História The Convent - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Anelyse, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Exibições 43
Palavras 1.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie!!:)

Pfv ignore os erros!^^

Desculpe por mais um capítulo meloso...(a fic é assim)


Boa leitura♡

Capítulo 9 - Meu Romeu...


Fanfic / Fanfiction The Convent - Capítulo 9 - Meu Romeu...

Pov:Anelyse 


A expressão no rosto de Jungkook era de pura confusão, então resolvi esclarecer tudo de uma vez e retirar o vasto peso da minha consciência, a vontade de abrir o jogo foi maior


— Como assim? — Perguntou ainda mais confuso fitando meus olhos a procura de uma resposta concreta.


— Eu contei sobre nós dois para o padre. — Falei rápido tentando não demonstrar meu nervosismo.


— Caramba, Não acredito que você fez isso. — Falou frustado passando a mão nos cabelos descontroladamente me deixando um pouco aflita. 


— Ei, olha para mim! — Falei segurando seu rosto com as duas mãos fazendo ele  olhar dentro dos meus olhos.


— Ele disse que não vai contar nada embora ele ache muito errado. — Falei tentando passar confiança. 


— Você acredita nele? — Perguntou arqueando uma sobrancelha.


— Sim! — Respondi simples 


— Você não entende, se ele resolver contar... — Começou a se apavorar mais o cortei.


— Ele não vai contar. — Falei selando rapidamente a bochecha do mesmo que sorriu abertamente. 


— Por que sente tanto medo? —perguntei como se fosse a pessoa mais corajosa do mundo. No momento o jeito dele estava me intrigando, o mesmo parou o olhar perdido no meu rosto e pareceu decifrar um enigma escondido 


— Tenho medo de te perder! — Falou com uma expressão séria mais sua voz estava carregada de ternura 


_Não vai. — Falei sorrindo, me aproximei mais de seu rosto limpido tão perfeito quanto um dia de chuva em meio a livros e café quentinho.


— Eu preciso de você. — Falou selando nossos lábios delicadamente, fechei os olhos. 


— Eu te quero com todas as minhas forças. — Admiti o que estava entalado em minha garganta a muito tempo.


O Beijo se tornou algo necessitado mas com...carinho, intensso,vívido, tudo que se passava em minha mente era basicamente  "não tenha medo de viver" minha própria consciência tentava me fazer feliz então me entreguei 


— Será que tudo sempre vai ser tão complicado? — Perguntei me separando do mesmo de forma lenta.


— Talvez, mas saiba que vou enfrentar tudo por você. — Falou roçando de leve seus lábios nos meus. 


— É melhor irmos embora, alguém pode desconfiar! — Falei sem querer práticar tal ação.  


— Vamos. — Falou selando nossos lábios rapidamente. 


Eu sai primeiro no corredor. Segui para o meu quarto, pois hoje vou pintar ou seja todas as freiras e noviças tem que pintar um quadro e depois todos os quadros são vendidos para ajudar nas despesas do convento.


Abri o kit de pintura (pinceis,tintas,etc) e dei início a minha pequena obra, tentei fazer borboletas mais não consegui, pois sempre que dava  início acabava pintando a mesma pessoa,Jungkook, até que ficava bom mais não posso vender. Resolvi guardar um de lembrança. O coloquei detrás do guarda-roupa, tentei distanciar minha mente um pouco para ter inspiração então peguei meu livro favorito e fui para o jardim.


Me sentei no lugar de sempre e abri o livro na página que estava marcada por um flor, me deitei na grama macia e dei início a minha leitura 


Livro on 


ROMEU:

Escoariam no céu tão grande brilho
Que as aves cantariam em delírio.
Como ela apoia o rosto sobre a mão!
Fosse eu nessa mão luva p’ra poder
Tocar seu rosto!


JULIETA:

Ai de mim!



Livro Off 


Acabei lendo alto demais então alguém se aproximou fechei o livro rapidamente e escondi para não causar problema, olhei atentamente para a figura a minha frente esperando ela falar algo:


— Fique longe dele! — Falou cruzando os braços mantendo uma cara de irritada.


— O que você quer Gina, para me deixar em paz? — Perguntei perdendo a paciência.


— Que você não mantenha nenhum contato com o kookizinho! — Exclamou com a voz  irritante. 


Me virei sem me importar com o que ela falava e comecei a caminhar o mais rápido possível, não estava com medo simplesmente já estou cansada das palavras fúteis vindas dela.



~~~~~~♧



Comecei a pintar novamente. Dessa vez consegui fazer um céu estrelado modéstia parte ficou lindo, levei para o escritorio da Madre e entreguei graças  a Deus no prazo. No momento estou sentada observando o movimento das freiras organizando o convento para a vinda das crianças do orfanato Santa Catarina, geralmente elas vem aqui uma vez no mês, me deitei e senti meus olhos pesarem logo adormeci.


Acordei com a luz da lua adentrando meu quarto, nossa como dormi, pensei alto, corri para o banheiro e dei início a um banho rápido logo depois me vesti depressa e segui para o refeitório.


Me sentei junto a Mily que já estava com uma saúde ótima, ela demorou  a se recuperar mas conseguiu, fitava meu rosto com uma expressão curiosa não falou nada até que dei início a conversa:


— Vai ficar me olhando? — Perguntei sem querer ser rude mas foi o que acabou parecendo. 


— Você bateu na Gina? — Perguntou arqueando uma sobrancelha.


— Claro que não, de onde você tirou isto? — Perguntei séria. 


— Está todo mundo falando que você agrediu ela. — Falou colocando comida na boca. 


— Eu não acreditei muito... — Falou com a boca cheia. 


— Então por que perguntou? — Falei com desdém, ela somente riu, acompanhei a mesma pareciamos duas hienas, chamamos atenção de algumas pessoas no refeitório então paramos de rir.


— Reze para isso não cair nos ouvidos da Madre. — Falou me fitando atenta, assenti e sai rumo ao meu quarto mas acabei desviando dos caminho. sentei na grama e peguei o livro que havia escondido dentro do tronco da Árvore. Abri o mesmo e fitei a lua que brilhava intenssamente me deixando abismada com tamanha beleza, suspirei alto e "mergulhei" no livro a diferença de antes é que comecei a ler alto sem me importar com intrusas,  pois não havia ninguém por perto.



— Ai de mim. — Falei seguindo os olhos para as próximas falas escritas ali. 


— Oh!, fala uma outra vez, anjo brilhante, Pois nesta noite tu és gloriosa Como é no céu o alado mensageiro P’ra os olhos revirados em espanto dos mortais que se inclinam para o ver quando ele monta nuvens indolentes, e voga em pleno âmago do ar. — Procurei com espanto a figura que pronunciou tais palavras, logo achei. Sorri apreciando seu belo rosto que continha um sorriso convencido por ter ganhado o desafio que lhe propus, sentou-se ao meu lado e ficou bem próximo do meu rosto.


— Por que razão, Romeu, és tu “Romeu”? Nega o teu pai e o nome que vem dele, ou então jura que és o meu amor, e eu não mais saberei ser Capuleto. — Conclui fitando os lábios do mesmo.


_Ouço ainda ou respondo já a isto?-perguntou 


— Por inimigo tenho só teu nome, montéquio ou não, tu és sempre tu mesmo. O que é “Montéquio”? Não é mão nem pé,Nem braço, rosto, nada que componha Um corpo humano. Sê um outro nome.Vale isso o quê? Teria a rosa odor Tão doce se outro nome fosse o seu. A cara perfeição que Romeu temTambém se manteria se ele assim não se chamasse. Despe esse teu nome,e em troca desse título acessório Toma-me a mim. Respondi com a respiração acelerada 


— Eu tomo a tua palavra, não mais serei “Romeu” daqui em diante, batiza-me de novo como “amor”. — Concluiu colando nossas testas.


Meu coração estava disparado, selei nossos lábios com fervor. O beijo era uma mistura de sensações, nossas bocas pareciam ter sido feitas uma para a outra era completamente insano. Nos separamos por falta de ar


 — Alguém podia ter nos visto! —Falei meio nervosa.


— Relaxa,  estão   todas    dormindo— Calmo acariciado meu rosto de leve.


— Você é uma ótima atriz. — Falou sorrindo.


— O-Obrigada! — Disse  corada desviando o olhar na direção do chão.


— Parece que você leu mesmo o livro! — Falei    sorrindo      fraco.


— Eu   te   disse   que   era   o   meu preferido! — Falou sorridente segurando a minha mão.


— Agora eu realmente acredito! — Disse envergonhada.


— Já  está tarde  é  melhor  irmos embora. — Falei  levantando   da    grama gelada.


— Infelizmente      vou     ter     que concordar. — Falou olhando atento para o relógio em seu pulso.


Selei  a  bochecha  do     mesmo  e "corri" para meu quarto, pois   tenho  que dormir   amanhã  o dia   vai   ser    muito corrido. Tomei banho e me deitei sobre a cama que estava  tão  gelada  quanto  o chão  coberto  de  grama  onde  estava sentada a minutos atrás.


A Jungkook...você é capaz de tirar  o  meu   sono  com  um   simples  beijo. tudo  que  se  passa  na  minha  cabeça é a forma como  ele  citou  Shakespeare realmente me  impressionou, senti meus olhos pesarem  adormeci  pensando no


_Meu Romeu...



Notas Finais


Então... Tudo que tenho a dizer é foi mal!:')

kook ficou nervoso em...

Enfim, obrigado por ler se possível comente!

bjs!💖


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