História The Brotherhood - Capítulo 1


Escrita por: ~

Exibições 47
Palavras 2.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


✻ ASDOREI ESSA FOTO Q ESTA COMO CAPA DE CAPITULO <3
✻ Eu vou iniciar essa fanfic agora e sim e ninguém vai em impedir
✻ Fanfic inspirada em Scream Queens e Diario de um Banana (em um dos filmes o garoto pensa que sera mandado para uma escola neste estilo)
✻ Eu ainda vou fazer uma capa para esta fanfic
✻ Não vai ter jvtista, me desculpem (mas sera brotp assim como Mitista)
✻ Obrigado por ler <3
✻ Esse capitulo tem muito dialogo entre os personagens, mas isso vai ajudar para vocês entenderem um pouco a historia.
✻ Sim vai ter visão do Tarik
✻ To postando isso aq em tempo de provas então talvez só saia capitulo depois ;u;

Capítulo 1 - Capitulo I


Fanfic / Fanfiction The Brotherhood - Capítulo 1 - Capitulo I

 

12/06/2015

Linnyker

Eu já estava frustrado, ir em uma nova escola? – Ou internato não sei bem nunca entendi disto só sei que não quero ir para essa porra – E ainda preparatória? Só tinha roubado uma revistinha! Para que tanta coisa? Meus pais sempre foram superprotetores, mas nunca achei que seriam a este ponto. E quando vi a merda de comercial para patrocínio desta escola – ou internato – posso dizer que fiquei um pouco assustado... O cara estava segurando um fucking livro de matemática e falando que “Isso é bem melhor que vídeo games, e me ajuda em meu futuro” qual é a dele? Será que nunca jogou Smite? Overwatch? Paladins?  Ou até o jogo viciante Minecraft, League of Legends, CS, um sem cultura! Mas a pior parte de saber que eu vou para esse lugar, é que minha tia está fazendo dez mil piadas, e minha mãe nem me defende!

– Mikhael sai do quarto! Se masturbando novamente garoto!? – E ela dá aquela gargalhada irritante, essa é minha querida tia, Valeria. Ou como minha família chama “Val morena” pois o nome da minha mãe é Valquíria e.... Ela pintou os cabelos de louro.

– Qual é tia! A pessoa não pode nem tentar fazer mais um topete descente?

– Aham, e eu sou o Batman.

Hahaha, o humor é ótimo. Finalmente consigo deixar meu cabelo aceitável e então antes que ela venha falar mais uma besteira, saio de meu quarto e desço as escadas indo para o quintal. Deixe-me esclarecer, aquilo parecia uma cena de filme... minha mãe estava vestida com um vestido florido e seus cabelos soltos ao vento que fazia ali – ou seja meu topete já era – e meu pai estava com suas roupas comuns, e minha pequena irmã segurava o ursinha que eu a tinha presenteado no dia de seu aniversário, mas o olhar deles... me partiu o coração, droga, odeio despedidas. Eu sei que uma hora ou outra vai bater uma saudade deles, principalmente de minha mãe. Não desmerecendo meu pai nem minha irmã – muito menos minha tia – mas ela, nem sei como descrever, ela é a melhor pessoa que eu já conheci. Enfim, ela é minha mãe.

– Como é saber que vai ficar sem as comidas verdes da mama? – Fala mamãe.

– Desesperador – Ela ri e me dá um beijo na testa.

Pego as malas e entro num ônibus amarelo com grandes letras escrito “Escolar” em sua lateral. Várias pessoas e já posso até distinguir os grupos, patricinhas, nerds, líderes de torcida e jogadores, descolados e.... novatos. Me sento em um banco vazio, espero que alguém legal sente ao meu lado pelo menos. Pego meu celular e plugo os fones de ouvido. Gibberish, é uma ótima música, e a tradução então, hum nem se fala. Rio sozinho e alto no ônibus onde todos os olhares vão para mim. Socorro. Um garoto entra, ele usava um colete e por debaixo uma camisa social de manga comprida, ele não sente calor? Isso aqui ta tipo o cosplay do inferno! Ele se senta perto de um garoto de olhos azuis e um topete louro. O de olhos azuis parecia incomodado com a presença dele lá. Mal percebo, mas já chegamos naquela escola, era maior que no comercial. Todos descem do ônibus, parecem até animais, credo. Desço desligando a música e olho em volta suspirando. Pois é Mike... não era para você ter roubado aquela revista. Ando por aquele gramado e entro dentro do local, eu achava que isso aqui era um internato masculino mas tem garotas aqui. Estranho. Procuro alguma placa indicando onde fica a diretoria para pegar a chave do meu quarto. Achei! Vou até lá e bato na porta e logo após a abro. Uma mulher de cabelos grisalhos e uma roupa que não sei por que, mas me lembrava a Dilma. Ela sorri para mim e olha algo na tela de seu computador.

– Mikhael Linnyker Felix Rodrigues, seja bem-vindo à Mitruck Academy! – Ela pega algo em uma gavetinha na sua escrivaninha e se levanta da poltrona vindo até mim –Aqui está. Quarto trezentos e quarenta e dois.

– Quantos quartos tem aqui?

– Quinhentos e setenta, junto com o do prédio feminino ficariam... dois mil e três quartos. –Ela sorri. Já vi que vou demorar bastante para achar o meu quarto. –Tchau e obrigado por escolher a Mitruck Academy.

Saio daquela sala e dou de cara numa espécie de mapa de quartos, que sorte é no próximo corredor. Ando até lá e entro dentro daquele quarto. São duas camas com escrivaninhas ao lado delas, também tem dois guarda-roupas e um banheiro. A outra cama estava bagunçada e com pacotes de salgadinhos em cima. Ponho minhas malas perto do que parecia meu guarda roupa e o abro começando a arrumar minhas coisas. A porta abre com brutalidade e um garoto de cabelos loiro curto e mais branco que um papel entra, ele para e me encara.

– Quem é você?

– Seu colega de quarto acredito eu – Me levanto e estendo a mão para ele –Mikhael Linnyker – Ele ignora minha mão e se deita na cama com salgadinho, abaixo devagar minha mão e volto a arrumar minhas coisas.

– Se todos forem assim eu estou perdido – Falo baixo, mas logo sinto uma mão no meu ombro. Fudeu.

– Deixa eu te ajudar, me desculpe pela má educação. Meu nome é Felipe Batista, pode me chamar de Batista – Ele sorri, covinhas, c-o-v-i-n-h-a-s!  Pegando mais algumas roupas e terminamos, ele se levanta e tira os pacotes de salgadinhos e arruma sua cama. E além disso ele ainda tem um pequeno aspirador, uau.

– Bem... o que aconteceu para você ficar assim? – Acho que estou invadindo um espaço pessoal, mas a curiosidade é realmente muito maior que a noção.

– Meu melhor amigo está namorando e simplesmente se esqueceu de mim...

– Bem... eu sempre fui o nerd da turma, que só é chamado quando as garotas querem alguma nota alta ou para servir de saco de pancadas para os meninos se sentirem mais superiores... e bem... acho que você deveria dar um tempo, uma hora ou outra ele vai perceber que você está se distanciando e vocês voltaram a serem amigos – Dou meu melhor sorriso e ele me abraça murmurando um “muito obrigado”. Me senti o psicólogo supremo.

– Você é uma ótima pessoa. E um novo ótimo amigo, quer conhecer o internato?

– Claro – Assim que saímos do quarto Batista toma uma postura formal, acho que isso é coisa da escola. Ele anda e eu o acompanho, fomos até um lugar onde parecia um condomínio, mas com casas que pareciam até mansões.

– Aqui são as irmandades, ou seja, se você é de alguma irmandade você não dorme naqueles quartos podres e mofados, você dorme em lugares de rei. O meu melhor amigo faz parte de uma dessas irmandades. Mas, existe uma que está no topo, a irmandade que todos respeitam e querem fazer parte

– Qual o nome dessa irmandade?

– TB, que seria The Brotherhood, um nome nem um pouco criativo. Essa irmandade é comandada por Tarik Felipe Alvares Pacanhan. E.... ele não é o que parece ser

– Como assim?

– Bem, Tarik pode ter a aparência de um garoto muito educado de família rica, típico. Mas ele é apenas um adolescente viciado em festas e bebidas, mas de qualquer forma ele ainda é o queridinho dos professores, e da diretora. Todos os alunos sabem da sua dupla personalidade... uma vez um garoto contou coisas sobre ele para o professor de química, nem o aluno nem o professor foram mais vistos, e.... isso assusta muito, além de que depois vieram uma serie de mortes e desaparecimentos, ninguém se atreve a fazer nada contra ele, ele é imbatível

– Nossa, então acham que os desaparecidos...

– Foram mortos, por alguém da irmandade. Ou até o próprio Tarik.

– Isso é horrível, como sabe disso tudo?

– Por causa do meu melhor amigo, ele faz parte da TB

– Ata, como é esse Tarik?

– Ele sempre está vestido como um nerd que estuda em Harvard

– Eu o vi no ônibus, ele se sentou perto de um louro tipo você, mas com os cabelos maiores

– O Rafael não parece nem um pouco comigo

– Ok desculpa

– Enfim, Rafael é um dos zangões do Tarik. Se isso aqui fosse o filme “Mean Girls” pode ter certeza que o Tarik seria a Regina George, o Tarik não gosta nem um pouco da minha amizade com o João, que é o meu melhor amigo, mas acho que isso é por que eu não tenho popularidade. Sou apenas mais um “who” desse internato. Mas to pouco me fudendo para isso

– Uau – Rio simpático, ele estava abrindo o jogo e falando até de pessoas que eu não conhecia, mas o que ficava mesmo na minha cabeça era a TB, imagine as coisas horríveis que já fizeram e ninguém sabe, isso é bem perturbador.

Já estava em outro mundo nem escutava mais Batista falando, é tão perturbador saber disso, porra aqui é uma escola que ajuda no seu comportamento, e tem um assassino a solta. Isso não daria um bom slogan, “Matricule seu filho no nosso internato! O tornaremos uma pessoa melhor! E ele também pode morrer com 4 facadas na barriga! ” Bem tentador. Batista para de falar do nada, sigo seu olhar. E adivinha só? O tal Tarik estava vindo até nos com um cara junto com ele. Tarik tinha um sorriso no rosto e o outro cara... bem... estava difícil de ver sua expressão ele estava com óculos escuros.

– Ora, ora, ora. Trocou o Jv por um novato? – Ele dá risada nasal, que filha da puta. –Pelo menos ele não pega a doença que você exala, lixo humano – Eu juro que ia acertar a cara daquele babaca, mas Batista me segurou.

– E aonde está o oxigenado? A sua putinha, ou você é a dele

– Escuta aqui você me respeita, eu posso fazer você usar dentadura bem cedo

– Nossa, me desculpa bravinha – Tarik aperta os punhos mas suspira como se não pudesse tocar Batista, Batista sorria. Mas logo o sorriso vai para a boca de Tarik que estrala os dedos e o de óculos chuta a barriga de Batista.

– Cara você tem problema?! Qual a necessidade disso?! – Parto para cima dele o derrubando no chão e socando seu rosto, ele me encara. Logo sou puxado pelos ombros e jogado contra uma arvore, era o rapaz de óculos. Ele dava socos fortes em minha barriga e eu percebia que a qualquer momento poderia cuspir sangue. Bom parece que chegou a hora, o liquido vermelho dispara da minha boca, a sensação era horrível, e ele não parava.

– Pode parar Felipe, acho que ele aprendeu a lição – O tal “Felipe” para de me socar e eu seguro minha barriga como se ela fosse cair e se chocar contra o chão –Nunca me desafie, novatinho – Ele cospe em mim e sai. Eu não mereço isso.

– Mike, me desculpa foi tudo culpa minha – Fala batista me abraçando, ele só está piorando as coisas.

– Eu acho que vou voltar para o quarto...

– Eu vou com você...

– Não... eu so quero ficar sozinho, ok?

– Ok...

Saio de lá ainda com a mão na barriga, como sou uma anta acabo parando em um lago. Na outra margem tem um ponto vermelho... talvez alguém com uma fantasia? Seria a mascote da escola? Ele está segurando algo... esse algo reflete seu brilho na luz e.... uma faca? Ele está segurando uma faca. Corro de lá ainda sentindo uma forte dor na barriga e então consigo voltar ao prédio masculino. Procuro meu quarto dentre tantos outros e entro dentro daquele cômodo que cheirava a chuva. Era uma pessoa vestindo uma fantasia de demônio segurando uma faca. Seria o tal assassino? Me deito na cama pegando o celular e pondo no aleatório. Secret Door. Minha música favorita, bom, só ela para me acalmar. “Grabbed my hand and made it very clear there's absolutely nothing for us hereMelhor não me aprofundar nesse assunto, vou apenas seguir o fluxo do cano de esgoto chamado vida. Alem de que agora eu tenho uma nova vida. Quando sera que poderei ver meus pais novamente? Sera que esse “demônio” pode... me matar? Eu pareço até a Luna. – eu não assisto isso, e sim minha irmãzinha, se bem que eu gosto dos desenhos da cultura – Eu preciso descobrir mais sobre isso.

Eu preciso entrar na TB.


Notas Finais


✻ Espero que tenham gostado
✻ Twitter: https://twitter.com/DiskLinnyker


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