História The Chronicles of the Crimson Avenger, Dark Reign - Vol. 1; - Capítulo 22


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Categorias Elsword, Grand Chase
Personagens Aisha, Arme, Elesis, Jin, Lass, Lire, Personagens Originais, Raven, Rena, Ronan, Ryan, Sieghart
Tags Ação, Cavaleiros Vermelhos, Crimson Avenger, Elesis Sieghart, Elios, Elsword, Grande Chase, Guarda Real De Canaban, Romance, Ronan Erudon, Vingadora Escarlate
Visualizações 12
Palavras 1.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Harem, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Quanto tempo, não?
Gostaria de agradecer à todos que ainda esperam para ler.
Sinceramente, eu estava quase desistindo, quando me disseram "Comecei a jogar Elsword por causa da sua história, eu simplesmente amo".
Então esse aqui é o começo de uma nova etapa.
Espero que gostem.

- Krone.

Capítulo 22 - Back to Blood, parte três de seis.


Fanfic / Fanfiction The Chronicles of the Crimson Avenger, Dark Reign - Vol. 1; - Capítulo 22 - Back to Blood, parte três de seis.

O sol ameaçava aparecer, e enquanto isso, Elesis já se encontrava lutando contra alguns soldados. A ruiva acreditava que aquele deveria ser o último treino antes de partir.

O oponente era bom, ela deveria admitir isso, mas em algum lugar de sua mente, seu Orgulho a impedia de proferir isso. E a distração certamente não a deixava menos perigosa em uma luta, e seu inimigo conseguia ver isso claramente.

Nunca gostou de mentir para si mesma, mas nos últimos dias, gostava de achar que era apenas uma garota normal – ou garoto, como fora educada por seu pai.

Ah, claro, nunca contaram isso à ninguém, mas Penélope sempre teve dificuldade para engravidar, sendo o que chamam de risco. Então, com o nascimento da primogênita, Elscud havia decidido que deveria educa-la como um garoto, para que entendesse a mente dos homens. O que particularmente não funcionou, mas fez com que Elesis se tornasse uma mulher devidamente respeitável.

O que mais atingia no orgulho de Elscud, foi saber que mesmo querendo, sua filha, nunca poderia herdar tudo o que merecia – por ser simplesmente uma mulher. – E assim, ele e Penélope decidiram que seria melhor se tentassem novamente, e infelizmente, isso causou a suposta morte da progenitora de longos cabelos escarlate, que em segredo, ensinava sua filha a educação de uma dama nobre e assim, o plano de Elscud havia sido mal sucedido.

O golpe veio firme, e a única coisa que Elesis pôde fazer foi defender-se com o braço, o que a causou um arranhão, de onde escorria um líquido dourado – icor, o sangue dos deuses. – fazendo assim, a adrenalina da ruiva novamente presente, e então, seu foco voltou-se para a luta, onde, com habilidades surpreendentes, derrubou o oponente ao chão, enquanto via os outros admirarem surpresos o líquido que escorria do braço da ruiva.

- O treino está encerrado. – Ela os encarou. – Em breve designarei postos para todos vocês, de maneira que suas habilidades realmente sejam justas para defender o reino.

E assim Elesis Sieghart partiu, deixando uma tropa atônita para trás.

 

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Como sempre, os problemas eram jogados para cima de Elesis, o que a fazia grunhir. A ruiva nunca tinha visto tal líquido jorrar de seu corpo, sendo claro que, muitos já haviam feito-na sangrar, mas em nenhuma das vezes, o seu sangue, que lembrava claramente ter um forte tom escarlate; jazia dourado.

Suspirando – ou bufando – a ruiva decidiu que estava na hora de se afastar, antes que aquilo a trouxesse mais problemas.

Ela podia ser uma deusa, mas sabia muito bem que em determinados momentos, os deuses morriam, e que as vezes, eles tinham mortes muito mais dolorosas, e isso era uma coisa que Elesis certamente renunciaria.

Enquanto o dia se transformava em noite, a ruiva apenas via, através do vidro, as mutações que ocorriam na natureza, e se perguntava, se sobreviveria através do tempo, assim como todas essas plantas sobreviviam.

A Sieghart afastou os pensamentos, dizendo à si mesma, em seu interior, que deveria viver apenas o momento intensamente, e então a resposta veio à si imediatamente.

Enquanto escrevia os postos de cada um, lembrando-se de seus rostos, seus nomes, e suas habilidades, a jovem, detalhava cada ponto em que deveriam melhorar, e sempre indicava um ponto, que se lembrara claramente ter dito durante toda a sua infância para o irmão, sem claro, colocar o apelido que dera ao irmão.

 

“Mantenha sempre o flanco fechado, faísca”.

 

As lágrimas ameaçaram brotar dos olhos da ruiva, mas ela se lembrava claramente que deveria ser forte, porque havia prometido à sua mãe que seria forte.

 

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Zero já havia desistido de tentar encontrar sua amada. Entendia agora que ela não se escondia, e pelos boatos que escutava, sabia que já havia fugido do castelo de Cazeaje.

Infelizmente, Zero não sabia se isso era bom, mas sabia que ela era forte o suficiente para se cuidar, e que seria encontrada – quando quisesse.

Saiu caminhando pela trilha, juntamente à Ronan, que o havia encontrado após uma patrulha. Apenas por olhá-lo, o Asmodiano sabia que o azulado possuía a mesma opinião quanto à Elesis, mas mesmo assim, se sentia indignado por ver que Ronan era digno o suficiente de carregar Claymore.

Um sorriso surgiu nos lábios de Zero ao reparar no que havia pensado. Ronan podia ser digno de carregá-la, mas talvez não fosse o suficiente para empunhá-la. E esse era o pensamento que tornara a caminhada com o Erudon, suportável.

 

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Em seu âmago, Ronan era capaz de sentir que cada uma das palavras que estavam embaralhadas, finalmente se encontravam e formavam algo coerente.

Ele também sabia que Elesis estava viva, e sabia que isso era o suficiente para mantê-lo bem até o fim de seus dias, mesmo com o peso sobressalente de Claymore em suas costas.

A espada não permitia que ele a empunhasse desde o último dia em que havia se comunicado com ela, mas não importava, agora, ele tinha a ajuda e os conselhos de Adragg, que muitas vezes, suspirava pela espada que se encontrava embainhada no torso do azulado, o que causava ódio em Ronan.

Um ódio não muito puro, que também era seguido por deboche e sarcasmo, mas que era o suficiente para fazê-lo querer parar de estapear a espada, porque o Erudon sabia que isso só o faria machucar a mão, e até poderia cortá-la.

Tanto ele quanto Zero seguiam quietos, com os mesmos objetivos. Ronan sabia que o asmodiano nutria algo tão forte quanto sua paixão pela capitã, mas iria até o inferno, se precisasse provar que seu amor era o maior, já que infelizmente, não conseguiria fornecer a lua para a ruiva.

 

 

Chegaram no acampamento na noite seguinte, e explicaram a situação para todos, o que causou certo alívio na comoção geral, e Mari rapidamente se prontificou de informar o rei sobre a condição de sua filha.

Parecia que finalmente, a ruiva estava tomando atitudes que nem de longe seriam infantis, e que poderiam, certamente, acabar com a longa guerra.

Agora, Elesis estava voltando às suas origens, ao seu próprio sangue, e isso a fazia a dama mais admirável.

Talvez eles estivessem errados e Elesis realmente fosse digna de ser uma das três deusas de Ernas.



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