História {The creepypasta mansion}feat. LaughingMalu [PT-BR] - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~LaughingMalu

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Tags Creepypasta, Sesseur
Visualizações 23
Palavras 1.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Demorou mais chegou; -;

Capítulo 9 - {ONDE ESTOU?} [CAP.8]


Fanfic / Fanfiction {The creepypasta mansion}feat. LaughingMalu [PT-BR] - Capítulo 9 - {ONDE ESTOU?} [CAP.8]

Capitulo 8.

Malu Pov’s

Abri meus olhos com certa dificuldade. O lugar era úmido e escuro, me perguntava onde exatamente aquilo ficava. Me lembrava de estar correndo pela floresta a procura da Carol...E depois eu... Bem, eu devia ter tropeçado e batido a cabeça, mas isso não explicava eu ter ido parar ali...

Encarei o ambiente ao meu redor, ou ao menos tentei, a completa escuridão não me permitia enxergar um palmo além de o meu nariz... Aquela sala tinha um cheiro peculiar... Era meio... Azedo...

Fiquei parada em estado vegetativo, atenta a tudo e a nada. Ao mesmo tempo em que eu desejava do fundo da minha alma que alguém estivesse ali comigo, eu preferia estar só... Nunca gostei de escuro e no momento em especial eu estava gostando ainda menos... A única coisa boa da escuridão (em minha opinião) é que ela não nos permite enxergar as coisas ruins, as boas também, mas mais importantes... As ruins. Sendo assim... Se eu morresse ali, eu não veria minha morte, eu fecharia os olhos e me entregaria à escuridão, e isso não podia ser tão terrível assim, certo?

Fui engatinhando lentamente pelo cômodo, o piso era de madeira, e começava a gemer e estalar à medida que eu me movimentava. De repente minhas mãos tocam em alguma coisa... Tento identificar o que é... A textura é de um pano normal, mas... Isso não explica o grude. Como não tem nada que eu possa fazer nenhuma luz que me permita enxergar eu levo o pano ao nariz. Tinha um cheiro azedo e metalizado aquilo era... Sim... Aquilo era sangue.

Entrei em breve desespero. Eu realmente precisava sair de lá. Se eu não fizesse nada, se eu ficasse ali parada, eu iria morrer. E se... Se eu saísse de lá, provavelmente eu morreria também, mas eu estaria me esforçando, lutando pela minha vida até o fim, e mesmo 1% de chance, aquilo seria melhor do que nada... Bem... Estava na cara que ficar parada não daria em nada.

Fiquei em pé com toda a coragem restante no meu corpo tão frágil. O que me moveu era mais a ideia de que... Onde tem uma entrada tem que ter uma saída e... Essa saída deveria estar na parede, então eu... Só precisa achar a parede e segui-la até a porta... Sim ^^

E foi isso que eu fiz. Não demorou para eu encontrar a parede, e eu comecei a segui-la, mas... Não era possível, aquele lugar não tinha uma saída!

De repente o piso começou a ranger e estralar feito doido sendo que eu nem estava me mexendo  Eu ouvi um som de porta se abrindo, e pude perceber uma pequena claridade vinda do outro lado da sala, de onde eu tinha vindo; -; Claridade esta que foi mais que o suficiente para quase me cegar e me fazer cair de bunda no chão levemente tonta.

Ouvi passos descendo uma escada. Então tinha uma escada lá... Como eu não vi essa escada?

Não tinha tempo para eu ver quem era eu estava com pressa de salvar minha vida, desculpe decepcionar -. -

Levantei-me como uma verdadeira ninja, sem fazer absolutamente nenhum barulho... Mesmo assim não havia nenhuma garantia de que isso ajudou em algo, tendo em conta o barulho que eu fiz quando cai de bunda na madeira, nem dava para entender o porquê de continuar viva.

Segui a claridade com cuidado, não queria que a minha sombra acabasse com a camuflagem, na minha cabeça essa pessoa só deveria conseguir me ver quando já não houvesse tempo de me impedir, na hora da fuga.

De repente a madeira onde eu pisei (que deveria estar bem velha) estalou, e eu me assustei, e gritei 😣 Justamente quando eu já estava chegando ao meu destino.

Ai eu comecei a gritar, eu não sei se porque eu estava assustada com o estalo, com minha localização revelada ou com minha própria idiotice.

De repente numa tentativa desesperada de fugir eu sai correndo no escuro, e o resultado daquilo não podia ser mais óbvio. Eu me choquei com o perseguidor, e nós dois caímos no chão, eu caio de bunda, como sempre ‘-‘.

E ai eu gritei de novo, e alguém gritou comigo, e a luz acendeu e era a... Carol?!

- Mano do céu! Que susto! – Ela berrou

Tinha um interruptor bem em cima da minha cabeça?

- Que susto? Que susto?! Eu estou assustada, como você me larga numa sala macabra, sem luz e no meio do nada?!

- É uma longa história. Mas não precisa se preocupar

- Okay. Pode começar a contar que eu estou esperando. – E era bom ser algo bem coerente...

Nos duas nos sentamos.

- Bem... Eu fui atrás do Jeff, certo?

- Certo... – Infelizmente -. -

- Então... Ai você veio correndo atrás e nos desencontramos. Foi isso...

- E como eu vim parar aqui?

- Bem... Ér... U-Um velho amigo te trouxe.

- Velho amigo? No meio da floresta? O que você esta dizendo?! Eu acordei numa sala totalmente escura, um lugar que eu não conheço ai eu encontrei um pano cheio de sangue, QUAL É A EXPLICAÇÃO?!

- Hm... Olha... Eu acho que é bom você não saber por enquanto...

- A é... Que pena. Pois eu quero saber, e quero saber nesse instante!

- Olha Malu... Você precisa se acalmar...

- Me acalmar? Estou calmíssima, mas não posso dizer o mesmo de você. Aparentemente você é quem esta nervosa, anda logo e me diz o que aconteceu!

- Desculpa

- Pelo o que?

De repente os braços da Carol me empurraram e eu cai de costas no chão. Ela saiu correndo, subiu a escada e trancou a porta, numa velocidade absurda:

- Eu juro que eu venho te buscar depois! E eu trago o seu jantar! Desculpa mesmo... - E depois eu ouvi passos se afastando .

Não conseguia acreditar, ou simplesmente não queria faze-lo. Como minha melhor amiga tinha coragem de fazer isso comigo? O que era assim tão terrível que ela não podia (ou não queria) me contar?

Fiquei caída no piso, já sem forças. Ao menos eu sabia que minha sobrevivência estava em parte garantida...

Uma hora ela teria que voltar, e nessa hora, eu arrancaria a verdade dela, e me vingaria pelo o que ela me fez. O que aquela doida estava pensando?

Eu estava realmente cansada, eu não queria investigar, eu não queria estar ali. Eu odeio gaiolas, eu odeio prisões e odeio me sentir presa.

Nunca tinha visto a Carol tão nervosa, mas eu sei que quando ela faz isso normalmente é porque sabe que eu vou definitivamente odiar o que ela vai me dizer. E depois de tudo isso, bem... Ela esta certa. Seja lá o que tem para me dizer, dificilmente eu vou gostar.

Fechei meus olhos e dormi. Não me preocupei em apagar a luz, eu apenas dormi para esquecer. Muito estresse me aguardava, disso eu tinha certeza 😣



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