História The Boy Next Door - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lay, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Imagine, Imagine Jin, Jeon Jungkook, J-hope, Jimin, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Kai, Kim Jong In, Kim Jongin, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Rap Monster, Suga, Sugahope, Você, Yoonseok
Visualizações 164
Palavras 2.742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeonghaseyo Pudinzinhos!
Como assim a fanfic já tem quase 230 favoritos? Juliana está D-E-S-M-A-I-A-D-A \O/
Muito obrigada mesmo pudinzinhos! Obrigada também pelos comentários do capítulo anterior 25? É um novo recorde!

Mas vamos falar um pouco sobre a fanfic antes de vocês lerem, sentem aqui com a Unnie Pudim huh? Quem está no grupo da fanfic, soube que eu lancei um jornalzinho apresentando os personagens, e com uma surpresa no final certo?
Bom, a surpresa é que eu vou literalmente sortear o Taehyung e o Jimin entre as leitoras ksksksks as duas melhores fichas, irão entrar na história pra fazer par romântico com nossos bebês! Para participar, é só seguir link do formulário nas notas finais ok?

Mas vamos falar sobre o capítulo anterior, que gerou muita revolta, e ameaças de morte, não só para Seokjin, mas para a minha pessoa também! Não me matem gente, já expliquei que nada aqui é por acaso, e também se eu morrer ninguem vai saber oq acontece na fanfic 0.0
Mas enfim, esse capítulo de hoje, era mais que necessário para o esclarescimento de tudo, ele não ficou tão grande quando os que eu normalmente posto, mas acredito que ficou bem explicado! E ele é no POV do Jin,
escrevi e saí correndo....

Capítulo 18 - Kim Seokjin


Ato I

Awake

Seokjin Point Of View

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“Não é que eu não acredite, mas sim que eu quero tentar resistir,

porque isso é tudo que eu posso fazer.”

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Dez anos de idade. Era a idade que eu tinha quando tudo aconteceu. Ou melhor, quando tudo começou a acontecer. Nós morávamos em Gwacheon, eu e meus pais. Eu estava de férias e ficava em casa com minha mãe enquanto meu pai passava o dia trabalhando. Ela não demonstrava para mim, mas eu comecei a notar que ela quase sempre estava sem fome, e se alimentava cada vez menos. Ela acabou perdendo bastante peso em pouquíssimo tempo, e quase sempre estava com febre ou até mesmo ficava com falta de ar.

Mas sempre que eu perguntava, ela me dizia que eu não precisava me preocupar, que era só um resfriado e que logo passaria. Ela sorria e acariciava meus cabelos dizendo que eu era um menino bom, e que ela ficaria boa logo.

Mas não ficou.

Se tornou cada vez mais comum eu ver ela com manchas estranhas em sua pele, eu também percebia que ela parecia mais cansada, cansada demais para uma mulher de quarenta anos. As aulas começaram, e eu notei que a medida que os meses se passavam, minha mãe estava ficando cada vez mais pálida, pálida demais até mesmo para uma coreana.

Então um dia eu cheguei da escola e a encontrei desmaiada no chão do banheiro, eu me desesperei e liguei para o meu pai, que pela sua voz na ligação ficou visivelmente desesperado. Ele ligou para a ambulância e alguns minutos depois eles já estavam a levando dentro de uma maca para o hospital, enquanto eu fiquei em casa sozinho esperando meu pai voltar com qualquer notícia.


 

Ato II

Stigma

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“Tenho estado ferido, de qualquer maneira a ferida só fica mais profunda como pedaços de um vidro quebrado que eu não posso reverter. Eu não posso suportar isso.”

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Leucemia não linfocítica aguda. Foi como o médico diagnosticou minha mãe. Segundo ele, a doença já estava em um estágio quase terminal, de modo que as chances de cura eram mínimas. Menos de dois anos, foi o tempo que os médicos deram pra ela.

Meu pai ficou desolado, e acabou descontando tudo em mim. Eu sempre senti que por algum motivo ele me rejeitava, mas eu nunca soube o que era. Eu me sentia culpado por ter acreditado quando ela me dizia que tudo ficaria bem.

Se eu tivesse prestado mais atenção…

Os dois anos seguintes, meu pai disse que era para mim largar a escola e ficar com minha mãe no hospital, porque ele tinha muito trabalho e não poderia ficar lá sempre.

Então eu fiquei, e por dois anos assisti minha mãe ficar cada vez mais pálida e magra. Assisti ela ficando cada vez mais doente. Assisti os médicos testando cada novo medicamento nela. E assisti cada um deles não surtindo o mínimo efeito.

E então aconteceu…

Pouco antes do término do prazo dado pelo médico, ela apresentou uma melhora considerável, e todos começaram a acreditar novamente que ela conseguiria ficar bem. Eu estava em mais uma noite ali no seu quarto, sentado em uma cadeira próximo a ela, ouvindo apenas o barulho daquele aparelho que para os alguns era irritante, mas que me trazia um alívio enorme. Ela estava acordada naquela noite e lembro como ela sorriu antes de me chamar até ela.

— Seokjin-ah.. — ela disse passando a mão sobre meu rosto. — Você tem sido um bom garoto..

— Omma.. — falei um pouco baixo. — Você vai morrer?

Ela sorriu singelamente balançando a cabeça negativamente.

— Eu sempre vou estar com você pequeno Jin-ah… — disse me puxando para mais perto me fazendo sentar na cama ao seu lado.

— Você promete? — perguntei estendendo o mindinho para ela, que sorriu assentindo antes de unir seu mindinho ao meu selando uma singela promessa.

— Aonde você estiver, mesmo que eu não possa te ver, eu vou estar do seu lado Seokjin-ah.. — sorriu abertamente fazendo seus olhos se fecharem.

Deitei minha cabeça sobre seu peito, onde fiquei ali por um instante. Ela acarinhava meus cabelos de maneira lenta, e eu já estava prestes a cair no sono quando senti ela parando, provavelmente porque também estaria prestes a cair no sono. Mas então um barulho agoniante ecoou pela sala, me fazendo levantar a cabeça rapidamente. Olhei para o aparelho que mostrava seus batimentos cardíacos.

Uma linha reta.

Zero.


 

Ato III

Reflection

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“Honestamente, como muita frequência eu realmente me odeio.

Eu gostaria de poder me amar.”

'------------------------------------------------------------------------------------------'

 

Os anos se passaram e eu voltei a estudar, mas eu voltei completamente diferente de antes, eu não ligava mais pra nada. E nem me importava mais com ninguém. Eu comecei a beber, e sair com garotas. As garotas com quem eu saía, eram meras diversões para aliviar um pouco a solidão que eu sentia por dentro. Embora aliviasse no momento, eu sempre acabava me sentindo sozinho novamente.

Logo que completei dezesseis anos, meu pai decidiu me emancipar. Assim me dando a casa onde eu moro atualmente. Ele vinha trabalhando cada vez mais, e chegando cada vez mais tarde do trabalho. Constantemente, ele chegava bêbado cambaleando, e terminava a noite chorando no quarto.

Eu comecei a me sentir culpado novamente, e comecei a procurar uma maneira de ser mais aceito por ele, e a encontrei. Meu pai estava prestes a fechar um contrato com o dono de uma outra empresa tão grande quanto a dele, mas tudo dependia de como o jantar de negócios entre eles iria.

Então eu descobri que o grande empresário que estava prestes a fechar o contrato tinha uma filha.

Choi Soomin.

Acabei encontrando com ela semanas antes do jantar de negócios dos nossos pais, e embora no começo eu tenha me aproximado dela apenas para que ele contrato fosse fechado, eu acabei notando que ela era mais parecida comigo do que eu imaginava.

Ela havia perdido a mãe em um acidente de carro, havia se passado pouco menos de um ano e pelo que eu pude perceber ela era muito apegada com a mãe, assim como eu era. Nós eramos muito parecidos, e cada vez que conversávamos eu sentia cada vez mais semelhanças entre nós. Então acabamos nos envolvendo, e no dia do tão esperado jantar, eu estava lá e ela também. Nossos pais fecharam o negócio e ocorreu tudo bem, e pela primeira vez meu pai teve orgulho de mim.

Mas acabou não saindo como planejado, e eu não conseguia me afastar dela. Ela parecia tão frágil, como se fosse quebrar a qualquer momento. Ela precisava de mim, e eu não queria falhar de novo.

Então eu conheci a Kate…

Tudo começou quando em uma noite enquanto eu estava deitado pensando sobre tudo o que aconteceu, eu a flagrei me espiando pela janela. Ela corou instantaneamente fechando a janela logo depois. Ela não tinha olhos puxados, então constatei logo que se tratava de uma ocidental. No dia seguinte ela chegou na sala junto de Yoongi, e Taehyung, e se apresentou falando um coreano meio enrolado, provavelmente porque ainda não tinha se adaptado bem ao idioma. Algo nela me instigava e eu não sabia bem o que era.

Então nossos encontros acabaram se tornando cada vez mais frequentes, e eu percebia que sempre que ela olhava para mim, seu rosto ficava vermelho e ela logo desviava o olhar. Então decidi ir falar com ela. Todo mundo já havia saído da sala e ela tão distraída não notou minha presença até eu me pronunciar. Senti que ela se arrepiou quando falei próximo ao seu ouvido, sorri com isso e percebi que de alguma forma eu também causava alguma coisa nela. Ela acabou se atrapalhando, e toda desajeitada deixou todos os seus lápis caírem, e eu a ajudei enquanto ela ficava cada vez mais vermelha.

Eu comecei a sentir uma forte atração por ela, mas eu não sabia o que era, não sabia o que aquela garota tinha que me despertou tamanho interesse. Eu achei que eram provavelmente meus hormônios, e que quando eu ficasse com ela tudo ia passar e eu ia voltar a ser como antes. Decidi que precisava fazer isso logo, pois eu não parava de pensar nela, e eu não era daquele jeito.

Mas então eu percebi que não era o único interessado nela. E ela sempre demonstrava estar confusa. Mas no fundo sabia que se eu quisesse, ela viria pra mim. Então eu acabei causando ciúmes nela durante a festa do Namjoon. Ela arregalou os olhos quando me viu e ficou visivelmente vermelha. Sem perceber ela acabou entregando que sentia algo por mim. O que eu não esperava era que ela admitisse isso. Ela estava alterada e acabou falando algumas coisas sem nexo, e embora tivesse me dado a confirmação de seu interesse em mim, eu senti vontade de protegê-la. Senti que ela era mais do que isso, que ela era mais do que uma mera transa. Embora eu não admitisse isso para mim mesmo, no fundo eu sabia que ela significava mais do que isso pra mim.

Então eu a levei pra casa com a ajuda de Jungkook, deitei ela na cama, troquei suas roupas, e percebi o quão lindo era seu corpo, eu não iria conseguir dormir ali do lado dela com ela daquele jeito, então vesti uma de minhas camisas nela e fui dormir no quarto de hóspedes. Naquela noite, eu me masturbei pensando nela. E acabei me repreendendo por isso. O que eu estava fazendo? Ela era só uma garota, não causar esse efeito em mim.

Meus encontros com Soomin começaram a se tornar cada vez menores, e mesmo que ainda estivéssemos namorando, já não era a mesma coisa de antes. Então ela teve que viajar para a China com seu pai, ela ficaria um mês lá e eu vi a oportunidade para tentar ficar logo com Kate e tirar ela de vez da minha mente.

Mas o problema só começou quando eu a beijei. Eu acabei descobrindo o quão boa era a sensação de ter sua boca na minha, de tê-la tão entregue. Mas não poderia passar disso agora, afinal estávamos na escola, e se fossemos flagrados isso iria para o meu histórico, e ela teria que voltar ao seu país.

Eu precisava ter paciência.

A coisa evoluiu ainda mais quando vi que Jungkook quase tentou beijá-la a força. Eu tive que me controlar para não bater nele ali mesmo. Na mesma noite, eu senti a necessidade de saber como ela estava, e passar pela segurança foi o mais simples. E naquela noite quando conversamos e ela acabou dormindo com a cabeça em meu ombro, eu senti algo que eu nunca havia sentido antes.

Eu precisava dela.

Mas ela parecia estar percebendo as minhas intenções iniciais com ela, passou a ficar com Taehyung e isso me deixou com raiva, ele era mesmo tão bom assim? Eu não podia perder, então acabou se tornando uma questão pessoal eu ficar com ele antes que ele o fizesse. Então acabei com aquele namoro deles antes mesmo de completar uma semana. Eu causava efeito sobre ela, e eu sabia disso. Como esperado, ela acabou correspondendo meu beijo no corredor, e consequentemente ele acabou vendo, na semana seguinte já corria a notícia que eles haviam terminado e o caminho livre para mim.

E então acabou acontecendo aquilo no banheiro, logo depois de uma discussão, onde ela finalmente confessou que estava apaixonada por mim, e meu coração começou a bater mais forte, e eu ficava ofegante a medida que a beijava, e ela correspondia tão empolgada quanto eu. Seu beijo me viciava de maneira incontrolável, e mesmo que involuntariamente, ela sempre dava um jeito de acabar dominando os meus pensamentos.

Mas então eu percebi o que eu estava fazendo com ela. Eu estava me apaixonando, isso era totalmente fora dos meus planos. E quando ela me fez aquela pergunta, a minha ficha caiu. É claro que ela significava mais do que isso pra mim, e embora eu nunca fosse capaz de admitir para ela, eu sabia que também sentia o mesmo. Mas ela não merecia um idiota como eu, ela não merecia passar por tudo aquilo.

Eu não merecia ela.

Então quando ela saiu daquele banheiro, eu decidi que se eu quisesse realmente tê-la um dia, eu teria que fazer por merecer. Fui para casa e tomei um banho frio naquele dia, quando Soomin me mandou mensagem dizendo que havia chegado em Seul novamente, a essa altura eu meio que já havia esquecido ela.

Eu estava decidido. Romperia com Soomin o mais rápido possível, e pelo menos dessa vez, tentaria conquistar Kate honestamente. Combinamos de nos encontrar no shopping da cidade logo a tarde, eu daria um fim nisso e faria as coisas da maneira certa dessa vez.

Mas o que eu não esperava aconteceu, por um descuido, Kate estava no lugar errado, na hora errada. E ela viu Soomin abraçada comigo. E Soomin percebeu, me arrastando até onde ela estava e dizendo que éramos namorados.

Ver pequenas lágrimas se formando em seus olhos foi pior do que eu poderia imaginar, e saber que o motivo dessas lágrimas era eu foi pior ainda. Ela saiu o mais depressa dali, e eu acabei deixando Soomin largada para ir atrás dela, eu precisava explicar tudo. Dizer que não era o que ela estava pensando. Mas o que eu poderia dizer? Eu era um idiota e agora mais do que nunca ela sabia disso.

E então aconteceu, foi tão rápido mais o suficiente para que eu visse tudo. Ela estava correndo enquanto provavelmente chorava que não percebeu que vinha um carro em alta velocidade direto em sua direção. O carro se chocou contra ela e seu corpo voou para longe caindo no chão. Foi tudo muito rápido, mas a cena se passou em câmera lenta para mim.

Eu corri, desesperado corri até ela, até seu corpo desacordado no chão. Eu não podia perdê-la. Era tudo culpa minha, eu não podia deixá-la morrer. Mas eu não podia fazer nada. As lágrimas já inundavam meu rosto quando a ambulância chegou, e embora Sophia, Yoongi e Hoseok estivessem ali. Eu insisti para que fosse com ela dentro da ambulância. Eles acabaram assentindo e eu fui.

Meu coração estava acelerado e minha respiração descompassada. Eu segurava a mão dela e já chorava sem me importar se os enfermeiros estavam me olhando.

— Você tem que ser forte...— susurrei apertando sua mão. — A Kate que eu gosto é uma garota forte.

As horas que se seguiram dali em diante, foram de Kate no hospital, ela perdeu uma quantidade considerável de sangue, e teriam que fazer um transplante. Um dia depois o médico disse que o transplante foi bem sucessido, e que agora ela estava em coma, mas logo iria acordar. Eu acabei reconhecendo aquele médico de algum lugar, mas minha mente estava tão pesada que não me lembrava aonde eu o tinha visto. Quando os amigos de Kate chegaram, me perguntando o que havia acontecido, eu não consegui explicar, simplesmente saí dali a passos largos. Fui até um dos banheiros do hospital e lavei meu rosto me olhando no espelho.

Eu sentia nojo de mim mesmo. Se não fosse por mim ela estaria bem. Eu a machuquei. Eu fui a causa de cada ferida na sua pele. Tudo isso porque eu agi como um idiota. Eu me odiava por ter feito aquilo com ela. Se algo mais grave acontecesse com ele eu não me perdoaria.

Fiquei fitando o meu reflexo no espelho e acabei dando um soco no mesmo o fazendo se quebrar, minha mão começou a arder e sangrar, mas eu não limpei, eu merecia isso. Eu merecia sofrer muito mais, por ter feito ela sofrer. Por ter sido um covarde e não admitido pra garota que eu gosto, o quanto eu gosto dela.

Respirei fundo, lavando minhas mãos rapidamente e saindo dali. Caminhei até a lanchonete do hospital, e fiquei lá. Pensando em tudo que havia feito. A agonia ao ver Kate naquela ambulância, as imagens do acidente causado por minha culpa ecoando na minha mente. Eu só me sentia cada vez pior. Minha mãe estava errada, eu não era um menino bom. Eu era péssimo.

— Seokjin.. — ouvi uma voz feminina que me tirou de meus devaneios. Olhei para frente e Sophia me encarava um tanto apreensiva. Havia acontecido algo.

— O que foi? — perguntei a olhando demonstrando mais medo do que normalmente demonstrava.

— Ela acordou.


Notas Finais


Gente, esse capítulo da visão do Jin foi um pouquinho (muito) complicado pra mim escrever pq eu nunca fiz nada em versão masculina, sempre que eu escrevo é na visão da meninazinha ou em terceira pessoa, e eu n sei oq se passa na mente masculina então fiquei meio que boiando kskssksks
Mas eu espero que tentha dado pra vocês entenderem que o Jin no final das contas estava tão confuso quanto a Kate, e que ele só começou a namorar a Soomin por conta que ele queria que o pai sentisse orgulho dele ao menos uma vez, espero que vcs tenham compreendido o lado do Jin e não queiram mais matar meu filho ksksk

Se vcs acharam que não ficou legal, ou que faltou algo pode dizer nos comentários que eu mudo ok? A voz das leitoras é a voz de Deus e.e
Agora deixa eu pegar aquele textinho que eu sempre ponho aqui sksksk
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O Jabazinho basico é só amanhã gent, hehehehe
Até amanhã, kisses da unnie Pudim


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