História The Book Charm - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya, Violette
Tags Castiel, Romance, Universo Alternativo
Visualizações 149
Palavras 1.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello! Pela primeira vez, estou trazendo o primeiro capítulo na minha Fanfic. Sinto-me honrada por já ter vários leitores elogiando a história e o meu trabalho como "escritora".

Perdoem-me por não ter postado no fim de semana, pois eu realmente não tive tempo o suficiente para escrever...

Sem enrolações... Aproveitem a leitura :)

Capítulo 2 - Who Are You?!


Fanfic / Fanfiction The Book Charm - Capítulo 2 - Who Are You?!

>7:00AM<

O despertador logo toca, avisando-me antes que o atraso me alcançasse. Minha cabeça latejava fortemente, pois nunca empolguei-me tanto para uma viagem à Califórnia, eu realmente estava desesperada para os estudos em minha nova faculdade. 

Levantei-me na cama e, ainda sem forças o suficiente, caminhei lentamente até o banheiro. Me despi ao chegar e me juntei ao box. Um longo banho depois, voltei ao meu quarto, encaixei uma roupa confortável ao meu corpo, uma blusa preta com uma escrita dizendo "Keep Kalm And Carry On!", uma calça jeans num tom escuro, um casaco rosa magenta e um simples parte de tênis da Adidas. Peguei minhas malas e utensílios que estavam escondidos em baixo de minha cama.

 Desci do quarto junto com as malas. Preparei um alimento rápido como: Ovos, bacons, suco de laranja. Apenas um simples agrado para o meu estômago. Logo após devorar meu café da manhã, escovei os dentes de forma rápida e, com minha pouca vaidade, passei em meus lábios um simples batom vermelho canela. 

>8:45AM<

Aeroporto...

 Com a ansiedade percorrendo pela minha cabeça, apressadamente entrei ao avião, que estava prestes a decolar para a Califórnia. Sentei-me no assento "102" e aguardei a decolagem. Meio minuto depois, o piloto avisou aos passageiros que o transporte aéreo iria deixar a terra firme em poucos minutos. Então decidi me aconchegar e adormecer até alcançar o meu destino.

>4:57PM<

Califórnia... (Aeroporto)

Finalmente um sonho realizado! Lugar de plena perfeição com imensas bibliotecas antigas para o meu estudo, outras ótimas faculdades, além da minha. Um enorme quarto com suíte apenas para a minha companhia, livros e chocolate quente todas as noites...

Acordei-me dos longos pensamentos positivos e pedi um taxi, que estava logo após a uma pequena calçada do aeroporto. Chamei o mesmo, e falei para que o motorista estacionasse em "Lake Tahoe Resort Hotel". 

>5:16PM<

Lake Tahoe Resort Hotel...

Ao chegar em minha temporária residência, aproximei-me ao balconista e o pedi a minha chave reservada, ele entregou-a à mim e me direcionou ao meu novo quarto, que no caso era o "401". O agradeci e adentrei ao confortável "lar doce lar".

Minha ansiedade era tão insistente que acabei ganhando uma grande força de vontade à visitar uma das bibliotecas mais antigas da cidade. Então logo organizei minhas roupas e utensílios ao quarto, e sem trocar a peça de roupa que eu estava à utilizar, peguei apenas o essencial, como o celular, e busquei no GPS a biblioteca mais próxima, porém mais antiga. Segui os comandos do GPS e logo consegui observar a minha parada, então entrei na biblioteca rapidamente. Estava vazia, sem um sinal de barulho ou qualquer sons de passos... Era maravilhoso o som que cercava aquele lugar, a poeira entre os livros, o chão fazendo um som suave a cada passo que eu o oferecia, a pouca iluminação se espalhando pelo meu rosto... Sensação ótima!

Continuei caminhando até avistar o corredor onde se encontrava o livro de Mitologia Grega que eu estava à procura para praticar os meus estudos e aprendizado. Corri até a prateleira empoeirada, segurei o livro e o puxei firmemente. O chão estremeceu-se e logo abriu-se uma pequena passagem ao outro lado no corredor vazio. Fiquei desesperada à ponto de querer correr do local, mas minha curiosidade pensou mais alto, então resolvi sem hesitar, seguir em frente. 

Ao entrar na passagem, que aparentava ser um pequeno quarto com pouquíssima iluminação, consegui enxergar um livro que nunca havia visto antes. Continha enigmas, folhas rasgadas e destroçados, capa empoeirada com um símbolo em seu centro. Aproximei-me ao livro e o abri... A origem parecia ser antiga, seu idioma completamente desconhecido e com vários outros símbolos espalhados por ambas páginas. Na última página havia uma frase um tanto diferente, então tentei ler as estranhas palavras que o livro mostrava, mas era em vão, pois pra mim, não havia significado e era mais que impossível desvendar o que realmente deveria se pronunciar. O idioma me relembrava de algo que estudei no passado, então resolvi ao menos tentar... 

Ergui o livro, olhei fixamente para cada letra que estava à minha vista. Liguei palavra por palavra até consegui saber pronuncia-la. Depois de meia hora, desvendei sua pronuncia, porém sem sucesso ao significado. Então pronunciei a seguinte frase:

"قطع أكثر جدية له الزجاج. يدخل كتابي"

Algo estranho aconteceu. O livro começou a brilhar de maneira rigorosa, um vento forte gerou e suas páginas arrancavam-se sem nenhum esforço, o chão estremecia de forma brutal. Eu queria sair daquele local imediatamente, mas uma forte pressão me agarrou! Tentei correr, mas meu corpo estava imóvel, congelado, era em vão. Essa forte pressão me arrastava contra a minha vontade para penetrar-me ao livro. Sua força inestimável arrancou o oxigênio do meu pulmão, eu estava sem fôlego... Quando eu ia gritar, era tarde de mais...

(...)

Abri lentamente meus olhos, com dor de cabeça. Quanto ganhei noção do tempo, sentir-me balançando, vendo o chão à alguns metros de distância, algo estava se entrelaçando em minha cintura. Olhei novamente para o chão, e enxerguei... Pés. Pés?! 

Pelo enorme susto, gritei desesperadamente, até o indivíduo me "soltar" sem nenhuma delicadeza no chão. 

- Ei! Quem é você?! Onde estou?! —questionei ao ruivo, que apenas me encarava sem dizer uma palavra.

- ME RESPONDE! 

O rapaz alto apenas prestou atenção em um som que não alcançava os meus ouvidos, me puxou pelo braço e deu longos saltos nos galhos de uma árvore até alcançar o topo. Antes que eu dissesse algo, ele tampou minha boca com suas enormes mãos. Sacudir-me para ver se o ruivo me soltava, e não tive sucesso. Enquanto ainda sacudia-me, observei o que se passava em baixo na árvore... Havia três homens com armaduras que causava pouco brilho à luz do sol, mas pareciam ser feitas de metais, estavam um pouco destroçados, mas ainda serviam para o uso. Eles utilizavam armas extravagantes, mas algumas que eu nunca havia visto antes.

Escutei os homens à dizer: "O desgraçado não está aqui! Como seria possível?!" "Esquece, senhor. Teremos que sair daqui imediatamente, vamos."

Sugeri ao meu pensamento que esse "desgraçado", poderia ser o rapaz que estava quase sufocando com suas mãos. Dúvidas me geraram. 

Assim que os grandes homens saíram, o ruivo retirou sua mão de meus lábios. Rapidamente, eu me afastei do mesmo, ainda em cima da árvore. Eu estava próxima à um galho, mas ele não estava na minha vista, então acabei tropeçando no mesmo e, já sem equilíbrio, virei com tudo. Gritei desesperada, mas antes de alcançar ao chão, o rapaz lançou um tipo de arma que aparecia  ser uma faca, e pregou minha camisa num galho, obviamente fiquei pendurada, à poucos centímetros do chão. 

- Me solta! O que está fazendo?! — exclamei ao rapaz, que continuou à me encarar com insistência.

O infeliz ainda me encarava, sem dizer nenhuma palavra, argh! 

- É o seguinte, nunca vi esse lugar na minha vida, então se me tirar daqui, lhe garanto que arranjarei um jeito de voltar ao meu lar. — confirmei para o mesmo, que ainda não dizia absolutamente nada. 

Que ótimo! À cada segundo eu sinto a minha auto-confiança se esvaindo... A direção dos meus pensamentos, não me ajudavam em nada. 

O silêncio acentua o meu embaraço e seus belos olhos cinzentos não paravam de me olhar. Me sentia desajeitada e terrivelmente desconfortável. Então resolvi querer esse silêncio indesejável.

- Por favor, solte-me! — olhei novamente para onde o rapaz se mantinha em estátua, mas o mesmo não estava mais em seu lugar.

Me desesperei e comecei observar todos os cantos à procura dele, e não tive surpresas desejáveis, ele realmente desapareceu. Fechei os meus olhos e respirei fundo, até sentir-se cair e tocar em terra firme... Ele me libertou, de forma bruta, claro. Retirou a faca que me segurava. 

- Obrigada, moço. — o agradeci ironicamente, limpando minha roupa que acidentalmente sujou de terra.

Ele não respondeu, apenas continuou à me encarar. Sei que não sou uma dessas garotas populares que são notadas de longe, mas mesmo assim, ninguém nunca me tratou desta forma, sem nenhuma consideração. 

- Ok, ok. — suspirou fundo o rapaz, que finalmente me respondeu — O que quer aqui? Que tipo de criatura você é? — Perguntou-me friamente. 

- Pensei que não falasse, moço. — o respondi na mesma maneira que o mesmo me respondeu, frio e seco. 

- Isto não responde a minha pergunta. — disse ele, sem nenhum sorriso no rosto. 

- Nem sei como vim parar aqui, antes que me pergunte novamente, só lembro de ser puxada para dentro de um livro — respondi, ainda confusa. 

- O que? — o ruivo deu uma gargalhada sarcástica — Não me conte piadas. — parou de rir e me encarou seriamente.

- Não estou brincando! Nunca vi este lugar em toda a minha vida. — retruquei. 

- Hum... O que é então? — perguntou-me, cruzando os braços. 

- Uh? Sou uma humana, como você, eu acho. — o respondi, sem hesitar na resposta. 

O ruivo alto franziu a sombrancelha, parecia estar confuso e aflito ao mesmo tempo. 

- Humana? — perguntou o mesmo, incrédulo. 

- Sim. — Respondi, pensando no porque   desta reação do jovem rapaz — por que essa cara de surpresa? 

- Nada. — falou, sem ao menos responder-me.

 - Pode me ajudar a sair daqui? — indaguei, à espera de uma boa resposta.

—l- Bom... Não. — respondeu, indo em direção à um caminho, parecia estar indo embora.

- Vai deixar-me aqui? Sozinha?! —questionei, nervosa. 

- Não tenho muito o que fazer com você, garota. — retrucou, deixando-me de lado e seguindo seu caminho.

Nunca conheci alguém tão desagradável. Eu fico pensando se ele se comporta desta forma com todo mundo que ele conhece... 

- Ok então, cafajeste! Eu me viro sem você. — gritei num tom alto, para que o ruivo insensível escutasse de longe. 

- Aposto que não sobreviveria uma noite, não sem mim. — retrucou o convencido, já sumindo de minha vista.

Virei-me para a direção oposta, ergui a cabeça e segui meu caminho na floresta fazia e um pouco escura. 

Caminhando, reparei na beleza da floresta. As suas árvores eram altas, e suas folhas tinham tons diferentes, algumas rosas, outras vermelhas, outras vinho, algumas magenta... Eram lindas, além das flores vermelhas que rodeavam o meu caminho sem rumo. A terra possuía uma grama macia, seu tom era verde lima com a mistura de verde cana, isso se tornava um tom suave. Passei por alguns riachos, a água era cristalina, a luz do seu deixava-a brilhando. Observei alguns pássaros planando sob o chão, era lindo, mas o estranho era que continham quatro asas de cores diferentes, seu bico era achatado e fino, além de possuir pequenos dentes que rodeavam sua boca. Estranho, porém esplêndido. 

(...)

Já se passaram horas pelo que eu sei vendo a posição do sol. Eu estava exausta, minhas pernas fraquejavam, havia um buraco enorme no meu estômago à procura de comida, eu estava completamente coberta pelo suor. O sol já estava se pondo, e nada de um abrigo. Minha boca já estava ressecada de tanto se expor ao sol. Não tinha ideia de onde ir, então escondir-me à sombra de uma enorme árvore. Olhei para cima à procurar de frutos, e não obtive boas notícias. Não sei se conseguirei sobreviver deste jeito... Realmente, o ruivo arrogante tinha razão, sou uma inútil em comparação à esse mundo. 

Aconcheguei-me ao tronco da árvore e fui fechando lentamente os olhos, minha visão estava turva e eu estava com uma respiração ofegante e pesada. Sentir-se fraca e logo após... Desmaiei.


Notas Finais


Gostaram?! :)

Não sou profissional em escrever Fanfics, mas adorei o meu esforço. Espero que achem o mesmo!

Obs: Aposto que lhe dei curiosidade para querer saber sobre a frase que a Maggie leu. O significado dela é: "Mais seriedade que lhe corta, o vidro. Então entrarei no seu encanto do livro."

Nunca escrevi tão bem assim! E tenho apenas 12 anos! Impressionante não acha? :)

Aprendi a escrever desta maneira quando comecei a ler livros, que inspiraram-me bastante na forma de escrita :D

Bjs <3


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