História The boy from the street 23- (Yoonmin/One shot) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 50
Palavras 1.202
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Narrado exclusivamente por senhor açúcar amargo.
Recomendo que leia ao som de Eye, nose, lips do Taeyang. :)

Capítulo 1 - 0.1- Capítulo único.


Fanfic / Fanfiction The boy from the street 23- (Yoonmin/One shot) - Capítulo 1 - 0.1- Capítulo único.

Eu estava muito feliz, realmente muito feliz. Não é todo dia que você completa 20 anos e torna-se legalmente um adulto. Sabe a sensação de passar pela porta da casa de seus pais e saber que a partir de agora, moraria sozinho. Seria independente. 

Era o que eu mais queria e que de fato consegui realizar. Já estava recolhendo todos os meus pertences para concluir a mudança para o tal apartamento que se encontrava na rua 22.

Jin se dispôs a me ajudar durante a mudança, e seu apoio era muito importante para mim. Ele é como um irmão e creio que o mesmo saiba muito bem disso. 

— Então, vai querer preto ou azul? — disse o acastanhado se referindo a cor da parede. 

— Acho que branco está bom mesmo. — disse sem dar tanta importância. 

— Olha Yoongi, para alguém que diz está animado com isso, você está deixando a desejar. — Suspirou. 

— Desculpa Hyung, estou meio ocupado com isso. — apontei para o computador e ele deu de ombros. 

— Já vou indo então, até amanhã. Lembre-se, se precisar de algo, não hesite em me chamar. — piscou e retirou-se. 

Jin sempre cuidando de mim. Adoro esse jeito protetor dele, sempre passando segurança. É ótimo ter amigos assim, me trás conforto. 

Termino de fazer a pesquisa e desligo o computador, fico encarando a janela ao lado. De fato era uma noite muito fria, além de assustadora. Parecia não ter cor ao certo, na verdade era uma mistura de preto com cinza. Além de uma névoa que cercava a rua à fora. 

Me levantei sem muita pressa e coloquei uma jaqueta, não tão quente como esperava. Mas me protegeria de um resfriado. Sai do apartamento e caminhei até onde a névoa cobria, era uma rua meio desconhecida por mim até então. Logo a frente era possível ver uma placa enorme, com um número grafado. 23.

 Engraçado, que quando fiz a mudança não tinha reparado nessa rua e nem nessa placa. Mas é muito grande, como não notei?  De qualquer forma a curiosidade me tomou e fui me aproximando do corredor que ligava as ruas. Estava muito, muito escuro. Era impossível andar sem qualquer tipo de luminosidade. Peguei meu celular do bolso da calça e continuei andando com a lanterna do aparelho como base. 

Ouvi alguns gemidos, sim, gemidos. Levei o aparelho em minhas mãos até a direção de onde vinha os sons e pude ver do que realmente se tratava. 

Era um garoto,  aparentemente normal; tinha seus cabelos tingidos de laranja, seus lábios eram cheios, e sua face completamente pálida. Eu não sei ao certo o porquê, mas me senti atraído por ele. 

Ele parecia incomodado com a luz em seu rosto, e me olhava estranho. Admito que me senti desconfortável pelo jeito que ele me olhava, não sei descrever, mas era estranho. 

— Oi, está tudo bem com você? — me aproximei aos poucos e ele se afastava conforme a distância entre nós  se encurtava. 

Não respondia e eu estava já perturbado com isso. O que há de errado com ele? 

— Ei, não vai me responder? — continuei a encará-lo. 

Suspirei derrotado e me virei, prestes a ir embora. E iria, se não fosse sua voz fina me fazendo recuar. 

— Est-estou eu acho. 

Me virei imediatamente e encarei seus olhos negros, me aproximei novamente e ele não recuou. Me encarou da mesma forma. 

— Uh, o que faz sozinho nessa escuridão. — o olho com pena ao perceber que o mesmo tremia bastante.— E principalmente nesse frio, olha, toma. 

Retirei meu casaco e coloquei sobre o ombro do menor. Ele me olhou com uma expressão triste e sorriu fraco.

— Eu moro aqui, Hyung. 

Juntei as sobrancelhas e o olhei incrédulo. Como alguém como ele morava aqui? Além de ser completamente deserto, não há casas nesta rua . É perturbador o jeito que ele me olha e fala, parece até que sou um serial killer. 

— Como você mora aqui, sendo que não há casas? — o olhei sério. 

— Vivo da escuridão, Yoongi. Me alimento das névoas. — Falou com um sorriso nos lábios, um sorriso assustador.

Engoli em seco, sentindo um arrepio percorrer a minha espinha. O que ele estava dizendo? Será uma pegadinha ou é mesmo verdade? E o mais importante, como ele sabe o meu nome se ao menos nem o disse nada de mim? Isso tá muito macabro.

— Como sabe meu nome? - Arqueei uma sobrancelha. 

— Eu sei tudo de você Hyung. — respondeu de imediato. 

Novamente, fiquei arrepiado com suas palavras. E uma vontade enorme de correr, surgiu. Mas eu não conseguia me mexer, estava parado, o encarando. 

— Esperei tanto por você. — disse ele se aproximando de mim. 

O que? Quem é ele e por quê ele diz isso? Eu só queria entender porquê não consigo me mexer e o porquê ele está tão perto de mim. 

— Qu-quem é você? — disse trêmulo devido ao frio. 

— Jimin. —sorriu sem mostrar os dentes. — Park Jimin. 

O olhei meio assustado, ele só se aproximava e eu já conseguia ouvir sua respiração. Estávamos muito próximos. 

Até que por fim ele cortou toda a distância que existia entre nós dois. Selou nossos lábios em um movimento rápido, fazendo minhas mãos pousarem em sua cintura por impulso. 

Eu não sabia porquê estava correspondendo, mas estava gostando e muito. Por mais que ele fosse estranho e me assustasse, eu já desejava tocar seus lábios e sentir o gosto dos mesmos desde mais cedo. 

O beijo foi tomando um rumo diferente; quando menos esperei já usávamos a língua. Elas se encontravam e se moviam em sincronia, era um beijo calmo, e muito bom. Mas infelizmente, fomos nós afastamos e ele me encarou com um sorriso canteiro. 

— Precisa ir agora Hyung. — disse com um olhar triste. 

O olhei confuso, minha cabeça parecia que estava sendo martelada. Eu não estava entendendo nada, mas apenas assenti com a cabeça e me virei indo embora dali. Voltei para meu apartamento e me joguei no sofá, descrente do que havia acontecido. Toquei meus lábios, relembrando do beijo de alguns minutos atrás. Foi um beijo muito bom, impossível de ser esquecido facilmente. 

[...] 

Acordei em cima do sofá, com os ombros duros e tensos. Me levantei rápido, sentindo meus ossos estralarem. Automaticamente lembrei do acontecido de ontem, o que fez minha pressa em ficar de pé se dobrar. 

Não conseguia tirar a cena do beijo e a imagem do garoto da minha cabeça. Por isso, sai rapidamente do apartamento e corri até a rua 23.

Mas quando cheguei ao lugar de ontem, na verdade não existia lugar. A placa, o corredor, ele, não estavam lá. 

Será que foi tudo um mísero sonho? Mas por que eu sinto que não? Foi tão lúcido, tenho certeza que realmente aconteceu. 

Suspirei pesadamente e notei um papel amassado logo em frente. Novamente a curiosidade me dominou, caminhei rapidamente até lá e o peguei, desdobrando-o. 

"Espero poder saborear seus lábios novamente. Te vejo em breve, Hyung.- PJ"

Involuntariamente, formei um sorriso malicioso e voltei a amassar o papel o colocando no bolso da calça. 

Espero me deliciar de seus lábios outra vez, Park Jimin. 





Notas Finais


Uhu
Espero que tenham gostado :)


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