História The Blue Supremacy - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias David Luiz, Fernando Torres, Frank Lampard, John Terry
Personagens Personagens Originais
Tags Chelsea Fc, David Luiz, Inglaterra, Lampard, Terry
Exibições 33
Palavras 2.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie!
Bem, eu nem ia postar hoje... Mas acabei mudando de ideia quando soube que minha Laura Lohan ia começar a acompanhar TBS aqui no Spirit. Por isso, meu beijo vai pra ti, Lau, e eu queria dizer que eu te amo muito, muito, muito minha eterna Lindsay! <3

Capítulo 22 - As garotas de Stamford Bridge.


Fanfic / Fanfiction The Blue Supremacy - Capítulo 22 - As garotas de Stamford Bridge.


Na manhã de segunda-feira, a primeira, desde o aniversário de Mia, minha irmã e eu ganhamos folga para podermos acompanhar nossos pais até o aeroporto, onde retornariam para Enfield, depois de alguns dias na capital. Meu pai tinha o próprio negócio, e por isso, não se sentia bem se ausentando de lá por tanto tempo. A despedida não havia sido fácil, uma vez que não sabíamos quando nos veríamos de novo. Sentia falta dos dias em que a primeira pessoa a me dar um bom dia era minha mãe. Colo de mãe faz uma falta, e talvez tenha sido por isso que sarar algumas feridas em minha vida tenha sido tão difícil sem a presença dela para me ajudar. Seguimos rumo a Stamford após almoçarmos em um restaurante próximo, e encontramos o resto de nossa equipe lá.
— Que papelão hein, Mia? — a repreendi, tendo a oportunidade de conversar sobre sua festa de aniversário pela primeira vez.
— Papelão por quê? — minha irmã e eu adentrávamos Stamford, após termos descido de um taxi.
— O que você fez com o David! — exclamei.
— O que? Eu não pedi ele pra fazer nada pra mim. Daí, só porque ele fez, eu tinha que ficar com ele? — resmungou, inconformada.
— Não, Mia! — tentei explicar — Mas tá na cara que você ficava dando esperanças pro David. Só achei crueldade fazer aquilo...
— Ah, Victória! — reclamou — O David nem deve ter ligado pra isso. Não é o primeiro fora que eu dou nele, e no final das contas, ele sempre volta a correr atrás de mim.
— Vai apostando nisso, Mia! — eu estava perplexa com suas declarações — O David vai acabar aprendendo, assim como eu aprendi...
Estávamos há poucos metros do campo, e eu pude avistar Lampard treinando, com uma máscara que servia de proteção por causa de seu nariz quebrado. O fitei por alguns instantes, sem deixar que ele percebesse, e logo em seguida voltei a fitar minha irmã, que parecia não prestar mais atenção em nossa conversa.
— Aquele é o Reus? — indagou ao fitar o banco de reservas, onde Camilla e Reus conversavam empolgados com Scarlet e Lindsay.
— Meu Deus! — exclamei, admirada — Ele é mais bonito do que eu pensava!
— Mas é um filho da mãe! — Mia resmungou.
— E é de homens assim que você gosta, não é? — a repreendi.
— Olha quem ta falando! — rebateu minha acusação — Namorou o Lampard por três anos, e vem querer me dar lição de moral, Victória? Eu perdi as contas de quantos chifres você levou e mesmo assim continua de quatro por ele!
Minha irmã era cruel quando queria. E talvez por me conhecer tão bem, sabia exatamente como me atingir. Engoli seco ao ouvir suas palavras, e meu coração palpitou por um segundo.
— Continuo porra nenhuma! — exclamei, quase com um grito.
Meu ato fez com que algumas pessoas me fitassem, inclusive, Torres, que se encontrava com coletes de reserva, na beira do campo onde o time titular aquecia.
— Continua sim! — insistiu — E eu quero ver até quando esse seu namoro de mentira com o Torres vai...
— Mia, cala a boca! — exclamei, alterada. Meu sangue estava fervendo de agitação.
— E eu só tenho pena dele, que acredita em você!
Não consegui controlar a raiva que senti ao ouvir sua última declaração e segurei minha irmã pelos braços, furiosa. Sacudi seu corpo por duas vezes, demonstrando minha revolta, e a repreendi, quase aos gritos.
— Cala a sua boca! — ainda a tinha em meus braços — Senão eu te coloco no mesmo avião que o papai e a mamãe voltaram pra Enfield agora mesmo. Eu não sou obrigada a te aturar aqui!
Torres se aproximou de nós, preocupado com o que acontecia, e segurou-me pela cintura, impedindo que eu continuasse empurrando minha irmã, que estava histérica.
Victória! Cálmate, mi amor! — exclamou, envolvendo-me em seus braços, quase em um abraço.
— Sua louca! — Mia exclamou, após o espanhol a libertar de meus braços.
Lindsay e Scarlet também correram até nós, ao verem o que acontecia.
— O que tá pegando, gente? — Lindsay indagou, tentando acalmar Mia.
— Lindsay, tira a Mia da minha frente! — declarei quase em súplica.
— Victória, meu amor! Calma! — Scarlet parecia preocupada — Lind, leva a Mia pra tomar uma água...
E assim a loira fez, tirando minha irmã de minha vista, e com isso me acalmando um pouco.
Camilla e Reus também se aproximaram de onde estávamos, ainda confusos com o que acontecia.
— Vivi, o que tá pegando? — a alemã chamou meu nome, fazendo-me fita-la — Você tá bem?
Torres lançou um olhar intimidador a Reus, que arqueou as sobrancelhas, sem compreender.
— Você viu a Lupita, Cah? — indaguei, quase pedindo que me levasse até ela.
— Ela disse que ia ao banheiro. Você quer ir atrás dela? — convidou-me.
Fitei Torres pela primeira vez e ele beijou minha testa. Deixei o local apressada, acompanhada de Camilla, que me levou até o banheiro onde Lupita havia dito que estaria.
— Quer me soltar? — a costa-riquenha parecia estar com problemas, e assim que adentramos no local, resolvemos nos esconder atrás de uma porta, enquanto observamos atentas o que acontecia.
— Por que não admite que estava com ciúmes? — Terry a fitava com seus lábios a centímetros de distância, e segurando firme um de seus braços. Seu olhar era desconcertante.
— Porque eu não te devo satisfações de nada! — Lupita não parecia confortável com aquela situação.
— Isso! Eu adoro te ver assim “bravinha’! — o charmoso capitão colocou-a de costas, com apenas um movimento de seu braço, a obrigando a se debruçar no lavabo bem à sua frente, enquanto ainda a segurava, e sussurrou em seu ouvido, fazendo a menina suspirar de satisfação.
— Você queria que tivesse sido você quem tivesse passado a noite comigo? — continuou.
— Eu quero que você vá pro inferno! — exclamou, sem conseguir disfarçar seu desejo ao se encontrar naquela situação, correndo o risco de serem pegos por qualquer um que adentrasse aquele banheiro.
Eu fitei Camilla com meus olhos arregalados, querendo demonstrar minha insatisfação ao presenciar aquilo. A alemã, por sua vez, instruiu-me com um sinal, a não fazer nenhum barulho, e eu a obedeci.
— Continua! — Terry havia entrelaçado sua mão em seu cabelo, segurando-a pela nuca, enquanto beijava sensualmente seu pescoço — Quer me bater também? Eu deixo!
Lupita tinha seus olhos cerrados de desejo, e mal conseguia raciocinar direito.
— Ta vendo essa braçadeira aqui? — o capitão se referia à faixa que usava em seu braço direito, e que fazia parte do uniforme que também usava naquele momento — Vai servir pra te acalmar já que você tá tão bravinha.
— Eu to pouco me importando pra essa droga de braçadeira! — declarou, segura — Eu quero que você me solte, e agora!
— Tem certeza? — Terry colou seu corpo no da menina, que estremeceu com seu ato. Lupita havia sentido sua excitação, ainda que por cima do short de uniforme que usava, e não conseguiu responder-lhe palavra alguma.
— Me chama de seu capitão! — pressionou seus quadris por alguns instantes, e a menina não conseguiu conter um gemido sutil, porém, excitante, de satisfação — Isso, geme pra mim...
Eu realmente não estava satisfeita com tudo aquilo. Já não conseguia mais observa-los, e tentava a todo custo não prestar a atenção no que conversavam. Aquele era o tipo de coisa que me traumatizaria pelo resto da vida. Fomos salvas, porém, por Lindsay, que adentrou o local, afobada, procurando por Camilla e eu.
— Opa! — a loira assustou-se ao encontrar Terry no local, já distante de Lupita — Aqui não é o banheiro feminino?
— Lindsay! — a costa-riquenha exclamou — Sem maiores comentários!
— Eu vou voltar pro treino! — Terry declarou, com um sorriso despreocupado nos lábios — A gente ainda não terminou essa conversa. — e após sua declaração, fitou Lupita, decidido, antes de deixar o local apressado.
— Que droga! — exclamei, saindo de trás da porta onde estava, junto com Camilla, que gargalhava.
— Meu Deus! — a alemã declarou — Me senti num filme pornô!
Lupita e Lindsay se assustaram com nossa presença, e nos fitaram confusas.
— O que vocês estavam fazendo ai? — a costa-riquenha indagou, insatisfeita.
— Viemos te procurar, e demos de cara com isso! — Camilla se explicou.
— Lupita, agora eu entendo porque você não consegue resistir ao tio Terry. Eu nunca tinha visto esse outro lado dele. Eu estou traumatizada! — reclamei, fazendo uma careta.
— Victória! — ela me repreendeu, revirando os olhos.
— Eu não posso ficar assistindo a essas coisas, gente! — Cah declarou, descontente — To dando um gelo no Ballack pra ver se ele aprende a se comportar. Mas como eu vou conseguir resistir hoje, depois de ter visto essa cena?
— Coitado! — Lindsay exclamou — Greve de sexo?
— Greve não, porque a gente nunca fez. To bancando a difícil mesmo! — respondeu-lhe.
— Nunca fez? — Lupita indagou, surpresa — E o Ballack ainda assim está de quatro por você? Camilla, meus parabéns! Sério!
— Talvez seja exatamente por isso que ele esteja assim! Homem apaixona quando a gente banca a difícil. — se explicou.
— To ferrada então! — reclamei — Eu, que nunca fui fácil, acabei fazendo “aquilo” com o Torres na terceira oportunidade que tivemos. — declarei, sem intimidade com o assunto.
— Falando “aquilo” você não vai parecer fácil nunca, neguinha! — Lindsay gargalhou — Nem se preocupe com isso!
— Victória, eu estou tentando conquistar o Ballack. O Torres já está apaixonado por você, e nem se você tivesse ido pra cama com ele no primeiro encontro, ia mudar isso. — Camilla me tranquilizou.
— Então se prepara, gostosa! — Lind exclamou — Você está se fazendo de difícil pro Ballack, mas uma hora vai ceder. Duvido que consiga resistir àquele alemão por muito tempo. E quando isso acontecer, te prepara! Ele vai te estraçalhar...
— Lindsay! — Lupita e eu gritamos quase em um coral. Camilla gargalhou, logo em seguida.
— Eu to ligada de que quando isso rolar entre o Ballack e eu... Vai ser, tipo, coisa de outro mundo. Eu falo por mim mesma. Gente, não sei como consigo resistir. Sério!
— Cah, eu se fosse você, baixava a guarda! — Lupi a aconselhou — Nós conhecemos o Ballack há tempos, e nunca tínhamos visto ele assim por ninguém antes. Deixa de besteira... Se entrega pra ele logo!
A alemã não respondeu nada, porém, alguns pensamentos lhe passaram pela cabeça. E após aquele papo estranho no banheiro, voltamos ao campo, onde Rubi conversava com Shevchenko, que havia se apresentado há pouco para a menina.
— Você tem um sorriso lindo! — o ucraniano declarou, encantado.
— Obrigada! — a menina agradeceu, tímida, abaixando a cabeça logo em seguida.
— Você já sabe até quando vai ficar em Londres? — indagou, curioso.
— Ainda não conversei com Torres sobre isso. Afinal de contas, eu estou no apartamento dele, né? — sorriu, ao fita-lo.
— Se quiser ajuda para conhecer a cidade! — gentilmente se ofereceu, não conseguindo disfarçar seu interesse imediato na garota. Rubi era linda, tinha belos olhos e um charme especial. Além de seu jeito de menina, que tanto chamava a atenção. Não seria surpresa pra ninguém  caso algum, ou muitos, dos jogadores de SB se encantassem ou se sentissem envolvidos por ela.
Caminhávamos, nós quatro, em direção ao banco de reservas, onde alguns jogadores descasavam.
— Só eu que achei essa tal de Rubi uma sonsa? — Lindsay declarou, parecendo não ter gostado da conversa dos dois.
— Credo, Lind! — Lupita exclamou, insatisfeita — A Rubi é um doce! Por que você tá dizendo isso?
— Sei lá! — insistiu — Essa cara de boazinha dela não me convence.  Se eu fosse você, Victória, ficaria de olho nela dormindo com o Torres no apartamento dele esses dias todos...
Eu arregalei os olhos com sua declaração.
— Para de implicância, Lindsay! — Lupita a repreendeu — Você nem conhece a garota! Ela mal chegou aqui e você já está dizendo essas coisas...
— É, cara! — Cah concordou — Cada um tem um jeito próprio! É o jeito dela! Ela é meiga... Não me parece ser fingimento.
A verdade era que nenhuma de nós havia entendido a insatisfação de Lindsay ao perceber que Shevchenko conversava empolgado com Rubi, o que lhe causara ciúmes. Sentamos todas no banco de reservas, e observamos David trazer uma camisa autografada até nós, e entregar, animado, à Rubi, que sorriu com seu ato.
— O que é isso? — a menina indagou, não compreendendo sua ação.
— Sábado a gente joga pela Premier League. E como é sagrado, as meninas aqui usam a camisa de algum jogador, pra dar sorte. Eu gostaria que você usasse a minha! Já que o Torres provavelmente vai dar a dele pra Victória dessa vez... — o brasileiro se explicou, e tinha um sorriso encantador nos lábios.
Muchas gracias, David! — Rubi o agradeceu, parecendo não acreditar no que havia acabado de ouvir — Eu nem estava sabendo de jogo nenhum. Que felicidade poder assistir vocês jogarem!
— O jogo é aqui em Stamford. As meninas ficam no banco de reservas nos jogos que temos em casa. Fora é um pouco mais difícil conseguir que elas fiquem perto da gente. Mas sábado agora você vai poder ver a gente jogar de pertinho.
Rubi era uma torcedora fanática pelo Chelsea. Estava realizando seu sonho naquele momento, ao saber que assistiria um jogo dos Blues em casa, e vestindo uma camisa autografada por David Luiz.
Enquanto conversavam, fitei Lupita, preocupada.
— Você vai usar a camisa de quem? É o primeiro jogo que você vai assistir, depois que terminou com o Shevchenko... — indaguei, fazendo-a pensar por um instante.
— Não sei! — respondeu-me, aflita — A do César, talvez...
— Não quer usar a do tio Terry? Nosso capitão? — gargalhei.
— Victória! — ela me repreendeu, descontente — O que chegar primeiro, eu escolho. Aliás, seu tio é muito cabeça dura pra vir me oferecer a camisa dele. E eu é que não vou pedir!
— Você também é, tá vendo? Ás vezes acho que vocês não dão certo só por isso...
Lupi o observou em campo por um instante. Como ficava charmoso fazendo o que sabia de melhor...
— E você? — minha amiga me fitou — Primeira vez que não vai usar a camisa do Lampard desde que chegou em Stamford, né? — declarou, não muito contente.
— É! — concordei, desanimada.
— Que cara é essa? Você vai usar a camisa do Torres, que é um dos jogadores mais cobiçados do mundo, Victória! Tem noção da quantidade de mulher que queria estar no seu lugar? — tentou me reanimar.
— Nossa! Obrigada, Lupita! — reclamei — Meu ciúme agradece!
Minha amiga gargalhou, após minha declaração.
— Tem ciúmes dele?
— Claro que eu tenho ciúmes dele! — garanti — Pela primeira vez eu tenho alguém que é só meu. Só de pensar em dividir o Torres com alguém, meu estômago já congela...
— Deixa de besteira! — me repreendeu — Você não vai dividir o Nando com ninguém. Esquece o que você passou com o Lampard, Vivi! O Torres não é assim...
— Você sabe se o nariz dele está melhor? — indaguei, sabendo que ia levar um sermão. Mas eu realmente precisava perguntar aquilo. Me preocupava com Lampard, era quase inevitável.
— Não falei com ele hoje. — respondeu-me, desanimada — Mas eu acho que sim! Do contrário ele não estaria treinando...
— Menos mal! — suspirei, enquanto observava Torres vir em nossa direção.
Hola! — sorriu, ao sentar-se do meu lado.
Hola, Nando! — Lupita declarou — Gran gol! — referia-se ao gol que o espanhol havia marcado no treino daquela tarde.
Gracias! — agradeceu-lhe, ainda sorrindo.
— To esperando você me dar a blusa que eu vou usar no jogo de sábado! — o fitei, com meus grandes olhos azuis, buscando uma explicação.
—Vou separar pra você, mi vida! — o espanhol pareceu satisfeito com minha declaração.
— Posso ir no seu apartamento hoje buscar? — sussurrei em seu ouvido sensualmente.
Por supuesto! — sorriu com minha pergunta — Quédate conmigo esta noche! — quase suplicou.
— Acho que você não gostou do que aconteceu entre a gente na Espanha...
Conversávamos quase sussurrando. Eu não queria que ninguém nos escutasse tendo aquela conversa.
— Por que acha isso? — Torres me fitou, confuso.
— A gente nunca mais fez... — tentei esconder meu rosto em seu peito, e ele me acolheu com um abraço. 
— Não porque tenha me faltado vontade! — Nando buscou meus olhos ao terminar sua declaração.
— Você quer? — o fitei, com nossos lábios a centímetros de distancia.
Com todo lo que soy!
Confesso que foi difícil conseguir resistir à tentação de beija-lo bem ali, no meio de todos, quebrando todas as regras de Stamford Bridge. Mas me conformei, lembrando que teria a chance de aproveitar tudo o que aquele espanhol, que tirava meu sossego, tinha para me oferecer, naquela noite.
O treino havia acabado, e Lampard caminhou até onde Christine desmontava alguns de seus equipamentos, e ofereceu-lhe ajuda.
— Tudo bem! — a jornalista sorriu — Minha equipe está vindo retirar tudo. Eu só estou adiantando...
— Eu posso te ajudar! — o inglês insistiu.
— Seu nariz está melhor? — indagou, preocupada.
— Acho que sim! Não está me incomodando mais...
— Como foi o clima no treino hoje? Entre você e o Torres?
— Minha vontade era de quebrar aquela daquele desgraçado! — declarou, insatisfeito.
— Você realmente acha que vale a pena, Lampard? — questionou, cobrando-lhe respostas — No final das contas, a Victória não veio nem saber como você está...
Ele cerrou os olhos ao ouvir meu nome.
— Eu não quero falar disso! — a interrompeu, descontente — Você conseguiu o telefone que eu te pedi? Do seu amigo fotógrafo?
— Consegui. Te mandei mais cedo por mensagem  no Whatsapp! — respondeu-lhe.
— Obrigado!
— Você não vai mesmo me dizer pra que precisa dele? — Christine não parecia satisfeita com todo aquele clima de suspense e segredo.
— Não tenho como te dizer agora! — declarou — Mas você tem me ajudado bastante. E eu queria te agradecer por isso...
— Por que não me leva pra jantar? — sugeriu, animada — Eu aceito como pagamento!
Lampard sorriu de canto, e aquela pareceu sua resposta.
O dia havia se encerrado, e aos poucos, todos deixaram Stamford Bridge ao anoitecer.
 


Notas Finais


Desculpem o capítulo pequeno e sem muitas emoções, não ando bem esses dias. E se eu deixar de postar, sei que vou acabar desanimando de vez. Amo vocês!


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