um sorriso. Podia jurar que se a mortal amada de Thor aparecesse na frente daquela garota, a doce Kadi a mataria. Aquilo definitivamente era interessante.

—Não sei, minha cara sobrinha... —Provocou-a para ver qual seria a reação dela com a palavra que indicava parentesco entre eles. Inclinou a cabeça para o lado para tentar ler a reação dela e viu que ela crispou os lábios levemente.

—Pelo amor de todos os deuses, não me chame de sobrinha.

—Por que não?

—Você é adotado. —Resmungou irritada. —Não somos parentes de verdade e...

—E parece que você faz questão de dar ênfase a isso. Que não somos parentes. Seu pai já te falou que leio mentes, Kadi? —Inquiriu-a, a vendo corar violentamente. Sim, ela pensava nele de uma forma que não era para pensar. Constatou.

—Ele diz que é apenas manipulação. Você tem o dom da lábia e faz as pessoas acreditarem no que quiser que elas acreditem. —A voz dela era firme, o olhar também, mas o jeito que cruzou os braços na defensiva a traiu. —Ele disse que seu poder de ler mentes é o que os mortais chamam de blefe.

—Sei o que quer de mim. Sei seus desejos mais ocultos. Cada um deles. —Riu satisfeito ao ver o olhar de desejo que ela o lançou. Parecia hipnotizada. — Isso é manipulação, querida sobrinha?

 

—Não me chame de sobrinha. —A voz dela era fraca e uma súplica.

—E se eu disser que também quero beijá-la agora. O que você me diria? —A observou ofegar surpresa. Ela era tão fácil de se ler. Deuses. Se podia manipular alguém era sua maleável e influenciável sobrinha.

—Eu diria para apodrecer nessa prisão e só sonhar com isso...

Ele riu se divertindo.

—Vou te dar um conselho, querida sobrinha. Eu sou um mentiroso nato. Você precisa praticar muito mais para me enganar. Quanto as respostas que busca a respeito do brinquedinho de seu pai, você só as conseguirá em Midgard. Por incrível que pareça, eu quero que as consiga. 


Notas Finais


Espero que gostem. Até a próxima.


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