História The chosen - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Hentai, Luta, Original, Poderes, Revelaçoes, Romance, Terror, Yaoi
Visualizações 12
Palavras 669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo pra vocês, espero que gostem, comentem e favoritem =3
Boa noite :D

Capítulo 2 - Peculiaridade


Fanfic / Fanfiction The chosen - Capítulo 2 - Peculiaridade

A noite estava silenciosa, o único som que se dava a ouvir naquela madrugada era dos ventos fortes e gélidos, nenhum sinal de vilões e muito menos de heróis em caminhadas, porém algo pequeno se destacou em maio daquela madrugada tão vasta.

Ouviam-se os gritos de uma mãe desesperada dentro de um carro de coloração prateada, no banco de três uma mulher prestes a dar a luz e na frente um marido preocupado, motivando sua mulher com as palavras.

- Aguenta! Falta pouco. – Ele dizia tentando acalmá-la.

As estrelas eram as únicas a presenciar aquele acontecimento, mas infelizmente só poderiam observar.

O carro ia em velocidade máxima porém quanto mais percorria aquela imensidão ficava a parecer que mais longe ficava, o marido desesperado com os gritos agoniantes de sua mulher não se conteve e optou por parar o carro ali mesmo e fazer o que devia naquele banco traseiro.

- Força! Mais um pouco de força, minha querida, você consegue! – O homem falava com a voz calma todavia os gritos de sua mulher passava por cima.

Nesse tempo agoniante, lhe veio a primeira esperança.

- Eu consigo ver! Mais força, está quase lá! – Ele exclamava, deixando escorregar lágrimas de um choro misto, por dor em ver sua amada naquela situação e em felicidade de ver finalmente o seu filho no qual já amara.

Depois de alguns minutos finalmente a criança estava pela sua primeira vez no mundo todavia não podia aproveitar daquilo agora, seus olhos estavam fechados e o bebê de cabelos pretos chorava junto de sua mãe que teria terminado de agoniar naquele carro.

As estrelas comemoram essa vitória

 

 

[~]

 

Naquela manhã no hospital, a criança abriu os olhos porém nada enxergava, seus olhos tinha uma coloração azul como os céus, tão claro quanto o oceano os médicos que cuidaram do caso se encantaram a ver tamanha beleza! Com certeza era uma criança abençoada.

A mãe com um sorriso largo de orelha a orelha, teria pegado seu filho no colo e percebeu que seus momentos de dores valeu a pena, a felicidade era tanta que não pôde deixar de derramar novamente lágrimas sinceras.

O pai olhava orgulhoso para aquele ser tão pequeno em meio a um universo tão vasto e então faz uma pergunta que preenchia aquele quarto.

- E o nome dele? – Ele perguntava sorridente, deixando sua mulher pensativa.

- Pode ser o qual estávamos a pensar... – Ela fala lembrando de uma de suas opções.

- Yuhura? – O pai pergunta, sorridente.

- Sim... Yuhura!

 

Alguns anos depois do acontecimento...

- Meus poderes?! - Ele perguntava empolgado.

O amigo de cachos louros sorriu divertidamente para a criança a sua frente.

- Sim, todos nós temos poderes. – Ele responde. –Provavelmente você também tenha um.

- Algo como poder  voar? – Ele questiona, com seus olhos azuis fixados ao céus, com as duas mãos para cima como se estivesse voando. – Minha mãe me mostrou um que conseguia, ele tinha um uniforme preto e era extremamente musculoso – Ele lembrava sorridente.

Yuhura agora estava falando com seu amigo no jardim da sua escola, todos o perguntavam o mesmo, maioria dos seus colegas já tinha seus poderes desenvolvidos, a criança de olhos azulados não pensava na possibilidade de não ter os seus porém com seus oito anos já devia ter aparecido algum sinal.

O sino da escola toca, anunciando o fim do intervalo.

- Vem, temos que voltar pra sala. – A criança loura puxava a mão de Yu entrando naquele corredor movimentado.

Os sons variados naquele corredor incomodava o menor, porém apenas confiava no seu amigo para guia-lo até sua sala, as crianças mesmo que sejam pequenas acabavam por limitar a visão do azulado.

Em meio a tudo aquilo, alguém coloca o pé a sua frente e por conta disto Yuhura cai em cheio no chão, soltando um gemido de dor, todos ao redor prestam atenção naquilo. Os olhares eram fuzilantes para as crianças.

- Sai da minha frente, inútil! – Uma criança de pele branca e olhos vermelhos exclamava, passando por cima do mesmo.



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