História The Clock Strikes Twelve Midnight - Capítulo 9


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Categorias Originais
Tags Almas Meia-noite
Exibições 23
Palavras 1.016
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Friday soul


Fanfic / Fanfiction The Clock Strikes Twelve Midnight - Capítulo 9 - Friday soul

Embora esteja com um pouco de medo, isto não iria me impedir, suspirei de pressão, muitas coisas já tinham acontecido, ou até mais, abri a cordinha – A Do Sótão – E Sorri, indo novamente verificar as fotos, estava vasculhando a caixa, encontrando praticamente nada novo, até que vejo uma coisa que me chama atenção, um brilho, que tomou completamente a atenção do meu olhar, estiquei meu braço e engatinhei até está caixa – Uma porta-joias – O Que era lindo, tinha um colar de pérolas de minha querida mãe, sorri ao lembrar de muitas coisas, fazendo que caísse uma lágrima.

—Ainda vou me vingar.—Falei a mim mesma, limpando a lágrima de minha bochecha rosada, que transbordava de raiva.—Sei que todo este pesadelo vai acabar mãe, lhe prometo.—Fechei o porta-joias, deixando lhe ali mesmo.

Guardei em seu devido lugar que tinha lhe retirado, o sótão era uma coisa que não tinha reparado na casa, um lugar onde guardavam fotos de crianças, será que eram parentes minhas? O Que era uma opção já que estavam em minha casa estás fotos, mas não tenho nenhuma parente, o que era engraçado a mim, já que não tinha muitos amigos, até que escuto alguém subindo a escada principal, rapidamente desço do sótão e fecho, e aparece Anabel.

—Desculpe entrar assim, e que… —Disse ela pensando em uma ótima desculpa, não que eu me incomodasse, mas poderia avisar.

—Não há problema para mim Anabel.—Disse assimilando a situação de vergonha dela.—Quer alguma coisa? Se precisar… —Perguntei.

—Não preciso de nada, só vim passar para ver como você estava e como anda ultimamente.—Perguntou ela com um sorriso carinhoso em seu rosto, suspirei de ruindade.

—Eu não sei você, mais ando com as pernas.—Respondi sem expressões, ela começou a rir, a mesma quase caía no chão, enquanto eu observava seriamente.

—Você as vezes me faz rir demais… —Disse Anabel, suspirei novamente e dei um pequeno sorriso há ela, para não achar que era ruindade.

—Sim… Se me der licença vou a meu quarto, faça o que quiser, mas não quebre nada.—Ela apenas concordou com a cabeça e fui em direção ao meu quarto.

Deitei em minha cama, escutando barulho da porta principal, como eu imaginava Anabel estava indo embora de minha casa, dei outro suspiro, mas desta vez era de cansaço.

—Ah… São apenas fotos, podem ser crianças qualquer, algumas crianças.—Falei me tentando repreender a minha ideia inicial, mas nada me tirava da cabeça de que eram crianças especiais.

—Não brinque com o perigo Mary.—Escutei um sussurro em meu ouvido, uma voz feliz e masculina, falava alegremente, dando uma risada logo em seguida, me arrepiei.—Não se assuste.—Completou.

—Oi?—Apenas perguntei assustada, não queria virar para trás no momento, mas sabia que teria que virar alguma hora.—Er…

Me virei para trás, vendo absolutamente nada, fiquei um pouco confusa mas ignorei completamente qualquer coisa por lá, e continuei pensando no assunto de hoje cedo, – As crianças – O Que me deixava intrigada, uma completa distorção de sentimentos.

—Hm… —Falava enquanto pensava.—Cinco crianças, cinco… Almas? Mais da última vez eu contei seis almas, o que está a vendo?—Me perguntava instantemente.

Uma das contas deu errado, apenas cinco crianças foram mortas, mais tinham seis almas entre elas, o que eu estava fazendo de errado? Sabia que faltava apenas uma criança mas não se encaixava completamente, faltava uma criança morta, decidi não pensar, fazia dias que não dormia direito, já estava com os olhos inchados, peguei meu travesseiro e coloquei a cabeça tentando tirar um breve cochilo.

Acordei de um sono profundo, com a primeira badalada da noite tocando, eram meia-noite em ponto, vendo a primeira alma sair do sino e se libertando completamente, eu conseguia ver as seis almas se libertando do sino, a sexta alma ainda era quieta, não trocava uma palavra sequer comigo por algum motivo, o que me chamava atenção.

—Por que motivo aquela alma não fala comigo ou arruína a minha vida?—Me perguntei, suspirando, um pouco mais pensativa que o normal—Isto e um pouco interessante.

Me levantei esfregando minhas mãos nos meus olhos, indo em direção a janela, observando o sino e as almas saírem de seus lugares para assombrarem as pessoas.

—Ah Mary… Quanta imaginação.—Falei a mim mesma, dando um pequeno riso.—Será que estão brincando comigo?—Me perguntava.

Me virei para trás, vendo meu quarto inteiro do jeito que estava, suspirei mais uma vez, enquanto observava tudo aquilo, até que aparece uma alma em minha frente.

—O Que você quer?!—Perguntei a alma, mas ela não respondeu.—Ah… Você deve ser a alma quieta.—Pensei em voz alta, dando um sorriso pequeno ela.—Fale comigo.

A Alma não respondeu, encarava eu com um pequeno sorriso também, o que me assustava um pouco, desmanchei o sorriso, a mesma fez a coisa idêntica a mim.

—Mary, pense nas suas ações.—Disse pela primeira vez a alma, me espantei completamente.—Isto pode levar… —Ela não terminou, desaparecendo diante de mim.

—Mas o que?—Me perguntei com os olhos arregalados, o que ela queria dizer a mim que não podia no momento? Era algo importante a mim?

Parei de pensar por alguns milésimos segundos, todos eles se foram – Minha mãe, meu pai, minha madrinha, minha vida, enfim… – Muitas coisas foram indo com o passar do tempo, será que está alma estava tentando me dizer algo? Queria deixar todos estes assuntos de lado, logo, me lembrei de uma coisa, rapidamente fui até o corredor e abri o sótão, pegando as fotos das cinco crianças em minha mão.

—Espere… São cinco crianças para seis almas, de quem será a última alma?—Me perguntava enquanto analisava a foto com borrões de sangue.

Coloquei as fotos em seus devidos lugares, procurando mais alguma foto no local, não encontrava fotos de alguma coisa, apenas procurava na caixa, decidi não procurar no sótão inteiro, pois era de noite e estava escuro demais para eu poder ver algo de especial.

—Amanhã eu procuro.—Disse a mim mesma, me dirigindo para fora do sótão e fechando ele.—Vou descobrir a verdade.



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