História The Choice - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Palavras 2.371
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Recomendo ler ouvindo a música, pelo menos a primeira parte hahaha
Espero muito que gostem, to insegura com esse capítulo.
Beijão.

Capítulo 34 - 4 o' clock


Fanfic / Fanfiction The Choice - Capítulo 34 - 4 o' clock

Ele me conduz até a cama e gentilmente me faz sentar ali, me olhando nitidamente nervoso. Ele me encara e espera alguma reação minha, mas eu sinto muito, mas não consigo pensar em nada: parece que minha mente e meu corpo entraram em pane, eu não conseguia pensar em nada, dizer e muito menos fazer. Só fiquei parada, sem saber o que esperar. Ele desce seu olhar e encara meus pés, dando um suspiro.

Alguns minutos depois ele timidamente pega seu violão e começa a tocar, e olhando no fundo dos meus olhos fala:

- Eu vou cantar uma música para você, na verdade eu tinha preparado ela para hoje à noite, mas queria que você escutasse antes, queria que você soubesse a verdade por trás dela. Ela se chama 4 o’clock e fala sobre a falta que você me fez esses dias, sobre o quanto você é importante na minha vida, sobre como você traz o amanhecer quando está comigo. Eu não sou tão bom em demonstrar meus sentimentos, então pedi a ajuda de uma pessoa que te ama assim como eu te amo e soube me ajudar a passar isso para o papel, como se fosse eu mesmo que estivesse escrevendo. Hoje a noite você vai saber mais...

Então começa a cantar e a partir daquele momento o som de sua voz de torna a minha melodia preferida. Sua voz era profunda e ele cantava com o coração e eu estava mergulhada em lágrimas, toda arrepiada e durante todo o tempo ele não tirava o seu olhar do meu, que eu podia ver, estava cheio de lágrimas também.

“Um dia
Eu escrevi uma longa carta para a lua
Não é tão brilhante quanto você
Mas eu acendi uma pequena vela

Em um parque melancólico
Canta um pássaro sem nome
Onde você está?
Oh, você
Por que você está chorando?
Somos apenas eu e você aqui
Eu e você
Oh, você

Então chega a noite profunda
O som do seu canto
Com um passo de cada vez
Traz a manhã escarlate
O amanhecer está passando
E, quando a lua adormece
A luz azul, que comigo permanecia
Desaparece

Hoje, também, vivo moderadamente
Mantenho o ritmo, usando os meus pés apenas o suficiente
O sol me tira o fôlego
O mundo me tirou tudo o que eu tinha
Sem escolhas, não tenho nem uma alternativa
Sob a lua, recolho o meu eu estilhaçado
Eu lhe chamo de filho da noite
Nós somos filhos da lua
Respiramos o ar frio do amanhecer
Sim, nós estamos vivendo e morrendo
Ao mesmo tempo
Mas, agora, você pode abrir os seus olhos
Porque como em qualquer diálogo, de qualquer filme
O mundo todo é azul sob a luz da lua

Em um parque melancólico
Canta um pássaro sem nome
Onde você está?
Oh, você
Por que você está chorando?
Somos apenas eu e você aqui
Eu e você
Oh, você

Então chega a noite profunda
O som de seu canto
Com um passo de cada vez
Traz a manhã escarlate
O amanhecer está passando
E, quando a lua adormece
A luz azul, que comigo permanecia
Desaparece

O som de seu canto
Que segue na noite profunda
Traz a manhã escarlate
Um passo, e depois outro
O amanhecer está passando
E, quando a lua adormece
A luz azul, que comigo permanecia
Desaparece

O amanhecer está passando
E, quando a lua adormece
A luz azul, que comigo permanecia.”

 

Ele encerra a canção e dá um sorrio, dizendo:

- Te amo muito Giovanna, feliz aniversário.

Eu fecho meus olhos, aproveitando aquele momento, o momento em que eu mais me senti amada, que com certeza estava marcado entre um dos mais marcantes e emocionantes da minha vida, e tenho a certeza que seria o primeiro dos vários que viveríamos juntos, eu nunca tive tanta certeza de algo quanto eu tinha que Taehyung era o amor da minha vida, minha alma gêmea, e que eu o amava profundamente. Finalmente abro meus olhos e percebo uma lágrima solitária em seu rosto, que eu logo limpo e segurando em seu rosto eu desabafo:

- Taehyung, eu... eu te amo! EU TE AMO!

- Shiii... princesa eles podem ouvir. – ele me interrompe, rindo da minha animação.

- TO NEM A... – ele me cala, com um beijo. No começo o beijo era para ser um selinho, só uma brincadeira para ele conseguir que eu parasse de gritar, mas o beijo se aprofunda rapidamente, era como se nós precisássemos um do outro, como se estivéssemos com alguma crise de abstinência e fôssemos a cura um do outro.

Sento em seu colo e ele coloca o violão no chão, segurando em minha cintura e murmurando coisas em meu ouvido.

- Senti tanto a sua falta, tanto. Me desculpa, não queria ter me afastado, senti tanto a sua falta, tanto.

Ele simplesmente me abraça, apertando forte, como se não acreditasse que eu fosse mesmo real e eu retribuo o abraço com a mesma intensidade. Segurando em seu rosto e aproximando do meu eu o tranquilizo:

- Tudo bem Taetae, eu te entendo. O que importa é que eu te amo! E eu vou te escolher eu...

- Você o que???? – ele se afasta, com os olhos brilhando.

- Eu vou te escolher, porque por mais que eu também ame o Namjoon e o Jungkook, são amores diferentes. Meu coração te escolheu desde o primeiro instante Taetae, eu já te falei isso. É por você que meu coração acelera, é você quem eu mais quero beijar e principalmente, é você quem eu vejo do meu lado por toda a minha vida.

Ele me encara, incrédulo e parece voltar a realidade aos poucos: o brilho de felicidade que eu via em seu rosto me fez rir e chorar ao mesmo tempo, rir pela felicidade que eu também sentia e que eu tenho certeza que sentiria pelo resto da vida ao seu lado, e chorar de emoção, pois aquilo era tudo o que eu mais sonhei na vida, era o meu conto de fadas se tornando real.

Ele vem de novo em meu encontro e volta a me beijar. Mas esse beijo era diferente de todos os outros que ele já me deu, era intenso como se quisesse mostrar a quantidade de amor que sentia, era carinhoso como se quisesse me agradecer por tudo, era apaixonado, era... tudo.

- Você está fazendo aniversário e eu que estou ganhando o presente. Eu... eu só tenho medo de tudo ser mais um sonho meu, em que eu finalmente fico com o amor da minha vida.

- Taetae...

Voltamos a nos beijar e a cada vez colar mais nossos corpos, parecia que nenhum beijo era suficiente, que a distancia entre nós era infinita e sempre queríamos mais. Nossos toques ficam cada vez mais desesperados, tínhamos vontade de sentir um ao outro, mas nada parecia o suficiente. Eu tiro minha blusa e ele me olha com tanto desejo que eu fico sem ar. Ele então se deita em cima de mim, beijando meu pescoço e descendo os beijos por meu colo.

Já tínhamos feito aquilo antes, como eu disse sempre que ele dormia aqui as coisas avançavam mais, mas eu sempre parava e travava, não me sentia pronta e ele entendia perfeitamente. Falei com ele que eu era virgem, que eu queria que fosse especial e sempre pedia desculpas. Ele, como o perfeito cavalheiro que era, nunca me forçou a nada e sempre a iniciativa de algo partia de mim, como agora em que eu tirei minha blusa. Mas dessa vez era diferente, eu nunca senti tanto que seria certo como agora. Não seria só certo, seria a coisa mais certa da minha vida, seria mais do que certo, seria... perfeito.  

Eu consigo sentir sua vontade, mesmo que não tenhamos feito nada demais, ele estava agora beijando minha barriga, como se venerasse o meu corpo. Certa do que eu queria, mas muito nervosa pela situação, eu chamo seu nome:

- T-ta-e-hyun-g...

Ele para imediatamente, sorrindo e saindo em cima de mim, interpretando errado meu tom de voz, como se eu estivesse querendo parar, ao invés do contrário. Penso no que posso dizer para ele, mas decido que não iria dizer nada. Olhando eu seus olhos eu faço algo que nunca tinha feito, eu tiro o meu sutiã e jogo para o lado.

Taehyung me olha surpreso e mesmo com todo o desejo que eu sinto em seus olhos, ele desvia o olhar de meus seios e me encara:

- Princesa, eu... não precisa fazer isso por mim, eu te espero o tempo que for preciso. Quero que seja bom, que seja espec...

Eu de novo não falo nada, mas ficando em pé do lado da cama tiro minha calça, chutando ela para longe e ficando somente de calcinha. Dessa vez Taehyung não consegue desviar o seu olhar do meu corpo, então ele fecha os olhos.

- Princesa, por favor...

- Taetae, eu quero isso, eu tenho certeza. Será especial sim, porque será com você, quem eu mais amo! Eu te amo Taetae!

Ele finalmente se convence que é algo que eu quero e volta pra cama comigo, logo tirando a camisa. Passo as mãos por seu corpo e ele passa pelo meu, beijando meu peito a seguir.

São sensações tão novas que eu sinto, o choque que percorreu meu corpo depois daquilo foi intenso e ele não para de me beijar ali, me deixando maluca. Até que ele me dá uma leve chupada ali e eu perco toda a sanidade que eu ainda tinha e sinto que arranho suas costas.

- Tae... – não consigo parar de sussurrar seu nome e ele não para de me tocar, beijar, lamber, chupar. Ele está tão perdido no momento quanto eu, somos como dois bobos apaixonados nos descobrindo e aproveitando o primeiro amor verdadeiro.  

Eu estava com vergonha, tímida, aquela era a minha primeira vez afinal, mas seus toques pareciam tão certos,   tudo parecia tão certo, como se toda a minha vida tivesse me conduzido para aquele momento, por mais piegas que possa soar isso.

Ele então desliza sua mão dentro da minha calcinha, me fazendo no começo corar de vergonha, mas que eu logo esqueço quando ele começa a me estimular ali. Eu começo a gemer baixinho, ainda envergonhada, mas quando eu começo a me soltar mais e a gostar cada segundo mais de sua masturbação ele tira sua mão de lá, no qual eu solto um ruído de insatisfação. Ele começa então a se levantar da cama, não sem antes me dar um beijo em cima da minha calcinha, que me faz arfar, surpresa.

Ele tira então sua calça, que eu nem tinha reparado que ele ainda vestia e volta a subir em cima de mim, voltando a atacar meu pescoço. Arrumando uma coragem que eu não sei de onde veio eu timidamente toco em seu membro, arrancando um suspiro de Taehyung.

Continuo estimulando ele por cima da cueca, meio desajeitadamente, mas sua reação me estimula a continuar, ele tinha fechado seus olhos e deitado ao meu lado, para aproveitar melhor meu toque. Sua boca estava entreaberta, com a respiração irregular. Sua cueca já está molhada e eu começo a tirá-la devagar, no começo sem a ajuda do Taehyung, mas no final ele mesmo se desvencilha dela. Eu não consigo evitar olhá-lo, mesmo com vergonha, e seguindo um impulso deixo um selar em sua glande. Taehyung solta um gemido, o que me deixa com mais vontade de continuar, então começo a distribuir beijos e lambidas pelo seu membro, que está completamente duro em minhas mãos.

Ele apoia seu cotovelo na cama e fica me olhando e eu o beijo com vontade. Depois de um tempo ele se solta e me deita na cama, tirando minha calcinha enquanto distribui selinhos pelo meu corpo.

Ele me tranquiliza com o olhar, sabendo que eu estava muito nervosa: era um momento que eu havia esperado a minha vida toda e eu tinha muitos medos e inseguranças, mas estando com ele tudo isso parecia diminuir. Tinha medo da dor, tinha medo de me arrepender, tinha medo de tudo, mas quando olhava para ele tudo parecia sumir e a vontade de me entregar totalmente era maior que tudo.

Depois de colocar a camisinha (que eu havia lhe entregado quando ele com vergonha admitiu que não ele estava prevenido e que eu rezava para ele não me perguntasse como e o porque de estar ali), ele lentamente começou a me penetrar.

No começo a dor foi quase insuportável, mas ele segurou em minhas mãos, nunca tirando os olhos dos meus, estávamos conectados, unidos naquele momento. Depois de um tempo a dor foi cedendo um pouco e foi dando lugar ao prazer, e mesmo a dor era algo gostoso, era algo impossível de ser explicado, era só sentido.

Ele se aproximou de mim, deitando seu corpo por sim do meu e beijando minha boca, acariciando os meus cabelos, estocando bem devagar em mim. A essa altura a dor era insignificante comparada com o prazer que eu estava sentindo, prazer que ia muito além só do físico. Nossos corpos colados, se movimentando juntos, ele ofegante e beijando meu pescoço, minha boca, meu rosto. Ele estava suado e sua franja estava colada em sua testa e ele nunca esteve tão lindo, quando sua voz grave e rouca sussurrava coisas em meu ouvido eu me arrepiava inteira e torcia para aquele momento ser eterno.

Eu começo a sentir o orgasmo chegando e aperto seus braços e ele como se entendesse aumenta os movimentos. É então que eu finalmente chego lá, e apesar de ter vontade de gritar seu nome eu só abro a minha boca, em um grito mudo, fechando meus olhos e arranhando suas costas e sentindo todo o meu corpo tremer. Ainda tremendo eu vejo quando ele também chega ao seu ápice, mordendo sua boca e também fechando os olhos.

Ele desaba ao meu lado e nós nos abraçamos, nos encarando mesmo que com os rostos embaçados pela proximidade, mas não interessa, não queremos nos separar, qualquer distância parece ser grande demais. Ele beija minha testa e murmura eu meu ouvido um eu te amo e naquele momento eu nunca imaginei que pudesse ser tão feliz. 



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