História The Clan - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags 2won, Changki, Ficção Cientifica, Joohyuk, The Clan
Visualizações 32
Palavras 1.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boatos de que eu estou aproveitando minha folguinha pra postar capítulo
Só boatos hahahah
Boa leitura amores <3

Capítulo 3 - Capítulo 2 - Fuja enquanto é tempo


 

Capítulo 2 – Fuja enquanto é tempo

 

 

    Era mais uma noite em que Kihyun voltava da sala de testes com o seu coração acelerado e o seu corpo formigando. Dessa vez ele não voltava acompanhado dos outros colegas, dessa vez ele voltava sozinho e confuso. Seu corpo até algumas horas atrás estava em perfeito estado, sem dores, sem problemas, sem sentir nada...como um não humano.

  Até que na sala de testes, quando ele mostrava uma nova reação química, sua perna esquerda perdeu a força e sua visão havia ficado turva, Kihyun estava frustrado, frustrado demais para pensar perfeitamente. Kihyun estava mostrando ao Senhor Kang o quanto suas ações estavam rápidas, o quanto seu corpo estava se movimentando com uma flexibilidade assustadora, mas seu corpo acabou por falhar consigo.

  Bean atravessa a porta, cambaleando como um bêbado, tossindo fortemente. Kihyun sabia que o mesmo não tinha comparecido ao recente teste por algum mistério particular dele e dos cientistas.

 

- O que houve com você? – Kihyun correu para aparar o corpo do amigo que quase foi ao chão. – O que fizeram com você? – Voltou a indagar ao observar os lábios sem cor do amigo.

 

- Eles tentaram... – Ben respondeu quase sem forças após ter sido colocado em cima de uma das camas dos dormitórios. – Elas já sabem que não vão conseguir. – Bean fechou os olhos com força.

- MAS O QUE VOCÊ ESTA DIZENDO? – Kihyun atingiu o nível máximo de sua preocupação após ver os olhos de Bean ficarem brancos lentamente. – BEAM?

 

- Eles fizeram... eles tentaram a última etapa comigo e falharam miseravelmente, eles sabem que não podem nos transformar em deuses, eles vão nos matar. – Continuou e por conta do desespero agarrou a mão de Kihyun e se aproximou de seu ouvido com os olhos focados na porta. – Nada aqui é real, fuja enquanto é tempo.

 

 Então os olhos de Bean ficaram completamente brancos, seu corpo estava frio e Kihyun sem reação. Bean havia morrido? Era isso que estava vendo? Ben havia morrido com algo que tanto confiava?

 

- Você sabe que nada do que ele disse é real.- A voz de Kang chamou a atenção de Kihyun que estava de joelhos ao pé da cama onde Bean tinha acabado de falecer. – Você não ira contar nada disso aos seus amigos, não é?

   Kihyun virou encontrando a imagem de Kang parado na porta, com o seu semblante mais serio, aquele lhe passava medo.

 

- Não conte sobre isso a ninguém ou pode sofrer as consequências. – Kang avisou. – Ele não era tão forte quanto você, então não fique preocupado, não irá acontecer o mesmo com o seu corpo. – Continuou. – Agora faça o favor de sumir com esse corpo sem que ninguém veja, os outros estão ocupados, seja rápido. – Bateu a porta com força.

 

  Kihyun estava amedrontado, chocado, perdido. Olhava o corpo de Bean com lagrimas nos olhos e suas ultimas palavras rodando em sua mente. Fuja enquanto é tempo...

 Agora Kihyun arrastava o corpo de Ben que se encontrava dentro de um enorme saco preto. Mais uma vez o corpo de Kihyun estava falhando consigo, ele estava sem forças, carregando o corpo de um de seus amigos e com algo dentro de si gritando desesperadamente.

  Arrastava o corpo até um deposito de lixo onde ficavam coisas inacessíveis, onde não tinha permissão de ir, mas era preciso, era necessário.  Quando arrastou o corpo até o seu destino, não segurou a sua curiosidade, havia tantas portas escondidas naquele deposito, ele olhou pelo vidro de uma das portas, vendo algo que o deixou ainda mais confuso.

 A sala era repleta de flores, todas iguais, do mesmo tamanho, de cor verde clara e aparência bonita e uma pequena placa ao final da sala com o nome Veratrum. Kihyun tinha certeza de que aquilo não era um jardim, aquelas flores não eram de embelezamento.  Um barulho longe foi ouvido e Kihyun tratou de sair daquele lugar o mais rápido possível, deixando o corpo de seu amigo pra trás, jogado aos lixos como algo qualquer.

  Talvez nada daquilo fosse real de verdade, as ultimas palavras de Bean estava o deixando tonto, suas mãos estavam tremulas como nunca tinham ficado, sua perna latejava estranhamente, Kihyun estava cansado e perdido.

 

- Eu tenho mesmo que sair daqui? – Perguntou a si mesmo após deitar em sua cama. – Talvez eu esteja mesmo em perigo.

 

 

                                                                 X

 

    Sozinho pelos cantos da clinica, Jooheon observava o movimento de cientistas que andavam para todos os lados. Os testes do dia haviam acabado e seu corpo não tinha nenhum pingo de cansaço. Ninguém estranhava as atitudes estranhas de Jooheon e nem a forma com que o mesmo agia com todo aquele olhar desconfiado, preferiam acreditar que todos os problemas eram apenas reações químicas ou resultados de testes.

 Enjoado de ficar sentado naquele corredor frio e de cor branca impecável, levantou passeando pelo local quase vazio, decidiu visitar o velho trabalhador da clinica que quase sempre estava organizando a bagunça dos cientistas ou bebendo algum tipo de liquido que o deixasse fora de si.

 

- Olá Jack. – Chamo a atenção do homem que quase cochilava em sua cadeira na sala de meterias de limpeza, com sua cabeça pendida para o lado quase babando em sua farda cinza com o nome do lugar gravado na mesma, O clã.

 

- O que faz aqui garoto? – O homem perguntou irritado com os seus olhos vermelhos de sono. – Veio tirar minha paciência de novo? – Se acomodou em sua enorme cadeira pegando uma das garrafas que estavam ao seu lado.

 

- Eu vim fazer o de sempre. – Respondeu sarcástico sentado no chão no local e focando seu olhar no homem que bebia a sua frente. – Como consegue beber tanto?

 

- Estou acostumado com a bebida. – O homem respondeu com indiferença. – É chato quando o efeito acaba. – Bebeu mais alguns longos goles da bebida.

 Então Jooheon passou a observar melhor o lugar ao seu redor, estava diferente desde a ultima vez que visitou o velho Jack, o lugar parecia mais espaçoso e arrumado.

 

- O que houve aqui? – Jooheon perguntou.

 

- Eu decidi... fazer algumas arrumações, apenas isso. – O homem respondia de forma enrolada por conta do efeito do liquido que bebia.  – Eu não sou muito fã de mudanças, já fiz tantas na minha vida. – Jack ficou com o olhar pensativo de repente.

 

- Qual a sua maior mudança?

 

- Quando vim pra cá... – Jack respondeu e rapidamente arregalou os olhos por ver a cara de espanto do mais novo a sua frente. – Esqueça isso! Eu estava brincando! – A essas alturas Jooheon já havia levantado do chão e se ajoelhado ao lado do velho Jack.

 

  - Eu sei que não estava brincando. – Rebateu. – Eu sei que não, você esta aqui á mais tempo que eu, se sabe de alguma coisa me diga, por favor.

 

- Isso pode custar a minha vida.  – O homem encarou uma de suas garrafas arrependido. – Garoto, isso pode custar minha vida.

 

- Eu sinto que a minha vida também esta em risco, Jack, me ajude.

 Então o homem descansou sua garrafa no chão, encarando o jovem a sua frente, cabelos de um tom castanho claro, olhos verdes de jeito incomum, um tom verde jamais visto, transparecendo um pedido de ajuda desesperado.

 

- Garoto. – Jack suspirou alto. – Eu realmente não posso te dizer tudo, eles são ágeis, eles descobrem, apenas lute, lute com todas as suas forças e fuja enquanto é tempo.

 

 



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