História The Case of White Cube - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~TiaClara

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Miranda Kerr, Policial, Trafico Humano
Exibições 252
Palavras 4.634
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, aqui quem fala é a Tia Clara ou Helen me chamem como quiser.
Gente eu e a Bea estamos feliz como receberam TCOWC, muito obrigada pelo carinho.
No inicio estava muito nervosa escrever com a Bea, porque admiro o trabalho dela e como aceitariam nossa parceria e vê o resultado e como nós duas fluímos tão bem é uma realização.
Não posso deixar de agradecer novamente obrigada pela maravilhosa parceria Laura.
Sem mais delongas leiam sem moderação e até dia 04/12 com a Bea, ou seja no proximo domingo
xoxo
Tia Clara

Capítulo 2 - Wedding Anniversary


Fanfic / Fanfiction The Case of White Cube - Capítulo 2 - Wedding Anniversary

Justin 

Dois anos depois.

Meu celular desperta, me fazendo arrepender-me imediatamente por ter dormido tão tarde ontem à noite.  Olho para o lado, e sorrio ao ver Faith agarrada ao travesseiro. É sempre assim, ela se deita agarrada a mim, mas ao decorrer da noite em meio ao sono, se solta, e se agarra a qualquer coisa que pensa ser meu corpo. Estico meus braços e pernas, a fim de jogar um pouco da preguiça fora, o que é uma tarefa inútil. O frio é perceptível lá fora, já que pelas cortinas claras posso notar a umidade escorrer na janela lentamente.

Pulo da cama vendo o dia clarear, curvo meu corpo para frente e para baixo, arrumando os edredons confortavelmente sobre o corpo seminu de minha esposa, e lhe beijando a testa. Como eu, ela dormira tarde, e sei o quanto adora uma cama pela manhã.  Ainda mais nessa época do inverno. Estalo meu pescoço indo em direção ao banheiro. Tiro a boxer cinza, a única peça de roupa presente em meu corpo, adentro o boxe ligando o chuveiro, vendo a água bater no piso, e o vidro fumê do boxer se embaçar lentamente pela temperatura quente da água. Sinto meu corpo relaxar, e aos poucos o desânimo, e a preguiça que havia em meu corpo vai embora, junto com a espuma, que se formava em meu corpo, pelo sabonete líquido.

O banho é rápido, o necessário para que meu ânimo se renove nessa segunda-feira. Volto para o quarto, evitando fazer barulho para não acordá-la. Sorrio ao ver seu rosto sereno, são poucas as pessoas que conseguem ficar lindas quando dormem, e Faith sem dúvida é uma perfeição. Não resisto a tentação, e pego minha Nikon D3200, que está sobre o criado mudo, e tiro mais uma foto dela dormindo, para se juntar as milhares que já tenho. Como todo fotografo gosto das fotos tiradas ao natural, sem planejamento.

Volto com a câmera pra o local de antes, visto uma blusa de algodão branca juntamente com uma boxer azul. Pego meu uniforme que está separado no closet, e o coloco rapidamente, assim como a farda preta.  Calço as botas pretas, apertando bem o cadarço, pego o cedro, ou como muitos o conhecem, cinto, o coloco em meu quadril juntamente a minha algema, arma, cassetete, e meu rádio.  Levanto a perna da calça direita, e coloco mais uma arma presa ali, afinal, nunca se sabe. 

Vou até a cozinha, ligando a cafeteira com as medidas prontas, que Faith sempre deixa pronta para mim, na noite anterior. Enquanto ouço o chiado do café sendo preparado, passo meus olhos rapidamente pelos meus relatórios, para conferir se está tudo certo. Em poucos segundos uma xícara está em minhas mãos, com o líquido preto, sorrio, nada melhor que um bom café pela manhã, para levantar o ânimo de qualquer ser humano. Depois de certificar-me que tranquei bem a porta de minha casa, e o portão, eu entro no carro, e saio dali rapidamente. Por mais cedo que possa ser sempre saio apressado de casa, pois mesmo dormindo Faith faz com que eu me atrase. Esse é o efeito que ela tem sobre mim a cinco anos, sorrio abertamente ao lembrar-me que hoje fazemos dois anos de casados, o que me faz querer em ficar em casa, mas sei o meu dever para com a cidade, e tudo o que posso fazer é desejar que hoje seja um dia tranquilo, e que possa voltar mais cedo para aproveita-lo com Faith.

Vejo que meu pensamento foi precipitado, pois ao chegar no departamento vejo meu parceiro conversando com alguém, perto da nossa viatura.  Estaciono o carro, e saio rapidamente, jogando as chaves para o guarda que toma conta do pátio, onde ficam nossos carros pessoais, e viaturas. 

— Bom dia detetive Bieber. — aceno somente a cabeça em direção ao guarda, não por ser esnobe, ou me sentir superior, mas ao ver Henry em uma conversa séria com outro policial minha curiosidade se atiça, e a passos largos vou para pertos deles. 

— Bom dia. — digo rapidamente, chamando a atenção deles.

— Detetive que bom que chegou, o delegado Hernandez deseja o ver imediatamente. — o puxa saco do tenente diz, e nem ao menos me espera responder, se vira, com certeza indo avisar que cheguei.  Baba ovo do caralho. 

Henry riu um pouco e pegou em meu ombro 

— Boa sorte Justin, o “todo poderoso” hoje está atacado, não deve ter comido ontem. — Henry diz, cheio de graça, começo a rir. 

— O que houve, para estar essa agitação toda em plena manhã de segunda-feira? 

— Denúncia anônima caro Bieber, algo grande. — Henry diz empolgado. — Na verdade, é algo que Hernandez está de olho a um bom tempo, entretanto só hoje teve provas concretas, e essa denúncia foi o empurrão que precisávamos. 

Vamos conversados para dentro da delegacia, e não nego estar um tanto preocupado. Queria poder voltar mais cedo para casa, mas com o surgimento dessa nova missão as coisas complicam um pouco. Faith vai virar uma fera, e justamente hoje que completamos dois anos de casados.  Passo as mãos no rosto. 

— O que foi Justin? — Henry pergunta me fitando curioso. 

— Hoje completo dois anos de casado com Faith, mas pelo jeito vou ficar preso aqui. Merda! — Escuto Henry rindo, e balançando a cabeça.

— Boa sorte meu amigo, Faith sabe ser assustadora quando quer.  Por isso não me caso, sou de todas e todas me pertencem.

— Não quero ficar um velho decrépito, sem filhos, e sozinho Henry.  Me casei com a mulher que amo, e não me arrependo. — falo sério. Não me importo com sua brincadeira, mas se tem algo que preservo, é meu casamento.  Escuto a gargalhada dele, todos aqui sabem que Faith é uma espécie intocada aqui, quase um assunto proibido. Não gosto de brincadeiras envolvendo o nome de minha esposa. 

— Bom dia, senhor Bieber e senhor Bustamante. — olho para secretária, mas não refaço o cumprimento. Essa mulher é muito atirada.

Henry para imediatamente em sua mesa sorrindo cafajeste, esse não perdoa nem o vento. Vou até a sala do delegado, e bato duas vezes na porta, escutando um ‘’ entre’’ alto e grave.  Sinto meu celular vibrar em meu bolso, o pego enquanto adentro, e sorrio ao ler a mensagem 

De: Amor ás 08:55 am

‘’ Bom dia, amor. O que acha de irmos jantar no nosso restaurante favorito, o italiano onde pediu minha mão em casamento? ‘’

Sei perfeitamente que Faith está me testando, querendo saber me lembro dessa data. Ela é sútil como um coice de cavalo. Quando penso em responder, escuto um pigarro, ao erguer o meu olhar vejo o delegado com uma expressão terrível no rosto. Guardo imediatamente o celular, e volto minha atenção para ele. 

— Senhor Hernandez, fui avisado que queria conversar comigo. 

— Sente-se detetive Bieber. — é o que ele diz, e assim o faço, encarando sua expressão séria. 

— Bieber você trabalha para esse departamento a quase oito anos, é um dos homens em que tenho mais confiança, e por isso quero lhe entregar uma missão. — olho a tela do computador vendo um homem, na sua ficha consta sua idade, quarenta e oito anos. É um pobre coitado que se sente um traficante de peso. Não é grande coisa. — Quero esse homem atrás grades, ele trafica aqui em Ontário, e finalmente temos provas concretas. O melhor a se fazer é pega-lo desprevenido, e você é bom nisso. Separe os melhores policias, e o traga para mim. 

— Hoje o terá em suas mãos delegado. — ele assente, colocando o charuto na boca, voltando a encarar o monte de pastas em sua mesa. 

(...)

Depois de duas horas decidindo os homens que iriam comigo, estou na minha viatura com meu parceiro de anos. Henry dirige, enquanto eu estudo a planta do galpão. Percebo mais três viaturas atrás de nós a todo vapor. Meu celular vibra pela terceira vez em meu bolso, sei que é Faith, mas ela precisa esperar.

Ao deparar-me com o local, percebo ser um galpão velho, com a madeira já sendo corroída pelo cupim. 

— Quero dois homens nos fundos, e três nas laterais. Henry e eu invadimos, quero atenção, ele não pode escapar. — digo apertando meu colete sobre meu peito, e destravando a calibre 38 que está em minhas mãos.

Todos vão para seus postos, e Henry chuta a porta, que range ao ser escancarada, pois como disse, a madeira está comida pelos cupins. Homens escondem-se atrás de móveis, e nós fazemos o mesmo, indo para trás da porta.  Uma troca de tiros é iniciada. Abaixo-me pegando minha arma, que está na perna, já que as cápsulas da outra estão no final. Os homens que vieram comigo entram por trás, fazendo com que os poucos homens que estão ali recusassem. 

— Quero o chefe, onde ele está? — grito, e vejo o homem calvo tentando se esconder. Sorrio satisfeito, pois imediatamente o reconheço da foto.

Os policiais algemam os homens que recuaram, e vejo dois corpos no chão. Balanço a cabeça negativamente, não sou frio a esse ponto, eram dois jovens, poderiam ter escolhido um destino melhor. Escuto um disparo, e meu braço esquerdo dá início a uma ardência, quase imediata. Olho para frente, tentando descobrir de onde veio o tiro, e não demora muito para que isso aconteça, um rapaz de frente para mim segura uma arma firme, apontando-a diretamente em minha face. Sem prensar duas vezes atiro, e o acerto em cheio, na testa. Um grito horroroso é escutado de dentro do galpão, fazendo com que um eco ecoe. O homem calvo vem para cima de mim, mas Henry o imobiliza. Seus olhos fecham-se, e o ouço gritar desesperadamente por seu filho, agro morto no chão.

Olho pro meu braço, que arde. Em minha blusa de manga curta posso ver uma ferida, o tiro passou de raspão, mal do ofício, não é o primeiro, e não será o último, mas cada vez que recebo um, é como se fosse primeiro.  Essa porra arde pra caralho. 

— Está bem Bieber? — Assinto, olhando para Henry que acaba de algemar o homem calvo, o colocando na viatura 

— Desgraçado, matou meu filho, você vai pagar, eu vou me vingar, e aquela gostosinha que tem como mulher não saíra impune. — uma raiva descomunal cresce dentro de mim — Cidade pequena é assim policial, conhecemos todos. — ele fala com os olhos vermelhos, e sorrindo como se estivesse ficando louco. Aperto minhas mãos em punhos, toda vez que pegamos um ameaças são ditas, é inevitável, mas ameaçar minha mulher é demais. — Posso estar sendo preso, mas tenho contatos aqui fora. —ele abaixa seu olhar, e olha meu nome no crachá. — Não esqueça disso Bieber, uma ameaça minha, nunca é em vão. 

Sem pensar duas vezes lhe dou uma coronhada, o fazendo bambear. Minha vontade é matá-lo aqui, e agora.

— Cala a porra da boca, ou eu te mato aqui mesmo. Alego legítima defesa, como acontecerá com o desgraçado do seu filho, que deve estar ardendo no inferno. 

— Calma cara, você não precisa passar por uma investigação Justin. — Henry fala colocando o cara desacordado no banco de trás da viatura. 

Travo meu maxilar indo para o carona e batendo a porta com força ao me sentar. Henry senta-se ao meu lado, girando a chave na ignição. 

— Justin você perdeu as estribeiras, cara não pode mostrar que é sensível quando o assunto é sua mulher. Você tem que aprender a se controlar, sabe que ameaças são normais na nossa profissão. — Henry diz calmo e sério.

São poucas as vezes que ele fica assim, só quando se trata de algo importante, eu sei que ele este certo, perdi mesmo a paciência, mas não é algo que posso controlar, Faith sempre fora um assunto delicado para mim. Aperto meu braço, que não está doendo, talvez pela minha raiva no momento. Sei que é uma ameaça sem fundamento, mas por mais clichê que seja a frase, ‘’pode mexer comigo, mas não mexa com os meu.’’, nunca fizera tão sentindo como agora.

 

Faith

Olho novamente em meu relógio de pulso, dourado e delicado, presente que Justin me dera um ano atrás em meu aniversário de 25 anos. Os ponteiros marcam exatamente oito e meia da noite, meu marido está uma hora atrasado. Suspiro frustrada. Pego o celular em cima da mesa, e desbloqueio a tela, na esperança de que alguma mensagem me informe que ele está a caminho, ou ao menos, por quanto tempo mais irá demorar, mas não vejo nada, não há nada, e isso faz com que eu bufe novamente, desta vez, um tanto irritada e impaciente.

Volto o celular para cima da mesa, e arrumo uma mexa de meu cabelo, levando-a para trás da orelha. Ergo meu olhar, vagando-o pelo restaurante, iludindo-me com a hipótese de ver Justin adentrar a porta de vidro com um buquê de flores em mãos, um sorriso largo nos lábios, e um pedido de desculpa, mas a única pessoa que vejo é a garçonete, que me lança um sorriso reconfortante.

A menina de olhos escuros, e cabelo da mesma cor, preso em uma trança lateral já havia vindo até mim, duas, talvez três vezes, perguntando se quero algo, e minha resposta foi a mesma em todas as vezes ‘’ Não, obrigada. Estou esperando alguém. ‘’ Uma hora se passou, e cá estou, suspostamente esperando alguém. Balanço minha cabeça em negativo, a garota provavelmente deve pensar que sou uma solteirona, que acaba de levar um bolo de algum cara que conheci na internet.

Apoio os cotovelos sobre a mesa, enterrando minha face entre as mãos, pronta para erguer-me desta cadeira, dirigir de volta pra casa, e pedir a maior quantidade de comida japonesa que já comi em toda a minha vida.

— Antes de qualquer coisa, me desculpe. Eu sou um péssimo marido, e não te mereço, mas... — a voz rouca, suave, porém firme, e tão conhecida por mim, adentra meus ouvidos, fazendo com que os pelos de minha nuca se arrepiem. Mesmo depois de tanto tempo juntos, até os atos mais simples desse homem, como falar, causam um efeito sobre mim, e em meu corpo. Ergo minha cabeça, fixando meu olhar ao dele. Ele suspira, e sorri. — Wow! Minha esposa é a mulher mais linda do mundo.

— Vai precisar mais do que um simples elogio para que eu te perdoe. — digo firme, contendo a vontade de sorrir.

Justin ri brevemente, e afasta a cadeira a minha frente, para que possa se sentar. Em um gesto rápido ele chama por um garçom, e garota com a trança lateral aproxima-se de nós, olhando para mim, mas logo fitando meu marido. A beleza de Justin não é um segredo, e até mesmo a mulher mais frígida é capaz de contempla-la.

— Por favor, um Tortellini de Bolonha, e para a minha linda mulher... — ele desvia seu olhar do cardápio, e me encara. — Um risoto?

— Sim, por favor. — digo a garota, sorrindo sem mostrar os dentes.

— Algo para beber? — ela pergunta, intercalando seu olhar entre Justin, e eu.

— Uma garrafa do seu melhor vinho. — ele responde, completamente galanteador.

A garota sorri, não necessariamente para ele, e se afasta com o nosso pedido anotado. Repetir o nosso pedido de dois anos atrás, foi uma ótima jogada, mas não o suficiente.

Os momentos que se passam são preenchidos por uma conversa simples, e tratá-lo com indiferença se torna uma tarefa difícil, no momento em que ele decide entrar em meu jogo, tornando um bom momento nada interessante, em uma situação completamente excitante. Suas respostas são frias, porém bem calculadas, mantendo o timbre de sua voz baixo, e sensual, assim como o meu. Em baixo da mesa, posso sentir suas mãos em meus joelhos, acariciando-os bem devagar, tornando a parte interna de minhas coxas uma fogueira em brasa.

A comida chega, e tento me concentrar apenas em meu prato, mas é difícil concentrar-me em qualquer outra coisa, que não seja a forma maliciosa como meu marido me encara, praticamente comendo-me com seus olhos incríveis.

Depois de algumas taças de vinho sinto-me um pouco mais leve, nunca fui a pessoa mais forte do mundo com a bebida. Após terminar o meu risoto, e Justin o seu tortellini, ele pede um banana split para dividirmos, com uma bola de creme, uma de morango, e outra de uva, muita calda de morango, um pouco de castanha, e duas cerejas. Gulosa como sou, sem nenhum problema em comer como um animal na frente do homem que amo, eu ataco o sorvete, e iniciamos uma luta infantil, para ver quem come mais. Justin nitidamente me deixa ganhar, mas mesmo sabendo disso eu me gabo.

(....)

Subo as escadas de casa, e entro no quarto, tirando o par de salto alto e deixando-o em um canto qualquer. Posso sentir a presença de Justin atrás de mim, mas tento ignorá-lo, o que se torna mais complicado a cada instante, pois meu marido definitivamente sabe como fazer uma mulher perder o controle. No caminho para casa, suas mãos tomaram conta de minhas pernas, apertando a parte interna de minhas coxas, e acariciando minha intimidade por cima do pano vermelho de minha calcinha. Eu quis arraga-lo a todo instante tirar suas mãos do volante, para que ele pudesse me agarrar, e me ter como sua, ali no próprio carro, mas me contive.

Justin senta-se no seu lado da cama, tira seus sapatos, e relaxa sobre o colchão, deixando suas costas firmes contra a cabeceira da cama, e as pernas esticadas. Suas mãos se juntam em cima da barriga, e seus olhos fitam-me com uma intensidade indescritível.

— Quantas desculpas terei que pedir, para poder tê-la essa noite?

— Eu não sei. Muitas.

Rio mentalmente. É bom vê-lo assim, quase se rastejando por sexo. Justin não é o tipo de homem que se humilha por uma mulher, então se eu esperasse por um pedido de desculpa exageradamente dramático, e hollywoodiano, era melhor me sentar para não cansar, mas eu sei... Sei que no momento tudo o que ele quer sou eu, e vê-lo tenso, e internamente desesperado é de certa forma, uma cena gostosa de se apreciar.

Viro-me de costas para ele, jogando todo o meu cabelo para um único lado. Exibo minha nuca, que para Justin é como sua criptonita. Rio mentalmente, novamente. Mesmo estando de costas posso imaginá-lo com os dedos inquietos. Levo minhas mãos para até minhas costas, e lentamente deslizo o zíper do vestido vermelho, abrindo-o. O mesmo desliza por corpo, até que cai sobre o chão, exibindo meu corpo, coberto apenas por uma lingerie vermelha. Ouço um suspiro pesado.

— Já chega, Faith Bieber. — em um movimento ágil, e completamente inesperado, sou puxada, e meu corpo semi nu se cola ao de meu marido. Minhas mãos vão de encontro ao seu peito, e posso sentir seus músculos rígidos por baixo da camisa. Eu o encaro, rindo brevemente. — Você me ignorou, me provocou, e brincou comigo, mas agora... — ele umedece seus lábios, passando a língua lentamente pelos mesmos, e preciso me conter para não beijá-lo imediatamente. — Eu quero o meu presente de casamento.

— Eu não comprei um presente pra você, Justin Bieber. — digo firme.

— Não importa, tudo o que eu quero está nos meus braços.

Seus lábios capturam os meus em um beijo cheio de paixão, e volúpia, o encaixe entre ambos, é perfeito, e arrisco-me a dizer, que nossas bocas foram feitas, para pertencerem uma a outra. Suas mãos fortes, predem-me contra si, acabando com qualquer espaço mínimo que tivesse entre nós. Sua língua adentra a minha boca, e posso sentir o gosto forte do vinho, ainda presente no paladar de Justin, tanto quanto no meu, tornando o beijo ainda mais delicioso.

Envolvo meus braços ao redor de sua nuca, acariciando tal parte sensível com minhas unhas medianas. Justin parte o beijo, e mentalmente eu me irrito com as leis naturais, que nos abriga a precisar de oxigênio. Sua respiração descompassada, encontra-se com a minha, e ambas se tornam uma. Abro meus olhos lentamente, e posso ver sua íris antes carameladas, agora em um tom mais escuro que o habitual. Não é raiva, ou ódio, é apenas prazer.

Justin me empurra contra o colchão macio, e sobe em cima de mim, aproximando seus lábios rosados de minha clavícula. Ele me beija, me chupa, e me lambe, repetindo as três coisas, até a barra de minha calcinha, deixando um rastro de calor por cada lugar onde me toca com seus lábios, ou sua língua. Justin beija meu ventre, fazendo com que todo o meu corpo se arrepie.

Meu marido agacha-se em frente a cama, e me puxa pelas coxas, quase colando sua face a minha intimidade, pulsante, que implora por uma atenção especial de seu membro grande, e grosso. Ele me encara com os olhos escuros, como se quisesse minha aprovação, e eu apenas assinto com a cabeça. Quase imediatamente sinto a pressão de seus dedos contra meu clitóris, massageando o tecido da calcinha contra minha área sensível. Tombo a cabeça para trás, e solto um gemido, sem vergonha alguma de demonstrar como o meu homem me leva a loucura. Minha calcinha é arrancada, e jogada em um canto qualquer do quarto. Antes que eu possa me preparar para o que vem a seguir, sinto seus lábios, chupando-me com tamanha maestria, e ao mesmo tempo, demonstrando que quer é me devorar inteira.

Agarro o lençol, fazendo um emaranhado de pano entre meus dedos. Meu corpo se mexe, contorço-me cada vez que ele passa sua língua lentamente de baixo para cima, provando o meu gosto, que a julgar pela forma como Justin me olha, é no mínimo saboroso. Minhas bochechas estão em chamas, assim como todo o resto de mim. Meu clitóris pulsa, e me sinto gulosa, pois não importa o que meu marido faça, jamais irei me fartar de tê-lo saboreando-me.

Levo minha mão direita até seu cabelo, afundando meus dedos em seu cabelo loiro, brilhante e sedoso. Seguro seus fios, e sem força, eu o puxo para cima, obrigando-o a me encarar.

— Eu preciso senti-lo dentro de mim. — peço, praticamente implorando com os olhos.

— Seu desejo é uma ordem, esposa. — ele inclina-se sobre mim, e me beija, fazendo-me provar meu próprio gosto.

Abraço seu corpo, fazendo-o se debruçar sobre mim. Sem interromper a agilidade de nossas línguas, que trabalham muito bem juntas, eu começo a desabotoar sua camisa, deslizando as mangas por seus braços, e sentindo seus músculos rígidos, mas nada exagerados. Ergo meu tronco, sentando em baixo das pernas de Justin. Meus lábios se encontram com sua pélvis, enquanto meus dedos desesperadamente desabotoam sua calça, implorando por seu membro. O jeans escorrega até metade de suas coxas, exibindo seu membro completamente marcado na cueca box preta.

Justin segura meu cabelo em um rabo de cavalo alto. Com o dedo indicador, ele ergue minha face, até que meu olhar se encontre com o seu.

— Faça o seu homem feliz, amor.

Sorrio, o mais maliciosa que consigo. Algumas mulheres podem não gostar do tom de voz um tanto autoritário de meu marido, mas isso apenas me deixa ainda mais molhada. Justin, é um homem doce, então qual problema de agir como um vadio na cama? Sou uma mulher de respeito, mas não me importo de agir como uma vadia safada quando estou com meu marido. Não quero que nos tornemos um desses casais que param de fazer sexo, e acabam se divorciando. Sexo alivia, sim, algumas tensões de casamento, e quero que Justin me deseje tanto quanto eu o desejo. Quero que ele fique duro, apenas por me ver nua. Não quero que olhe para outras mulheres, quero que ele saiba que tem tudo o que precisa em casa.

Abaixo sua cueca, até metade de suas coxas juntando-a com a calça jeans. Seu membro salta para fora, e meus olhos o encaram com tamanha admiração e desejo, assim como uma criança olha para o melhor doce da loja. Passo minha língua por toda a glande, chupando a cabeça como um delicioso pirulito de morango, mas dez vezes melhor. Início lentos movimentos de vai, e vem, chupando-o com minha máxima proeza, e masturbando o que não cabe em minha boca. Justin solta alguns gemidos roucos, e posso sentir seu membro pulsar em minha boca.

Sinto o gosto de seu pré gozo, e paro, tendo em mente que se continuar irei receber um jato de semêm em minha boca, e por mais que a ideia de sentir o gosto de meu marido seja tentadora, prefiro sentir seu líquido quente jorrar dentro de mim. Justin geme em protesto.

Justin livra-se de sua calça, e cueca, assim como de seu sapato. Minhas mãos envolvem seu corpo másculo, e quando sinto seu membro penetrar-me, minhas costas se curvam, e eu arfo, próximo ao seu ouvido. As primeiras estocadas são perfeitas, não muito lentas, não muito rápidas, seu membro roça meu clitóris inchado perfeitamente, tornando o prazer quase incondicional. Justin abre o fecho de meu sutiã, livrando meus seios da cobertura vermelha. Ele suga meus mamilos rosados, deixando-os completamente enrijecidos.

Os movimentos se aceleram, e a cada instante, sinto-o me penetrar mais fundo, atingindo meu ponto G. Agarro seu corpo, contra o meu, e Justin enterra a face na curvatura de meu pescoço, beijando toda aquela região. Sinto o suor escorrer por seus braços, assim como posso sentir minha testa úmida.

Meu corpo trava no instante em que atinjo o ápice. Colo meus lábios ao de Justin, gemendo contra seus lábios. Minhas pernas amolecem, e sinto o líquido quente de meu marido jorrar dentro de mim. Justin cai para o lado. Meu peito sobe e desce, assim como dele, e nossas respirações descompassadas é o único som presente na casa. Ele abre os braços, e com seu olhar, me chama para perto. Acomodo-me em seu peito, ouvindo seu coração bater acelerado.

— Está tudo bem agora? — pergunta, acariciando minhas costas, afastando meus fios de cabelo, molhados pelo suor.

— Está tudo mais do que bem. — sorrio. — Mas, eu menti pra você. — apoio meu corpo em um de meus braços, e o encaro, sorrindo ao ver seu olhar curioso e confuso.

Levanto-me da cama, com as pernas ainda um pouco bambas, e vou até a cômoda, abrindo minha gaveta de calcinhas, e tirando de lá um embrulho azul. Justin senta-se na cama, e eu me sentou ao seu lado.

— Eu tive que rodar toda a cidade atrás disso, então, é melhor que goste. — lhe entrego o embrulho, e como uma criança desesperada ele rasga o papel de presente. Ao ver do que se trata seus olhos ganham um brilho lindo. Justin exibi um sorriso largo, e extremamente verdadeiro, o sorriso que faz com que eu me apaixone por ele todos os dias. Ele tira a Nikon F3 Prototype da caixa, e me encara. — Eu acertei o modelo? Juro que tentei me lembrar, mas você me falou dela a tanto tempo, que tive medo de ter comprado a câmera errada. — comparada aos outros ‘’ brinquedos ‘’ de meu marido, essa câmera não é nada, mas o valor sentimental dela é muito. Esse modelo, fora o primeiro que Pattie, minha sogra deu a Justin, fazendo assim, com que o pequeno de cabelos loiros torna-se a fotografia seu hobby.

— Faith Bieber, você é extraordinária. — ele me beija, rapidamente. — E, eu também tenho um presente para você. — ele estende seu braço até o criado mudo, tirando de lá uma caixa preta de veludo. Ele me entrega a caixa, e quando a abro, imagino estar com o mesmo olhar brilhante, que meu marido a instantes atrás. O brinco não é muito grande, mas sua pedra é brilhante, e belíssima.

— Amor, eu amei, mas... — suspiro. — Justin, quanto custou isso?

— Não se preocupe com isso, você merece. Além do mais, esses brincos irão deixá-la ainda mais tentadora. — sorrio, ainda apreensiva, mas muito feliz. — Feliz aniversário de casamento, Faith. Obrigada por me fazer o homem mais feliz do mundo. Eu te amo.



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