História The Clock Strikes Twelve Midnight - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Almas Meia-noite
Exibições 25
Palavras 1.014
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Five children five souls


Fanfic / Fanfiction The Clock Strikes Twelve Midnight - Capítulo 8 - Five children five souls

~*~

Nunca entenderei por que destas almas querem algo? Por que a alma quieta não ri de mim? Alguma justificativa de algo injustificável, um pouco apavorante, sempre dizem “Apenas com o tempo…” Meu tempo acabou por alguns dias, andava pelos corredores, escutava os pisos me deixando amargurada, onde minha raiva ficava, enquanto caminhava a mais uma prateleira de livros para procurar a tal chave, onde alguns assassinatos de minha família não poderia ser revelados.

—Que agoniante!—Reclamava.—Me sinto desconfortável andando sozinha em tremendo perigo, ou devo ficar louca de vez… —Falava sozinha por alguns longos dias.

Enquanto andava pelos corredores, não encontrava algum livro que me daria a resposta, simplesmente desisti, indo embora na direção da passagem que tinha feito no dia só furto, furtei um livro sem o que ter dentro dele – O livro que me chamou atenção – O que era um pouco estranho cada página do livro, coberta de sangue e de páginas e escritas sem sentido, a letra era idêntica a mensagem que tinha em meu bolso, corri o mais rápido possível, peguei a maçaneta e consegui abri-la, indo em direção ao livro de capa de couro preto, peguei o bilhete em minhas mãos e o livro, comparando as letras.

—Um… Livro, igual ao bilhete? Letras idênticas? O Que isto quer dizer?—Me perguntava, analisando cada detalhe da folha comparado ao livro.

Um pouco de sangue na borda das duas folhas, a primeira página me dava uma agonia nostálgica do que poderia me lembrar, daquele sussurro horrível, abordando a novas mensagens, não quis ler o livro, guardei o mas rápido que podia no momento, estava cansada.

Subi as escadas, notando algo que não tinha notado, entrei por um corredor olhando para cima, vendo uma cordinha de puxar – De sótão – Em cima de mim, concluindo: Que era um sótão. Como minha curiosidade sempre vencia de mim, puxei a cordinha com força, abrindo uma escada para mim subir, coloquei meus pé sobre o primeiro degrau, escutando um barulho, aquilo parecia um pouco velho, senti um medo percorrer sobre mim, mais persisti na ideia e continuei a subir com tudo, observando a entrada, entrei, me deparando com uma sala que nunca tinha vista, empoeirada com o piso firme, várias caixas ao redor, e algumas fotos velha sobre o chão, peguei a primeira, era uma garota linda, com cabelos negros, sua expressão era de tristeza, colocando a mão em algumas grades, poderia sentir sua tristeza, atrás, estava apenas uma legenda.

“Alice Monteiro – 2014”

Era interessante minha descoberta por ali mesmo, logo vi a segunda garota, usava um óculos e seus cabelos eram juntamente negros, estava com uma roupa de colegial pelo que entendia aparenta ser na foto, um olhar de medo ou impressionada, virei a foto, vendo a legenda.

“Lana Gren – 2014”

A Terceira garota aparentava ter cabelos negros claros, seus olhos negros claros juntamente, pele pálida olhando ao além, a garota apenas olhava ao nada que tinha, virei a foto, vendo mais uma legenda.

“Mariana Gonçalves – 2014”

A Quarta garota, apenas tinha cabelos de cor preta, olhos azulados escuros e um cabelo de comprimento longo, aparentava uma roupa de colegial, olhava sem expressões, virei novamente a legenda.

“Ana Oliveira – 2014”

A última garota, a quinta, tinha cabelos negros claros, olhos pretos e profundos, aparentava estar com uma roupa normal, olhava com expressão de medo a foto, virei novamente a foto.

“Sofia Loren – 2014’

Olhava as fotos e analisava cada uma delas com cuidado, quem seria estas três garotas? Por que tem uma data entre elas? O que significaria eu não sei, mais desejo descobrir o mais rápido que podia no momento, guardei as fotos novamente na caixa e sai do sótão com cuidado e fechei ele, indo em direção ao meu quarto deitar um pouco.

—Quem são as cinco garotas?—Me perguntava repetidamente, está ideia de descobri-las estava em minha cabeça e percorria em tudo que poderia pensar.

~*~

—Ei!—Chamava cautelosamente, enquanto eu levitava até o sino.—É A Garota Mary?—Disse ela fazendo sua pergunta final.

—Ah… Deixe ela.—Falava me repreendendo a estaca zero.—Somos apenas… crianças que perderam seus rumos e caminhos.

—Não fale assim.—Disse a terceira se aproximando de mim, enquanto a de meu lado chorava—Por favor, não chore alma quieta.—Insistia, mais cedo ou mais tarde Mary descobriria a verdade.

—Não chore por favor, não temos culpa.—Dizia e insistia a quarta que estava ali.—Por favor, ela vai descobrir, espero que ela não fique confusa, não chore.—Insistia todos os dias, mas ela não parava de chorar, nós sabíamos o triste significado de pôr que ela choras…

—Será que eles não entendem que estamos pedindo ajuda?!—Perguntou a terceira encarando a sexta que chorava.—Idiotas!—Xingava os humanos.

—Vamos ter nossa recompensa em breve, pelo menos tentamos impedir a morte da mãe de Mary.—Dizia tentando acalmá-las.

—O Que?!—Interrompeu a segunda.—Nem um agradecimento ela nos deu! Deseja o que?—Perguntava perplexamente, enquanto eu balançava a cabeça negativamente.

—Somos apenas crianças que perdemos nossos rumos e caminhos, como eu vou perder.—Falou pela primeira vez a alma que chorava, sabíamos que ela perderia o rumo, mas em compensação, ela traria nossa vingança.

~*~

Estava repreendida aos meus pensamentos, presa no mistério, seria que as almas mataram minha mãe? Ou… Se elas mataram… Eu juro que eu… Queria poder ameaçar, mas eu que serei ameaçada, me remexia sobre minha cama, onde eu tentava esconder minhas amarguras de sempre, abraçava com meu travesseiro deixando minhas fitas caírem sobre o chão liso.

—Ah… Estou cansada de sempre ter perguntas.—Dizia a mim mesmo, pois sabia que ninguém iria me ouvir no momento.—Só queria um abraço nesse momento, e que uma pessoa falasse “Me abrace, vai ficar tudo bem.” Mas sei que ninguém falaria isto a uma garota estranha.—Reclamava do meu dia, sabia que seriam as mesmas coisas de sempre.

Me levantei de minha confortável cama, e desci as escadas rapidamente, correndo um pouco mais rápido, sentando na cadeira de minha queria mãe, enquanto pensava. – “Quem são as crianças?” – O Que era difícil a mim.


Notas Finais


Querem uma dica?Junte os nomes das crianças, só isso.


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