História The Client - Norminah - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Norminah
Visualizações 89
Palavras 2.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha quem voltou...

espero que o estoque de calcinhas de vcs esteja preparado rs

Capítulo 4 - Capitulo 4


 

Normani fechou a porta suavemente atrás de si e percorreu o caminho pelo longo corredor, sorrindo quando ouviu vários grunhidos e gemidos além das outras portas. Ela desceu as escadas calmamente encontrando Veronica no grande hall.

 

-Boa noite, Sra.Hamilton. Espero que tudo esteja do seu agrado. - Ela disse cortes enquanto se curvava para frente em sinal de respeito.

 

-Sim, tudo está excelente. - Normani a respondeu olhando por cima dos ombros para a escada, imaginando Dinah exausta sobre a cama, suas coxas grossas revestidas pelo próprio gozo quente enquanto ela tentava desesperadamente se recompor antes que Normani voltasse. Olhou para baixo, para suas mãos e sorriu pensando o quão longe elas estavam de fazer o que realmente sabiam.

 

- Você precisa de alguma coisa, senhora?

 

- Não, obrigada Veronica. Desci apenas para pegar um pouco de água para Dinah e para mim. - Ela lhe ofereceu um pequeno sorriso torto.

 

Veronica sorriu de volta quando Normani passou a caminhar em direção à cozinha, ela seguiu os passos da negra.

 

- A senhora não precisa de nenhuma... assistência extra lá em cima? - Ela perguntou timidamente. A Veronica sabia que era contra as regras ser tão atirada com um cliente, ainda mais quando ele estava ocupado com outra prostituta, mas todas as meninas do bordel tinham uma queda por Normani. Ela sempre proporcionava uma das melhores transas, e quando alguém descobria que Normani havia as comprado para a noite... Era definitivamente a sorte grande. Todo aquele ritual de ser marcada com o seu gozo, o uso descarado dos brinquedos, era intoxicante.  - Grátis...

 

Normani sorriu abertamente para Veronica, ela se divertia em saber o quão desesperada a mulher estava por um ménage à três.

 

- Eu gosto do seu atrevimento, mas eu estou satisfeita com Dinah. - Normani respondeu de forma quase sonhadora. - Estou mais do que ok, moldando-a eu mesma.

 

- Tudo bem, Sra.Hamilton. Por favor, deixe-me saber se você precisar de qualquer outra coisa. - Veronica curvou-se e deixou a negra terminar o seu percurso até a cozinha.

 

Normani caminhava elegantemente, piscando para duas meninas que estavam tomando vinho na cozinha, fazendo-as desmaiar internamente. Ela ignorou seus olhares e abriu a porta da grande geladeira inox, retirando do compartimento duas garrafas de água. Assim que ela voltou para o corredor e alcançou o hall, ela soprou um beijo para Veronica, rumando às escadas. 

 

Quando ela abriu a porta, Dinah estava deitada, com a cabeça encostada na cabeceira da cama e ainda tentando manter seu respiração sob controle. 

 

- Como o meu brinquedo sexual está se sentindo? - Normani perguntou fechando a porta atrás dela.

 

- Pronta para o que você quiser fazer comigo, mestre.

 

A negra sorriu enquanto tomava um gole da sua garrafa de água, jogando a outra para Dinah que tomou metade do conteúdo em instantes.

 

- Eu estive pensando... - Normani limpou a boca com as costas da mão e deixou a pequena garrafa sobre a mesa próxima a porta, antes de caminhar até a cama, exalando tanta sensualidade e confiança que deixou a prostituta molhada. - Sua boceta é tão nova e apertada para esse ramo... - Ela lambeu os lábios por reflexo enquanto contemplava o corpo de Dinah. - Eu preciso foder você corretamente.

 

- Se me permite dizer... - Dinah disse baixinho enquanto seus olhos desviavam para a cama. - Eu acho que você fez um excelente trabalho nela.

 

- Você é tão ingênua... - Normani subiu na cama, engatinhando em direção a loira. - A maioria dos seus não vai dar à mínima se você vai gozar ou não. - As pontas dos seus dedos dedilharam sobre a panturrilha da garota, subindo palmo a palmo pela pele dourada. - Eles vão vir aqui, fazer você ficar de joelhos e pedir para que você os chupe até que eles não consigam ficar mais duro. - Ela viu Dinah estremecer.  - E sim, estou dizendo que a maioria dos seus clientes serão homens, porque de fato é assim que é. – Sua mão alcançou a curva sinuosa do quadril, onde ela logo tratou de apertar observando as marcas dos seus dedos na pele leitosa. – Eu preciso te dar uma experiência completa. – Dinah olhou diretamente para a negra, sua expressão de completa confusão. – Eu preciso foder você como uma boa cadela que eles querem que você seja.

 

- Sinto muito mestre, eu não entendo.

 

- A grande maioria aqui, incluindo eu mesma, fica com mulheres bonitas como você porque nos dá poder. – Normani explicou pacientemente, seus dedos percorrendo agora a barriga chapada da garota, admirando os pelos clarinhos que ela possuía ao redor do umbigo e como sua pele ainda estava suada. – Nós mulheres temos uma perspectiva diferente. – Seus olhos focaram no rosto de Dinah. – Nos excita ver você ficar excitada. Mas homens... Eles não veem dessa forma. – Os olhos de Dinah acompanhavam o dedo de Normani, uma vez que desenhava padrões aleatórios por todo o seu ventre deixando um rastro de arrepios como resultado. – Eles não vão te tocar dessa maneira... – Normani inclinou-se para mais perto de Dinah, sua boca pairando próxima a dela. – Mas olha como o seu corpo está reagindo.

 

Só então Dinah percebeu o estado em que se encontrava, sua boceta pingava, seus mamilos estavam rígidos e sua respiração estava um pouco ofegante.

 

- Isso me deixa tão louca. - Normani deslizou a língua sobre a ponta do queixo da garota, seus lábios carnudos arrastando-se pela lateral do pescoço dela. – Ver a sua reação á um toque tão inocente como este. – Dinah engoliu em seco, seu corpo tremia abaixo da negra e tudo o que ela queria era percorrer seus dedos por entre os cachos negros da mulher, implorando para que ela acabasse com o desconforto entre suas pernas. – Eu não serei a única cliente, homens virão. E eu preciso fazê-la compreender, eu preciso que você seja uma boa vadia.

 

- Como você vai fazer isso, mestre?

 

- Como eu disse vadias como você precisam ser fodidas. - A negra ergueu a cabeça, encontrando os olhos cor de caramelo de Dinah em si. A garota a encarava com curiosidade, mas apenas acenou com a cabeça aguardando ansiosa para o que a mais velha tinha a lhe mostrar. – Vá para o centro do quarto, e ajoelhe-se.

 

Sem qualquer outra palavra a negra se ergueu e foi para o encontro da cômoda, ela abriu novamente as portas admirando novamente todos os brinquedos da prateleira do meio. Ela inclinou a cabeça para o lado, pensando consigo mesma qual tamanho deveria escolher. Seu indicador deslizou sobre o couro da cinta da qual ela estava familiarizada a usar. 

 

- Isso vai ser tão divertido. - murmurou para si mesma, tomando a cinta e o dildo de dez polegadas na cor azul escuro.

 

Normani girou o corpo e observou a forma como a Polinésia estava. Passou a atar a cinta ao seu corpo e a aclopar o dildo no devido lugar. A loira arregalou os olhos quase comicamente quando Normani apareceu diante de si, acariciando o brinquedo como se este fosse uma parte sua.

 

- Em primeiro lugar, você precisa saber que você me pertence. – Normani se aproximou ainda mais, deslizou a língua úmida por toda a palma da sua mão e voltou a acariciar o pênis de borracha. – Tome-o em sua boca e o engula inteiro, Dinah.

 

Dinah apenas olhou para a negra confusa. Normani girou os olhos e rosnou, ela não gostava quando as pessoas não faziam o que ela queria, na hora que ela queria.

 

Seus dedos agarraram a parte de trás da cabeça da Polinésia, fechando-os em torno do cabelo úmido da garota. 

 

- Eu disse pra você chupar o meu pau, vadia. Não me faça usar o chicote. 

 

Dinah tomou-o na boca, balançando a cabeça para frente e para trás o mais rápido que pôde. A cabeça de Normani pendeu para trás, ela suspirou fundo aproveitando a pressão deliciosa que a cinta fazia em seu clitóris.

 

– Desse jeito... – Ela sussurrou, suas unhas deslizando sobre o couro cabeludo da mais nova. – Suga tudo, forte e rápido como uma boa cadela. – Dinah apoiou as mãos no quadril da negra, enquanto levava o brinquedo o mais fundo na sua garganta. Ela deslizou suas mãos grandes para a bunda de Normani, suas unhas pequenas cravando na pele negra com gosto. 

 

- É isso... Mostra pra mim o quanto você me quer. - Normani grunhiu empurrando erraricamente enquanto se aproximava do orgasmo. – Porra... Eu vou gozar na sua garganta, engula cada gota ou eu juro que vamos fazer isso novamente até você engolir tudo. – A negra não sabia de onde as palavras estavam vindo, elas fluíam descuidadamente da sua boca. Sentia como se o brinquedo realmente fosse uma parte sua, e assistindo Dinah chupar como uma cadela obediente não estava ajudando em nada a ilusão. 

 

A cada balançar do quadril da negra, ela sentia seu clitoris ser esmagado pelo brinquedo, ela puxou a cabeça de Dinah fazendo assim que o objeto tocasse sua garganta. Ela observou a língua da loira deslizar rapidamente por toda a extensão do pênis, enquanto ela mantinha o olhar fixo em seu rosto. Normani mordeu os lábios, um gemido profundo saindo por sua garganta, ela murmurou palavras desconexas sentindo sua boceta melar e o seu líquido escorrer por sua coxa.

 

- Você foi uma boa menina. - Normani disse relaxada, afrouxando o aperto de suas mãos enquanto Dinah se afastava lentamente. – E sendo assim, agora estou aquecida, eu preciso foder a minha vadia.

 

- Sim, mestre.

 

- Ali na mesa. – Dinah balançou a cabeça e levantou-se, ela sentiu o corpo estremecer quando Normani estabeleceu-se atrás dela, uma mão firme deslizando pela lateral de sua cintura. – Incline-se para frente, e encoste seu rosto sobre a madeira. – Dinah o fez. – Agora segure na borda e não solte até que o diga. – Normani suspirou em deleite quando mais uma vez teve a visão maravilhosa da bunda da loira empinada em sua direção. Ela espalmou a bunda de Dinah com ambas as mãos e apertou de forma rude. – Eu não seria uma mestre boa se eu não fodesse você corretamente Dinah. – Ela aproximou-se do corpo da  loira, seu quadril empurrando para frente e para trás de forma lenta. – Eu fodi o seu cu, da forma que era para ser feito. – Normani apoiou uma mão contra a mesa, enquanto com a outra retirava os cabelos de Dinah do seu rosto. – E agora eu vou acabar com a sua boceta, rude e forte, como todos os clientes serão. – Ela desceu sua mão devagar sobre a coluna da garota, uma emoção fora do comum invadindo o seu corpo pelo que estava prestes a fazer. – E você vai ser uma boa menina e dizer obrigada com um grande sorriso, entendeu? 

 

- Sim, mestre.

 

- Bem, eu odiaria punir a minha vadia por ser burra. - Normani empurrou o brinquedo sem aviso na boceta melada da loira. – Todos os homens que vão foder você serão tão rudes, baby. – Ela inclinou-se beijando lentamente as costas da mais nova. – Você precisa saber o que vai vir. – Ela resmungou empurrando sem piedade em Dinah.

 

A polinésia tinha os olhos fechados, continuamente lembrando-se que era Normani ali, e não um homem egocêntrico qualquer. 

 

- Você está ouvindo Dinah? – Normani rosnou profundamente e levou uma de suas mãos ao encontro do quadril da loira, passando a fodê-la cada vez mais forte.

 

- Sim... Mestre. - Ela gemeu.

 

- Então responda a porra da minha pergunta, vagabunda. – Normani acentuou suas palavras com golpes cortantes.

 

- Perdoe-me mestre, você poderia repetir?

 

- Repetir? - A negra zombou. - Você deve estar querendo ser punida. – As mãos de Normani deslizaram para cima no corpo da loira, ela segurou seus ombros enquanto realinhava-se. – Eu disse que minha cadela gosta de ser fodida como um animal. Você gosta de ser minha cadela? 

 

- Sim... Mestre. Sim, sim... – Dinah gemeu, suspirando enquanto seu corpo estremecia por cada estocada firme que a negra empurrava.

 

- Você é tão vadia.. - Ela deslizou uma de suas mãos para baixo do corpo de Dinah, alcançando-lhe os seios, onde ela logo tratou de circular o mamilo e o apertar entre os dedos. – Você nunca foi fodida dessa maneira, foi?

 

- Nn-não, mestre.

 

- Eu sou a melhor, Dinah. – Normani rosnou, fechando seus olhos pelo prazer que sentia. – Eu sou a melhor foda que você já teve. – Ela sorriu, sua própria arrogância estava transbordando. – Diga o meu nome enquanto eu estou fodendo você. – Normani gemeu, pressionando os peitos nas costas de Dinah, segurando-a mais perto enquanto seu pau deslizava para dentro e para fora. – Me chame de mestre.. Vamos vadia, chame por mim. – Ela estava chegando perto, ela podia sentir que Dinah estava à beira do orgasmo.

 

- Mestre.. Tão perto, tão bom.. Porra. – Dinah lamentou.

A negra virou sua mão para baixo, tocando Dinah por entre suas pernas, deslizando seus dedos nas dobras molhadas da garota até encontrar seu nervo inchado. Ela não se importava que só ela deveria gozar, Normani já havia mostrado a Dinah como a maioria dos seus clientes seria. E agora, ela só queria mostrar o quão ótimo seria quando elas fodessem juntas.

 

Dinah se desfez aos poucos, gemendo alto por Normani quando o orgasmo explodiu. Normani não estava atrás, ela encostou sua testa sobre as costas suadas da mais nova, sentindo seu corpo arder em chamas, todo o seu sistema tremendo em um orgasmo avassalador.

 

Ambas caíram para frente, Dinah com os braços estendidos enquanto segurava a mesa, sua respiração alterada enquanto Normani descansava sobre ela, sua respiração também errática.

 

Dinah foi a primeira a falar.

 

- Você me deixou gozar.. Mestre.

 

- Sim.. - Normani não sabia o que dizer. Ela limpou o suor de sua testa e voltou a encarar a polinésia. – As vezes, você terá sorte e conseguirá gozar. – Deu de ombros e aproximou-se de Dinah, deslizando sua mão sobre a nádega direita. – Agora fique quieta, eu vou te foder por trás.

 

- A loira cautelosamente olhou para Normani, acompanhando seus movimentos.

 

- Me-es-mestre? – Ela estava exausta e era evidente o seu cansaço.

 

- Não me diga que você está cansada demais para foder, bebê. – Normani riu, ela apoiou uma mão contra a mesa enquanto se curvava sobre a loira. – Você vai ter que fazer melhor do que isso se quer trabalhar aqui. – Ela olhou para baixo, diretamente para a bunda de Dinah. – Eu pago para foder a noite toda, e foda-se eu vou foder a noite toda. 


Notas Finais


já dizia o livro sagrado norminah is so real

capitulo13, versiculo 02:

"Dinah ficará molhada com cada toque de Normani, sendo submissa ao extremo, e Normani irá levá-la à loucura"

Dnekdbwkwn


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