História The Clash 2 - The Distance, The Overcoming and The Change - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Descoberta, Drama, Mistério, Revelaçao, Sexualidade
Exibições 8
Palavras 2.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Capitulo com a Narrativa do Jeff

Capítulo 4 - Um Grande Mentiroso


Dois dos meus colegas de time estão correndo atrás de um novato, ele sai pela porta dos fundos e corre pelo campo de futebol americano. — Que por conta do rigoroso inverno e das fortes nevascas parece um grande campo de neve. — O rapaz corre com dificuldades afundando suas botas na neve na tentativa de escapar, porém Ralph é muito mais rápido que ele e se joga contra o mesmo o derrubando na neve fofa.

 

— Por favor, me deixem ir. — ele grita. — Alguém me ajuda.

— Para de gritar que nem uma garotinha. — Ralph reclama o levantando da neve.

 

   Ralph é assustadoramente grande, ele deve ter quase uns dois metros, musculoso, negro, está em seu último ano na escola, ele é o “Fullback” do time, seu papel durante o jogo é abrir caminho para o corredor, ele também bloqueia para o “Quarterback” o capitão do time... Eu. — Ele tem dezoito anos e durante a partida do ano passado o olheiro que veio me ver acabou se impressionando com seu desempenho e o chamou para o time de uma grande universidade.

 

— O que a gente faz com ele? — Jasper pergunta.

 

   Jasper como eu é do terceiro ano, entrou ano passado para o time, ele é nosso “kicker”. Branco, de uma altura média, acho que é da mesma altura que o Robert, seus cabelos são castanhos claros, quase um loiro, olhos também castanhos. Se não me engano acho que ele também tem dezessete anos. 

 

— Façam o que quiser. — digo dando de costas. — Eu vou entrar.

 

 

   Os dois dão uma risada. — Caminho até o vestiário e ali fico sentado por um tempo.

 

— Faz quase um ano desde a última vez que te vi sentado pensativo ai.

 

   Olho assustado para a entrada e vejo Alec, o treinador. — Ele está usando um casaco do time e uma calça de frio, e também uma toca cinza.

 

— Daquela vez você estava preocupado com a sua irmã. — ele diz. — E agora?

— Jenny não tem nada com isso. — falo. — Para falar a verdade, desde que Jéssica voltou, eu quase não a vejo mais.

— Vocês são irmãos, e Jéssica é sua mãe. — ele diz sentando do meu lado. — Vocês não podem continuar dessa maneira.

— Você não conhece aquela mulher. — murmuro.

 

   Evito olhar em seus olhos. — Alec me conhece melhor do que qualquer outra pessoa, ele me ajudou diversas vezes e se não fosse por ele eu estaria atrasado um ano na escola. — Eu contei grande parte do que aconteceu ano passado para ele, mas obviamente não contei sobre meu envolvimento intimo com o Miller.

 

— Você precisa parar de agir assim. — ele quebra o silêncio.

— Assim como? — pergunto.

— Como um marginal.

— Por favor. — digo me levantando.

— Por favor, digo eu. — ele me puxa novamente para o banco. — Jeff eu entendo que você tenha passado por muita coisa no último ano, você se envolveu em más companhias, virou amigo de quem considerava inimigo, sua irmã, seu pai, sua mãe, o sequestro... Mas isso não justifica você agir dessa forma.

— Eu estou com raiva. — grito.

 

   Levanto e soco o armário. — Eu não entendo... Eu realmente não entendo esse sentimento de angustia dentro de mim.

 

— Do que você tem raiva? — ele pergunta. — Jeff me deixa te ajudar se não eu algum dos seus amigos.

— Amigos? — pergunto em tom irônico. — Eu não tenho amigos, eu tenho um bando de gente que fica me seguindo só por causa desse maldito trabalho de modelo.

— Isso não é verdade, você tem o Robert. — ele diz. — Não que isso seja grande coisa, mas...

— Chega. — digo saindo. — Não precisa se preocupar comigo, eu estou bem... Eu vou ficar bem.

 

   Saio do vestiário e fico parado no centro do campo.

 

— Eu não tenho mais ninguém. — sussurro.

 

   Hoje dia vinte e sete de fevereiro faz uma semana que ele voltou para a cidade... Ele não deu as caras na escola ainda. — Talvez tenha ido para uma escola privada. — Mas sei lá, eu realmente acreditei que assim que ele voltasse viria me procurar, como sempre fez como eu sempre acreditei que faria. — Eu fiz uma promessa quando ele se foi, disse que o esperaria, mas não fui capaz, não por ser fraco, mas eu sabia que já não havia mais esperança para nós dois, não depois de tudo que ele descobriu. — Eu realmente tentei no inicio manter a relação que eu tinha com os outros, mas só então percebi que o que me ligava a eles era o Miller... Eu simplesmente não suporto a Sarah, não consigo ficar no mesmo lugar que ela, Robert se diz meu amigo e eu acredito, mas eu não sinto mais confiança nas pessoas e acho que isso está me afastando dele... E tem a Lucy que nunca desistiu de mim. — Eu... Eu sinto tanto a falta da minha irmã, que mesmo sendo uma criança consegue ser mais sabia que todos nós. — Estou cansado, casado de tudo isso, cansado de todo mundo.

 

— Jeff? — alguém me chama.

 

   Não o via fazia um tempo. — Liam está parado do outro lado do campo, atravesso e entramos na escola.

 

— Estava tentando virar um boneco de neve? — ele pergunta rindo.

— Não seria má ideia. — murmuro.

— Está todo mundo comentando. — Liam diz chamando minha atenção. — Nosso amiguinho voltou para a cidade né...

— Liam isso não me importa. — digo apertando o passo.

 

   Liam fica para trás enquanto caminho apressado para a sala de aula.

 

— Aqui. — Robert me chama.

 

   Sento na última cadeira perto da janela, Robert está sentado na minha frente.

 

— Você não costuma vir cedo para a sala. — ele brinca.

— Não tinha nada melhor para fazer. — digo deitando sobre meus braços.

— Você sabia que o...

— Não quero saber. — o interrompo. — Hoje realmente não é o meu dia...

— Ele perguntou sobre você. — ele finalmente chama minha atenção.

 

   Levanto a cabeça e vejo seus enormes olhos focados em mim. — Ele não vai parar de falar vai?

 

— Quando que você o viu? — pergunto.

— No mesmo dia que ele chegou. — ele responde.

— Isso foi a uma semana. — digo em voz alta. — E só me diz isso agora.

— É difícil falar com você agora... Você nunca tem tempo, está sempre trabalhando.

 

   Ficamos em silencio por um tempo, até que não me contive de curiosidade.

 

— Como ele está? — pergunto.

— Aparentemente bem. — Robert responde. — Ele parece um pouco atordoado com tudo isso, mas bem.

— Ele vai voltar?

— Talvez. — ele deixa em aberto. — E se voltar? Vai mudar alguma coisa?

— Você sabe que não depende de mim. — sussurro. — E também... Eu já não estou mais nessa, foi só uma fase, já passou.

— Claro. — ele concorda ironicamente. — Apenas uma fase.

 

   O sinal toca e os alunos começam a entrar na sala, e entre eles está Patrick, o primo do Miller.

 

— Olha ele. — sussurro. — Todo calminho achando que nada vai acontecer.

— E por que aconteceria alguma coisa? — Robert pergunta.

— Não seja idiota. — digo dando um tapa na sua cabeça. — Ele quase matou a gente aquele dia. Que continue achando que esquecemos.

— Olá Jeff. — Louise me cumprimenta sentando na cadeira do lado. — Robert...

— Bom dia. — Robert diz em um sorriso.

 

   O dia se estendeu e cresceu como uma grande bola de neve, ou nesse caso uma bola de tédio. — Depois das aulas e dos treinos Lucy e eu fomos gravar um comercial de cosméticos de uma marca não tão famosa. — Não podemos esperar muito não é? Ainda estamos no inicio da carreira.  — Hoje já é sábado, e esse final de semana, ganhei uma folga, o que significa tédio e mais tédio.

 

— Se for ficar o dia todo estirado no sofá me ajuda na oficina. — Yan diz limpando as mãos em um pano.

 

   Quando tudo aconteceu, toda aquela confusão aqui em casa, eu achei que meu pai fosse me expulsar, me bater. — Mas ele não fez nada. — Ele apenas conversou comigo de uma forma que nunca esperei, me deu conselhos e disse que me apoiava independente do que eu escolhesse para mim. — Talvez esse seja um dos motivos de eu ter me entregado ao trabalho, eu quero ser rico, quero ganhar muito dinheiro para que ele pare de se matar naquela oficina dia e noite... Quero que ele volte a ter a vida que tinha antes dos Millers a destruírem.

 

— Eu vou ver a Jenny. — falo.

 

   Seu olhar mostra sua reprovação, não por eu ver a Jenny, mas por eu ter que encontrar a Jéssica para isso.

 

— São sete da manhã de um sábado. — ele diz. — Deveria estar descansando.

— Eu não consigo. — digo me sentando direito no sofá. — Faz quase um mês que não vejo minha irmã.

— Elas estão morando do outro lado da cidade. — meu pai diz. — No condomínio dos...

— Eu sei bem onde ela está morando. — o interrompo.

 

   Pego meu casaco e vou até a porta.

 

— Jeff. — Yan me joga as chaves de sua camionete. — As ruas estão perigosas para sair de moto.

— Valeu. — agradeço saindo.

 

(...)

 

   Não demorei muito para chegar. Os enormes portões anunciam, cheguei ao bairro nobre da Lima. — Jéssica se mudou para cá esse mês junto com seu marido Matthew e minha irmã. — Assim que os portões do condomínio se abrem sinto um aperto no peito.

 

— Apenas esqueça Jeff. — ordeno a mim mesmo.

 

   Passo em frente à mansão da família Miller, a última vez que estive nesse lugar, foi o dia em que ele foi embora. — Não quero me lembrar. — Passo pela mansão da família Evans, e quase no fim da rua está à mansão da minha... Da Jéssica.

 

— Pois não. — alguém atende o interfone.

— Eu sou Jeff, Jeff Johnson. — digo.

— Claro, Sr. Johnson. — a voz diz.

 

   A porta de entrada se abre e uma mulher me recepciona.

 

— Meu nome é...

— Não quero saber quem você é. — a interrompo. — Não me importa.

 

   Ela me olha como se quisesse me estrangular.

 

— Isso são modos? — Jéssica diz descendo as escadas. — Mas o que eu esperava, foi criado pelo bronco do Yan.

— Talvez eu tivesse aprendido boas maneiras se a vagabunda da minha mãe não tivesse fugido quando eu era uma criança. — digo a enfrentando.

— Talvez. — ela murmura.

 

   A mulher nos deixa, sozinhos. Acompanho Jéssica até a sala de estar.

 

— A que devo a honra da visita? Reconsiderou e resolveu vir morar comigo?

— Nunca. — digo. — Você sabe pelo que o vim. Vim ver a minha irmã.

 

   Ela sorri debochada.

 

— Você não pode me impedir de ver a Jenny. — aumento o tom de voz. — Onde ela está?

— Você não está na sua casa para falar desse jeito. — ela diz irritada. — Se continuar assim terei que pedir para que saia.

— Apenas tente. — ameaço. — Você sabe muito bem que estou pouco me lixando se é uma mulher ou até mesmo a minha mãe, mas se ficar no meu caminho eu faço você parar atrás das grades.

— Claro. — ela sorri. — Jeff, eu posso acabar com a sua carreira e...

— Você acha que eu me importo com isso? — pergunto. — Você definitivamente não me conhece. Nunca me importei com isso. Tudo que me interessa é a minha irmã, e nem você e nem ninguém vai me impedir de vê-la.

 

   Saio da sala em passos largos e subo as escadas. — Percebo que ela não está me seguindo. — Corro pelo labirinto de corredores, até que vejo um quarto com a porta semiaberta e com a luz acesa. Me aproximo e pela brecha da porta a vejo, ela está deitada de bruços na cama balançando os pés, está mexendo em um “I Pad”, e ouvindo música. Está usando uma bermuda branca curta, e uma camisa rosa de manga comprida, seus cabelos loiros estão maiores e soltos.

 

— Essas coisas podem machucar os ouvidos. — digo entrando no quarto.

— Jeff! — ela exclama animada em me ver.

 

   Ela corre até mim e me abraça. — Ela está maior.

 

— Quando foi que você cresceu tanto? — pergunto sorrindo. — Você está linda.

— Eu estou tão feliz em te ver. — ela diz em lagrimas.

— Ei... — me ajoelho e enxugo suas lagrimas. — O que foi? Porque está assim?

 

   Jenny fecha a porta do quarto e se senta na cama.

 

— Eu tenho tudo. — ela diz. — Computadores, celulares... Estou em uma das melhores escolas privadas de Ohio. — ela hesita. — Mas...

— Mas?

— Eu sinto sua falta, sinto falta do papai. — ela chora. — Ela não me deixa ligar para vocês e eu nunca posso sair de casa. Eu virei uma prisioneira.

— Isso vai acabar. — prometo. — Eu juro que vou arrumar um jeito de te tirar dessa casa.

— É tudo minha culpa. — Jenny diz. — Eu tinha a escolha e escolhi isso.

— Não é sua culpa. — digo levantando seu queixo. — Você estava fascinada com a ideia de ter uma mãe, ninguém pode te culpar por isso.

— Você também não a via há muito tempo e mesmo assim não ficou nada feliz com a volta dela.

— Jéssica Johnson é um monstro. — alerto. — Desculpa dizer isso assim, ela é a nossa mãe, mas aquela mulher é o demônio.

— Eu fiquei sabendo o que ela fez com você o Max. — ela conta.

— Não é só por isso. — continuo. — Tem coisas... Jenny eu preciso que você tenha cuidado.

— Eu não entendo. — ela diz. — Tudo bem que ela não é nenhuma santa, mas falar assim.

— O Maximilian voltou para a cidade. — conto.

— Que bom. — ela sorri. — Agora vocês dois...

— Não. — a interrompo. — Não existe e nem existirá mais nós dois tratando-se dele e eu. — levanto e caminho até a janela. — Jenny... As coisas a partir de agora vão ficar estranhas, você pode ver e ouvir coisas nessa casa.

— E você quer que eu ouça essas coisas. — ela deduz.

— Eu não posso te obrigar a nada. — falo. — Mas eu sei que ela vai fazer alguma coisa mais cedo ou mais tarde, e precisamos impedir... Você e eu.

 

   Jenny vai até a porta e faz algo que me deixa surpreso.

 

— Você precisa ir embora agora. — ela diz de cabeça baixa.

— Jenny...

— Desculpa, mas eu não posso te ajudar. — ela diz em voz baixa. — Ela é minha mãe e por pior que seja está tentando me ajudar.

— Espera... E você acha que eu não quero?

— Talvez ela esteja certa, talvez eu não deva mais...

— Nem ouse terminar essa frase. — digo saindo do quarto. — Até breve Jenny.

 

   Desço as escadas correndo e encontro com Jéssica parada na frente da porta de entrada.

 

— É inútil Jeff, você não vai conseguir nada com ela. — ela diz. — Sua irmã, a querida Jenny é minha.

— Você não me engana Jéssica, eu sei que está armando alguma coisa, e eu vou descobrir o que é.

 

   Ela sai da frente da porta.

 

— Vai... Aproveita que está aqui e corra para os braços do seu amado, ele está de volta. Ah! Esqueci, ele te deu um pé na bunda.

— Eu já disse para todo mundo, mas vou repetir... Não me importo com ele estar de volta, não existe mais eu e ele, e acho que devo agradecer a você e ao seu espião que por ironia também leva o sobrenome Miller.

— Um dia você vai me agradecer por tudo que estou fazendo.

— Mas esse dia não é hoje, e muito menos está perto de chegar. — digo saindo de sua casa.

 

   Entro no carro e ali fico. — Esse tempo... Jéssica fez a cabeça da minha irmã, eu estou perdendo a minha única razão de seguir em frente.

 

— Jeff?

 

   Olho assustado pela janela do carro e me deparo com Michelle Miller.

 

— O que faz aqui? — ela pergunta confusa.

 

   Aponto para a mansão de Jéssica.

 

— É claro. — ela diz. — E como você está?

— Bem. — minto.

— Você sabe que eu sinto muito pelo rumo que as coisas levaram. — Michelle diz. — Eu não queria ver meu filho sofrer.

 

   Repentinamente lembro-me da conversa que tive com Jéssica ano passado. — Michelle Miller não é a verdadeira mãe do Maximilian, e ela nem ao menos sabe disso.

 

— Nem eu. — admito. — Mas foi assim que as coisas aconteceram, ele tomou a decisão dele e eu a minha, e agora que ele voltou sinto que minha vida vai voltar a ser uma bagunça.

— Vocês já se encontraram?

— Não. — respondo. — E espero que isso também não aconteça, vai ser melhor para nós dois.

 

   Ligo o carro e antes de acelerar Michelle me chama.

 

— Poderia me fazer o fazer de entregar isso para Suzy? — ela me entrega uma caixa. — Estou indo visitar uma amiga e...

— Pode deixar. — digo acelerando.

 

   É tão estranho conversar com ela, da primeira vez que nos vimos menti sobre quem eu realmente era, e da outra vez ela me expulsou de sua casa por eu ter beijado seu filho.

 

   Chego à mansão da família da Lucy, toco a campainha e sou recepcionado por Leonard Evans.

 

— Oh! — ele me recebe com ar de surpresa. — A Lucy...

— Eu não vim ver a Lucy. — digo levantando a caixa. — Encontrei a Sra. Miller por acaso e ela me pediu para entregar isso para sua esposa.

— Claro. — ele diz. — Entre.

 

   Não gosto muito de vir à casa da Lucy, não me trazem boas recordações.

 

— Ela já está descendo. — Leonard diz.

— Eu posso deixar com você. — digo.

— Acredite, ela vai querer te ver. — ele sorri. — Como estão as coisas? E o trabalho? Você e a Lucy tem uma química incrível.

 

   Se eu não o conhecesse juraria que ele esta tentando me jogar para cima da filha dele.

 

— É o que falei. — ouço uma voz familiar.

 

   Levanto do sofá e meu coração acelera desesperadamente. — É ele... É o Max. — Ele e Lucy descem juntos. Sua pele continua tão branca quanto eu me lembrava, seus olhos, seus expressivos olhos azuis tão brilhantes como costumava ser, seus cabelos afogados em gel...

 

— Miller. — murmuro.

 

   Seu rosto fica vermelho, seus olhos brilham e lágrimas escorrem. — Antes que eu pudesse dizer mais qualquer coisa, ele desce as escadas correndo e deixa a mansão dos Evans.


Notas Finais


Se liga que logo logo volto!


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