História The Coffee Boy - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Palavras 997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura :)

Capítulo 25 - Chapter Five


                                                                                Margot Turner

 

Suas mãos ardilosamente se livraram das peças de roupas menos importante para nós, e depois ainda em cima daquela pequena mesa do café com Justin entre minhas pernas ele correu beijos por toda a extensão do meu pescoço que estava sensível, recebi algumas mordidas também e eu tinha certeza que eu o queria ali o quanto antes.

Meu corpo parecia fraco, eu só queria deixa-lo fazer seu trabalho. As batidas do meu coração aumentavam a cada toque, e o calor que os nossos corpos irradiavam era coisa de outro mundo, não só isso mas também a nossa sintonia e como queríamos um perto do outro, podíamos não ter nada mas se tínhamos um ao outro a falta de qualquer outra coisa simplesmente deixava de importar.

Quando estávamos nessas condições era onde eu podia ver todo o efeito que Justin tinha por mim. Ajudei ele a abrir o zíper da sua calça e tirar ela, em segundos sua camisa e a calça não estavam mais em seu corpo. Ele conseguia ser perfeito em como me olhava me desejando e como deixava a sua boca entreaberta emanar o ar pesado de seus pulmões, sem esquecer os seus olhos brilhando e o cabelo bagunçado pela agitação.

Tirei a única peça de roupa que ele vestia e o puxei mais para mim, sentia nossa ansiedade nos toques e a urgência, com o seu corpo entre minhas pernas com calma, ele foi passando a me penetrar de forma vagarosa que era mais uma forma de tortura. Enterrei meu rosto no vão do seu pescoço e acabei dei dando uma mordida em seu ombro para abafar o gemido que veio quando senti o loiro de movimentar dentro de mim.

Naquele momento em que nossos corpos estavam envolvidos eu senti que perdi minhas forças, era quase impossível de conseguir manter os olhos abertos pelo tamanho prazer que Justin me fazia sentir. Minhas mãos procuravam apertar o seu corpo e minha boca deixava sair gemidos baixos ao pé do seu ouvido. Eu também ouvi o loiro gemer bem baixo e murmurar coisas sem nexo enquanto o ritmo de suas estocadas iam ganhando força.

A mesa fazia um barulho estranho enquanto ele se movimentava dentro de mim. Era engraçado, eu comecei a rir junto com Justin olhando em seus olhos mas de repente o riso cessou e eu me perdi no seu olhar e no silêncio, claro, se não fosse a mesa fazendo barulho junto dos nossos corpos se chocando.

Suas mãos apertaram minha cintura com força indo rápido demais, nossas respirações estavam seguindo um ritmo descontrolado e o seu membro ia e vinha cheio de vigor. Senti muita vontade de beija-lo então segurei sua face com calma e o beijei deixando uma mordida no seu lábio inferior.

— Justin... — seu nome saiu da minha boca como um gemido abafado.

O loiro começou a tirar e colocar o seu pênis ereto vagarosamente para me provocar, só conseguia sentir mais tesão com aquilo, a medida que ele fazia isso minha intimidade pulsava mais e mais. Então finalmente antes de entrar por completo ele passou sua glande por toda a extensão me fazendo entrar mais em êxtase e me penetrou com força.

Já começava a sentir aquela famosa sensação de que já ia chegar lá, inclinei meu corpo para intensificar e ficar mais próxima, era indescritível a sensação de sentir Justin me preencher. Ganhou um pouco mais de rapidez os movimentos e eu já podia me ver chegando ao limite do prazer, minhas pernas bambearam e minhas unhas encontraram o caminho de suas costas arranhando sua pele macia.

— Olha pra mim amor... — Justin pediu com a voz embargada de desejo e eu o olhei mordendo o meu lábio inferior — Isso... — gemeu e foi fundo me fazendo sentir gozar dentro de mim, a mistura dos nossos orgasmos foi incrível.

Senti meu corpo amolecer e era como se tivesse sido levada para outro planeta com aquela sensação e voltado atordoada, sem forças, com a respiração descontrolada, apenas com o efeito do orgasmo e um sorriso bobo nos lábios.

Passei a palma da minha mão pelo peito de Justin que descansava sua cabeça no vão do meu pescoço, era possível sentir os seus batimentos cardíacos em um ritmo frenético. Aos poucos fui saindo do transe e vi a situação que estávamos, com ele ainda dentro de mim e entre minhas pernas me dei conta que estávamos sem o preservativo e isso me desesperou.

— Justin você coisou lá dentro — chamei sua atenção e com certeza ele percebeu minha cara de preocupação.

— Não se preocupa eu não tenho nada — disse calmamente.

— Não é isso! Pensei que soubesse do outro risco.

— Calma anjo, existe pilula do dia seguinte sabia?  E você nem disse nada, não vê que foi melhor sem? Mais intenso?

— Foi... Mas a gente não pode fazer isso de novo, entende?

— Me desculpa você tem razão — disse dando alguns beijos em minha bochecha — Vai ficar com essa carinha?

— Não... — sorri de lado — Me diz uma coisa?

— Digo, o que?

— E os seus pais, por que aconteceu tudo aquilo?

— Isso é hora de perguntar Margot? — vi sua feição mudar e uma carranca.

— Você disse que eu podia.

— A gente acabou de ter algo bom e você toca em um assunto desagradável desses? — disse se afastando e pegando as suas peças de roupa no chão.

— Amor... Me desculpa? — disse me levantando arrependida — Eu pensei que podia, Justin olha pra mim, me desculpa?

Ele me olhou enquanto vestia a camisa.

— Esquece Margot já estragou — falou grosso me olhando — É melhor você ficar longe de mim mesmo, não é uma boa a gente continuar.

— O que? — balbuciei as palavras perplexa — Justin você está se ouvindo?

— Estou, você não precisa de mim... Eu não sou um bom namorado e nem uma boa pessoa, é melhor você ir porque eu não quero te machucar.

— Sério? — senti meu peito apertar e já estava vendo as coisas meio turvas — Eu preciso de você dá pra me perdoar?

— Margot esquece.


Notas Finais


GENTEEEEEEEEE podem me xingar demorei mas tenho motivos, me desculpem sério, eu não tive tempo pra postar eu disse que ia atualizar no dia seguinte mas acabou que não deu, sério!!!!! me perdoem e não desistam de mim eu imploro kjdshjksf, eu juro de dedinho que não vou demorar pra atualizar e essa semana eu atualizo, vou postar (ACREDITEM É SÉRIO) ás vezes não posto mais de um em uma semana porque cansa, por mais que eu ame muito, muito, escrever, espero que me entendam e até o próximo, beijos :)


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