História The Contract - Capítulo 50


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Kendall Jenner, Nick Jonas, One Direction, Selena Gomez, Taylor Swift
Personagens Demi Lovato
Tags Darry, Demi Lovato, Harry Styles, One Direction
Visualizações 58
Palavras 1.353
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei super rápido dessa vez, não foi?
Olha, esse capítuo é meio paradinho, só pra vocês irem entrando no clima desse momento da fic e tal, o próximo tem um acontecimento que acho que vai deixar vocês satisfeitos
De qualquer forma digam o que estão achando pleaseee

Capítulo 50 - Dor e Lembranças


Hold on I still need you
I don’t wanna let go
I know I’m not that strong
I just wanna hear you saying, baby
Let’s go home

Hold On - Chord Overstreet

P.O.V Demi

-E-e se ele...? –não consegui concluir a frase, a palavra era pesada demais, a verdade era uma coisa pesada demaias, a ideia de que ele...ele poderia morrer era assustadora demais, eu nem mesmo conseguia pensar no que faria se isso chegasse a acontecer

 

-Ele não vai, não podemos pensar no pior, você ouviu a médica, ele está em cirurgia só podem garantir alguma coisa depois disso –eu tinha certeza que nem ele acreditava no que dizia, apenas queria me tranquilizar, o único problema era o fato disso ser impossível, não havia a mínima chance de conseguir me acalmar quando eu sabia que de uma maneira ou de outra ele corria risco de vida

 

-E-eu não sei o que eu faço se algo acontecer com ele –confessei e senti as lágrimas voltarem com força e ele apenas me puxou para seus braços pois sabia que nenhuma palavra surtiria algum efeito, nem mesmo o abraço conseguia isso, já que naquele momento não eram aqueles braços que eu queria ao meu redor, esse pensamento só me fez chorar ainda mais molhando sua camisa, mas ele não pareceu se importar com isso

 

-Parece algum tipo de piada completamente sem graça, toda vez que estamos bem acontece alguma coisa, mas dessa vez... Dessa vez... Isso foi...foi...fo... Isso não podia ter acontecido! Sabe, parte do meu cérebro ainda está tentando se convencer de que isso não é verdade

 

-Infelizmente eu não posso te dizer que isso não é verdade, poder dizer isso era o que eu mais queria mas não dá. Precisa tentar ficar forte, ele não gostaria de te ver assim

 

-Eu preciso de notícias, já estão há muito tempo lá dentro, ninguém vai falar com a gente nessa merda?! –disse alto e vi alguns enfermeiros passarem por mim fazendo cara feia, mas eu não dava a mínima, não seria em uma situação como essas que eu me importaria com educação

 

-Olha –ele parou por um intante piscando os olhos algumas vezes ele não queria chorar na minha frente, isso era visível –Eu vou tentar conseguir alguma informação, mas precisa ficar sentada ali –apontou para umas cadeiras vazias –Eu prometo que volto logo –não tentei discutir apenas concordei enquanto ele caminhou comigo até lá e antes de se afastar deixou um beijo no topo da minha cabeça

 

Quase o chamei de volta quando percebi o quão pior era estar ali sozinha, as lembranças daquela madrugada começavam a surigir em minha mente e eu senti uma imensa vontade de gritar, mas não o fiz porque aquilo era um hospital e eu não duvidaria que tentariam me expulsar dali, ao longe pude ver duas meninas olhando para mim e cochichando algo e tirando algumas fotos, era uma atitude bem filha da puta considerando a situação que eu estava, mas não era como se eu tivesse forças para se quer fazer reclamações, apenas coloquei o capuz do moletom, que por sinal era dele, inalei seu cheiro que se fazia tão presente ali, e ao contrário do que acontecia normalmente dessa vez fazer isso não me transmitiu paz e sim medo. Medo de que essa se tornasse a única forma de senti-lo de novo

 

Depois do que pareceram horas vi o Malik voltar e sua expressão deixou claro que se ele havia conseguido de fato noticias, elas não eram nada boas, porém quando reparou que eu já o havia visto ele tentou suavizar a expressão inutilmente

 

-O que disseram? –perguntei com um tom claramente deseperado, por que era dessa forma que eu me sentia

 

-Por favor diz alguma coisa! –pedi quando ficar ele ficar apreensivo sobre me contar ou não

 

-O quer que seja eu vou aguentar... Eu tenho que aguentar –insisti  ficando frente a frente com ele

 

Ele respirou fundo antes de começar e aí eu soube que viria algo pior do que eu imaginava

 

-Er... Ninguém sabe ao ccerto como foi essa batida, mas de alguma forma conseguiu formar um endema e alguns feirmentos, nada tão sério quanto isso, eles estão fazendo o máximo para resolver isso e me disseram que é quase certeza de que vai dar tudo certo –ele parou de falar por um momento parecendo criar coragem –O problema é que eles não podem dar nenhuma certeza ainda do que vai acontecer depois disso, nnão sabem como o corpo dele vai reagir, o quanto o endema afetou, ninguém sabe ainda –abri a boca em uma tentativa de falar algo, mas as palavras não saíram enquanto tentava raciocinar tudo que acabei de ouvir

 

-I-isso significa que..?

 

-Como eu te falei eles realmente não podem dar certeza ainda mas as chances de um coma são muito grandes –senti minhas pernas fraquejarem acabando por cair na cadeira onde estava anteriormente

 

-Mas de novo, isso não é certeza pode ser que nada aconeça e em pouquíssimo tempo ele esteja bem –sugeriu

 

-Nem você acredita no que está dizendo –rebati em um tom raivoso

 

-Talvez esteja certa e realmente eu não acredite, mas... Eu só estou tentando ter esperança, no momento é a única coisa “concreta” que temos –rebateu

 

-Ei vocês duas, será que podem parar de gravar? Será que não percebem o quão desrespeitoso isso é? –as duas meninas se assustaram quando ele chamou a tenção delas e logo guardaram os celulares

 

-Eles disseram mais alguma coisa? –perguntei com receio dele estar escondendo algo de mim

-Nada mais, apesar de não querer te ver assim eu não vou tentar esconder nada, pode confiar em mim okay? –ele garantiu e eu nada disse, estava perturbada demais para respondê-lo, ele não morreria, mas corria o risco de simplesmente nunca mais acordar, como eu poderia ficar calma depois disso?

 

-Precisamos esperar agora, depois eles virão falar com a gente, sem se precipitar okay? –ele disse e sentou-se ao meu lado e eu apoiei  minha cabeça em seu peito

 

-Zaz –chamei um pouco sua atenção

 

-Hum

 

-Não precisa ficar se fazendo de forte por minha causa, pode chorar também não tem nenhum problema

 

-Não, ainda não posso fazer isso, minha forma de extravasar não é assim –fingi não entender o que ele quis dizer

 

-Por que eu não estava com ele? Talvez se...

 

-Ei! Pode parar, a última coisa que deve fazer agora é se culpar, só vai tornar a situação pior

 

-Então o que acha que eu devo fazer? Por que não é como se eu tivesse algum manual para uma situação como essa, merda! Eu estou com medo, com raiva, tudo junto! E sinceramente não consigo pensar em nada que possa me fazer sentir um pouquinho menos pior! –não acho que tenha chegado a soar como gritos histériocos, mas falei mais alto do que devia

 

...

-Não precisa ter medo, é um brinquedo em parque de diversão, logo é divertido –disse tentando convencê-lo a ir na montanha russa comigo

 

-Exato! É um parque de diversão, sendo assim há vários outros brinquedos e você tem que querer ir justo nesse? –ele rebateu e eu me segurei para não rir

 

-Mas qual a graça de vir em um lugar como esse e não ir na montanha russa, não faz sentido

 

-Eu consigo ver muita graça em todos os outros brinquedos, posso te garantir

-Vamos por favor –pedi fazendo uma carinha fofa –Eu prometo que seguro sua mão , pode ser?

 

-O que me pede sorrindo que eu não faço chorando? E que fique claro que se eu morrer de um infarto eu volto para puxar seu pé de madruga, entendeu? –não consegui evitar de rir do seu drama

 

-Confie em mim okay? Pode usar seu medo como uma desculpa para me abraçar, eu nem vou te zoar por isso

 

Esse tipo de lembrança agora só conseguia causar dor, porque eu estava com medo de que nunca mais tivesse a chance de repetir algo assim, durante todo o tempo que estou aqui nesse hospital ouvi várias vezes que eu não deveria ser pessimista, como ter alguma fé de que tudo se resolveria?

 

 


Notas Finais




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