História The Consequences of a Frame - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~absurda

Postado
Categorias Ariana Grande, Justin Bieber
Personagens Ariana Grande, Justin Bieber
Tags Ariana Grande, Jariana, Justin Bieber
Exibições 102
Palavras 2.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, como vai?

一 Eu confesso que fiquei muito ansiosa pra postar esse capítulo (não esse, na verdade), eu só queria tentar "aproximar" um capítulo importantíssimo que chegará em breve. Se preparem.
一 80 favoritos, to infartando a cada 5 minuto, (vamos rezar para chegar logo nos 100, manas).
一 A Fanfic não é movida por comentários, mas agora eu tenho uma proposta a fazer, se nós chegarmos ao 10 comentários hoje ou amanhã, o próximo capítulo sairá na Quinta-Feira! (ou até mesmo antes).
一 Leiam com atenção, por favor.

Boa leitura! Nos vamos nas notas finais.

Capítulo 4 - Midnight Bottle


Fanfic / Fanfiction The Consequences of a Frame - Capítulo 4 - Midnight Bottle

一 Galera, o show foi um sucesso e o pessoal da boate quer que a gente toque lá toda semana! 一 anunciou Will, um estiloso "bad boy" de olhos verdes, bem verdes. Ele é o baterista da banda dos amigos de Justin. 一 O promoter acabou de me ligar, está tudo certo!

一 É isso aí, garoto! 一 Comemorou Charlie, batendo na mão do rapaz e, naturalmente, deixando-a dolorida. 一 Foi mal, Will, me empolguei...

一 É a nossa grande chance de formar um público, ganhar uma legião de fãs enlouquecidas e pegar a mulherada. 一 comemorou o empolgado Ed, um loiro de cabelos crescidos e repicados, quase chegando à altura dos ombros. Era o vocalista do grupo, que costumava se gabar por fazer sucesso com as garotas. 一 Quer dizer, a chance de vocês também fazerem isso, porque eu não tenho do que reclamar... Vocês sabem que eu sou "o cara".

一 Mas não foi você quem pegou duas ontem. 一 provocou Will.

Os amigos riram, pois aquela frase era usada com certa frequência pelo garoto de olhos verdes. Certamente ele seria o "pegador" do grupo, pois, ao final de todo evento, ele espalhava que havia ficado com, no mínimo, duas garotas.

O problema é que ninguém via essas conquistas do rapaz, o que era suficiente para rolar aquela desconfiança generalizada. E uma consequente zoação.

一 Eu sei é que devemos nos concentrar para que a empolgação não nos atrapalhe. 一 alertou Freddie, o baixista consciente. O moreno dos olhos cor-de-mel completava o time. Ou melhor, a banda. 一 Vamos ensaiar bastante e aproveitar a boa fase!

A animação tomava conta do quartel-general dos amigos; a garagem da casa de Will. Além de sediar os ensaios do grupo, o local tinha tudo que eles podiam querer: som, computador, videogame, alguns livros e revistas masculinas.

As paredes eram estampadas com desenhos em grafite, obra coletiva. A internet sem fio fora devidamente instalada por Freddie. Confortáveis pufes coloridos que dividiam espeço no chão com instrumentos musicais, cabos, fios, além dos skates que, às vezes, causavam acidentes que rendiam boas gargalhadas.

E bem, o local era a versão adolescente 一 e terrestre 一 da tão sonhada casa na árvore.

A banda se formara como geralmente acontece; os amigos começaram a tocar no playground do prédio de um, na garagem de outro, nos festas da escola, tudo sem menos compromisso. A primeira vez que tocaram juntos foi inesquecível; ganharam um banho de água fria de uma vizinha que se incomodara com a barulheira no play.

O pior é que eles sabiam que ela estava certa, o som era mesmo terrível e você ficava surdo logo demais! Mas adolescente que se preze é insistente e os ensaios não cessaram.

A brincadeira ficou séria, a banda ganhou nome e eles se tornaram os The Infiltrated. Não por causa do filme, mas sim porque ninguém os convidara para tocar em lugar nenhum.

O jeito era se infiltrar em shows de bandas amigas e pedir para tocar um pouquinho 一 a famosa palinha ou canja. 一 mesmo em festas que não eram chamados.

Adolescente que se preze também não tem o menos pudor em ser assumido como cara de pau. Embora as referências fossem variadas, todos gostavam de rock. E, de preferência, de músicas que falassem sobre esse conturbado período em que estavam vivendo;

Suas emoções, frustrações, seus medos, anseios, suas revoltas... Com canções animadas e algumas letras românticas, não demorou muito para os The Infiltrated caírem no gosto da galera. Com vocês, um momento-apresentação-da-banda:

Ed tocava violão e cantava, atividade que ganhou ainda mais a dedicação quando o rapaz percebeu de fato o efeito que dava nas garotas. De fato mesmo, o loiro era bonito demais e causava um certo frisson  no público feminino, mas não tanto quanto ele considerava.

Suas caras e bocas durante o shows sempre foram motivos de zoação por parte dos amigos. "Vocês estão é com inveja!" era um de seus bordões mais usados, que geralmente vinha seguido pela constatação: "Eu sou o cara."

Um cara nada modesto, é verdade, mas talentoso, gente boa e divertido. Tinha ótima presença de palco e era capaz de quebrar instrumentos e pular na galera, se isso não fosse comprometer seu visual. De fato, ele é o que mais pontuava no placar das conquistas, por mais que Will insistisse na sua suspeita tabuada de dois...

O baterista oriental sempre tivera mania de batucar, oque quase enlouquecera a sua família. Batucava na mesa, no sofá, com talheres na mão, com canetas, livros...

Resumindo: Will era um moleque irritante e barulhento. Os pais o considerava hiperativo. Já a irmã, achava que ele era meio maluco da cabeça. E quando ganhou uma bateria de presente de Natal, a família percebeu que estava diante de um músico muito talentoso.

Enquanto eles se tornavam fãs, os vizinhos ficam loucos com aquela barulheira toda. Foi exatamente por conta dos frequentes ensaios e as excessivas reclamações que o pai tratou de isolar a garagem, revestindo-a com espuma e dando sinal verde para o filho fazer o que bem entendesse no locam. Mediante a apresentação mensal de um boletim todo azul, é claro.

Freddie começou na música estudando piano, mas não compartilhou o sonho da mãe 一 que era vê-lo tocando obras de grandes compositores no pomposo Teatro Municipal. 一 Ele queria mesmo era tocar guitarra, dante de uma plateia eufórica e delirante.

Começou a ter aulas escondido da mãe e percebeu que tinha facilidade para aprender... Mas faltava atitude para ser aquele rockstar que tanto imaginara. Ele era tímido, discreto e não interagia muito quando estava tocando, pois ficava completamente antenado nos outros instrumentos.

Ouvir a batida da bateria, as cordas do violão, as sonoridades se encaixando... Para ele, aquele momento era quase sagrado. Foi quando se interessou por contrabaixo que encontrou sua real vocação; Freddie se tornara um baixista de mão-cheia. Era responsável, esforçado, dedicado aos estudos e sempre conciliara muito bem suas inúmeras atividades com a vida social.

Fazia curso de inglês, espanhol, ensaiava com a banda, estava sempre com a matéria em dia e não perdia uma festa. Admirável bom garoto. Até conhecer Olivia, sua atual namorada, com quem mantém uma estável 一 e muito, mas muito fofa! 一 relação.

Fofa até demais, na opinião dos amigos, que eram obrigados a presenciar afetadas demonstrações de amor. O kit era completo: apelidinhos carinhosos, voz de neném 一 irritante até demais. 一 ligações demoradas e piadinhas que só eles entendiam.

Imaginem Freddie e Olivia de mãos dadas, correndo por um campo bem verdinho e com um arco-íris ao fundo. Não, eles não eram os Teletubbies. Eram apenas dois adolescentes totalmente apaixonados... Mas, no momento, era outra pessoa que apresentava sintomas claros de uma paixão.

Enquanto os The Infiltrated comentavam o êxito da noite anterior, Justin estava jogado num pufe, confortavelmente apoiado em sua mochila-travesseiro. Rabiscava em seu caderno e sonhava acordado; as lembranças da noite passada não o deixavam em paz. Ou melhor, um fato específico tirava o seu sono.

一 Eu não acredito que até agora você não ficou com a boneca! 一 disse Charlie, inconformado, ao notar o amigo pensativo. 一 Não custava nada dar um beijinho antes de ela entrar no carro! Você já foi melhor nisso, Justin!

一 Eu sei que perdi a oportunidade, mas também não precisa me torturar desse jeito! 一 disse Justin, inquieto. 一 Ela é a filha do chefe do meu pai!

一 Aproveita e pede um aumento pro velho! 一 sugeriu Ed, que logo em seguida levou um tapa de Charlie.

一 Eu tenho um conselho. 一 anunciou o de olhos verdes.

Os amigos previram que lá vinha bomba. E ele continuou:

一 Eu também já vi essa história em um filme e nunca dá certo. Em Romeu e Julieta, o cara não podia se envolver com a garota e deu no que deu: ele se afogou, levou o navio todo com ele e depois ficou preso naquela máscara de ferro.

Um tempo para digerir a informação. Os outros se olharam, estupefatos, e o rapaz percebeu que alguma coisa estava errada. Freddie até pensou em explicar, mas adolescente que se preze também tem uma certa preguiça...

一 Confundo um pouco os filmes do Leonardo DiCaprio. 一 defendeu-se Will, coçando a cabeça enquanto todos os olhara. 一 O que? Eu errei de novo?

一 A parada é seguinte: 一 cortou Charlie. 一 Tudo bem que ela é a filha do todo-poderoso. Mas se você nem ficou com ela...

一 Esse é o problema. 一 interrompeu Justin. 一 Eu ainda não sabia de nada e perdi a chance de ficar com ela, Charlie. Agora é diferente, eu sei que ela é proibida pra mim. Sei que devo me afastar.

Por mais exagerada que a situação pudesse parecer, Justin estava realmente confuso. Principalmente quando pensava que aquilo poderia piorar o convívio em sua casa. Jack nunca veria o interesse dele por Ariana como algo normal, o que seria motivo de muita discussão.

Como uma bola de neve, sobrariam desaforos para todos os lados, o que certamente atingiria Pattie. Justin pensava muito na mãe, na esperança dela de conseguir uma harmonia familiar, de transpor para a vida real e a felicidade que via em alguns lares de novelas e filmes.

Como, geralmente, a realidade insiste em ser mais desagradável que a ficção, tal final feliz estava muito distante agora...

一 Mas o seu pai falou alguma coisa sobre o que aconteceu na festa? 一 perguntou Freddie, fazendo o amigo voltar no tempo.

✖✖✖✖✖

Justin entrou em casa, sem camisa e encharcado, rezando para que os pais ainda não tivessem chegado no evento. Por sorte, a casa estava fazia.

Sussurrava ao celular, contando o ocorrido a Charlie, para que ele acobertasse a mentira que fosse inventar, quando ouviu o barulho de chave na porta.

O rapaz largou a camisa molhada num canto, voou para a cama e cobriu-se com o edredom. Nem deu tempo de apagar a luz; Pattie entrou no quarto como uma bala e se deteve ao ver o filho na cama, aparentemente adormecido.

O plano daria certo, se não fosse por um certo ruído, que ambos começaram a ouvir. Vinha do celular de Justin, jogado no chão. 

一 Alôôôô? Alôôôôôô? 一 berrava uma voz grossa, do outro lado da linha. 一 Atende esse telefone, Justin!!! Alôôôôôô?????

一 Ele está muito ocupado no momento, fingindo que está dormindo. 一 respondeu Pattie, pegando o celular.

一 Ih, ferrou... 一 murmurou Charlie, antes de desligar.

 

✖✖✖✖✖

一 Foi você quem estragou tudo, moleque? 一 perguntou Ed, dando um tapa na cabeça de Charlie.

一 Ele ficou mudo de repente, ué, fiquei preocupado! 一 defendeu-se o amigo grandão.

一 Charlie Edward Carter! 一 repreendeu Freddie. 一 Deixe o Justin continuar!

一 Beleza, mas não precisa pegar pesado... 一 murmurou Charlie, magoado. 一 Me chamar pelo nome completo já é bullying...

✖✖✖✖✖

一 Onde você esteve a noite toda, Justin? 一 perguntou Jack, depois de entrar no quarto e puxar a coberta do filho.

Justin estava em dúvida se o seu pai havia descoberto a verdade e só estava perguntando para testá-lo, ou se ele realmente não sabia de nada.

Era um costume de Jack, que obrigava o filho a optar pela verdade ou a inventar muito bem suas desculpas. Ficou com a primeira alternativa: a festa estava chata, ele achou que daria tempo de ir à boate e voltar rápido...

一 E a Ariana? 一 perguntou o homem, tenso. 一 Precisava carregar a Ariana com você?

一 Eu não "carreguei" ninguém! 一 defendeu-se o garoto, com uma certa irritação. 一 Eu estava saindo e ela pediu para ir junto!

一 Mas por que diabos você tinha que sair? 一 esbravejou Jack, aumentando o tom. 一 Era tanto sacrifício assim perder uma noite para ficar com a sua família?

一 Pois essa é a pergunta que sempre nos fizemos aqui em casa! 一 respondeu Justin, sério.

一 Não muda de assunto.

一 O assunto é o mesmo.

Os dois se encararam, tensos. A noite especial de Pattie tinha ido por água abaixo...

一 É melhor irmos dormir e amanhã conversamos sobre isso. 一 sugeriu ela.

一 Uma noite, Justin! 一 insistiu Jack. 一 Você tinha que estragar tudo?

一 Eu não pense que fosse dar essa confusão!

一 Você não pensou... 一 interrompeu o pai, seco. 一 Você simplesmente não pensou. Mas agora é melhor prestar bastante atenção e pensar muito no eu vou te falar: fique longe dessa menina. Mantenha a distância, Justin, escolhe outra parceira para as suas "aventuras". A Ariana definitivamente não é garota para você.

 

✖✖✖✖✖

一 Não é mesmo! 一 concordou Charlie, rindo. E voltou a ficar sério ao notar os olhares de reprovação dos amigos. 一 A garota é uma boneca, na moral!

一 Vão dizer que isso não parece história de filme? 一 perguntou Will. 一 E o que o mocinho faz agora? Parte para outra?

一 Acho que sim... 一 respondeu Justin, com um longo suspiro. 一 Ela mudou de escola deve fazer meses, nem sei mais onde ela mora, onde é a "nova" escola dela... A única informação que tenho sobre a Ariana é justamente o motivo pelo qual tenho que me afastar.

Justin se levantou, desanimado, deixando o caderno por ali. Foi Freddie quem descobriu alguns versos rascunhados. Aqueles não eram simples rabiscos, mas sim uma prova de que em breve teriam novas e inspiradas músicas. Sinal de que o amor voltara à vida daquele romântico amigo.

一 Justin, meu amigo, nós vamos encontrar a boneca! 一 anunciou o grandão das tatuagens. 一 Ou eu não me chamo James!

一 Mas você não se chama James, Charlie Edward... 一 lembrou o de olhos verdes, antes de escapar de um tapão na cabeça, desferido pelo seu sutil amigo.


Notas Finais


Bom, isso foi só uma "explicação" da banda dos amigos dele, e da noite passada de Justin com a família. Ficou bem chatinho sim, mas garanto que o próximo vai estar bastante legal! E não se esqueçam, o reencontro dos dois está chegando... Estão ansiosos? Eu to super!
Enfim, também se lembrem da proposta, se esse capítulo tiver 10 comentários, terá capítulo novo na Quinta-Feira, ou até mesmo antes se for possível.
Até logo.


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