História The Contract - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias The Vampire Diaries
Tags Bonkai, Bonnie Bennett, Kai Parker, Romance, The Vampire Diaries
Exibições 108
Palavras 2.525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Hentai, Lemon, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi angels! Mais um cap ❤

Capítulo 13 - Sentimentos confusos


Kai POV

Não havia conseguido pregar o olho desde que deixei Bonnie em casa. Minha cabeça estava cheia dela, de seu perfume, do seu sorriso, seu toque... Da lembrança de seus lábios sob os meus. 

Pensava que toda minha estranha atração por Bonnie Bennett havia acabado, mas, pelo contrário. Depois de nosso beijo ontem à noite, tudo pareceu voltar com força ainda maior. 

Passei a mão por meus cabelos, sem saber o que fazer ou que estava acontecendo comigo. Foi um simples beijo, certo? Mas, por quê eu não conseguia parar de pensar nisso? Merda, eu mantinha uma maldita ereção desde o momento que a beijei. Nada havia resolvido. Nem banho de água fria, nem uma rápida masturbação. 

Por quê ela tinha isso sobre mim? Esse... Maldito controle, não apenas pelo meu corpo, mas também de meus pensamentos. 

Acho que estou ficando louco. Fodidamente louco. Ou Bonnie Bennett é uma bruxa e me enfeitiçou. 

Apertei a mão no volante, querendo socar algo. Eu havia ficado tão... Fascinado por Bonnie e seu vestido rosa e seu beijo ontem à noite que esqueci completamente de entregar os papéis que havia separado à ela. 

Agora, aqui estou eu, dirigindo em direção à sua casa, todos os meus planos de manter Bonnie — a feitiçeira — longe de mim indo por água à baixo. Respirei fundo, tentando ter o controle de mim mesmo novamente. 

Isso é um contrato. Não misture as coisas. Não seja idiota. Bonnie não é esse tipo de garota. Ela não iria querer algo com você e você não quer um maldito relacionamento. Qual é, Kai! Você. Não. É.  Assim.

Repeti a mim mesmo tudo isso, diversas vezes, como um mantra durante todo o trajeto até sua casa. Estacionei o carro em frente à pequena casa amarela com varanda, espremida entre duas construções que pareciam abandonadas. Peguei os papéis que estavam em cima do banco de couro e sai do carro, fechando a porta atrás de mim, ligando o alarme. A rua estava movimentada e todos pareciam me encarar. Não liguei. 

Subi os pequenos degraus e andei pela varanda. Respirei fundo e escondi os papéis em uma mão atrás de mim. Com a outra, dei uma leve batida na porta à minha frente. Pude escutar certa movimentação dentro da casa e imaginei se era Bonnie quem atenderia. Sorri com o pensamento. 

— Por quê você está batendo se têm a chav... — ouvi sua voz, em um tom risonho, enquanto ela abria a porta. Encarei-a, sorrindo e pensando que não seria tão mal assim manter Bonnie ao meu lado. Eu lidaria com as consequências depois. Então, antes que pudesse pensar duas vezes, murmurei:

— Você disse que poderíamos tentar ser amigos... Acho que hoje é um bom dia para se iniciar uma amizade.

— Kai. — ela sorriu lindamente e parecia surpresa. 

— Em carne e osso. — murmurei. 

— O que está fazendo aqui? 

— Como disse, acho que hoje é bom dia para iniciar uma amizade. Então, aqui estou. — dei de ombros, sem deixar de sorrir. 

Deus, eu estava sendo patético. Foda-se. 

— Não vai me convidar para entrar? — perguntei, mandando meu bom senso à merda. Ela riu e revirou os olhos verdes.

— Claro... Entre. — ela falou, dando espaço para que eu pudesse entrar em sua casa. Comemorei internamente. 

Olhei ao redor, notando que eu realmente estava no local dela. Onde Bonnie passava seus dias, noites, onde jantava, almoçava, sorria ao lado de sua mãe... Que porra, eu estava parecendo um adolescente! 

Virei-me para ela, que continuava parada de braços cruzados, perto da porta. Ela encarava os papéis em minha mão estranhamente.

— Uma surpresa para você. — murmurei, contendo um sorriso, apontando para o que segurava.

— O que é? — ela perguntou, receosa.

— Veja por si mesma. — respondi, estendendo os papéis em sua direção. 

Ela relutou um pouco antes de, timidamente, pegar os papéis da minha mão. Cruzei as mãos, agora vazias, atrás de mim, analisando sua reação. Bonnie encarou-me por segundos antes de olhar para o que estava escrito ali. 

— Isso é... — ela começou, sua voz embargada. — É... 

— Nomes de clínicas de reabilitação e seus endereços. — completei. Ela riu, deixando algumas lágrimas escorrerem por seu rosto. 

— Oh, meu Deus! Eu não posso acreditar! — falou, encarando mais uma vez os papéis. — Isso realmente está acontecendo? Você realmente vai me ajudar?! 

— Claro que sim, Bonnie. — murmurei. — Eu prometi que iria, lembra? 

Ela confirmou com a cabeça, fungando. Para minha surpresa, em menos de cinco segundos, ela se jogou em mim e me abraçava fortemente. 

— Obrigada, Kai. Muito obrigada! 

Fiquei sem reação por alguns instantes. Não estava preparado para isso, porra! O que faço?! Merda... Circulei sua cintura delicadamente, colando seu corpo ao meu. Ela pareceu apreciar minha atitude, pois apertou-me ainda mais, levemente. Suas mãos descansavam em minha nuca, ainda segurando os papéis. 

— Eu sei que já disse isso, mas você não faz ideia do quão agradecida estou... — ela murmurou, perto do meu pescoço, causando-me arrepios. Eu morreria se ela tivesse percebido isso. Fechei os olhos, aproveitando aquele momento. 

Eu era mais alto que Bonnie, o que me permitiu fazer algo que eu queria fazer novamente. Beijei seus cabelos demoradamente, sentindo seu perfume. 

— Você não precisa me agradecer. — comentei, ainda de olhos fechados.

Desisti de tentar descobrir que merda estava acontecendo comigo a partir do momento que entrei por aquela porta. Eu iria aproveitar cada pequena coisa, sem me preocupar com o futuro ou qualquer outra porcaria dessas. 

Ficamos ali, abraçados, durante algum tempo. Podia sentir as lágrimas dela molhando minha camisa e ombro, mas quem se importava? Eu não. 

Cedo demais ela se afastou, limpando as lágrimas que caiam. Eu queria enxugá-las, merda. Mas o quão estranho isso seria para Bonnie? Tentando me conter, cruzei os braços, olhando para meus pés. 

— Eu irei mostrar isso para minha mãe assim que ela chegar e escolheremos uma destas. — falou, sorrindo. 

— Deixe-me saber quando encontrarem a melhor. Poderemos fazer uma visita rápida até lá, antes que sua mãe seja internada. — murmurei. Ela concordou com a cabeça. Bonnie ficou calada por um tempo antes de soltar uma deliciosa risada. 

— Sabe, Parker... — ela começou em tom brincalhão, olhando para mim. — Eu nunca imaginei que você fosse tão... Legal com alguém. Às vezes.

Ri, evitando olhar para seu rosto, ou eu a beijaria ali mesmo. 

Eu também nunca imaginei, pensei comigo mesmo.
                                             ***

— Eu poderia lhe oferecer suco, champagne ou vinho tinto, mas, bem, não tenho isto aqui. — ela estendeu os braços, como quem se desculpasse. — Tudo que tenho a te oferecer é água... Ou você me acompanha no café? 

— Um café seria ótimo. — respondi, sentando-me no sofá. Puta merda, eu realmente iria tomar café com Bonnie Bennett? Quando isso passou a ser algo normal para mim?! 

Ela caminhou até a cozinha e abriu a porta do ármario, pegando uma xícara branca com detalhes azuis. Encarei-a, fascinado, enquanto ela colocava a xícara na mesa e pegava a cafeteira, despejando o líquido escuro ali. 

— Açúcar? — perguntou. Eu estava distraído demais para entender. — Kai?!

— Oi? 

— Quer açúcar no café? Ou adoçante? 

— Nada... Prefiro amargo. — respondi. 

Ela deu de ombros e voltou até o sofá, estendendo a xícara em minha direção. 

— Café sem açúcar, huh? — zombou, pegando sua própria xícara e dando um gole. 

— Sim, hã... Eu não gostava de café até alguns anos atrás, minha mãe insistia todos os dias para que eu, pelo menos, experimentasse. 

— Como sua mãe era? — perguntou de repente, pegando-me de surpresa.

— Era uma das pessoas mais incríveis que já passou por este mundo... — comentei, sem deixar de sorrir. — Era amorosa, dedicada, inteligente. Qualquer coisa que ela fizesse, ela fazia com amor. 

— Você fala dela com tanto amor... É lindo. — disse sorrindo.

— Eu queria que ela estivesse aqui. — falei. 

— É normal você sentir falta dela. Ela devia ser uma mulher excepcional...

— Não... Quero dizer, sim, eu sinto falta dela. Mas, eu queria que ela estivesse aqui para conhecer você. — soltei a verdade sem pensar. Bonnie sorriu timidamente e olhou para sua mão, precisamente para a delicada aliança que havia a presenteado. Ela ficou calada por algum tempo e eu a encarei observei isto. 

— Tenho certeza que eu a adoraria. — falou baixinho. 

— E ela à você. — falei, deixando Bonnie ainda mais corada. Eu adorava deixá-la sem jeito

Ela deu um outro gole em seu café e repeti a ação, meu estômago agradecendo por eu estar finalmente colocando algo quente nele. Não comia nada desde ontem à noite. Ficamos em um silêncio confortável.

Quando terminei meu café, Bonnie olhou para mim. Seus olhos verdes brilhavam à luz da manhã que entrava pela janela. Tive uma ideia ridícula. 

— Não se mexa. — murmurei, puxando meu celular do bolso. Deslizei o dedo pela tela, desbloqueando-o. 

— O quê? Por quê? — perguntou, sua voz subindo algumas oitavas. Deu um gole em seu café. 
Procurei o item de câmera do celular e quando o encontrei, parei um instante. O que eu estava fazendo?! Ponderei minha atitude por alguns instantes. Bonnie continuava parada, encarando-me.

Droga, mas ela estava tão linda naquela posição...

Levantei-me do sofá, caminhando até onde ela estava sentada. Sentei ao seu lado e mesmo que eu estivesse estranhando e envergonhado pela minha atitude, posicionei o celular à altura de nossos rostos, fazendo Bonnie sorrir. 

Ao contrário do que pensei, ela não reclamou ou ficou tímida. Bonnie simplesmente aproximou-se mais de mim, colando seu corpo ao meu. 

— Sorria. — falei, ao mesmo tempo em que tirava a foto. Um baixo click pôde ser ouvido. Olhei para a tela do celular e sorri.

Bonnie sorria lindamente ao meu lado, seus olhos verdes em evidência. Ela mantinha a xícara à altura da câmera, como se a exibisse. Queria me bater por meu coração ter dado um solavanco ao ver aquela imagem. Ouvi sua risada baixa ao meu lado e a encarei.

— Uma selfie com Malachai Parker! — riu. — Essa foto deve valer milhões, eu poderia vende-la. — Ri de sua fala. 

Ela piscou, pegando o celular da minha mão. Franzi a testa, sem entender sua atitude. Mexeu algumas vezes na tela e levantou-o à altura de seu rosto novamente, fazendo uma careta. Em seguida, mostrou-me. Ela colocou sua xícara de café em cima da mesa.

— Você é linda até fazendo careta. — comentei, olhando para a foto que ela havia acabado de tirar de si mesma. Bonnie riu e colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha. 

— Eu realmente quero te beijar agora. — sussurrei, sem constrangimento, encarando seus olhos e perdendo-me ali. Ela pareceu ofegar. 

— Isso... Isso é e-errado. — gaguejou.

— Por quê? 

— Porque... Porque... — ela parecia à procura de alguma desculpa. Aproximei-me ainda mais dela, sentindo sua respiração bater em meu rosto. 

— Por quê é errado, Bonnie? — insisti.

— Kai, nós somos... Amigos... E... Isso... I-isso que temos é apenas um contrato... E...

Seu rosto estava tão próximo do meu, merda. Apenas alguns centímetros nos separavam. Uma parte de mim perguntava-me que merda eu estava fazendo, por quê eu estava fazendo aquilo. A outra parte simplesmente estava ignorando tudo, até mesmo o bom senso. 

Eu queria realmente beijar Bonnie? Sim, porra, eu queria. Deus, eu queria isso mais do que qualquer outra coisa. O que está acontecendo? Pensei em me afastar, sair dali, ir o mais longe possível dela e de seu poder sobre mim. Mas, ao mesmo tempo, senti uma sensação estranha ao pensar em me afastar dela naquele momento. 

Já que está no inferno, abrace o capeta, pensei. 

Relutante, guiei minha mão até seu rosto. Bonnie continuava ofegante, encarando-me de olhos arregalados. Toquei sua bochecha com a ponta dos meus dedos, acariciando-a levemente. Bonnie suspirou e fechou os olhos. Não sabia que eu desejava tanto tocá-la até sentir sua pele contra a minha. 

— Isso é errado? — perguntei, trilhando um leve caminho de sua bochecha até o ombro. 

— S-sim... 

Colei nossos corpos ainda mais, sentindo cada centímetro seu grudado à mim. Pude sentir que ela tremeu levemente quando apoiei as duas mãos em seu rosto, repetindo o gesto de acariciar e seguir até seu ombro. Enterrei meu rosto em seu pescoço, sentindo seu perfume. Plantei um leve beijo ali, fazendo-a suspirar alto. 

— E isso? Também é errado? — murmurei contra sua pele.

— Kai... 

— Hm? — perguntei distraidamente.

— Por favor... 

— Por favor o quê, Bonnie? Diga-me. 

— Estamos misturando... A-as... Coisas. — disse.

— É mesmo? — sorri, satisfeito em ver que eu estava afetando-a tanto. Afastei-me o suficiente para ficar a centímetros de seu rosto. Ela alternava olhares entre meus olhos e meus lábios. Bonnie era tão sexy.

— Você têm razão. — falei de repente, soltando minhas mãos de seu rosto, usando todo meu auto controle para fazer aquilo. — Somos amigos. 

Olhei para ela e tive vontade de rir. Sua expressão era impagável. Ela parecia a ponto de explodir, tão vermelha que estava. Bonnie torceu os lábios, parecendo irritada.

— Você é um idiota. — ela sussurrou, afastando-se de mim. Ri alto. Ela cruzou os braços.

— Eu sei.

— Imbecil. 

— Um pouco, admito. - ela rosnou. 

— Pare de fazer isso! Eu estou tentando xingá-lo e você... Simplesmente aceita tudo. 

— Bem, você está falando a verdade... Como posso discordar disso? — dei de ombros. — Mas, bem... Quando você quiser treinar alguns beijos... Fique à vontade para chamar-me. 

— Eu quero treinar a minha mão na sua cara. — ela retrucou, séria. 

— Você fica tão sexy quando está brava. Isso me excita. — falei a verdade em tom de brincadeira. 

— É assim que nossa... "Amizade" será, então? — ela apontou. — Prefiro voltar à fase de não te tolerar.

Abri a boca para falar algo, mas fui interrompido pelo barulho da porta abrindo-se. Olhamos ao mesmo tempo na direção, avistando uma garota loura e uma mulher um pouco mais velha entrar na casa. Deveria ser a amiga e a mãe de Bonnie. Ajeitei-me no sofá e vi que Bonnie fez o mesmo. 

— Hey... — cantarolou a loura, sorrindo. Seu olhar fixou em mim, ali sentado. Vi quando seus olhos arregalaram-se levemente. A mãe de Bonnie, Abby, também nos encarava, com a testa franzida.

— Hey mãe. Care... — falou Bonnie ao meu lado. 

— Oi, Bon. — Abby Bennett murmurou, sem tirar os olhos de mim. 

Bonnie levantou-se do sofá, caminhando até a mãe, envolvendo-a em um abraço rápido. Também fiquei de pé e coloquei as mãos no bolso da calça jeans, esperando. 

— Esse... É Malachai Parker, mãe. — apontou para mim, sorrindo levemente. — Kai, esta é minha mãe, Abby.

Dei alguns passos em sua direção, sorrindo educadamente. 

— É um prazer conhecê-la, senhora Bennett. — murmurei. 

— Ah... Chame-me apenas de Abby. É um prazer conhecê-lo, Malachai. — sorriu. 

Bonnie era tão parecida com Abby que por um momento fiquei abismado. Elas tinham o mesmo formato de rosto, a mesma cor de olhos. E quando Abby sorriu, poderia jurar que estava vendo Bonnie ali, apenas alguns anos mais velha. 

— Chamarei de Abby se prometer chamar-me apenas de Kai. — pisquei, fazendo-a sorrir novamente. Ela confirmou com a cabeça. Bonnie analisava nossa pequena interação com um sorriso. 

— E esta é Caroline. Minha melhor amiga. — apontou para a loura ao nosso lado. Virei-me para ela.

— É um prazer, senhor Parker. — murmurou Caroline. 

— Por favor, senhor Parker é o meu pai. Ficarei contente se também chamar-me de Kai. 

Caroline riu, assentindo. 

— Kai é seu colega de trabalho, Bon? — Abby perguntou de repente, olhando para a filha. Vi Bonnie ficar sem fala, corando. 

— Não... Na verdade... — começou, mas a interrompi. 

— Na verdade, eu sou o namorado dela. 


Notas Finais


Kai já colocou seu time em campo, ein?! E garanto que ele está vindo decidido a ganhar! Pobre Bonnie, não terá mais paz com este homem KDXJSKSKDX Será que ela irá resistir às investidas de Kai? Hmmmmmm, veremos.
Obg pelos coments, amores. Vcs sao incriveis e eu nunca cansarei de falar isso! xx


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