História The Blue Supremacy - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias David Luiz, Fernando Torres, Frank Lampard, John Terry
Personagens Personagens Originais
Tags Chelsea Fc, David Luiz, Inglaterra, Lampard, Terry
Exibições 34
Palavras 2.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeeeee!
Esse capítulo é bem grande, por isso eu tive que dividir em partes... E essa ficou pequenininha mesmo! rs
Beijos especiais pra Girlzinha, Cah e Lowis! Aos poucos to conseguindo voltar a escrever! rs
CFC <3

Capítulo 19 - O aniversário da Mia (parte1)


Fanfic / Fanfiction The Blue Supremacy - Capítulo 19 - O aniversário da Mia (parte1)

Eu, assim como Mia, contava os dias para o seu aniversário. E o dia tão esperando chegou com uma velocidade surpreendente. Estávamos com tudo pronto, e a única coisa que ainda restava, era inventar uma desculpa que levasse Mia até à boate, sem que ela desconfiasse de nada. O que seria praticamente impossível, visto que minha irmã, na certa, sabia que havíamos preparado alguma coisa pra ela. Resolvi então deixar a supressa por conta de David, quem havia organizado tudo, e sua cantora favorita, a brasileira Anitta, que era um sucesso em seu país na atualidade.   Também nesse dia, Ballack recebia a visita de Camilla, que havia combinado de deixar a capital alemã para passar todo o final de semana em Londres. Após busca-la no aeroporto, empolgado, o alemão a levou para seu apartamento, onde a menina não se sentiu muito a vontade ao chegar.

— Você não está pensando que eu vou ficar aqui contigo durante esses três dias, está? — declarou, sorrindo, ao adentrar o local — Já fiz reservas em um hotel próximo daqui.

— Ah, qual é?! — Ballack abriu os braços, demonstrando sua insatisfação — Você tá brincando, né?

— Não! Não estou! — garantiu, enquanto depositava seu casaco sobre a cama — Eu te disse que eu não sou do tipo das mulheres que você está acostumado, Ballack! — declarou, descontraída.

— Camilla! Não começa, vai? — resmungou, fatigado — Poxa, não quero que você fique aqui com segundas intensões. Eu realmente planejei nosso final de semana contando que você fosse ficar aqui comigo...

Ballack parecia sincero, apesar de saber que seu autocontrole desaparecia, sempre que estavam próximos. Aquela mulher mexia não só com sua cabeça, mas também com seu corpo, que lhe dava sinais a todo instante do quanto a desejava. Decido, porém, a mostrar o quanto tudo estava sendo diferente entre os dois, Ballack tentava reprimir tudo o que sentia, com medo de por um deslize, perder a garota com quem sonhou e batalhou muito pra conseguir estar.

— Você vai dormir aonde, se eu for ficar aqui no seu quarto? — indagou, maliciosamente.

— Qual o problema de dormirmos no mesmo quarto? — Ballack insistiu — Não somos adultos?

Ela sorriu.  No fundo também sabia que não teria forças para evitar que algo acontecesse entre os dois. Ballack era irresistivelmente lindo.

— Você me prometeu ser um cavalheiro! — Camilla continuou.

— Serei! — o alemão se aproximou, fazendo seus lábios ficarem a  centímetros de distancia, e segurando sua cintura, fez com que a menina suspirasse — Te fazer carinho até você pegar no sono, enquanto você dorme em meu peito não faz de mim menos cavalheiro, faz? — seu olhar era penetrante.

Camilla cerrou os olhos ao ouvi-lo, e sentiu um arrepio percorrer suas costas até chegar em sua nunca. Como era boa a sensação de estar com Ballack tão próximo. Sua respiração, seu perfume, tudo despertava seus sentidos, e ela não conseguiu responder uma palavra sequer. Apenas o beijou intensamente por alguns segundos.  Até serem interrompidos pelo interfone.

— Você ta esperando alguém? — Camilla indagou enquanto se recompunha.

O alemão respondeu-lhe com um aceno negativo de sua cabeça, enquanto caminhou até o interfone, na intenção de atendê-lo. Após trocar algumas palavras com seu porteiro, pediu que mandasse alguém subir.

— É o Shev! — declarou, voltando ao quarto.

— O ucraniano? — Cah havia tirado os sapatos e sentado na cama.

Não muito depois, Shevchenko fora recebido por Ballack, que apresentou os dois, logo em seguida.

Sehr angenehm! — Camilla sorriu, ao saudá-lo em seu idioma nativo.

— O prazer é meu! — Shev sorriu, parecendo compreender, mas não arriscar a respondê-la em alemão.

— O que ta pegando? — Ballack o convidou para sentar-se na sala, onde poderiam conversar mais a vontade — Mein liebe, pode ficar a vontade pra desfazer sua mala. O quarto é seu! — sorriu antes de deixar o local.

— Desculpa, irmão! Não sabia que você estava com visita. — Shev se explicou, após chegar em seu apartamento, sem aviso.

— Que isso, cara! — Ballack ajeitou-se no sofá — O que tá pegando?

— To pensando ainda se quero ir no aniversário da Mia hoje... — Shev parecia um tanto desanimado.

— Ué, e por quê? — Ballack indagou, confuso.

— Depois que rolou aquela parada com a Lupita e o Terry, eu me afastei bastante de todo mundo. Inclusive da Victória. Confesso que peguei pesado com ela no dia que descobri tudo, e desde então mal nos falamos direito...

— Cara, tenho certeza de que a Vivi não tem mágoa de ti. Ela deve estar sem jeito, sei lá...

— Pois é, eu to tentando me reaproximar de todo mundo... Mas por causa do meu lance com a Lindsay, tenho medo que dê mais merda ainda...

Camilla, desavisada, havia chegado no local bem no momento em que Shevchenko comentava de seu caso com a americana, quem ela ainda não conhecia. Desconcertada, tentou esquivar-se, mas era tarde demais. Ballack e Shev a fitavam naquele momento.

— Rapazes, mil perdões por atrapalhar vocês! — desculpou-se — Ballack, eu só queria saber aonde eu posso tomar um banho. Eu to morta, e queria relaxar um pouco...

— Tudo bem, Camilla! — Shev sorriu — É Camilla seu nome, não é?

— Sim! — ela retribuiu o sorriso.

— Ballack é um irmão pra mim, e sabe de quase tudo da minha vida! — explicou-se.

— Isso é bom! — gargalhou, descontraída — Espero que você também saiba tudo sobre a vida dele, e possa me contar detalhes do que ele faz aqui em Londres.

— Te mantenho informada, sem problemas! — o ucraniano também gargalhou.

— “To fodido! “— Ballack exclamou, enquanto caminhava até seu quarto, seguido por Camilla, que fez o mesmo trajeto.

— Quem não deve, não teme! — a menina sussurrou sensualmente em seu ouvido, assim que o alemão mostrou-lhe a porta do banheiro de sua suíte, onde ela poderia relaxar e tomar um revigorante banho de banheira.
 — Se você quer que eu me comporte, faça o favor de não usar esse tom comigo. Do contrário, vou te mostrar o quão confortável essa banheira fica com duas pessoas dentro dela.

Seu olhar era penetrante, e seu sorriso malicioso. Naquele jogo de sedução, eu pagava pra ver quem baixaria a guarda primeiro. Camilla, não respondeu. Apenas sorriu, adentrando o local, sendo observada pelo alemão que também sorria. Ballack voltou à sala, logo em seguida, onde Shev ainda o esperava.

Enquanto isso, no apartamento de Torres, eu havia acabado de acordar e me sentia um tanto estranha. Me sentia fraca, e com um enjoo incomum. Não dei muita importância, uma vez que tudo me levava a crer que era por conta do fato de eu ainda estar em jejum às dez da manhã.

— Que cara é essa? — Terry indagou, assim que eu adentrei a sala onde estava.

— A de sempre! Quisera eu poder trocar de vez em quando! — joguei-me no sofá, desanimada.

— Depois você reclama das minhas grosserias... — repreendeu-me — Já tomou café?

— Ainda não! — respondi, fatigada — Não to afim de comer. To me sentindo enjoada!

Terry arqueou as sobrancelhas por um instante, porém, não fez comentário algum.

— Resolveu passar mal logo no dia da festa da Mia? — declarou.

— Fala baixo, tio Terry! — exclamei — E outra, eu não escolho os dias em que eu vou passar mal...

— Já decidiu o que vai dar a Mia de presente? — desconversou, com um sorriso.

— Acho que vou dar o tal do Iphone 7 que ela tanto queria. Torres vai me levar no shopping daqui a pouco. Mas não tenho certeza se to em condições de sair. — reclamei, enquanto forçava minha visão, que estava um tanto embaçada.

— Victória! — Terry havia levantado do sofá — Te aconselho a procurar um médico. Você tá pálida! Mais do que de costume!

— Falou o brasileiro bronzeado de Copacabana, né? — resmunguei, descontente — Eu vou tomar um banho! Torres vai passar aqui daqui a pouco.

— Esse lance de vocês ta sério mesmo? — ainda me fitava.

— Está do jeito que deveria, tio. Sem pressão, vai? Me deixa! — deixei o local com passos largos, e um tanto emburrada com suas perguntas àquela hora da manhã.

Terry, caminhou até seu quarto, onde encontrou seu celular e resolveu fazer uma ligação desesperada.

— Terry? — Lupita atendeu, surpresa ao ler seu nome no visor.

— Bom dia, morena! — sorriu, satisfeito ao ouvir sua voz.

— O que aconteceu? — a menina indagou, ainda estranhando sua ligação.

— Quer dizer que se eu te ligo às dez da manhã de um sábado, é sinal de que alguma coisa aconteceu? Naquele dia, em que o espanhol te ligou no mesmo horário, você não pareceu tão preocupada assim.

Lupita revirou os olhos.

— Não começa, vai? — parecia sem muita paciência para seus joguinhos naquela manhã.

— Liguei pra te perguntar uma coisa...

— Que coisa, capitão? — havia baixado a guarda. Percebeu uma certa preocupação em seu tom de voz ao declarar sua última frase.

— Victória e Torres transaram? — foi categórico.

— Oi? — Lupita exclamou, ainda sem entender o porquê de sua pergunta — Por que você está perguntando isso? E pra mim, ainda por cima?

— Victória acordou se sentindo mal hoje. Só estou checando  a possibilidade  uma merda muito grande  vir a acontecer.

— O que ela tem? — Lupita estava um tanto preocupada.

— Está pálida e com enjoos! — Terry declarou — Olha, se você puder fazer o favor de tirar essa história a limpo com ela, eu agradeceria. E de uma forma agradável pra nós dois. — sorriu maliciosamente do outro lado da linha.

— Dá pra falar sério uma vez na vida, capitão? Eu realmente fiquei preocupada agora... — respondeu-lhe, aflita.

— Eu aguardo uma resposta! — sorriu mais uma vez, antes de desligar o telefone.

Algum tempo depois, Torres me buscou em casa como havíamos combinado. Eu me sentia um tanto melhor, mas ainda não estava em minha melhor forma. O cumprimentei com um beijo demorado e um sorriso largo nos lábios.

Hola, mi amor! — parecia tão feliz quanto eu.

— Nando? Lupita me ligou há uns dez minutos, perguntando se poderia ir comigo comprar p presente da Mia. Ela, assim como eu, deixou tudo pra última hora. — declarei, enquanto me ajeitava no banco de seu Camaro.

— Quer que eu passe pra pegar ela? — fitou-me, atento.

— Não! Ela vai encontrar a gente lá.  Só estava te avisando mesmo! — sorri, e seguimos rumo ao Shopping, que ficava há uns dez minutos dali.

Após encontrar-me com uma cara de preocupação, Lupita arranjou qualquer desculpa para levar-me até o banheiro, onde poderíamos conversar por um instante. Mas antes que pudéssemos deixar o local, senti minhas pernas bambearem, e tudo ficou preto a minha volta. Tive a sensação de que desmaiaria, e essa foi minha última lembrança, até que eu acordasse na cama de um hospital, na companhia de Lupita e Torres, que me observavam preocupados.

— Victória? — minha amiga caminhou em minha direção, enquanto eu mexia nas agulhas de soro que estavam em um de meus braços.

— Que isso? O que aconteceu? — eu estava confusa, e me encontrar naquele lugar me assustou um tanto.

Torres segurou minhas mãos, impedindo que eu retirasse o soro do lugar.

— Você ta se sentindo melhor? — Lupita parecia realmente preocupada comigo.

Após eu desmaiar praticamente nos braços de Torres em pleno Shopping, o espanhol havia me carregado até o carro e dirigido em alta velocidade até o hospital mais próximo. Rapidamente fui atendida, e o médico  de plantão colocou-me no soro, com a intenção de que eu recobrasse meus sentidos. Ao mesmo tempo, algumas amostras de sangue foram recolhidas para que alguns exames pudessem ser realizados naquele mesmo momento. Ele ainda tranquilizou Torres e Lupita, garantindo que o que havia acontecido comigo fora uma simples queda brusca de pressão, e que eu logo estaria acordada novamente.

— Sei lá! — franzi o cenho, tentando me levantar — Eu desmaiei?

Si, mi amor! Em mis brazos! — Torres me fitava preocupado..

— E o que eu tenho? Eu vou morrer? — fiz com que Lupita e Torres gargalhassem.

— O médico disse que provavelmente sua pressão caiu. Você se alimentou hoje, Victória? — minha amiga parecia insatisfeita.

— Não! — respondi — Mas só porque estava enjoada. Você sabe muito bem que eu como até por duas!

— Eu liguei pro Terry! — Lupi declarou — ele está vindo pra cá com a Mia e seus pais.

— Meu Deus! — exclamei, agitada — Pra que isso? Eu só vou tomar esse soro e ir embora, não é?

Não tive resposta, uma vez que todos observaram o momento em que Lampard adentrou o local quase em desespero.  Estava acompanhado de Terry, Mia e meus pais, que já haviam sido tranquilizados pelo médico que me atendeu ao chegarem ao hospital.

— Victória? — aproximou-se de mim sem ao menos perceber quem me acompanhava naquele local, e segurou minha mão, enquanto me fitou, preocupado.

Eu arregalei meus olhos ao perceber sua agitação, e perdi a lucidez ao fitar seus pequenos olhos azuis me observarem tão assustados. Senti meu coração acelerar assim que pegou minha mão, e mal consegui responder alguma coisa.

— O que houve com você? Você está bem? — engoliu seco ao perceber que Torres e Lupita o observavam sem saber como reagir.

— Calma! — tentei acalmar seu coração, que parecia saltar pra fora de seu peito — Eu to bem, playboy!

Ele beijou minha mão por um instante, enquanto minha mãe se aproximou de mim com um sorriso.

— Que susto que você nos deu, hein? — levou uma de suas mãos às costas de Lampard, que parecia um tanto mais calmo naquele momento.

Eu continuava atordoada com a presença de Lampard ali. Mal conseguia fita-lo.

O inglês, recobrando sua lucidez, caminhou em direção à porta, mas antes, fitou Torres intensamente, com uma feição perturbadora.  Parecia dizer naquele momento que já não estava disposto a me perder daquela forma. Sem timidez ou falta de intimidade com a situação, Lampard deixou o quarto, e deixou todos que estavam presentes surpresos com sua atitude.

— Dá pra você parar de roubar a cena no dia do meu aniversário? — Mia descontraiu o clima com seu comentário, e logo em seguida caminhou em minha direção, preocupada — Você ta bem?

Eu sorri e acenei positivamente com a cabeça, respondendo sua pergunta.

— Eu já posso ir pra casa? — resmunguei, tentando me sentar na cama.

— Já já os médicos vão vir tirar o seu soro, querida! — meu pai também havia se aproximado um tanto de mim.

— E o que eu tenho? — indaguei, fitando Torres, que estava desconcertado com aquela situação.

— Hipoglicemia! — Terry respondeu-me — Em outras palavras, sua glicose caiu. É como se você tivesse tomado um porre daqueles, mesmo sem ter bebido nada! — gargalhou.

— Você conhece bem essa situação então, né, tio? — sacaneei, enquanto pedi com uma das mãos que Torres se aproximasse de mim.

— Sabe a melhor parte? Seu remédio é comer doces por uma semana! — Mia gargalhou.

— Obrigada por ter me trazido pra cá, Nando! — sorri, tentando deixa-lo um pouco mais a vontade.

— De nada! — Lupita resmungou — Eu também estava lá, viu?

O espanhol sorriu ao ouvir minha declaração.

— Acho melhor a gente ir saindo, afinal de contas, o médico não vai gostar de ver essa plateia aqui dentro do quarto assim que ele vier tirar o soro da Victória! — minha mãe pressentiu a minha necessidade de estar a sós com Nando.

— É ele, não é? — meu pai sussurrou ao deixar o quarto — O namoradinho espanhol dela?

Minha mãe revirou os olhos e, insatisfeita, fez questão de não responder.

Assim que todos saíram, fitei Torres preocupada com qual seria sua reação logo após a cena que Lampard havia protagonizado há alguns instantes.

— Nando? Me desculpa por isso? — suspirei, descontente.

— Não precisa se desculpar por nada, mi amor! — sorriu, me tranquilizando.

— Eu vi a forma com que o Lampard olhou pra você antes de sair! — declarei insatisfeita.

— Eu também vi! — Torres me fitava — Não tenho medo de cara feia, Victória!

Eu revirei os olhos, temendo que aquilo tudo ainda ficasse pior do que já estava.

— Nando, por favor, não cai na pilha! — supliquei.

Ele riu.

— Não perde seu tempo com ele, vai? Perder comigo é tão mais legal! — aproximei nossos lábios e o beijei intensamente.

Não demorou muito para que eu recebesse alta, e estivesse em casa me arrumando para a grande noite de Mia, que mais parecia uma princesa, quando terminou de se preparar. Estava animada, e mal sabia que o responsável por sua festa era o brasileiro mais fofo que eu já havia conhecido. David já havia me ligado umas cinco vezes, e parecia nervoso. Tudo estava pronto, e nós estávamos à caminho da boate aura, onde todos já nos aguardavam.


Notas Finais


Mais uma vez, peço desculpas pelos erros. Assim que eu tiver um tempinho, vou revisar todos os capítulos corrigindo tudo. Obrigada!


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