História The Clock Strikes Twelve Midnight - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Almas Meia-noite
Exibições 29
Palavras 1.005
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


— Em primeiro Lugar, eu odeio a Yuu ^.^
— Este capítulo esta narrado em terceira pessoa
— Ia postar daqui cinco dias, mas como disse, odeio a Yuuki-Panda
— Acabou, boa leitura

Capítulo 10 - Look what I found


Fanfic / Fanfiction The Clock Strikes Twelve Midnight - Capítulo 10 - Look what I found

~*~

Mais em uma das tardes frias de neve que poderia se fazer, relevante a tudo que procurava era um pouco de paz e sossego nesta vida, o que era difícil consigo mesmo, já que apenas guardava magoas e um pouco de rancor de seu passado, mas tentava ignorar todos esses sentimentos.

— Isto me dá medo. — Dizia a mestiça com os olhos arregalados com suas mãos esticadas frias e pálidas. Enquanto encarava e analisava com cautela as fotos com os mesmos borrões de sangue.

Ela sentia um medo injustificável, apenas colocou as fotos em cima da mesa deixando-as esparramadas, com o cobertor entre suas costas foi se arrastando ao quarto, apenas não teve a melhor noite de sono que poderia ter, fazia dias que a mestiça não comia algo e não dormia. Isto apenas deixava mais fraca e mais imune aos ataques ou aparições aos fantasmas, deitou-se na cama, mas não conseguia dormir.

— Quem será aquela alma? — Perguntava-se a menina todos os dias. As mesmas perguntas rodeavam sua cabeça, deixando cada dia um pouco mais curiosa e confusa.

Assimilando a neblina que se juntava em sua janela, e alguns focos de neve caiam sobre o vidro, dando lhe um pequeno sorriso, a garota apenas se levantou e tomou coragem.

— Vamos lá fora. — Encorajou-se a si mesma calçando suas botas e indo em direção a portal principal, descendo algumas escadas.

Apenas pegou a maçaneta com cuidado, encontrando novamente em sua portal Anabel com um sorriso, a mesma acena para Mary, fazendo ela suspirar.

— Oi Mary! — Cumprimentou Anabel com sua animação de sempre, Anabel tem mudado com Mary, ficado mais alegre.

— Oi? — Respondeu Mary com suas expressões e animações de sempre, nunca mudada para garota, apenas encarou-lhe. — O que faria em minha porta? — Perguntou a mestiça.

— Ia te chamar ué. — Respondeu Anabel, dando-lhe uma resposta prática. — Não quer andar sobre a neve? É Divertido. — Completou Anabel, fazendo Mary ficar entediada.

— Interessante. — Apenas disse Mary com interesse nenhum. — Se me der licença, vou ir fazer alguma coisa de interessante. — Inventou a mestiça, fazendo Anabel ficar curiosa.

— O Que? — Perguntou Anabel com a curiosidade de sempre, fazendo Mary ficar nervosa, mas não demonstrou este sentimento.

— Vou apenas me sentar aqui fora e sentir os pequenos flocos de neve cair. — Respondeu de forma arrogante, indo em direção a um dos bancos, Anabel acenava.

A Mestiça sentou em um dos bancos, estranhando que Jack estava desaparecido por estes últimos tempos, com este sumiço preocupava a garota, não que ela gostasse dele, realmente, a real preocupação era apenas que o garoto tinha desaparecido, mas era uma coisa boa a ela.

— Cada coisa que me aparece. — Suspirou a garota com um pequeno sorriso em seu rosto. — Almas, assassinatos, pessoas desaparecidas, como estou vivendo? — Se perguntava.

Convivendo com uma sociedade que poderia acontecer muitas coisas que eram possíveis ao mundo de cinzas a garota, que suspirava tremulada, enquanto tentava se aquecer, levantou-se o mais rápido possível e voltou a sua casa. Enquanto pensava em Jack – Que estava desaparecido – Algum tempo, a garota apenas pegou seu coberto e lhe jogou nas costas, se esquentando, subindo as escadas até seu quarto foi em direção na janela, encarando pedaços de neve cair, e alguns espinhos de gelo.

— Quero ver estes espinos de gelo cair sobre a cabeça de alguém! — Disse Mary rindo com a mesma piada, o que era engraçado a mestiça. — Adoraria ver está cena. — Completou ainda rindo.

Mary se levantou, indo em direção ao corredor de sua casa, apenas abriu o sótão como de costume e deixou-lhe o cobertor na entrada dele, indo e direção as demais fotos.

— Elas eram irmãs? Amigas? — Perguntava-se a garota. — Ou… — Deu uma breve pausa, respirando bem fundo. — Eram apenas conhecidas.

Chegou apenas em uma conclusão: Poderiam ser conhecidas ou/e amigas. O Que era já interessante se fosse isto mesmo, daria algum tipo de ligação para Mary ou algo do gênero, Mary vasculhava as fotos mais a fundo, tentando continuar a investigação, mas apenas queria um abraço apertado e ajuda de alguém confiante suficiente, ainda se perguntava do por que os borrões de sangue, um ponto final já bastava. Enquanto olhava as fotos, não percebia algo de diferente entre elas, para ela, fotos não bastassem, mais sim Os locais do assassinato e a chave para a tal sala de sua casa, seu chute e que estivesse na biblioteca da cidade, algo que poderia ser a ela.

— Será que a chave tem algo haver com a porta que me levará a passagem? — Perguntava-se a garota animada. — Isso! — Comemorou.

Ela levantou-se e limpou seu vestido empoeirado e tentou-lhe tomar coragem novamente até ir na biblioteca, mas observou que a segurança no local reforçou um pouco mais.

— Terei que fazer uma nova estatística — Concluiu Mary mordendo seu lábio inferior e batendo o pé no chão com força. — Que droga! — Gritou, reclamando absurdamente.

Apenas foi na mini-janela do sótão, limpando seu vidro novamente, observando 4 guardas na sua passagem, mas mesmos guardas na frente, isto poderia impedir muitas coisas pra ela, mas não desistiria muito cedo, não mudou de ideia, apenas bolaria algo mais preciso e o mais rápido possível. É Assim, continuou vasculhar o porão inteiro, começando pelas caixas, mas eram apenas quadros pintados sem assinaturas e algumas cartas que não interessou-lhe a ler, jogando-as para o alto e deixando no chão.

— Cartas, pinturas, cartas… — Repetia instantemente em voz alta, sabendo que ninguém iria ouvi-la ou até mesmo respondê-la.

Suspirou novamente, encontrando praticamente nada de seu interesse que poderia lhe ajudar nas buscar exatas, apenas tinham foto de cinco crianças e seus nomes, sem informações dos pais ou até mesmo dos parentes, mas sua opinião e que todas eram conhecidas ou até amigas. Levantou-se para se limpar novamente e ir até outra caixa mais próxima da mesma, logo, se limpou, mas logo viu uma caixa que não tinha sido vista pela garota, vendo algumas folhas viradas pelo chão, o que lhe chamou muita atenção. Foi em direção a caixa com cuidado, e abriu com um pouco de cuidado e fragilidade vendo que tinha… 



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