História The Couple - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~belieber14love

Postado
Categorias Alfredo Flores, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Khalil Sharieff, Nolan Gould, Ryan Butler, Yovanna Ventura
Personagens Alfredo Flores, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Khalil Sharief, Nolan Gould, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Criminal, Justin Bieber, Yovanna Ventura
Visualizações 40
Palavras 1.489
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Se teu hobby é sentar, não vou te criticar ta de parabéns...


Só tenho uma coisa a dizer, foi tudo culpa de Paula.

Enjoy it ♥

Capítulo 5 - Perda de tempo?


Fanfic / Fanfiction The Couple - Capítulo 5 - Perda de tempo?

Olhei para Justin incrédula.

 

— Você acha mesmo que vou fazer isso? - Ele passa a mão no queixo rindo debochado.

 

— Você precisa de mim para descobrir o que aconteceu com seu pai, então acho que sim. – Ele dá de ombros.

 

Reviro os olhos. Nunca que vou aceitar isso, primeiro que Ian nunca ia estar de acordo e, segundo que isso é uma coisa que ele durou anos pra conquistar e eu não vou dividir com um traficante metido a gângster, não vou mesmo.

 

— Pois você está muito enganado. - Ele arqueia as sobrancelhas parecendo não se importar.

 

— Então descubra sozinha. - Ele ri. - Não vai ser fácil.

 

Justin tinha aquele ar de metido, de que achava que era melhor que todo mundo. Só não era melhor que eu, coitado.

 

— Prefiro descobrir sozinha do que ser ajudada por um aproveitador feito você. - Digo e olho pra Jasmine que estava quieta ao meu lado.

 

— Duvido que descubra alguma coisa.

 

— Pois vou te mostrar. - Respondo e escuto algumas risadas. - Vamos embora Jasmine, ou vai ficar aí com o seu primo? - Pergunto para a mesma que nega.

 

— Toma a chave do meu carro - Chaz estende a chave e Jasmine pega. - Já que vocês vieram com a gente. - Ele dá de ombros.

 

— Você é um amor Chaz. Pelo menos não pede nada em troca. - Olhei pra Justin que revirou os olhos.

 

— Ah tá, vai pensando gatinha. - Chris diz e eu rio.

 

{ ... }

 

— Você não devia desafiar o Justin assim. - Jasmine diz jogada em minha cama.

 

Eram três da manhã e ainda estávamos conversando.

 

Olhei pra ela.

 

— Por que não? - Pergunto.

 

A máfia mexicana é a mais influente no mundo do tráfico, então eis a pergunta: Quem é Justin Bieber?

 

— Por que você não está no seu território, ele pode fazer o que quiser com você. - Ela disse e eu ri.

 

— Eu não sei se você sabe, mas um terço de Atlanta é do meu pai ou seja, meu. E eu aposto que foi por isso que ele foi morto. Mas não cantavam, que haveria alguém para assumir o seu posto.

 

— Então você também está sob ameaça.

 

— Acho que sim, por isso preciso saber quem matou meu pai. Para ficar frente a frente com a tal ameaça - Digo a última palavra como se tivesse contando história de terror.

 

— Ai, estou com sono. - Jasmine puxa a coberta e deita de bruços.

 

— É, vai dormir que amanhã a gente vai rodar isso tudo aqui. - Digo e ela geme em reprovação.

 

Apago a luz do abajur e deito na cama, apagando logo em seguida.

 

Eram exatamente 9:00 da manhã quando o despertador Jasmine e eu.

 

Tomamos banho e descemos para tomar café encontrando Lucy, sorri para ela como bom dia e me sentei a mesa.

 

Lucy nos olhou confusa.

 

— O que foi garota? - Jasmine toda afrontosa perguntou.

 

— Vocês foram pra onde? - Ela perguntou passando pasta de amendoim no biscoito.

 

— Não é da sua conta. - Olhei pra Jasmine que revirou os olhos.

 

— É a gente saiu. Acabei encontrando aquele tal de JB que por acaso é primo da Jasmine.

 

— JB? - Lucy pergunta.

 

— É tá surda? - Jasmine diz irritada.

 

— Voltando, ele me disse que ia me contar sobre a morte do meu pai... - Lucy engasgou com o suco. - Você tá bem?

 

— Como assim a morte do seu pai? - Ela perguntou tossindo.

 

— Quem matou ele, mas só com uma condição. Uma condição estúpida. Não aceitei, então vou visitar alguns aliados do meu pai e perguntar. - Disse tranquila bebendo um pouco do meu café.

 

— Quer que eu chame as meninas? - Jasmine pergunta e eu assinto. - Amo acordar as pessoas.

 

Quando chegamos elas estavam dormindo e eu pedi para Jasmine não acorda-las.

 

Olhei pra Lucy que mexia no celular sorrindo, cara ela pega o próprio primo muitos anos mais velho. Até que o meu irmão é muito gato pra idade dele, mas mesmo assim. É estranho.

 

Nunca tinha parado pra pensar, o meu irmão é mais velho ele que tinha que ter ficado com a herança de papai, não eu. Ian sabia das coisas e era homem, meu pai tinha que dar pra ele. Mas não deu, e isso tem que ter um motivo.

 

— Pronto Mia, elas estão vindo. - Jasmine volta para sala de jantar.

 

— Lucy, você vem com a gente. - Ela assente, levanto da cadeira e subo a escada.

 

Vou para o meu quarto me arrumar. Eu estava com uma calça alta jeans, um salto médio preto e vestia uma blusa de manga branca. Estava bom, mas o cabelo...

 

Tentei o prender em um coque mas não ficou legal, rabo de cavalo também não. Então decidi deixa-lo solto mesmo, joguei o mesmo pro lado e pronto. Passei uma maquiagem básica: base, lápis de olho e meu batom vermelho.

 

— Parece que foi esses dias que se a gente passasse um gloss a inspetora já vinha mandar tirar. — Jasmine diz entrando no quarto.

 

— Verdade, mais agora eu estou fora do internato se eu quiser passo até carvão na boca. — Digo e Jasmine ri.

 

— Mia, tu demora demais pra se arrumar, bora logo porra — Ashley diz entrando no quarto.

 

— Aaah olha só quem fala, a donzela acordou agora e já está querendo me dar ordens.

 

{ ... }

 

— Como é mesmo o nome do cara?

 

— Jack Louis. — Lucy me responde.

 

Eu estou sentindo que eu vim aqui pra perder tempo, o cara fazia negócios com meu pai e os dois sempre se ajudaram, nunca tiveram dívidas um com o outro.

 

Sai do carro sendo acompanhada pelas menina.

 

— Quem são vocês? — O segurança pergunta nos olhando de cima a baixo.

 

— Mia Sanchez, seu chefe esta me esperando. — Digo e ele ri.

 

— Pode abrir, é são mais umas vadias contratadas pelo chefe. — Como é que é?

 

— Tu sabe com quem tu ta falando vacilão? — Digo já querendo voar no pescoço dessa praga.

 

— Olha, a vadia é esquentadinha. — Juro no nome de Kailene Ketlosvene que estou a um segundo de meter bala nesse cara.

 

— Caso você não saiba, eu sou a maior traficante do México e de Atlanta. Ou seja, é melhor tu ter respeito, se não te mando pra uma visitinha especial ao inferno. — digo e o segurança se cala e abre o portão.

 

Essas praga acham que é gente pra falar assim comigo, ai Deus eu mereço viu.

 

Entro na casa e já do de cara com o famoso JL. Na verdade famoso ele não é, só quis falar que ele era famoso mesmo.

 

— Venham comigo até meu escritório. — ele diz e sai andando pela casa, acompanho porque não quero me perder nesse muquifo.

 

— Tu viu? A casa é linda mais é suja pra porra — Lily diz baixinho no meu ouvido.

 

— To vendo. — digo e entro numa sala pra reciclagem de lixo.

 

Aaah não é o escritório dele.

 

— Bom pode se sentar. — ele diz e se senta.

 

— Não obrigado, não vou demorar muito pra falar oque preciso. — Mentira é porque não quero sujar minha calça nova.

 

— Ok, mas fique a vontade.

 

— Bom vou direto ao assunto, meu pai foi assassinado e quero saber qual era a ligação que vocês dois tinham, e se você sabe de algo. — Falo rápido.

 

— Bom, eu e seu pai fomos 0bons amigos, sempre fizemos negócios juntos, até considerava ele meu melhor amigo, foi uma pena ele ter morrido tão jovem. — Ele diz e percebo que Lucy e ele estavam se olhando demais.

 

— Lucy, pode esperar lá fora? — sou cara de pau mesmo.

 

— Porque eu? — ela pergunta indignada.

 

— Sai logo caralho! — Lucy sai e eu sento no seu lugar que parecia ser mais limpinho.

 

Ai não tenho paciência.

 

— Eu fiquei sabendo que vocês faziam alguns assaltos a banco juntos. Vocês nunca tiveram nenhuma briga por dinheiro ou algo assim? — Descarada mesmo.

 

— Não, nunca fomos de brigar, seu pai era uma pessoa de confiança, nunca tentou me passar a perna. — Eu ainda tenho o pressentimento que estou perdendo tempo aqui.

 

{ ... }

 

Ficamos um bom tempo conversando sobre negócios e a amizade entre eles, cheguei a comentar que alguns documentos sumiram do escritório de meu pai.

 

Ele até que é um cara legal, mais eu estou perdendo tempo.

 

— Bom, acho que esta na hora de irmos embora ainda tenho muita coisa pra resolver. — Digo e me levanto.

 

— Ok, adorei lhe conhecer passe por aqui de vez em quando para conversarmos ok? — Disse ele sorrindo, ele é realmente muito simpático e também aparenta ser bem mais novo que meu pai.

 

— Também adorei lhe conhecer, pode deixar que qualquer dia dou uma passadinha aqui. — digo sorrindo.

 

— Vou acompanha-las ate o portão. — ele diz e nos acompanha ate o portão da sua mansão.

 

— Muito obrigado pela recepção, Louis. — aperto sua mão.

 

— Pode me chamar só de Jack, boa sorte na sua investigação, espero que consiga achar o pen drive. — ele diz sorrindo.

 

Pen drive?


Notas Finais


Até o próximo cap peranhas ♥


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