História The Cousin - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Danielle Campbell, Justin Bieber, The Cousin, Yasmin Filmore
Visualizações 53
Palavras 2.739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Ecchi, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Is it too late now to say sorry?

Enjoy <3 <3 <3

LEIAM AS NOTAS FINAIS
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Capítulo 25 - Reconcilliação


Paloma’s POV

 

            Confesso, meus dias tem sido bem tediosos, apesar que de quando em quando eu apronto alguma. Eu adoro ver a cara de derrotada da Yasmin, isso me dá um certo prazer que eu não sei explicar muito bem, apenas sentia. Queria vê-la ao pó, e não me importava com quem teria que passar por cima para ter o que desejo. Sim, eu sei. Christian Beadles não tem nada a ver com meus planos, e ele nunca foi um alvo meu, mas acontece que ele é uma das pessoas que ela ama. E isso é uma vantagem. Se eu feri-lo, irei ferir ela também. Funciona exatamente como um efeito dominó.

            O único ponto negativo desse meu planinho é Caitlin. Sim, ela é uma ótima aliada, mas tive que arriscar. Precisava atingir a Filmore de alguma forma, e a primeira coisa que veio a minha cabeça foi: Justin, claro. Mas como isso afetaria ela já que agora ela está namorando Chris? E além disso, nunca seria capaz de feri-lo de forma alguma. Então como num estalo mental eu pensei no que ainda não tinha cogitado: fazer algo contra Christian. Algo que a afetará bastante. Que a fará ficar escondida no seu quartinho de hospital ao lado de seu “amor” por vários dias. E funcionou por um tempo. Mas, toda aquela calmaria estava me dando nos nervos, então decidi sair da minha toca e brincar um pouco. Rixon, meu hacker particular, conseguiu hackear o celular dela, e por isso sei exatamente onde ela está a cada minuto que se passa. E se tiver sorte, posso vê-la também, afinal não é todo estabelecimento que tem câmeras que me dê total visão dela. E quando não tenho a sorte das câmeras, o jeito é por Brittany em ação.

— Olha aqui sua vadia de sangue frio, você tá achando que é quem?

            Tomei um leve susto ao escutar os gritos de Caitlin adentrando meu escritório. Virei minha cadeira lentamente, e pude vê-la se aproximar com toda a sua raiva exposta e colocada com ênfase em seu tom. Bateu em minha mesa com força, e por um segunda achei que aquilo era pra me intimidar, mas ela não seria louca a esse ponto, ou já estaria morta há muito tempo.

— Estava me perguntando quando você iria aparecer e dar seu showzinho com toda essa sua raivinha. — disse irônica.

— Pois bem, aqui estou eu. — apontou para seu corpo. — Agora quem vai ouvir é você! Quando você me chamou pra trabalhar com você, em nenhum momento você citou que iria ferir a única família que tenho. Você disse que queria apenas que eu fornecesse armas da melhor qualidade, e eu estou fazendo minha parte. E o que você faz? No minuto em que dou as costas você manda capangas para matarem meu irmão? Sabia que por pouquíssimo ele não chegou a óbito? Sua briga é com a namorada do meu irmão, e não com ele! Estou lhe avisando, se você ao menos olhar para o Christian de novo, irei parti-la em dois a tiros. Está me entendendo? — apoiou as duas mãos em minha mesa e se aproximou para falar, com dureza no olhar e nas palavras.

— Queridinha, quem você pensa que é pra vir ao meu escritório me ameaçar? — me levantei e olhei em seus olhos.

— Não leve como ameaça, foi apenas um aviso. Quem mexe com minha família só tem um destino: a morte. — declarou com ódio no olhar. — Está avisada. — Deu as costas e começou a andar, mas a interrompi.

— Os Beadles nunca foram meus alvos. Minha intenção era fazer a Filmore sofrer! — ela parou de andar e deu uma gargalhada fria.

— Nem por um segundo achou que estaria traindo uma aliada? Por favor! Já conheci muitas pessoas cínicas, mas você... Está me surpreendendo!

— Então quer dizer que está saindo fora? — ergui uma sobrancelha. — Se não quiser mais, tudo bem, não irei dizer nada. Você está com a razão, não deveria ter machucado Christian.

— Está se desculpando?

— Estou dizendo que está certa, não que me arrependi do que fiz. Era necessário, então não hesitei. — eu disse olhando-a firme, vorazmente.

— Achava que conhecia pessoas frias, mas você...

— E então, o que me diz de um acordo? — a interrompi. Ela aguardou de braços cruzados em silêncio, mas ainda como olhar duro. — Continuamos nosso contrato e eu dou minha palavra que nunca mais irei mexer com você ou sua família.

— Sua palavra não basta. — disse seca.

— Está me chamando de mulher-sem-palavra? — preguntei incrédula.

— Se isso lhe caiu bem, então serve.

— Então faremos um acordo formal, depois passe aqui para assinar. Mas aviso logo, as únicas pessoas que estão inclusas nesse pacote são você e Christian, ninguém mais, ninguém menos.

— Feito. — ela disse e se virou para sair, mas parou. — Me diga, o que essa garota fez pra você odiar tanto ela? Ela parece não fazer mal a uma mosca.

— Um bom bandido nunca revela os motivos de seus esquemas. Quero que ela sofra, chegue ao pó, sinta tanta dor que se renda e desista de tudo, apenas para que eu pare de fazê-la sofrer. E então quando esse dia chegar, teria minha vingança. Isso é tudo que você precisa saber. — me sentei e virei minha cadeira, voltando a olhar para a rua silenciosa, esperando ela sair da minha sala, e quando escutei o som da porta batendo, fechei os olhos e refleti:

            Minha vingança não se tratava mais de Justin, mas sim de fazer Yasmin Elizabeth Filmore sofrer a ponto de desistir de sua própria vida. E ver sua felicidade virada em cinzas seria um bom começo para essa vingança. Tinha muitos planos para ela que ela mal podia esperar. Eu estava apenas começando meu show de horrores.

— Um dia você vai me pagar por me fazer sofrer, sua cretina! Ninguém tem o direito de me humilhar ou roubar o que é meu.

            Sim, eu me referia a Justin. Irônico. Caitlin agora está com ele, e isso não me faz querer matá-la, porque sei que ele não a ama de verdade. É apenas um entretenimento. Mas o que ele me fez acreditar não passava de ilusões, ele realmente amava ela. Ela que morava em seus pensamentos quando ele me dizia “eu te amo”, era o beijo dela que ele queria sentir quando estava me beijando, era a mão dela que ele queria segurar quando tomava a minha, e no final das contas ela roubou meu final feliz apenas por capricho. Apenas para eu ouvir que ele queria ficar com ela e não comigo, que eu era apenas um passa-tempo. E eu sei, Justin também tem sua parcela de culpa, e ele também terá seu preço, e um dia irei cobrá-lo. Não vai ser hoje, ou amanhã, mas seu dia chegará.

            Meu computador avisou o movimento de Yasmin para um local diferente. Abri a janela da filmagem e procurei o endereço. Era uma boate que ficava no centro da cidade, se não me engano Kayne Jones estaria dando uma festa lá, e Caitlin havia comentado, antes de passar a me ignorar esses últimos dias, que ela iria passar por lá com Justin, pois Kayne era amigo de Justin e os havia convidado para a festa. Ela com certeza deve estar indo para lá.

            Peguei meu celular e liguei pra Brittany.

— Cadê você?

— Saindo do hospital, por quê?

— Arrume-se e vá dá uma olhada na festa de Kayne Jones. Passe aqui para pegar o convite da festa. Se a Filmore aprontar alguma me avise imediatamente, mesmo se ela chegar perto de Bieber, me avise.

— Ok. — então desliguei.

            "Estou aguardando apenas um pequeno deslize para fazer outra visitinha, querida. Me aguarde. Tenho novidades". Pensei comigo mesma e ri ao imaginar sua cara de derrotada, incrédula e indefesa.

 

Yasmin’s POV

 

            No dia seguinte acordei com meu despertador que nunca me dava um descanso. Desliguei o mesmo e rolei na cama. Quando olhei para a cama de C ela não estava mais deitada, como era de costume. Eu sempre acordava primeiro! Rolei os olhos pelo quarto e nada. Me espreguicei e levantei.

            Decidi ir tomar banho, mal começamos o dia e ela já está me ignorando, é bem o feitio dela. Parece uma criança birrenta.

            Saindo do banho, me vesti e fui comer algo, ao longe consegui ver ela comendo sozinha, acompanhada apenas de um livro e seus fones. Queria ir pedir desculpas e dizer que devíamos parar com aquilo porque era infantil de mais até para nós. Mas decidi ver até quando ela ia levar aquilo.

            Encontrei com Aaron e fomos pra sala de aula. O professor iniciou a aula, e explicou que teríamos que apresentar um trabalho em dupla, falando sobre alguma doença terminal. Teríamos que pesquisar e fazer uma entrevista com alguém que estivesse nesse estado. Como não tinha muitos amigos decidi chamar Aaron pra ser minha dupla, e ele aceitou de boa.

— Mas então, você conhece alguém assim? — ele perguntou após se sentar ao meu lado.

— Bom tem alguns pacientes lá onde trabalho, podemos fazer nossa pesquisa por lá. O que acha? — respondi.

— É, já é um começo. Vamos marcar um dia, certo?

— Claro! Amanhã, pode ser?

— Fechado.

— Bom, agora que já formaram suas duplas para o trabalho, continuem com elas, porque reservei o laboratório de química pra aula de hoje, e como sabem, as aulas de laboratório sempre são em dupla. — disse o professor.

            Aaron sorriu e fomos para o laboratório.

 

Cecília’s POV

 

            Decidi que não encarar ela seria a melhor coisa a se fazer. Sabe, não é fácil ter que ficar com raiva da sua melhor amiga. Mas, ela devia ter ficado do meu lado e não o contrário! A gente é amiga desde infância, e ela me troca assim? Ah, por favor! Ela mais que merece que eu a ignore.

            Decidi ir comer sozinha lá no fundo do refeitório, já que não queria ser incomodada pela presença dela, e como não tenho muitas amizades, comi sozinha.

            Depois fui direto pra sala. Minha cabeça estava cheia, não conseguia olhar para aqueles balanços e fazer o que devia. Sei que só devia separar ativo do passivo e fazer as contas, mas aquilo tava parecendo mais uma texto a qual eu lia, lia e não dava em nada. Como sou horrível com linguagens optei por fazer contabilidade, era bem mais fácil mexer com números.

— Está com problemas com isso? — olhei para o lado e vi Kile me olhando.

— Não, está tudo bem.

— Não é o que parece. Faz tempo que você olha pro papel e não desenvolve nada. Você estudou?

— Não... — disse meio envergonhada.

— Olha, você é boa com números, mas tem que começar a estudar. Suas notas estão baixas, comparadas com o semestre anterior.

— Eu sei...

— Olha, eu só vou fazer isso porque não quero que se ferre e reprove a cadeira. — ele olhou pra frente, observando se o professor estava olhando. E quando viu que não, começou a me passar as respostas.

            Fiquei grata por isso, mas me sentia culpada. Sei que era errado e que isso não era uma boa ideia se quisesse realmente ser uma contadora.

            Ao terminar o exame Kile me acompanhou até os armários.

— Olha, muito obrigada, sério. Sei que não devíamos ter feito aquilo, e é por isso que a partir de agora vou começar a me esforçar para ganhar meu reconhecimento.

— Que bom ouvir isso. Te vejo por aí. — disse saindo.

            Fui para o dormitório comer alguma coisa, depois peguei o meu notebook e fui pra biblioteca. Decidi assistir algumas vídeo aulas sobre a matéria a qual estávamos estudando. Peguei minha apostila e fui resolver os exercícios a quais não tinha respondido e depois fui ler meu livro, já que tinha umas quatro horas que estava ali estudando, então decidi parar um pouco e ler meu livro de princesas. Sim amo “A Seleção” da Kiera Cass, e foda-se quem diz que é uma besteira. Melhor saga depois de “Fallen” da Lauren Kate.

            Depois de ler uns cinco capítulos vi que já ia dar quatro da tarde, então decidi ir espairecer um pouco. Sim, tive que pegar metrôs para chegar até shopping já que eu não tenho carro e estou sem falar com minha amiga. Andei até ficar entediada. Comprei algumas roupas, e brinquei em alguns jogos eletrônicos que tinha por lá, e então decidi voltar pro campus.

            Minha vida seguiu assim até se passar um mês, saí algumas vezes com Kile porque era humilhante de mais ir ao shopping ou ao cinema sozinha, e então depois desse tempo eu já não aguentava mais ficar sem a única pessoa que eu podia chamar de melhor amiga. Então, um belo dia, decidi que não ia me levantar antes que ela. Queria ver qual era a reação dela.

            Ela levantou após ouvir o despertador e seguiu para o banheiro sem falar nada, e eu continuei deitada de costas para ela. Não sabia se devia bater na porta como costumava fazer após os três minutos costumeiros, decidi que era melhor não. Primeiro deveríamos ter uma conversa adequada. Ela me devia um pedido de desculpas também.

            Quando ela saiu do banheiro eu estava na porta esperando ela sair, como de costume, mas não falei nada, então me surpreendi quando ela disse:

— Oi...

— ...Oi... — respondi meio hesitante e entrei no banheiro.

            Quando saí ela já não estava mais no quarto, o que não me espanta já que há pelo menos um mês que não nos falamos. Tudo por culpa minha. Me vesti e desci para o refeitório, passei direto por sua mesa e mais uma vez me sentei sozinha. Comecei a comer e minha consciência começou a pesar. Olhei para a mesa dela e ela me observava em silêncio. Então de repente um sentimento de saudade me invadiu, senti falta das noites que ficávamos olhando as estrelas, quando saímos juntas, quando ela zoa das minhas coisas infantis e até da voz dela brigando comigo dizendo que eu deveria ficar em casa em vez de ir pras festas.

            Num movimento rápido me levantei e quase corri para a mesa dela. Ela me olhava surpresa. Fiquei em silêncio por um momento e quando senti que ela ia começar a falar eu decidi falar primeiro:

— Olha, me desculpe! Eu sei que fiz papel de trouxa, sei que não devia ter feito esse alvoroço todo por nada. Não aguento mais ficar sem falar com você, quero que voltemos a ser amigas, por favor. Você me perdoa?

— Claro que sim! — ela diz sorrindo, e me abraça.

— Ai que bom, achava que você ia começar um discurso do quanto eu fui estúpida e não devia ter te afastado por causa daquele ser insignificante.

— Uh... Então sobre o Ryan, olha ele é legal, é que alguém esbarrou nele e aquilo acabou acontecendo.

— E quanto a parte que ele agiu como um perfeito idiota? Você viu do jeito que ele me tratou? Como uma vadia! Eu sei que ás vezes me comporto como uma, ÁS VEZES, mas não sou uma qualquer que ele pode chagar e fazer o que quiser comigo.

— Eu sei, e sinto muito por isso. E é em nome desse arrependimento que ele pediu que eu arranjasse um encontro entre vocês dois para que ele possa se redimir, o que diz?

— Olha, eu disse que quero ficar de boa com você e você fica forçando a barra? Qual o seu problema?

— C, eu prometo que será bom! Dê uma segunda chance ao rapaz, prometo que ele será um perfeito cavalheiro. Lhe garanto que valerá a pena tentar.

— Não. Não force mais por favor.

— Ah, qual é? Ele não costuma fazer isso, nunca correu atrás de ninguém! Ele ficou bolado por ter levado um fora seu, ficou até com raiva, perguntando quem era essa exceção no universo que fez isso com ele. — sorri sem querer, então ela se empolgou. — Por favor não custa nada! Se ele for otariano de novo, juro que você nunca mais nem ouvirá falar em Ryan Butler.

— Olha aqui, eu vou, mais é porque você insistiu muito tá? Espero que não me arrependa disso que tou fazendo.

— Fechado. — disse ela dando uns gritinhos e tive que rir.

— Agora, vamos?

— Vamos! — ela disse recolhendo seu lanche e fomos para a aula.

            Realmente espero que isso não dê em merda, porque a última coisa que quero é ficar com raiva dele e descontar na Yasmin de novo. Realmente espero que ele aja feito gente e não o grosso que foi da última vez. Vamos ver se ele vai me surpreender.


Notas Finais


Gente, me desculpem. Eu tinha desistido d fic, mas decidi que devia continuar. Vocês merecem isso. Então por vocês fiz esse cap, não é um dos melhores, mas logo logo postarei outro.

Ah e quanto ao shipper do Ryan com C, decidi que vai ficar Cyan mesmo, é mais bonito que Rylília kkkkk Obrigada pela dica @Stayalive

Bom, espero que tenham gostado e me desculpem mais uma vez!

NÃO SE ESQUEÇAM DE COMENTAR O QUE ESTÃO ACHANDO, PRECISO SABER DA OPINIÃO DE VOCÊS E EM QUE DEVO MELHORAR <3

COMENEM PLZ
COMENEM PLZ
COMENEM PLZ
COMENEM PLZ
COMENEM PLZ

Amo vocês, meus amores. Obrigada por não desistirem de mim <3

BEM-VINDOS, LEITORES NOVOS <3
PESSOINHAS FOFAS QUE LÊEM OFF, ARRANJEM UM TEMPINHO PRA COMENTAR <3 quero saber da opinião de vocês também. Beijãaaaaaao meus crushs <3


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