História Sonhos - Imagine JB - Capítulo 2


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Você
Exibições 104
Palavras 1.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi! Realmente me perdoe pela demora! Mas agora está mais fácil para eu postar.
Mas enfim, eu quero agradecer a todos os elogios que me fizeram no primeiro capítulo! Sério, fiquei até sem graça quando vi todos os comentários! Muito obrigada mesmo.

Boa leitura!

(Desculpe os erros)

Capítulo 2 - Dream - II


Fanfic / Fanfiction Sonhos - Imagine JB - Capítulo 2 - Dream - II

16/04/2014 

 

 

Deitada sobre a grama verde e macia do topo daquela montanha, olhava os grandes prédios que, para quem estava distante, se tornava minúsculo.  A grande cidade se tornara pequena, parecendo até uma ilustração, um conto.  A bela cidade deixava a desejar com suas construções bem feitas e elaboradas, seus anúncios e propaganda de outro mundo, a cidade perfeita. Mas, isso é apenas um disfarce do verdadeiro caos que é; pessoas manipuladoras e egoístas andando por aí, ferindo os sentimento dos outros. 

Será que existe um lugar com ... pessoas honestas? Pessoas boas? 

Será que eu sou uma pessoa boa? 

Acho que todos temos seu lado ruim, em uns são mais evidentes, em outros, apenas seu lado acolhedor, do bem. Mas e essas pessoas que julgamos ser ruins, são realmente ruins? Ou apenas é autopreservação? Devemos ser egoístas para o nosso próprio bem? 

Não acho que haja uma resposta 100% correta para esta pergunta. Entretanto, há várias formas de responde-la mas que cabe a você, escolher o certo.

 “No mundo em que vivemos, devemos que ser egoístas para não se machucar.” – palavras de um conhecido. 

Olhando por esse lado, até concordo. Mas, poxa, por que maltratar tanto as outras pessoas por simplesmente autopreservação? Quanto mais nos machucamos, mais nos fortalecemos. Então viva, viva intensamente, viva o momento, viva o agora, viva o sentimento, viva tudo! Sem medo. 

As gotas de chuva caindo em meu corpo fez eu fechar meus olhos e imaginar por um segundo, a minha cidade perfeita, do jeitinho que sempre quis e desejei. Mas, as trovoadas me fizeram acordar e ver a verdadeira escuridão que é este lugar. 

Levantei-me e peguei o capacete jogado ao meu lado, desci correndo aquele longo e cansativo percurso, mas que valia a pena o esforço de subir aqui sempre que me encontrava triste, cabisbaixa. Como se aqui fosse onde eu me recarregava, onde ganho forças inexplicáveis. Com certeza a natureza é o melhor lugar! 

Corria desviando das arvores que estavam no caminho, pisando em algumas pedras e galhos que me ameaçavam a cair. Quando enfim avistei a estrada, corri em direção à minha moto, logo ligando-a e indo de volta a minha realidade. 

.

.

.

Chegando no dormitório da minha faculdade, entrei em meu quarto e retirei as botas sujas e molhadas deixando-as na porta. Conforme andava, fui me livrando das peças de roupas até chegar no banheiro completamente nua. Liguei a água quente do chuveiro e logo já estava debaixo do mesmo. A água caindo em meu corpo, da cabeça, deslizando por minhas curvas, até chegar no chão e ir embora pelo ralo, não ia embora apenas a sujeira, mas sim também o medo de encarar a vida, que tive hoje cedo.

 Acorda! 

Puxei a toalha de cima do box e após secar algumas partes do meu corpo, enrolei-me nela. Peguei o secador e liguei-o deixando o vento quente fazer meus cabelos voarem e aproveitei para me aquecer do frio que acabara de enfrentar lá fora.

 Já vestida com meu pijama, deito em minha cama, me cobrindo e abraçando meu pequeno amigo companheiro de todas as noites: meu urso. 

 

 

Todos riam e se divertiam, como em um dia normal. Andava pelos corredores observando os colegas de faculdade conversarem, todos em seu grupinho. 

Vejo uma face familiar passar entre as pessoas, sigo-o cruzando o corredor, mas não o encontro. Corro até o outro lado e o vejo lá parado de costas, vou até ele. 

- Ei! – chamo sua atenção – Quem é você? 

Ele me olha por cima do ombro e sorri.

- Ei, responde! - cutuco seu ombro, ele se vira pra mim. 

- Não se lembra de mim? – faz uma expressão curiosa. 

- Não – nego. 

Ele inclina a cabeça para o lado e me encara por um instante, logo pega minha mão e a segura me puxando para algum lugar. 

- Para onde está indo? – puxo minha mão de volta fazendo ele parar e se virar para mim novamente. 

- Apenas me siga. – volta a andar e eu apenas faço como pediu. 

Ele me conduz até a escada, subimos centenas de degraus, até chegar no terraço do local. 

- Gosta de lugares altos, não? – caminha até a beirada do prédio e senta-se lá. 

- Sim. – rio. 

Ele bate delicadamente sua mão no chão, me chamando para sentar-se ao seu lado. 

- Esses lugares vazios e distante das pessoas, eu gosto. É onde fico para refletir sobre... tudo. – digo fechando os olhos e sentindo o vento bater contra meu rosto, um vento que trouxe sentimentos bons para meu peito tornando mais gostoso respirar. 

-  Você realmente não se lembra de mim? – me olha. 

Eu analiso seu rosto tentando resgatar alguma lembrança de minha memória. 

- O homem dos sonhos! – aponto para ele e ele sorri. 

O sorriso que tanto que me cativou. 

- Que bom que não me esqueceu. – olha para as pessoas que caminhavam tranquilamente pela calçada. – Isso é importante. 

Importante? 

- Como assim? – questiono. 

Ele se levanta e fica na beirada do prédio. Mais um passo e ele cai. 

- Já pensou em como seria a vida após a morte? – apoio as mãos no chão e começo a balançar as pernas olhando o distante. 

Apesar de eu ser contra várias coisas daqui, nunca quis deixar esse lugar, pois, acredito que ainda há esperança para um futuro melhor. Com pessoas melhores. Mas... vida após a morte? Medonho no mínimo. 

- Deveria? – olho para ele que mantinha seu olhar fixo no chão. 

- Não é essa a questão. – finalmente olha para mim – Se você morrer agora, você irá se arrepender de não ter feito algo? 

Essa pergunta me pegou em cheio. Eu ainda quero realizar várias coisas, mas, sempre deixo pra depois ou acho que não sou capaz de conseguir tal coisa. Ou alguém põem limite nos meus sonhos... sei lá. 

- Eu conseguiria fazer tudo que desejo? – me levanto e fico ao seu lado, encarando as ruas movimentadas. Ele segura minha mão e entrelaça nossos dedos. 

- Você sabe o que quer fazer? – pergunta – O que quer realizar? 

- Ah – fico pensativa – Ir para um lugar novo, talvez... 

- Não. Isso não. – olho para ele – O que está dentro de você, o que você nasceu para fazer. 

O que está dentro de mim? Isso está ficando confuso. 

Eu ia perguntar algo, mas ele rapidamente me puxou pela cintura e selou nossos lábios. 

Tudo que pude ver, foi a forte luz vindo.     

 

 

Como se sempre que nos beijássemos, eu acordava. Tudo aquilo que ele falava era estranho, mas, ele realmente estava certo. 

Antes de voltar a dormir, peguei uma caneta e fui até meu calendário. Circulei dia 16/04, escrevi algumas palavras em baixo e voltei a minha cama. Joguei a caneta na minha mesa e fechei os olhos.   

 

 

I ain’t gonna live forever (Eu não vou viver para sempre)     

 

I just want to live while i’m alive (Eu só quero viver enquanto eu estou vivo)     

 

It’s my life (É a minha vida)     

 

 

“(16/04) - Garoto dos sonhos”



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